No Recanto

Faço parte da equipe do Recanto das Mamães Blogueiras desde 27 de abril de 2012. Os posts que escrevo no Recanto com o maior carinho também podem ser visitados na página do Recanto ou vistos nessa página.

set
11
Criança adora desenhar, pintar e se expressar através dessa brincadeira divertida. Aqui em casa as brincadeiras com tinta sempre acabam com as mãos pintadas. Então, que tal explorar esse instrumento de pintura? Vocês vão se surpreender com tantas possibilidades.


O Patinho Feio

Todo diaera dia de índio

Pavão Misterioso

Vamos Plantar!

Motorista, olha a pista!

Um elefante incomoda muita gente

Orquestra das corujas

Essas são apenas algumas das nossas sugestões. Agora é a sua vez de solta a imaginação.
Alguém já fez alguma pintura com as mãos? Conta pra gente! Compartilha com a gente a sua ideia!
Beijos carinhosos e ótima diversão
Chris Ferreira
twitter: @InventandoMama


ago
24


Hoje é o meu dia de participar da série Perfil Mamãe Blogueira e falar um pouco mais sobre mim.

Mamãe Chris


Ser mãe é...: a melhor função que realizo. (aqui como vc está respondendo a perguntas o correto e colocar ponto ou nada)
Amizade é...: indispensável.
Dinheiro é...: segurança.
Família é...: porto seguro.
Filhos: são a minha alegria de viver.
Uma frase que vive repetindo: “No final tudo dá certo, se não deu certo ainda é porque não chegou ao final”.
Uma mania: não pentear o cabelo. Simplesmente detesto. A minha sorte é que ele não embaraça.
Cor preferida: varia conforme o dia e o meu estado de espírito.
Time do coração: Fluminense.
O que mais me irrita: falta de objetividade.
Um lugar: na natureza.
Um momento engraçado: muitos vividos com a família e amigos.
O dia mais belo foi: os dias em que vi os resultados positivos nos exames de gravidez, os dias em que as minhas filhas nasceram, os dias em que eu ouço “eu te amo” e os dias em que eu digo “eu te amo”.
Música que cantaria em público: nenhuma sou muito desafinada.
Para quem/para o que eu não tiro o chapéu: para a falta de ética e falta de respeito.
Na minha opinião a maior invenção humana foi: o leite condensado.
Um conselho para mim mesma: ninguém faz comigo o que eu não permito.
Atividade que mais me dá prazer: qualquer uma que faço com as minhas filhas.
Um sonho ainda não realizado: viajar o mundo todo.
Uma qualidade: sou bem-humorada.
Um defeito: sou ansiosa.
Um f
ilme: sempre o último que vi – Um Divã para Casal.
Um livro: sempre o último que li – Os 50 tons de cinza.
Uma comida: massas em geral.
Um prato que deveriam aprender a cozinhar comigo: não sei cozinhar, sei me divertir na cozinha.
Uma bebida: coca-cola.
Não vivo sem... amor.
 
Chris por Chris: sou do tipo otimista, acredito que tudo vai dar certo. Prefiro olhar para as soluções a focar no problema. Sou objetiva, prática e direta. Isso faz com que eu seja pouco detalhista e até ansiosa. Procuro estar alegre e detesto ficar irritada. Adoro passear, estar em contato com a natureza e com as pessoas. Amo a minha família e meus amigos. Faço tudo por eles.

Mensagem: não vamos complicar o que é simples e a vida pode ser muito simples.


Beijos carinhosos e ótimo final de semana
Chris Ferreira
                                                              @kitaferreira


