quarta-feira, 22 de março de 2017

Orla Conde e seus Grafites - Uma Galeria de Arte a Céu Aberto

A Orla Conde, também conhecida como Boulevard Olímpico, tem sido um ótimo local de lazer e cultura para nós cariocas e para quem vem visitar a cidade. São muito os motivos para fazer o passeio de 3,5 km desde a Praça Marechal ncora, ao lado da Praça XV, até o Armazém 8, na Avenida Rodrigues Alves. O visual, os Centros Culturais, a Pira que está em frente ao CCBB e a Igreja da Candelária, o AquaRio, os eventos que rolam e a Arte de Rua.

Nesta semana eu resolvi tirar um tempo para passear na Orla Conde com o objetivo de curtir e aproveitar o corredor artístico que está lá disponível para quem quiser. 




Eu percebo que quando falamos dos grafites na Orla Conde, muita gente foca no mural "Etnias". Realmente a obra do grafiteiro paulista Eduardo cobra é o destaque por ser o maior painel em grafite do mundo. Inclusive, já foi reconhecido pelo Guinness. Lindísssmo, é verdade!



Porém o corredor artístico da Orla Conde que já figura entre as maiores galerias a céu aberto do mundo vai muito além deste espetáculo que é painel "Etniais". 

Eu mesma já fui diversas vezes à Orla Conde, com objetivos variados, como visitar o Museu do Amanhã, o Mar, ir no AquaRio, apenas curtir a Nova Praça Mauá, fazer o percurso todo, visitar o Boulevard Olímpico e as Casas dos Países, etc. Mas nunca tinha ido com o objetivo de visitar a exposição de arte disponível ali. 

E sabe que eu me dei conta disso depois de ter ido a "Winwwod Wall e Miami" e ter feito o post sobre o Beco do Batman em São Paulo. É impressionante como a gente, no caso eu, às vezes não valorizamos o que temos a nossa disposição, não é mesmo? Eu, com esta galeria de arte a minha disposição, precisei me dar conta dela após ter valorizado o mesmo tipo de passeio em outras cidades. 

E o passeio foi incrível! Lindo, colorido, divertido e surpreendente. Comecei pelo painel em frente ao AquaRio.




O painel do grafiteiro carioca, artista autodidata nascido e criado na favela do Pavão-Pavãozinho. O painel é enorme. Cheio de detalhes. Ficamos por ali um bom tempo apreciando e fazendo fotos.


Seguimos em direção a Praça Mauá passando pelas obras. Muitas são bem divertidas.


E possibilitam a nossa interação.


Outras encantam pela emoção que transmitem.


E pela expressão do olhar. 


O colorido das pinturas emoldura e faz as selfies ganharem um toque especial.


O multicolorido encanta.


Aí segui em frente passando pelas outras obras já mais conhecidas, como o próprio "Etnias" e o  mural da artista paulista Rita Wainer. O grafite que faz alusão aos amores marinheiros se destaca pela frase “saudade é amor, te sigo esperando”. 



A última, já no Armazém 1, é a obra de Camila Camiz que tem como uma de suas marcas os murais em preto e branco. Não resisti e dei um colorido na foto.



Valeu muito o passeio. Fica a dica. Tem vários outros painéis lindos e que eu não mostrei aqui no post, apesar de ter fotografado todos.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Espaço Cultural dos Correios - Turistando em Niterói


Nos tempos de hoje recebemos informações de tudo e sobre tudo. Isso por um lado é ótimo, mas por outro dificulta as descobertas. Percebo muito esta situação em viagens e passeios. Já saímos com todas as dicas de locais e roteiros. Assim, aquela coisa de se perder, de pedir informações para alguém local e de descobrir um cantinho fica mais distante.

E eu adoro essas descobertas, esses locais surpresa, aqueles que a gente não esperava encontrar no caminho, o caso e por acaso.

Foi assim com o Espaço Cultural dos Correios em Niterói. Eu nunca tinha ouvido falar dele, nunca tinha visto uma foto sequer no Instagram, nunca tinha lido nada em blog nenhum, muito menos visto alguma menção no Facebook.

Simplesmente saí da Estação das Barcas, em Niterói, com destino ao Plaza Shopping. Quando parei no sinal e observei um prédio antigo, imponente, e com uma arquitetura art noveau bem interessante. A primeira coisa que pensei foi: "nossa, como eu nunca tinha prestado a atenção neste prédio?!". Logo em seguida veio a curiosidade de saber o que ele abrigava.

Museus e Centros Culturais em Niterói


Estiquei o meu olhar e vi que era o Palácio dos Correios e que tinha duas exposições anunciadas na frente. Ou seja, é um prédio aberto à visitação pública. Fiz o que eu tinha que fazer no shopping e na saída resolvi disponibilizar uma horinha para conhecer o tal Palácio.

