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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Festa Sofia - 9 anos


Nesse mês foi o aniversário da Sofia (post de homenagem AQUI) que foi comemorado com uma festa em casa, bem simples, mas extremamente alegre.


Foi exatamente como a Sofia quis. Ela planejou tudo, fez os convites, escolheu o cardápio, a decoração e ajudou na preparação. Além dos brigadeiros, teve mousse de maracujá preparado pela aniversariante com a ajuda da madrinha da Ana Luiza.


O bolo de Kit Kat também foi escolhido e feito pela Sofia (a receita está neste post AQUI).


Não foi um bolo com cobertura de brigadeiro e sem um brigadeiro com recheio de bolo. Ficou gostoso, bonito e deixou a Sofia muito feliz e orgulhosa da produção própria.


As amigas, sendo oito da escola, uma de ginástica olímpica, uma do inglês e uma do prédio chegaram para o almoço. Pratos, copos, guardanapos e cardápio escolhidos pela Sofia. Tudo bem que a mesa do bolo era da "Alice do País das Maravilhas" e a mesa do almoço da "Hello Kitty". Mas quem disse que tem que ser tudo do mesmo tema? Os adultos, né?


A Sofia fez uma tabela com cada amiga convidada, o prato preferido e a bebida preferida. Como a lasanha foi unanimidade (ufa! Isso facilitou muito a minha vida) esse foi o prato servido no almoço acompanhado de Coca-Cola, guaraná, mate, sucos de uva e de laranja, água de coco e água.


Para a sobremesa: cascata de chocolate com frutas e sorvete! Essa hora foi uma verdadeira farra. Eu tive que trocar a toalha da mesa umas três vezes, pelo menos.


A decoração da mesa foi feita com o kit de papel da Desenho Bom no tema "Alice no País das Maravilhas". Além de lindo colorido, lúdico, o kit depois pode ser usado para brincar de boneca de papel. A Sofia gosta muito das bonecas de papel feitas pela Denise Brandt.


DE brinde para as amigas que a prestigiaram e fizeram a festa dela tão feliz, a Sofia quis dar de brinde uma boneca de papel de geladeira, que foi um sucesso. 


E fotos instantâneas feitas durante a festa. Penduramos as bolas coloridas no teto com pregadores customizados pendurados por linhas coloridas.


Conforme as fotos fossem sendo reveladas, seriam presas aos pregadores. No final a festa estava decorada com as fotos e ao se despedirem as crianças pegaram as suas fotos.


Esse efeito das bolas com as fotos ficou muito interessante, divertido e interativo. Pena que eu não consegui fazer uma foto boa para retratar melhor.

Durante a festa rolou muita brincadeira com bola, pique, bambolê, piscina, correria e tudo o que criança gosta. A alegria estava solta no ar.


Teve foto maluca que fizeram parte da decoração da festa e desfile.


A hora do parabéns foi animada, acompanhada de amigos e da família. Pra deixar o coração da mãe mais emocionado ainda, o primeiro pedaço do bolo foi para a irmã.


Para completar a alegria algumas amigas dormiram aqui em casa.

Assim foi a festa dos nove anos da Sofia: simples, pensada com muito carinho, preparada com muito amor e muito, muito feliz!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Brincando de Bonecas de Papel

Esse mês de maio foi muito especial, repleto de emoções. Uma das coisas maravilhosas que aconteceram nesse mês foi o convite que recebi da Tiffany para ser jurada no concurso cultural, Praticando a maternagem com bonecas de papel, realizado no Blog da Ti em homenagem ao dia das mães.

Esse concurso me remeteu a momentos muito felizes da minha infância. Eu adorava brincar com bonecas de papel. Tinha uma coleção delas que eu guardava com muito cuidado e carinho entre as páginas de uma revista Manchete (coisa das antigas mesmo). Eu recortava as bonecas e suas roupinhas, consertava os pescoços que sempre amoleciam, fazia suporte para as bonecas ficarem em pé, desenhava roupinhas novas, criava as minhas próprias bonecas. Todas tinham nome, todas eram batizadas.

Brincadeiras de crianças dos anos 70

Já estava imensamente feliz por ter feito parte do concurso, agradecida pela oportunidade de  reviver essas emoções quando fui surpreendida por um presente da artista plástica Denise Brandt. Um kit de Boneca de Papel + casinha da marca Desenho Bom.