ago
17


Eu tinha o vício de roer as unhas desde criança. Nunca as roí a ponto de me machucar, de ter infecções bacterianas na área das cutículas, nem dos dedos e nem do contorno da boca. A minha onicofagia também não prejudicou a minha arcada dentária. E na verdade ela não me incomodava muito. Incomodava, sim, a minha mãe que vivia reclamando, dizendo que eu ficaria com dedo de cabeça de cobra, com verminose, etc...
Diante de tantas reclamações eu fiz diversas tentativas para deixar as unhas crescerem:
- estar com elas sempre esmaltadas;
- passar base com sabor amargo;
- substituir o hábito de roer as unhas por chiclete;
- estar sempre com uma lixa na bolsa pronta para acertar qualquer pontinha.
Eu consegui ter as unhas decentes por diversas vezes, mas assim que surgia alguma situação de angústia, de nervosismo ou apreensão, eu retornava ao velho hábito.
Quando a Ana Luiza, minha filha mais velha, estava com dois anos ela começou a roer as unhas. Eu corri na psicóloga que, para meu desespero, me informou que naquela idade a criança não tem sentimentos como ansiedade, angústia, insegurança, timidez ou baixa autoestima associados ao ato de roer as unhas. Muito provavelmente a Ana Luiza estava roendo as unhas como um gesto de imitação. Nessa hora quase que eu sentei em cima das minhas mãos.
Bom, fui para casa decidida a parar de roer as unhas. E assim eu fiz por mais de um ano. Por amor aos filhos mãe consegue fazer qualquer coisa, né? Porém, a Ana Luiza continuou roendo as unhas e eu acabei voltando com esse péssimo hábito. Sempre parando durante um tempo e depois retornando.
Agora, há um ano, a dentista da Ana Luiza nos informou que o hábito de roer as unhas está afetando a arcada dentária dela. Tá aí um motivo forte para conseguirmos vencer esse vício. Começamos juntas todas as tentativas:
- fazer sempre as unhas. Não adiantou, a Ana Luiza come o esmalte e as unhas.
- passar base com sabor amargo. Não adiantou, a Ana Luiza se acostumou com o sabor.
- eu ficar atenta e sempre falar para ela tirar a mão da boca. Não adianta porque ela não está o tempo inteiro comigo.
Juro, cheguei ao cúmulo de enrolar os dedos dela com esparadrapo enquanto ela está em casa. Não adiantou, o tempo em que está na escola é suficiente para comer todas as unhas.
Então eu resolvi participar da Blogagem Coletiva de Esmaltes como um estímulo para pararmos juntas de roer as unhas. Para mim a blogagem foi um sucesso. Desde o meu primeiro post eu nunca mais roí nem um pedacinho de unha. E nem tenho vontade. Só penso em fazer as unhas, experimentar novos esmaltes, conhecer as cores dos lançamentos, etc. Meu vício agora são os esmaltes. Mas a Ana Luiza continua com a onicofagia.
A minha próxima tentativa vai ser colocar umas unhas postiças bem pequenas, adequadas ao tamanho e idade dela. Estou torcendo muito para dar certo.
A maneira mais esquisita de parar de roer as unhas que eu soube foi da atriz Ísis Valverde. Sabe qual a técnica que ela utilizou? Foi dedo a dedo. Acho que vou tentar com a Ana Luiza.

E vocês já passaram por isso? Sabem de alguma dica eficiente para parar de roer as unhas? Venham compartilhar com a gente.

Beijos carinhosos e ótimo divertimento
Chris Ferreira
                                                              @kitaferreira



ago
10


Uma das brincadeiras preferidas da Sofia, minha filha mais nova, é montar quebra-cabeças. Ela simplesmente adora!
Eu sou louca por mapas. Quando eu era criança, para me deixar feliz, bastava me dar um atlas. Eu ficava horas paginando e viajando nos continentes e países.
Então, quando eu vi um quebra-cabeças de 500 peças com o mapa do Caribe não resisti e comprei.
Além de me divertir pra valer montando o quebra-cabeça com a Sofia eu pude contatar os muitos benefícios desse jogo ao observar a estratégia da Sofia para montar o quebra-cabeça.
1 – Observou bem a figura a ser montada. Assim ela estava desenvolvendo a capacidade de planejamento, definição de estratégia bem como a capacidade de observação e a memória.
2- Separou as peças por cores das figuras formando grupos: todos as peças azuis do mar, todos as amarelos dos mapas, todos as verdes das plantas, as rosas do coral e assim por diante. Dessa maneira ela estava estimulando a capacidade de organização.
3 – Definiu por onde ela iria começar. Nesse momento, a Sofia, estimulou a sua capacidade de resolver problemas.
4 – Sugeriu que eu começasse pela parte dos nomes porque era a parte mais difícil para ela. Aqui a Sofia estava praticando as habilidades de trabalho em equipe, consciência do coletivo e como aproveitar o que cada um tem de melhor.
5 – Começou a montar as peças. Em cada encaixe de peça estavam sendo desenvolvidas as coordenação motora, visual e espacial. A autoconfiança na resolução de problemas estava também estava sendo confirmada. Nos momentos de tentativa e erro, aprendeu a lidar com situações de frustração e a importância de ser persistente.
6 – Parou para descansar. Em determinado momento em que não estávamos conseguindo encaixar nenhuma peça, a Sofia sugeriu que a gente parasse um pouco, fosse fazer outra coisa e depois voltasse. Essa atitude confirma a importância de reconhecer os limites de cada um e identificar a melhor maneira de superá-los.  
7- Ajudou a identificar as peças da parte que eu estava montando. Como o quebra-cabeça não é um jogo de competição, é um jogo colaborativo, estimula o senso do coletivo, da parceria e a socialização.
O mais legal é que essas habilidades são desenvolvidas de maneira prazerosa já que para a Sofia o quebra-cabeça é um simples jogo, apenas mais uma brincadeira divertida.
Para mim, além do prazer de estar brincando com a minha filha e do orgulho em estar observando as atitudes dela, a montagem desse quebra-cabeça foi uma verdadeiraterapia ocupacional.
Aqui em casa nós começamos com a montagem de quebra-cabeças quando as meninas eram bem pequenas. Começamos com os joguinhos de encaixe, os quebra-cabeças de poucas peças, os livros. À medida que elas iam dominando os mais simples, nós, gradativamente, nós aumentávamos um pouco a complexidade, sempre cuidando para que eles não fossem difíceis demais.
Dá até para fazer o quebra-cabeça em casa. Uma dica é pegar uma foto da criança, colar em um papel cartão e recortar em peças que se encaixem.
Agorá é só escolher o mais adequado a idade dos seus filhos e começar a se divertir.