Museus e Centros Culturais de Niterói

Logo na entrada já dá para ver que o espaço está todo reformado, bem novo, claro, amplo, arejado e com aquele toque de passado que faz a gente viajar e ficar imaginando como era a vida antigamente.

Pelo o que fiquei sabendo o prédio que foi inaugurado de 1914 e abrigou até 1986 a agência central de Niterói e a diretoria regional dos Correios no antigo estado do Rio de Janeiro. Depois passou a ser a principal agência dos Correios na cidade e a sede da Região de Negócios que atende Niterói, São Gonçalo (Rio de Janeiro) e Região dos Lagos.

Soube também que o prédio estava bem acabadinho, com pichações e o interior, onde ficavam os guichês de postagem, bem maltratado.

 Mas o Palácio foi restaurado e reformado e em 2014 passou a ter também o Centro Cultural dos Correios.

O espaço conta com algumas salas no lado esquerdo do andar térreo e outras no primeiro andar. Neste dia tinham três exposições em cartaz. Duas no térreo e uma no primeiro andar.

Por sorte minha a exposição "Flor, Da Contenção À Expansão", da artista Myriam Glatt estava sendo inaugurada. Além de ver em primeira mão, ainda pude falar com a artista e tomar uma taça de vinho.

Amei o trabalho feito com recortes de papelão descartado, sobrepostos que criam relevos e dão uma textura bem interessante.



Adorei a explosão de cores e o impacto que as obras causaram em mim.


As flores em pinturas acrílicas sobre tela também são lindas. E como eu não me encantar por um quadro de flor chamado Sofia?!


 Depois de apreciar bastante a primeira exposição, passei rapidamente pela segunda e fui atraída pela escada. Gente, eu adoro essas escadas de prédios antigos. Sei lá, me dão a sensação de que tem algum mistério nelas. Vou subindo os degraus meio que esperando um portal para outra dimensão, para outro tempo, para um viagem ao passado.

Passeios culturais em Niterói

Neste primeiro andar, que na verdade precisam de são dois lances de escada para ser alcançado (tem elevador, mas preferi ir de escada e observar os degraus em mármore, o guard rail em ferro e o corrimão dourado), tem uma varanda que dá vista para o Baía de Guanabara. Desta varanda podemos ver melhor a fachada do prédio e os dois torreões que ostentam cúpulas metálicas. Bem bonito. Tão bonito que eu fiquei de bobeira apreciando os detalhes e me esqueci de fotografar.

Lá, neste andar, cheguei à exposição "Águas" de Jane Maria.


A coleção desta exposição traz um encantamento e uma sensação de tranquilidade.

Passeios turísticos em Niterói

Todas as seis salas de exposição do Espaço Cultural dos Correios são amplas, bem claras, com pé direito alto, arejadas, enfim, ótimas. Nesta eu observei ao canto esquerdo, ao alto, um recorte na pintura branca mostrando como era a pintura anterior a reforma.

A explicação para isto é que para ter salas de exposição que possam receber qualquer tipo de arte as salas precisavam ser pintadas de branco. Aquele espaço ficou reservado para manter a história. Mas não é somente ali. O Espaço Cultural dos Correios tem também uma sala histórica, com detalhes da arquitetura e características originais do prédio.

O que fazer em Niterói


 Nesta sala encontramos objetos históricos e duas plantas de arquitetura da fachada datadas de 1910.

Passeios Culturais em Niterói


Reza a lenda que no segundo andar ainda serão instalados um bistrô e uma livraria. Espero que sim.

Saí de lá para pegar o meu caminho de volta bem feliz com a visita.

Gostei muito da minha descoberta, gostei de abrir espaço ao acaso e por acaso permitir que a novidade atravessasse o meu caminho naquele dia já todo programado.

Passeios turísticos em Niterói

Que bom que eu permiti que meus pés mudassem a rota, que meus olhos ficassem atentos, a minha mente receptiva a novidade e o coração aberto para as surpresas.

O que fazer em Niterói


Serviço:

Espaço Cultural Correios
Av. Visconde do Rio Brando, 481 - Centro
24020-004 - Niterói - RJ
Telefone: 0XX 21 2622-3200
e-mail: rjeccniteroi@correios.com.br

Visitação:
De segunda-feira a sábado, das 11h às18h (exceto feriados).
Entrada franca.

Outros posts de passeios da série "Turistando em Niterói" nos links abaixo:

- Parque da Cidade;

domingo, 19 de março de 2017

A Semana 11 de 2017 - Novos Encontros


Como eu já sabia que a semana seria puxada porque eu estaria fazendo um curso de Design Thinking de segunda à sexta, das 9 h às 18 h, então procurei aproveitar bem o final de semana e me encher de energia e disposição.

Fomos ao Morro da Urca para ver a estreia do musical infantil "O Menino da Marchinhas - Braguinha par Crianças" a convite pelo blog. Foi um passeio ótimo! Com um visual lindo.