Brincadeiras antigas de infância


Essa semana o nosso presente chegou aqui em casa e pude novamente ser transportada para uma fase muito feliz da minha vida: a minha infância. E o melhor, dessa vez, levei as minhas filhas nessa viagem no tempo.


Acrescentamos à brincadeira o kit história de papel também da Denise Brandt que, por coincidência, eu havia comprado no mesmo dia na Entretexto Kids.


A brincadeira foi muito divertida e teve até festa de aniversário da Chapeuzinho na Floresta. O tema da festa foi Gatos (dá para ver as bolas e uma parte da decoração pendurada nos armários). A Isabel, a bonequinha loura que já ganhou nome, não sabia que roupa colocar e acabou se atrasando para a festa. Mas chegou a tempo de se divertir e comer os cupcakes que fizemos (esses não eram de papel e a receita eu vou colocar em outro post).



Teve uma boneca feita pela Sofia, a Bela.



Mais uma vez, obrigada Ti pelo convite. Obrigada Denise pelo presente. Vocês nos fizeram muito felizes.




Você pode me encontrar também

terça-feira, 29 de maio de 2012

Porque brincar faz bem.

Quando eu era pequena uma das minhas brincadeiras preferidas era de Boneca de Papel. Para a minha brincadeira ficar mais divertida, o meu pai fazia casas de cartolina para as minhas bonecas. Tenho bem viva na memória as minhas casas de bonecas. Sendo assim, quando eu vi a Minha Casa de Bonecas da Faber-Casttel eu viajei no tempo e me vi no meu quarto brincando com a minha casinha de bonecas feita pelo meu pai. Não resisti e trouxe o produto para casa.

Foi um sábado inteiro de brincadeira e diversão, sentada no chão, vivendo a infância das minhas filhas e revivendo as brincadeiras da minha infância.

"Ao brincar com a criança, o adulto está brincando consigo mesmo".

(Carlos Drummond de Andrade )




“Não paramos de brincar porque envelhecemos, envelhecemos porque paramos de brincar.”

(Nana, 103 anos)


Colorimos, recortamos, colamos, montamos, criamos juntas.


"Toda criança é artista, o problema é como permanecer artista quando crescer"
(Pablo Picasso)


Trocamos ideias, opiniões, construímos juntas, nos conhecemos melhor.

"É possível descobrir mais de uma pessoa em uma hora de brincadeira do que um ano de conversa"

(Platão) 


Brincamos, nos divertimos e rimos bastante.

"Brincar é condição fundamental para ser sério". 
(Arquimedes )



Foram horas que nos proporcionaram muita felicidade.


"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."
(Carlos Drummond de Andrade)


* Este post não é um publieditorial. É o relato de momentos agradáveis e de convivência familiar  proporcionadas pelo ato de brincar.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Brincadeiras da minha Infância - BC Semana Mundial do Brincar 2014

Hoje, 28/05/2014, é dia da  ‪#‎BlogagemColetivaSMB2014‬ da quinta edição da   Semana Mundial do Brincar no Brasil, promovida pela Aliança pela Infância.A BC tem o tema "Quando eu era pequena, eu gostava de brincar de...".

Semana Mundia do Brincar


Sendo assim eu editei este post antigo que já fala das brincadeiras da minha infância
.
Este post na verdade é um texto que tive que fazer para a Ana Luiza levar para a escola há 2 anos sobre a minha infância e resolvi postá-lo aqui.

A minha infância foi muito boa, muito boa mesmo, daquelas que todas as crianças deveriam ter. Eu tive espaço para brincar, eu tive liberdade para inventar.
Passei a minha infância em São Pedro d’Aldeia, na Vila Militar. Morava em casa, com jardim e sem muro. Dormia de janela aberta, no máximo com uma tela para evitar os mosquitos. Isso mesmo, o grande medo era de mosquito.
Eu gostava muito de andar de bicicleta. Os passeios de bicicleta tinham sempre uma novidade. Uma vez ia explorar o bosque; em outra tentava subir ladeiras mais altas; depois descer ladeiras com alguma amiga na garupa; dar a volta no pântano com alguém sentado no guidom; pedalar, pedalar e ficar em pé no banco; montar rampas com madeira e tijolos para dar saltos com as bicicletas e tudo mais que pudesse inventar.