Beijos carinhosos e ótimo divertimento
Chris Ferreira
                                                                     @kitaferreira


ago
03


Uma das situações que mais me tira do eixo é a briga entre irmãos.
Lendo o livro “Criando Adolescentes” encontrei um capítulo que aborda o assunto e traz dicas de como lidar com as brigas. 
Primeiro o livro explica que esse é um problema comum e que os filhos se envolvem nessas brigas, na maioria das vezes, para chamar a atenção dos pais. Ressalta também que a rivalidade entre irmãos ocorre em função da competição para ver quem recebe mais atenção.
Sendo assim, os pais devem evitar tomar partido. O que muitas vezes, para mim, é difícil. Quando percebo já estou oferecendo apoio a filha que percebo que foi prejudicada na tal desavença. E na verdade eu deveria fazer isso em outro momento e individualmente.
É importante também não fazer comparações entre os filhos nem cria rótulos. Essas comparações e rótulos podem provocar ressentimentos e inseguranças, podem despertar a inveja e animosidade entre irmãos. Sentimentos que vão ser o estopim para novas brigas.
Sempre que possível, devemos deixar que os irmãos resolvam seus próprios problemas. Essa é outra atitude que normalmente não consigo manter. Quando me percebo já estou intervindo. E nesse caso, segundo a orientação do livro, eu deveria me manter imparcial sem condenar uma e absolver outra.
Volto sempre a esse capítulo do livro para reforçar os conceitos e aprender a lidar com as brigas da melhor forma e para isso as orientações são:
- Antes de mais nada, fale com cada filho em particular para identificar quais os sentimento e posições frente ao problema.
- Chame todo mundo para uma conversa em conjunto depois de ter ouvido cada um em separado, para que compreendam que esse é um assunto que atinge toda a família.
- Explique que a briga deve terminar porque está perturbando todo mundo e a regra da casa é o respeito mútuo.
- Faça declarações curtas e de feito: “Não vou permitir que uma pessoa que eu amo agrida outra que também amo”.
- Evite perguntar: “Quem começou”
  Isso para mim é fácil. Na verdade, quando começam dizendo que quem começou foi fulaninha, eu sempre digo: “Eu quero saber quem terminou. Isso sim é o que me interessa.”
- Encontre um tempo em estejam todos “de bem” para conversar e explicar o desagrado gerado pelas discussões entre os filhos.
- Afirme que tem certeza de que os seus filhos são capazes de resolver os próprios problemas.
Seguindo essas sugestões eu tenho conseguido lidar melhor com as briguinhas e essas estão cada vez mais eventuais aqui em casa. Graças a Deus!
E você como lida com as brigas entre irmãos? Tira de letra? Tem alguma sugestão para ajudar as outras mamães? Conta pra gente! Esse espaço é nosso, vamos trocar ideias.
Beijos carinhosos e ótimas semana
Chris Ferreira
                                                              @kitaferreira




Após ler uma matéria na revista Veja que abordava o momento ideal para algumas etapas importantes da vida dos nossos filhotes como: hora de comer sozinha, época de começar a tomar banho sozinho, quando iniciar a navegação na internet, entre outros, eu pensei e relembrei as “horas certas” aqui de casa.
É claro que cada criança tem o seu tempo e este deve ser respeitado (isso já é clichê).
Lendo a matéria me lembrei de duas situações com a Ana Luiza.
A primeira foi quando a minha filha me veio com a seguinte pergunta:
Mãe, como o bebê cai dentro da barriga da mãe?
Eu esperava que essa pergunta fosse acontecer por volta dos seis anos de idade e sabia que devia dizer a verdade, de forma simples, e responder exatamente aquilo que está sendo perguntado. Se satisfizer a curiosidade da criança, pare por aí. Deixe que ela pergunte mais se ainda quiser saber de alguma coisa. Eu estava treinadinha e me achando preparada (até parece!).
Mas, a pergunta me veio assim de repente. Estávamos passeando em um shopping, em pleno domingo, e a Ana Luzia estava com apenas quatro anos de idade. A questão me pegou totalmente de surpresa. Pensei rápido em toda a teoria, mas acabei respondendo de forma totalmente equivocada. Eu respondi dizendo que o papai do céu é quem manda o neném. Naquele mesmo instante percebi que fiz tudo errado. E agora, como consertar? Fui à escola conversar com a psicóloga, que me tranquilizou, e disse que a Ana Luiza voltaria a perguntar e nessa hora eu deveria falar a verdade, que o papai coloca a sementinha na barriga da mamãe que tem um ovo lá dentro...
- E se a Ana Luiza me perguntar COMO o papai coloca a sementinha?
A psicóloga disse que nessa idade dificilmente ela me perguntaria isso, mas, se fizesse a tal pergunta, eu deveria responder com a verdade. A orientadora da escola me indicou o livro "Mamãe Botou um Ovo", de Babette Cole, que eu li várias vezes sozinha para ficar bem preparada para o tal momento.