E ótimas companhias. Além de estar com a Sofia, uma amiguinha dela e a mãe desta amiga que está se tornando minha amiga, encontrei com as mães do Mamães do Rio de Janeiro, grupo que participo.


Sou muito grata pelas oportunidades que o blog me oferece. Além de ser uma forma de reconhecimento, me traz bons programas e pessoas novas. Melhor ainda quando consigo expandir essas oportunidades para alguns amigos, como foi o caso desse musical. Eu fiquei muito grata com a gratidão da mãe da amiga da Sofia que adorou o passeio e o musical. 

Também a convite através do blog, desta vez do "Clubinho de Ofertas", fui com a Sofia e duas amigas assistir ao musical "Beatles Para Crianças" no Teatro Bradesco. 

As três não são mais tão crianças assim, mas Beatles não tem idade. Gostamos muito de dançar e cantar os clássicos do Rock and Roll.


Mais uma vez tenho que agradecer as oportunidades que o blog me traz de desfrutar ótimos programas na companhia das minhas filhas. Fico muito grata com a gratidão das amigas da Sofia que sempre me agradecem pelos convites. Inclusive, no meu aniversário, recebi uma mensagem de parabéns de uma amiga da Sofia e na mensagem ela dizia que os meus programas são maravilhosos. Muito fofa, né? Fiquei toda emocionada. 

Passei um dia no clube com a família e amigos. Amigos meu, do Antonio, e das meninas. Todos com seus amiguinhos. Fomos brindados com um dia lindo, fizemos churrasco e para finalizar a Lua enfeitou o fim de tarde com brilho e encanto especiais.


Sou muito grata por dias assim, compartilhados com a família, com amigos e com a natureza.

O curso "Design Thinkig Experience" me proporcionou experiências incríveis que deram aquela chacolhada em alguns conceitos e forma de pensar.


Abriu as janelas para uma nova visão, me exigiu, me cansou e também me divertiu demais.


Mais do que me encontrar com novas pessoas, me possibilitou um novo encontro comigo mesma.

Fico muito grata por eu ter me permitido viver essa experiência. 

Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.





Você pode me encontrar também

sábado, 18 de março de 2017

Filme "A Bela e a Fera". Wow!



Ontem eu fui assistir pela segunda ao filme "A Bela e a Fera". Sim, eu gostei tanto desta versão live-action do conto francês que repeti a dose. Aliás, veria pela terceira vez já que a primeira foi na cabine de imprensa em 2D e legendado, e a segunda foi em 3D e dublado. Fiquei com vontade de assistir em 3D e legendado.


Nessas duas oportunidades de assistir a "refilmagem" da animação de 1991 que na época concorreu ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Filme, e ganhou o Oscar de Melhor Canção, eu pude perceber reações distintas no público.

Na cabine de imprensa, os comentários eram divergentes. Mas eu percebi a maioria dos grandinhos, muitos com a lembrança fresca na memória do filme de 1991, com a expectativa lá no alto e com o olhar crítico de cinema, meio decepcionados. Esperando algo a mais do que uma refilmagem.

E sabe que eu fiquei sem entender essa decepção? Eu saí do filme tão "wow"! Achando tão lindo e emocionante... Mas realmente não sou especialista em cinema, não estudei as técnicas, não conheço os critérios, apenas sei a experiência que o filme traz para todos os meus sentidos. E este me surpreendeu mesmo com a expectativa lá no alto.

Na sessão vip para convidados, que são espectadores assim como eu, a opinião era praticamente de unanimidade. O filme é ótimo! Um acerto!

Para mim, assistir "A Bela e a Fera" fio "wow"! Um belíssimo musical que ganhou vida com um elenco maravilhosamente talentoso e que encantou a minha visão com as imagem, me embalou com as músicas, me fez viajar na história, rir com Lefou, levar sustos com Gaston, me emocionar com a Bela e seu pai e ser cativada pelos os objetos falantes (muita fofura).  As duas horas de duração não me fizeram sentir que o filme é longo.

Xícara da Bela e a Fera

A história de Bela (Emma Watson) uma mulher sonhadora e revolucionária moradora de uma pequena aldeia francesa, já um feminista em sua época, toma o lugar de seu pai (Kevin Kline) que foi capturado por uma Fera. Trocando assim sua liberdade, algo que ela preza demais,  pela do pai. A partir daí ela passa a viver no castelo dessa Fera a princípio muito feroz. Aos poucos, com o convívio, Bela descobre que o castelo enfeitiçado não é tão sombrio assim. É cheio de objetos mágicos com sensibilidade humanas e que por traz das aparências existe algo muito maior e sentimentos muito melhores.