Poucos dias depois eu estava colocando a Ana Luiza para dormir e veio a perguntinha:

- Mãe, como é mesmo que o bebê cai dentro da barriga da mãe?

Eu preparadíssima, dessa vez, respondi direitinho. Aí veio a pergunta que a psicóloga disse que dificilmente ela faria nessa idade (quatro anos):

- Como o papai coloca a semente na barriga da mãe? É pela boca? Pelo umbigo?

Ai Jesus, ela perguntou! E agora? Eu, preparada, respondi conforme o script. E quando respirei aliviada veio a próxima pergunta.

- Mãe, e isso é bom?

Ah, não! Gelei, congelei e petrifiquei. Para essa pergunta eu não estava preparada. Respondi, muito sem saber o que dizer, com um simples É.
Claro que no dia seguinte corri na creche e falei com a psicóloga. Para meu alívio eu respondi certinho. Era isso mesmo, sem enfatizar demais.
Agora me respondam. Dava para estar preparada para a criança, de quatro anos, querer saber se é bom?

Outro livro que foi útil nessa fase é "De onde eu vim?"
E vocês mamães e papais, já passaram por essa fase? Como foi?  E quem ainda não passou por isso, se sentem preparados? Conta pra gente! Esse espaço é nosso, vamos trocar ideias.
Beijos carinhosos e ótima semana.
Chris Ferreira


jul
20


Eu sempre tento conciliar as minhas férias para que eu saia um período no verão e outro em julho, dessa forma consigo desfrutar alguns dias de férias em comum com as minhas filhas. Mesmo assim, como o meu período de férias é sempre mais curto do que o das meninas, elas passam uma parte do recesso escolar comigo e o pai trabalhando. Aí sempre rola aquela pergunta básica: o que vou fazer com essas crianças em casa?
Eu, como muitas mães, fico com a preocupação de ocupar o tempo das férias das minhas filhas com atividades proveitosas. E muitas vezes entendemos que é necessário fazer alguma oficina, atividade extra, colônia de férias, etc.

Sendo assim, quando a Ana Luiza era pequena nós a colocávamos na colônia de férias. Dos quatro aos seis anos ela fez colônia. Fez em um clube uma colônia bem voltada para esportes, fez em outro clube uma colônia que mesclava atividades esportivas com atividades culturais, fez colônia na própria escola com atividades artesanais, brincadeiras e culturais.

A Ana Luiza gostava de ir para a colônia de férias. Não posso encher a boca e dizer que ela gostava, mas gostava. Fazia amigos, chegava em casa sempre contando uma novidade e não reclamava de ir.

Até que aos seis anos, depois de concluir um período na colônia, a Ana Luiza me perguntou:
- Por que eu não posso ficar fazendo nada nas férias? Férias não são para descansar? Então, nas férias eu quero viajar ou ficar em casa sem fazer nada.

Foi aí que eu pensei: realmente, férias são para a gente sair da rotina, descansar, ficar sem compromisso, dar um tempo na correria do dia-a-dia. A colônia, apesar de ser divertida e com muitas brincadeiras, é um compromisso com as atividades sistematizadas, com horário e duração determinados.

A partir daí relaxei. A minhas filhas vão para a colônia somente se quiserem. E não tem problema algum ficarem em casa curtindo os seus brinquedos, o play, as atividades corriqueiras, ver um filme na TV, chamar as amigas para brincarem, enfim o que der vontade, simplesmente deixar o tempo fluir. Só não podem é ficar me ligando de hora em hora para saber o que fazer, né? Porque aí a mãezinha aqui pira.

Olha, eu garanto que elas aproveitam bastante o período de férias com atividades caseiras e simples.
 Brincando de Meleca-Maluca. Aprenda a fazer AQUI ou clicando na imagem
E na sua casa como as férias são aproveitadas? O que as suas crianças gostam de fazer nas férias? Conta pra nós! Esse espaço é nosso, vamos trocar ideias.
Beijos carinhosos e ótimas férias.
Chris Ferreira



jul
06
As férias de julho estão aí. Com a chegada desse período, nós mamães e papais, começamos a imaginar no que fazer para animar essa criançada cheia de energia, né?
Pensando nisso, vim trazer a sugestão de fazer uso da "Comida Divertida" para dar um toque diferente e especial naquele almoço, no lanche da tarde com um amiguinho em casa ou no café da manhã.
E para a refeição se tornar uma brincadeira mais interessante, o ideal é contar com a ajuda da criançada para preparar os pratos. Estes que estão neste post foram feitos por mim com a contribuição das minhas filhas. Garanto que todos são fáceis, rápidos e muito saborosos.


Mister Sanduba

Sanduíche Palhaço
Bananeira
Pavão de Pera
Joaninha de Caqui
Porco Espinho de Manga

Agora é a sua vez de soltar a imaginação e criar uma "Comida Divertida". Você tem algum prato decorado para nos mostrar?
Beijos carinhosos e um ótimo apetite.
Chris Ferreira




 imagem obtida no site: http://www.educacao.cc/transito/transporte-escolar-e-transporte-de-criancas-para-a-escola/

Nessa semana as minhas duas filhas tiveram passeios escolares e esse assunto rondou os meus dias. 
Hoje, depois de muitos passeios escolares vividos e revividos através das fotos, eu fico absolutamente tranquila com essa atividade.
Eu, quando criança, era aquela que nunca ia à passeio algum. A minha mãe simplesmente não deixava. Então, eu experimentei o que é estar na aula, no dia seguinte ao tal passeio, sem ter ido ao famigerado evento. Posso dizer que é horrível. As crianças animadas, empolgadas, contando como foi, o que fizeram, e você lá totalmente por fora. Sendo assim, nunca cogitei a hipótese de impedir a participação das minhas filhas.
Isso fez com que os meus critérios para a escolha da escola levassem em conta a questão das atividades extracurriculares. Eu precisava estar muito segura e confiante. Nas visitas que fiz às escolas, nas entrevistas, a questão dos passeios estava sempre presente.
Primeiro me certifiquei do ponto de vista da escola em relação à importância pedagógica dos passeios. Eu sempre gostei dessas "pesquisas de campo", da experimentação, da prática. Quando as minhas filhas estão estudando as plantas, por exemplo, eu gosto de levá-las ao Jardim Botânico. Quando eram pequenas e começaram a aprender sobre as frutas eu as levava no horti-fruti, na feira ou em algum pomar. E por aí vai. Acho que os passeios auxiliam, em muito, na visualização dos conceitos teóricos. Então, para mim, é importante que a escola tenha essa visão em relação às atividades externas: aplicar na prática a teoria estudada em sala de aula.
Percebo que os passeios escolares são uma ótima oportunidade para integrar os conceitos de várias matérias. Aliar ciências com geografia e história, por exemplo. Outra visão que acho importante a escola ter em relação ao passeio: despertar a curiosidade e o interesse pelo conteúdo mostrado em sala de aula e relacionando uma disciplina com a outra.
Vejo as atividades culturais como: museus, teatros, cinemas; aumentam a capacidade de comunicação, ampliam a visão do mundo, despertam a curiosidade e o interesse pelo conhecimento e trazem mais bagagem de conhecimento. 
Tem a questão da socialização. Nos passeios se formam novos laços de amizades. Turmas diferentes podem identificar interesses em comum.
Mas é claro que a questão da segurança é muito importante. Nesse caso as questões como:
- O tipo do transporte, apenas uma criança por banco, o uso do cinto de segurança, a quanto tempo a escola trabalha com aquela empresa de transporte.
- Quem acompanha os passeios, qual a relação de acompanhantes por número de crianças.
- Os locais dos passeios, a quanto tempo a escola faz passeios para esses locais, a duração dos passeios conforme a idade das crianças (passeios para dormir fora são feitos a partir de qual idade).
- Como é feita a identificação das crianças, se elas vão ao passeio de uniforme, se usam um crachá.
Dúvidas sanadas, escola escolhida, filhas estudando. Aí eu fiquei apreensiva para o primeiro passeio que foi justamente no Jardim Botânico. Quando chegou o bilhetinho informativo solicitando a autorização, eu preenchi com uma certa ansiedade. Um misto de alegria e preocupação.
No dia do passeio eu fiquei com vontade de ir no local, ficar de longe observando, mas não para controlar se a escola estava cuidando bem da minha filha e sim para poder estar presente na vida dela naquele momento.
Durante um bom tempo eu tive essa vontade. Hoje já consigo segurar a ansiedade e esperá-las chegarem em casa cheia de novidades.


E a cada novo passeio eu autorizo a ida das minhas filhas com mais tranquilidade.