O que eu achei bem legal nesta versão é que traz explicações para situações que não estavam tão claras na versão anterior, como:
- A Bela e o pai foram parar nesta pacata vila do interior e o que de fato aconteceu a mãe da moça.
- O que fez o príncipe que recebeu o feitiço ser tão sem coração. 
- Que eram os objetos enfeitiçados que residiam no castelo e o porque eles cuidavam da Fera. 

Para mim esta versão de "A Bela e a Fera" é um lindo filme que encantou, me trouxe emoções atuais e ainda me reconectou com a memória e lembranças da animação de 1991 que vi e revi com as minhas filhas, e do clássico conto de fadas que tanto li e ouvi na minha infância.
Assisti, me diverti, me emocionei e reconectei com emoções antigas. Foi um experiência "wow". 

sexta-feira, 17 de março de 2017

Musical "O Menino das Marchinhas" no Morro da Urca


Nós fizemos um programa conjugado de altíssima qualidade. Fomos conferir a estreia do musical infantil "O Menino das Marchinhas - Braguinha pata Crianças" no Morro da Urca.

Musical "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças"

Eu achei sensacional a ideia de juntar teatro infantil de alta qualidade com esse visual incrível. Assim o programa agrada a toda a família e aproveitamos para visitar um dos pontos mais bonitos da nossa cidade, o Pão de Açúcar.

Muitas vezes só por ter aquele ponto turístico perto de nós e à disposição para irmos a qualquer momento, acabamos deixando para depois, para depois, e... a visita acaba não acontecendo. Então, a peça é um excelente pretexto para aproveitar e dar uma 'turistada' pela nossa cidade.


Musical "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças"

O musical "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças" é o segundo espetáculo do projeto Grades Músicos para Pequenos. O primeiro foi "Luiz e Nazinha - Luiz Gonzaga para Crianças", que nós tivemos o prazer de assistir e contar aqui no blog (é só entrar no link para dar uma olhada).

O projeto tem uma proposta muito legal que é levar para essa nova geração músicos e compositores importantes, resgatando assim a nossa cultura musical.


"O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças", que já esteve em cartaz em outros teatro, voltou e dessa vez para o palco do anfiteatro do Morro da Urca. O espaço é ótimo! Amplo, arejado, fresco e com uma visibilidade excelente. Me deu saudades da minha época de Noites Cariocas. Nossa, já vi tanto show bom ali...

A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. O pai dele não aprovava o gosto do filho, pois achava que música era coisa de malandro. Ele queria que Carlinhos estudasse matemática, ciências exatas, coisas de gente inteligente, mostrando bem o preconceito que existia na época. A sorte é que Carlinhos tinha uma avó que o incentivava e estimulava. Também pudera, né? Essa avó querida era pianista clássica e enxergava o talento do neto. Junto de seus amigos de escola, e escondido do pai, Carlinhos cria uma grupo musical: o Bando de Tangarás! O sucesso do grupo chamou a atenção do pai de Carlinhos que acaba se rendendo ao talento dos meninos, sem saber que o autor daquelas músicas é o seu próprio filho.


Musical "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças"


A história de Carlinhos é contada e cantada. Durante o espetáculo contamos junto grandes sucessos, como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas”.  Muito legal! Muito divertido!

Além de trazer música e diversão para as crianças, o musical fala também do valor da família, da amizade e das relações humanas, trabalha a autoaceitação e a perseverança na busca por um sonho, estimula a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.

A diversão e a expectativa para o musical já começa na subida do @bondinho_oficial que para alguns dá aquele friozinho na barriga.


Morro da Urca

Lá em cima o visual é de babar, de cair o queixo e de tirar muitas fotos.

Praia Vermelah Morro da Urca


Lá em cima o encantamento é tanto que os adultos viram crianças.


E as crianças aproveitam.



Vale muito a pena o passeio. Vale também esticar até o Pão de Açúcar.
No Morro da Urca tem restaurante e algumas pessoas aproveitaram para almoçar por lá.

Já a minha pequena, que não é tão pequena assim, levou biquíni para fazer Stand Up na Praia Vermelha.

Dicas para quem quiser esticar o passeio e curtir um dia inteiro na Urca:

- visitar o Museu de Ciências da Terra;
- caminhar na Pista Cláudio Coutinho;
- Almoçar no Terra Brasilis, no Círculo Militar, e curtir a Praia Vermelha.

Outros posts sobre o Musical "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças" no Morro da Urca:

- Catarina Brinca - "Braguinha para Crianças no Morro da Urca";
- Prosa de Mãe - "O Menino das Marchinhas - Braguinha para Crianças".


Serviço:

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças
Temporada: De 12 de março a 9 de abril
Anfiteatro do Morro da Urca (acesso pelo Bondinho – Avenida Pasteur 530, Urca)
Pela internet: Guichê Web
Telefone: (21) 2546-8433
Dias e horários: Domingos, às 11h
Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada)
Lotação: 500 pessoas
Duração: 55 minutos
Classificação: Livre

quarta-feira, 15 de março de 2017

O bem que vai, retorna

Vou contar um segredinho. A pessoa é do tipo que compra vestido novo para fazer uma entrevista.
Tá bom, tá bom, vou confessar. Na verdade a pessoa estava desejando o tal vestido há algum tempo, mas está no modo contenção de despesas ON. Mas tão ON, tão ON, que o botão está até colado com esparadrapo para não correr o risco de sem querer, assim como não quer nada, a pessoa colocá-lo em OFF. Aí a tal entrevista se torna um motivo para ir lá, tirar o esparadrapo e passar esse botão de contenção de despesas para OFF.

Mas essa pessoa também é do tipo que se esquece de tirar a etiqueta do vestido novo. E, ainda por cima, é do tipo que sai toda se achando poderosa em cima do salto, trabalhada na make sutil, escovão na juba, esmalte nas garras, vestido novo e... lá vai ela desfilando na passarela, ou melhor, na Rio Branco mesmo, com a etiquetona pra fora balançando ao sabor do vento e do balanço dos cabelos.

Acontece que a pessoa também é do tipo que quando vê alguém em uma situação meio constrangedora na rua vai lá e avisa.

Sabe aquela moça que saiu do banheiro e deixou a saia presa na calcinha? A pessoa aqui chaga junto da tal moça desconhecida e avisa discretamente. E aquele cara que saiu do banheiro e se esqueceu de fechar o zipper? A pessoa não tá nem aí se o tal camarada vai pensar que ela é uma tarada que fica olhando para aquela região, ela vai lá e avisa. Tem aquela garota que está com a mochila nas costas e a cada passo vai levando o vestido e já está pagando bundão de fora na escada rolante? A pessoa sobe de dois em dois degraus, chega na menina, e avisa. E quando tem alguém com a etiqueta da roupa para fora? A pessoa chega bem pertinho e avisa. Mas aqui, neste ponto, já que a pessoa está sendo sincera, ela tem que contar: antes ela dá aquela conferida nos dados da tal etiqueta. Mas não é ver a loja ou o preço não! É para ver o tamanho. É para saber se a tal desligada portadora de etiqueta para fora é PP com velcro e a pessoa aqui se rasga de inveja, ou se é GG com elástico e a pessoa aqui cai na empatia. Tudo bem, tudo bem, de qualquer forma, no final das contas, na inveja ou na empatia, a pessoa fez a sua boa ação.

E como dizem por aí todo o bem que você faz retorna em dobro. Né não?

E não é que enquanto a pessoa desfilava na Rio Branco, com passos confiantes no poder do cabelão escovado, do salto, das unhas, da make, do rebolado, do sorriso, se achando... uma alma caridosa, generosa, desinibida e com senso de humor aguçado, dá três toquinhos no ombro da pessoa aqui e fala baixinho com aquele sorriso que sai só de um lado da boca: "Nessa crise temos que aproveitar mesmo as promoções. E essa estava boa, né?".

A pessoa fica com aquela cara de que não está entendo nada por alguns segundos. Tipo: Ãããã? Como assim? Você é vidente? Como sabe que comprei na "promo"? Você também comprou um igual?

Vendo esta pessoa que vos fala, ou melhor, que vos escreve, com cara de interrogação, a amiguinha humorista foi mais clara: a etiqueta do vestido está para fora.

Gente, não era uma simples etiqueta comum que já chama a atenção normalmente. Esta era uma etiqueta poderosa. Daquelas que se fosse uma mulher iria estar trabalhada no cabelão, no salto, nas garras, no batom. Só que para ela, etiqueta, é bem mais simples. Basta ter o preço antigo riscado com pilot vermelho e o preço novo também anunciado em vermelhão.
A pessoa arranca a tal "dedo duro de frequentadora de liquidação", amassa rapidamente e coloca na bolsa, porque a rua não merece ter aquela delatora fazendo parte da decoração.
Finalmente a pessoa agradece a amiguinha solidária e engraçadinha. Mas agradece muito. Quase de joelhos. Porque pior do que mostrar que o vestido é novo, que foi comprado na liquidação, é mostrar o tamanho que está vestindo. Isso, não. Isso não dá.
Mais uma vez, muito obrigada pessoa desconhecida, engraçadinha, mas solidária e até empática.

História contada no Facebook e repassada para o blog.

terça-feira, 7 de março de 2017

A foliã agora é mãe de adolescente



"Graças a Deus, o Carnaval acabou e o ano finalmente começou", disse eu esta frase assim que cheguei do último bloco de rua que saiu no Carnaval de rua deste ano de 2017.