Beijos carinhosos e uma ótima semana.
Chris Ferreira



Nessa época de festa junina sempre surge um pedido de um prato típico. Seja na escola do filho, na festinha na praça ou na festa que o grupo de amigos resolveu fazer. Por isso resolvi deixar a dica de uma receita gostosa, prática e um pouco diferente. Por aqui ela sempre faz sucesso. É o Cupcake de Paçoca com recheio de Doce de Leite.
Ingredientes:
- 1 xícara de açúcar;
- 2 ovos;
- 3/4 de xícara de leite;
- 1/2 xícara de óleo;
- 2 xícaras de farinha de trigo;
- 3 paçocas amassadas (usamos as cilíndricas);
- 1 colher de chá de fermento em pó.
Como fazer:
- Bater na batedeira os ovos e o açúcar até obter um creme;
- Acrescentar o leite e o óleo sempre batendo;
- Em outro recipiente misturar bem a farinha e as paçocas amassadas;
- Adicionar a mistura seca ao creme batendo sem parar, até a massa ficar homogênea.
- Colocar o fermento e misturar levemente com a colher.
- Arrumar a massa nas forminhas;
- Colocar uma colher de chá de doce de leite em cada cupcake;
- Levar ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos (até ser aprovado no teste do palito).
Pode decorrar com uma colher de doce de leite, fazendo uma bolinha, e polvilhar com paçoca amassada.
Rende 12 cupcakes grandes.
Pode usar um doce de leite pronto ou fazer em casa, cozinhando, na panela de pressão, uma lata de leite condensado por 30 minutos contados após a panela começar a apitar.
Fica irresistível! Com esse quitute a sua festa junina vai ficar mais saborosa.


Beijos doces e ótima semana.
Chris Ferreira


Aqui no Rio estamos nesse burburinho da Rio +20 e o assunto sustentabilidade está nos rondando mais do que nunca. Tive a oportunidade de ficar uma semana em um hotel e observei alguns comportamentos nada ecológicos e me questionei se as pessoas agem assim em casa também, ou se o desperdício é maior por considerarem que tudo está pago na conta. 
Por exemplo, teve um dia em que a família que estava hospedada no quarto vizinho ao meu saiu e deixou a televisão ligada o dia inteiro e sem ninguém no quarto. Será que em casa eles também agem consumindo energia desnecessariamente ou isso foi apenas por estarem em um hotel e acharem que não estariam pagando essa conta?
Pensar que não estamos pagando esses desperdícios na conta é um grande engano. Todo esse custo é computado e reflete nas diárias. Então agir no hotel como agimos em casa teremos tarifas mais adequadas além de contribuir com os recursos naturais do planeta.
Por isso resolvi listar algumas atitudes sustentáveis que levo em consideração e procuro ensinar para as minhas filhas quando estamos hospedadas em algum hotel.
- Reutilizar as toalhas sempre que possível. Em casa não trocamos as toalhas diariamente, então isso também não precisa ocorrer no hotel apenas porque temos o serviço de quarto para fazer o trabalho.
- Deixar a toalha de piscina/praia exposta ao sol, secando nas cadeiras e/ou espreguiçadeira, até a próxima utilização. Não precisamos pegar toalhas de piscina novas a cada vez que nos secamos. Tentar utilizar a mesma toalha sempre que possível.
- Não deixar a água da pia e do chuveiro correndo ao tomar banho e escovar os dentes. A conta da água no hotel é paga pelos hóspedes através das tarifas. Além do mais a água é um recurso natural precioso que está cada vez mais limitado.
- Se ocorrer algum vazamento no quarto este deve ser reportado imediatamente. 
Aconteceu com a gente nessa última viagem. Estávamos saindo para uma atividade e eu vi o vazamento no banheiro e quando fui retornar ao quarto para ligar e solicitar o conserto eu ouvi das minhas filhas:
- Ah, não! Vamos logo! Assim a gente vai se atrasar para a atividade!
Um pensamento diferente do que ocorre quando estamos em casa. Expliquei a importânci de solictar o conserto e realcei que nós estamos pagando essa conta sim.
- Desligar os aparelhos de TV, ar-condicionado e luzes ao sair do quarto. Muitos hotéis já possuem o desligamento da energia através da retirada da chave do quarto. Mas alguns hóspedes insistem em deixar a chave e os aparelhos ligados. Foi o que aconteceu no quarto vizinho. 
- Sempre que estiver com as janelas do quarto abertas, lembrar de desligar o ar-condicionado.
- Durante o dia, quando não for estar no quarto, mantenha as cortinas fechadas, assim o quarto fica mais fresco no final do dia.
- Nas refeições troque de prato e de copo somente quando for necessário. Observei isso com as minhas filhas, sempre que iam repor o refrigerante ou o suco pegavam outro copo, mesmo que fossem continuar bebendo o mesmo líquido. Acho que o fato de que não seriam elas que iriam lavar os copos, estimulou essa troca exagerada. Expliquei que essa atitude faz gastar mais água, jogar mais detergente na natureza, além de sobrecarregar os funcionários do hotel.
Essas atitudes tanto em casa, quanto quando estamos em viagem podem fazer uma grande diferença para a nossa vida. Vamos usufruir de todo o conforto que os hotéis nos oferecem, mas sem gerar desperdício.


Beijos conscientes e uma ótima semana.
Chris Ferreira




Eu tenho observado que as crianças estão a cada dia mais envolvidas e ligadas nas questões ambientais. A escola das minhas filhas foca bastante nesses assuntos e isso me deixa muito feliz e com uma ponta de esperança no futuro do nosso planeta. Fico feliz quando vejo as crianças ensinando para os adultos que não é necessário fazer grandes mudanças e sim que cada um pode fazer a sua parte com atitudes simples. Mas além de aprendermos com  as crianças, podemos ensinar e estimular a preservação do meio ambiente com uma educação ecológica.
Vou deixar aqui como dica o livro “Meio Ambiente uma introdução para crianças”, da Editora Panda Books, que, além de muita informação, traz dicas de experiências divertidas que possibilitam aprender brincando e dicas de como ajudar o nosso planeta.
 
Alguns exemplos simples e prátricos como:
- Preservar a água
  • Tomar banhos mais curtos;
  • Utilizar água fria sempre que possível;
  • Fechar a torneira sempre que tomar banho, escovar os dentes, fizer a barba, entre outras.
- Preservar as árvores
  • Usar menos papel possível. Pagar as contas pela internet;
  • Quando for desenhar se lembrar de utilizar o verso das folhas;
  • Utilizar os relatórios e papel que sobram no trabalho para fazer blocos de anotação. 
- Preservar o ar que respiramos
  • Fazer rodízio para ir para a escola. Dar carona para os amigos;
  • Reduzir a utilização do carro fazendo uso do transporte público e de bicicletas;
  • Optar pelos carros híbridos.
- Economizar energia
  • Ajustar os utensílios domésticos, como máquina de lavar louça, à opção de economia de energia
  • Sempre desligar o computador e a TV;
  • Tampar a panela quando for ferver a água. Assim ela vai esquentar mais rapidamente.
  • Use sempre que possível a escada. Além de economizar energia, você se exercita.
- Reduza o lixo
  • Reaproveite as coisas;
  • Recicle as embalagens;
  • Doe as roupas, brinquedos e material escolar que não querem mais;
  • Não jogue lixo na rua;
  • Separe o lixo e participe da coleta seletiva;
  • Coloque o óleo de cozinha em uma garrafa pet e, feche a tampa e entregue à  organização especializada nesse tipo de reciclagem.
  • Pilhas e baterias também devem ser entregues em locais apropriados
  • Evite as sacolas plásticas e utilize sempre as sacolas retornáveis
E já que estamos falando em estimular a preservação do meio ambiente vamos presentear os 10 primeiros leitores, com endereço de entrega no Brasil, que comentarem neste post com sacolas retornáveis, em nylon, dobráveis e muito fofas que foram gentilmente cedidas pela Ânima Verde, uma empresa com enfoque ecológico.

As mihas filhas adoram essas sacolas que são muito práticas e com formato que cabe na bolsa. Assim demos adeus às sacolas plásticas.


Por favor, lembrem de deixar o e-mail para que possamos entrar em contato para envio das sacolas. 

Beijos carinhosos e vamos preservar!
Chris Ferreira


mai
18

Vídeo Game: Herói ou Vilão?