Aí as pessoas que me conhecem e que sabem do quanto eu gosto de um Carnaval estranham. Como assim você feliz que o Carnaval acabou?! O que está acontecendo? Se acabou tanto nos blocos que estava exausta? Se o Carnaval não acabasse, você que se acabaria? Ficou velha? 

Não, nada disso. Eu até fui a alguns blocos sim. Principalmente blocos infantis que são os meus preferidos desde que virei mãe e experimentei o primeiro bloco infantil. Mas não cheguei a me acabar, não. E não tô velha também não. "Pó pará com isso!". 

Então o que aconteceu com aquela pessoa que contava os dias para o Carnaval chegar. Que saía em todos os blocos, em escolas de samba e em trio elétrico. Era um tal de bloco-escola de samba-bloco, bloco-baile-bloco-escola de samba, trio elétrico e mais trio elétrico. Que conseguiu achar baile de Carnaval até em Visconde de Mauá. Que se arrepiava quando o avião aterrissava em Salvador.

Gente, chegar a Salvador na véspera do Carnaval é de arrepiar mesmo. Quando o piloto anunciava que iniciaria o processo de descida os passageiros começavam a cantar "We are Carnaval". Isso era uma loucura!

Calma aí! Só de me lembrar, o espírito folião está aflorando. Até passou rapidamente pela cabeça a ideia de passar o próximo Carnaval em Salvador. 

Parei. Já me lembrei de que agora eu tenho uma filha de 18 anos. E uma filha de 18 anos que resolveu amar Carnaval. Pode isso? Que mãe que aguenta passar um Carnaval com uma filha de 18 anos enfiada em todos os blocos de rua da cidade? 

Sério, é muito para um coração de uma mãe. Tem que ter muito preparo. A preocupação bate na cabeça com mais força do que o som da bateria bate no peito. 

Então minha gente não foi a minha idade que me fez mudar. Não foi a minha idade que me fez deixar de contar os dias para o próximo Carnaval e passar a contar os minutos para ele acabar. Foi a idade sim. Mas a da minha filha.

Como vocês podem ver é a maternidade. Essa sim tem o poder de modificar a gente. E não é só quando o filho nasce, quando são pequenos. É sempre. É desde que começamos a pensar em engravidar e para sempre. Mudanças constantes. 

Bom, mas já que a Ana Luiza estava em casa exausta, cansada de blocos, já que tinha ido a todos que queria e mais alguns, dando o seu Carnaval de 2017 como encerrado e muito bem aproveitado, a foliã em mim foi ali se despedir do Carnaval e agradecer que ele chegou ao fim, que fez a minha filhota feliz (mãe gosta de ver a filha feliz) e, principalmente, na maior tranquilidade, sem confusões.

Não, não fui agradecer na igreja. Fui no bloco mesmo. No último bloco! 



A Deus eu agradeci, e agradeço todos os dias. E na igreja eu fui logo na segunda-feira.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Criança brincando e porta fechada. Pode isso?



Estou lendo o livro "O Ano Em Que Disse Sim" de Shonda Rhimes. Aliás, não estou apenas lendo. Estou devorando.

Shonda Rhimes é uma mulher de sucesso, poderosa, que chegou e se manteve no topo. Uma mente criativa, inventiva e cheia de imaginação. É dessa imaginação que ela vive. Ela é a criadora das séries "Grey's Anatomy", "Scandal", "Private Parctice". É também responsável pelo roteiro de diversos filmes, como "Introducing Dorothy Dandridge", "Crossroads" e "The Princess Diaries 2: Royal Engagement". E ainda é produtora executiva de "How tg Get Away With Murder". E se não bastasse é também autora deste livro que estou lendo.

Em uma passagem do livro, Shonda conta que quando criança ela já vivia no mundo da imaginação. Não era muito chegada a brincar com outras crianças. Preferia passar horas sentada no chão da despensa da cozinha. Ficava lá no escuro brincando com enlatados. Esses enlatados serviam para alimentar a sua imaginação. Era com ele que ela criava personagens, criava histórias, criava um reino.

Assim que eu li esta parte dois pensamentos vieram a minha mente:

- mas a mãe dela não ficava preocupada, com medo de algum dos enlatados cair na cabeça da garota?! E se ela resolvesse escalar as prateleiras e despencasse tudo em cima da criança?!

Christiana, Christiana, olha o instinto protetor que vê perigo em tudo. Vamos ser mais otimista e positiva!

- iiihh, vai ter mãe lendo este livro e se perguntando pra quê tanto enlatado. Será que a mãe de Shonda e de mais cinco filhos não podia fazer um molho de tomate caseiro?!

Christiana, Christiana, cada mãe que pense o que quiser. Sem crítica de valor. Apenas um fato.

Assim que consegui afastar os meus pensamentos e me concentrar novamente à leitura cheguei ao parágrafo seguinte.



Neste parágrafo Shonda agradece aos pais, principalmente a mãe, por não levarem o incomum em consideração, por a deixarem brincar na despensa de porta fechada, e principalmente por terem a sabedoria de perceber que aquilo era um sinal de criatividade.

Mais pensamentos e lembranças povoaram a minha mente neste momento da leitura.

E me lembrei de quando a Sofia era pequena (por volta dos quatro anos) e queria ficar no quarto de porta fechada brincando sozinha ou com alguma amiguinha. A gente, eu e o pai, ficava meio receoso, achando que ela poderia fazer alguma besteira e se machucar. Sabe como é, né? Criança muito tempo quieta está aprontando.

Um dia em conversa com a psicóloga, ela nos falou da importância da criança brincar com a porta fechada. Segundo ela, justamente nestas horas de porta fechada é que a criança entra no mundo da fantasia, que alimenta a própria imaginação, cria personagens. Que a porta aberta ou a possibilidade de algum adulto por perto não permite essa imersão, o desligamento do mundo externo e das possibilidades de críticas. Ela, a psicóloga, na época, ressaltou outros pontos positivos para as crianças brincarem de porta fechada. Mas resumindo a questão, saímos de lá convencidos. Relaxamos e deixamos as portas se fecharem sempre que desejado.



Tá, cá entre nós, eu confesso que vira e mexe eu colocava o ouvido na porta, olhava pelo buraquinho da fechadura... essas coisas de mãe.

Lendo esta parte do livro eu também pensei em quantas vezes podemos, nós mães e pais, com o nosso excesso de zelo, cuidado e proteção, estar influenciando no rumo natural da vida dos nossos filhos... Vai saber...

domingo, 5 de março de 2017

Quando o papel higiênico vence a disputa com o brigadeiro

Mais uma história contada no Facebook sendo repassada aqui para o blog para registro.

Eu vou contar um causo da pessoa, mas já adianto que contém cenas de intimidade. Por isso só leia se você se sente íntimo o suficiente para partilhar de momentos assim. Tá avisado. Sinta-se à vontade.