Na semana passada o assunto tecnologia rondou os meus dias. Eu estive presente em um programa da GNT que abordava o tema famílias conectadas e fui a uma palestra sobre Gamefication apresentada por Israel Mendes(@iMENDE5), sócio-diretor da Aquiris, empresa especializada em game experience.
Sendo assim resolvi trazer um pouco sobre o tema Jogos Eletrônicos.
Aqui em casa eu apresentei os jogos eletrônicos bem cedo para as minhas filhas. Comecei com os jogos do Coelho Sabido, e alguns da Disney, sempre escolhidos de acordo com a faixa etária. A minha filha mais velha sempre mostrou interesse por esse tipo de atividade, ao contrário da mais nova.
Costumo ver que existe certa polêmica sobre os benefícios e malefícios dos jogos eletrônicos.
A revista Veja de 2008 trouxe como tema de capa a abordagem: "Ginástica para o cérebro. Ao contrário do que se imagina, TV e videogame podem ajudar seu filho a ficar mais inteligente."
No programa Mãe é Mãe da GNT, a psicóloga Ana Lúcia Gomes apresenta alguns benefícios do uso adequado, controlado e com critérios do vídeogame. Os benefícios citados são:
- melhora da coordenação motora;
- melhora da percepção;
- desenvolvimento do raciocínio lógico.
O vídeo pode ser visto clicando neste link AQUI: http://gnt.globo.com/mae-e-mae/videos/_1887409.shtml
Já a palestra sobre Gamefication apresentou benefícios trazidos pelos games no aprendizado cognitivo (sentido, raciocínio, linguagem e memória), aprendizado direto (abstrato, concreto e motor) e no aprendizado tangencial. Este último eu achei muito interessante e já experimentei aqui em casa.
"O game convida a pessoa a se divertir e o aprendizado vem por consequência. O game inicia o acesso a determinado assunto e através da diversão estimula o jogador a buscar o conhecimento mais profundo sobre o assunto." Citou o Israel Mendes(@iMENDE5) durante a palestra.
Conforme falei, já experimentei esse estímulo a buscar mais informação através do jogo. A Sofia tem brincado com o Dream Zoo, no iPAD. Através desse jogo, sempre que ela adquire um animal novo para o zoológico ela quer saber mais informações. De que este animal se alimenta, onde ele vive, quanto tempo ele vive, etc. A partir desse interesse inicial vamos aos livros para buscar informações, ao Globo para verificar onde fica a região em que podemos encontrar os animais. Esse interesse até já rendeu um trabalho de criatividade sobre os ursos pandas.
Aqui em casa eu utilizo a tecnologia que temos a nosso dispor e procuro tirar proveito dessas ferramentas. Não sou especialista no assunto, sou apenas uma mãe trazendo a minha experiência e algumas informações que obtive durante essa semana. E vocês mamães e papais, como fazem na casa de vocês? O vídeogame é herói ou vilão?


Beijos carinhosos e uma ótima diversão.
Chris Ferreira


Um dos primeiros papéis da mãe é o de alimentar o filho. Esse ato de amor começa pelo cordão umbilical, segue através da amamentação e continua na introdução dos alimentos. É na alimentação que está toda a  fonte de energia e nutrientes para ac riança crescer e se desenvolver, e a mãe se sente responsável por isso. O instinto mais básico da maternidade está em ser a provedora do alimento para a vida. E é justamente essa responsabilidade que gera tanta atenção, carinho e preocupação com a alimentação dos filhos.

Eu gosto muito de tornar as refeições mais divertidas e atrativas fazendo pratos divertidos. Trouxe hoje para vocês um Purê Tricolor muito fácil de fazer. Vamos lá!
Ingredientes:
- 1 porção de batata cortada;
- 1 porção de abóbora cortada;
- 1 porção de espinafre;
- tempero a gosto (eu usei cebola, alho, azeite e sal).



Como fazer:

- Cozinhar as batatas e as abóboras cortadas separadamente e reservar;
- Ferver as folhas de espinafre. Logo após refogar o espinafre com azeite, cebola e alho;
- Em uma tigela amassar as batatas fazendo um purê. Temperar com um fio de azeite e sal a gosto;
- Escorrer bem a água da abóbora;
- Em outra tigela amassar a abóbora já escorrida, fazendo um purê. Temperar com um fio de azeite e sal a gosto; 

- Separar uma porção do purê de batata e misturar com o espinafre fazendo uma pasta verde.



Estando com os três purês prontos chega o momento mais divertido: preparar um prato decorado e colorido. Abusem da criatividade!
Nós fizemos um Palhaço de Purê Tricolor.

Ingredientes para a decoração:

- 1 tomate cereja, sendo a metade para o nariz e a outra metade para o topo do chapéu;
- minicenourinhas para a boca e para os detalhes do chapéu;
- 1 ovo cozido, sendo a clara utilizada para a base dos olhos e a gema para o miolo das flores da gravata;
- 3 fatias de beterraba cozidas utilizadas na flor da gravata e no centro dos olhos.

Montagem:

- Com o auxílio de um cortador circular fazer o rosto com o purê de batata;
- Com duas colheres montar os cabelos de purê de abóbora;  
- Com a colher preparar o chapéu de purê de espinafre;
- Montar os olhos, nariz, boca, gravata e enfeitar o chapéu.

Aqui está um prato nutritivo, divertido e irresistível.


 A sugestão é deixar que, de acordo com a idade, as crianças participem da montagem do prato, que elas sugiram os ingredientes para as partes do personagem criado. Quanto mais as crianças participarem da elaboração, mais elas ficarão tentadas a saborear.


Beijos carinhosos e um ótimo apetite.
Chris Ferreira



Um comentário:

  1. Olá, muito criativo seu blog!
    Meu nome é Maria Lúcia, sou professora de educação infantil e tenho uma filha com 6 anos. São lindas as sacolas da Ânima Verde, gostaria de ganhar uma sacola.
    Meu email é: brunomarialucia@yahoo.com.br
    Parabéns pelo blog, gostei demais, até mais, abraços.
    (Meu endereço é: Rua: Noruega, 189, Casa B, Bairro: Cruzeiro Celeste, Cidade: João Monlevade, Minas Gerais, Cep: 35931106.)

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