A pessoa foi ali em Niterói dar um rolezinho com as filhas e as amigas das filhas. Na volta, já na Estação das Barcas, enquanto esperava a próxima Barca rumo à Cidade Maravilhosa, deu aquela vontade simples e básica de ir ao banheiro. Pediu para as meninas que estavam com a cara grudada no celular cuidar da sua bolsa e lá foi.
Entrou no banheiro e se surpreendeu com a limpeza e o cheiro agradável. Até pensou: "Nossa! Nunca vi um banheiro público tão limpo. Nota 10 para a Estação das Barcas de Niterói.". Seguiu seu caminho, entrou na primeira cabine e fez o que precisava fazer. Encerrada essa etapa, enfia a mão no depósito de papel higiênico e nada. Rola o rolinho pra frente e nem um pedacinho. Rola o rolinho pra trás e nem um pedacinho.
A pessoa em posição de semiagachamento, porque mesmo que o banheiro seja limpíssimo não rola sentar como no conforto total do próprio lar, começa:
- Ei, tem alguém aí?
Silêncio total. O banheiro está limpo, cheiroso, sem papel e vazio.
Pula, balança, rebola...
As coxas no semiagachamento começam a queimar levemente.
- Oi, se tiver alguém aí, por favor, responde.
Nenhuma resposta. O banheiro está limpo, cheiroso, sem papel e deserto.
Pula, balança, rebola...
As coxas no semiagachamento começam a queimar mais um pouco.
- Ô, não sou maluca não. Só preciso de papel higiênico. Pode responder sem medo de ser feliz.
Nenhuma resposta. O banheiro está limpo, cheiroso, sem papel e completamente desocupado.
As coxas no semiagachamento começam a queimar mesmo.
Pula, balança, rebola... mas não dá. Tem que esperar alguém entrar no banheiro cheirosinho. Ainda resta a esperança de as filhas e as amigas depois de perderem três barcas resolverem descolar a cara dos celulares e sentirem falta de algo assim... tipo... A Mããããeeeee!
Ouve um barulho! A esperança cresce!
- Oi entrou alguém aí?
Silêncio total. O banheiro está limpo, cheiroso, sem papel e totalmente desabitado.
As coxas no semiagachamento começam a tremer.
Neste momento a pessoa toma uma decisão importante. Resolve sair da atitude passiva de aguardar o papel higiênico chegar até ela. Resolve partir para uma atitude ativa de ir atrás do papel higiênico.
Abre a porta da cabine levemente, coloca a cabeça para fora e avista a cabine em frente, no lado oposto da parede, a uns quatro metros a sua frente, com a porta aberta, vazia e abastecida de papel higiênico. Sim, dava para ver a pontinha do objeto de desejo pendurada.
A pessoa olha para um, olha para o outro, olha para frente e os quatro metros que a separam daquela ponta de papel pendurada parecem um quilômetro. Ela abre os joelhos se certificando de que a bermuda está bem presa ali, naquela exata altura.
Começa o diálogo interno:
- Você não vai fazer isso!
- Claro que vou!
- E se alguém entrar?
- P... não entrou ninguém até agora. Vai entrar justamente na hora em que eu estiver correndo de bunda de fora?!
- Olha a Lei de Murphy...
- Não esse "fidamãe" não vai me sacanear de novo (porque ninguém entrar em um banheiro público por tanto tempo já é sacanagem de Murphy. Vai dizer que se a pessoa estivesse apertada, quase fazendo nas calças, o banheiro não estaria lotado e com fila pro lado de fora?!) em uma situação em que já estou sacaneada ao extremo.
E lá foi a pessoa com os joelhos flexionados, bunda de fora para trás, ombros pra frente, bermuda presa nos joelhos, passos curtos, porém ligeiros. Ufa, Murphy não sacaneou. Fui mais rápida do que ele.
A pessoa em posição de jóquei que perdeu as calças alcança a outra cabine, fecha a porta rapidamente e pega o sue objeto de desejo.
Sério nesta hora a pessoa não trocaria aquele pedaço de papel higiênico nem por 10 brigadeiros. Alguém algum dia na vida já imaginou que um pedaço de papel higiênico poderia ganhar a disputa de preferência com brigadeiro?! Nunca me passou pela cabeça a hipótese de preferir papel higiênico a brigadeiro. O que uma situação constrangedora faz com uma pessoa?!
Neste momento, ainda em posição de jóquei de bunda de fora, mas já mais tranquila, a pessoa pensa no estacionamento do shopping.
Como assim? A mulé está esquecida no banheiro pelas filhas que não descolam a cara do celular, prestes a perder a barca, preferindo papel higiênico a brigadeiro, em posição de jóquei de bunda de fora, e pensa em estacionamento de shopping?! Vocês vão achar que a "mulé" é pirada mesmo. Mas procede!
Sabe aqueles estacionamentos que possuem aquela luz verde ou vermelha para sinalizar se a vaga está livre ou não? Aquilo não facilita a vida da gente? Então, imagina se as caixas de papel higiênico tivessem sensores que a deixam verde, bem verde, quando estão guarnecidas. Ou vermelhas, bem vermelhas, quando estão vazias. Ia nos poupar de cenas como essa. Porque isso traumatiza uma pessoa, gente. Traumatiza mesmo. A cena cola na mente mais do que música chiclete. A pessoa fecha o olho e se vê naquela posição de jóquei com bunda de fora rebolando. Ninguém merece isso não. E a tal corridinha? Fica na mente que nem Boomerang!
Bom, mesmo os menores lugares e as situações mais esdrúxulas podem servir de inspiração.
Agora, quem chegou até aqui é porque tem nível de intimidade, vai aí nos comentários e confessa se já ficou em posição de jóquei de bunda de fora rebolando.

sábado, 4 de março de 2017

A Semana 9 de 2017 - Folia e Calmaria


Posso dizer que essa semana foi assim... bipolar. Os dias variaram entre a euforia do Carnaval e a calmaria em casa.


Teve bloco infantil. Aliás, o melhor do Carnaval do Rio, na minha humilde opinião, está nos blocos infantis. Tem gente animada, famílias fantasiadas, criatividade rolando solta, marchinhas tocando, samba, diversão e animação sem aporrinhação.


No momento calmaria assistimos em família ao filme "Dhanak". Um filme encantador que achamos por acaso na Netflix. Vale muito a pena. Quem quiser saber mais sobre o filme pode clicar no link "Dhanak - um filme encantador". 

Sim, já fiz um post sobre ele. Nos momentos calmaria longe da folia eu também aproveitei para blogar um pouquinho.



Teve bloco com amiga enquanto as crianças brincavam no parquinho. 


Para descansar da folia mais uma pausa para calmaria com filme delicioso. E claro que já falei dele no blog. Tem um post aqui para quem quiser se deliciar com a história do filme. É só entrar no link "Filme Today's Special - Saboroso".


Teve bloco com amiga de infância e muitas risadas.


E teve mais cinema no sofá. E dessa vez estava somente o casal. O filme escolhido foi "O Físico". Baseado no romance homônimo de Noah Gordon, o filme é um drama que se passa na Idade Média, mostrando como era a intolerância religiosa na época, a dominação da igreja cristã, da cultura dos judeus, e a evolução da medicina. Fala de determinação e perseverança. Tem um quê de aventura e rola um romance também.


Passado o Carnaval, com as ruas do Rio mais liberadas, fomos fazer um passeio nas cachoeiras da Floresta da Tijuca. Um passeio refrescante.


Mais uma semana para eu ser grata à família que tenho, aos amigos e às escolhas que faço no meu dia a dia. 

Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.





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