Os joelhos ralados foram uma constante na minha infância e o merthiolate também. Lembro bem do lema: tudo o que arde, cura e o que aperta, segura.

Eram muitas, muitas, mas muitas crianças. Com aquele espaço todo e com tantas crianças, as brincadeiras de pique eram frequentes. O meu preferido era o pique-esconde. Tinha também o pique-pega que naquela época era conhecido por nós com pique-tá. Isso porque quando quem estava com o pique pegava alguém, falava: - Tá com você!
Tinha pique-alto, pique-baixo, pique-parede e qualquer outro que quiséssemos inventar. Polícia e Ladrão. E o pique-bandeira? O campo era riscado no chão de barro com uma vara e as bandeiras eram galhos de árvore. Esses piques eram muito divertidos, muitas crianças brincado juntas. Crianças de várias idades juntas, meninos e meninas. As crianças menores eram consideradas café com leite.
Algumas brincadeiras eram mais de meninas como pular corda, pular elástico e amarelinha.
Eu e minhas amigas preparávamos lanchinhos, algumas bonecas e íamos fazer piquenique no bosque. Os motivos podiam ser diversos: aniversário de uma boneca, batizado de outra. Ou também podia não ter motivo algum. Para esses pique-niques eu gostava de levar pão com mel.

Brincar no parquinho também era uma grande aventura. Eram vários brinquedos de ferro: balanço, escada-horizontal que nós chamávamos de pega-pega, prancha vai-e-vem que para nós era rema-rema, passo gigante apelidado por nós de roda-roda, etc...
Era no parquinho que eu me sentia uma artista de circo.



No balanço eu balançava alto, bem alto, cada vez mais alto imaginando que algum dia eu ia conseguir dar uma volta completa. No pega-pega me pendurava pelas pernas de cabeça para baixo pensando estar no trapézio. No roda-roda, rodava bem forte e depois soltava as mãos fazendo de conta que era a mulher-bomba. Tinha uma manilha colorida e o grande desafio era subir correndo e ficar em pé em cima dela como uma equilibrista. Essa manilha parecia ser muito grande e realmente era maior do eu que cabia em pé dentro dela. Nesse ano (2007) fui no mesmo parquinho da minha infância com as minhas filhas que já não tem os mesmos brinquedos, mas as manilhas continuam lá. Só que agora não parecem tão grandes e eu já nem caibo em pé lá dentro.

Eu adorava ir à praia, que na verdade era uma lagoa, e lá fazia bolos na areia e enfeitava com conchinhas. Nas férias era colocado um flutuante na lagoa para as crianças brincarem. Esse flutuante era uma plataforma de madeira com um escorrega de um lado e um trampolim no outro. Escorregar e cair na água eram muito divertidos. Saltar do trampolim era uma grande emoção. Inventávamos vários saltos : salto bomba, parafuso, sem limites para a imaginação.
Naquela época a lagoa era limpinha, cheia de peixinhos. Algumas vezes estava brincando na água e sem querer pisava em um peixe que se debatia em baixo do pé fazendo cócegas e eu sempre levava o maior susto quando isso acontecia.




Gostava também de brincar de casinha. Eu tinha uma casinha de madeira daquelas que dá para entrar, azul, com chaminé e duas jardineiras na janela que eu plantava gerânio de verdade. Meu pai fazia casinha de cartolina para mim, que apesar de ter porta e janela, as bonecas de papel entravam mesmo pelo teto.




Mas a melhor brincadeira de casinha era nas árvores. Escolhia um galho para ser a sala, no outro era o quarto, as folhas serviam de pratos e as amêndoas eram a comidinha.
Com tanto espaço lá fora sobrava muito pouco tempo para a televisão. Algumas vezes eu assistia a Tom e Jerry e Pantera Cor de Rosa. Esses eram os meus desenhos preferidos.
Eu tinha vitrola que parecia uma mala. Aliás, ela fechada era uma mala e somente quando abria é que virava vitrola. Adorava ouvir as historinhas dos disquinhos coloridos. Ouvia a história e acompanhava no livrinho que vinha junto. O disquinho da Chapeuzinho Vermelho era vermelho, é claro; o da Cinderela, amarelo e o do Mogli, verde. Tinham outros, mas esses eram os meus preferidos.
Como tinha pouca luz da cidade, as noites eram muito estreladas. Algumas vezes meu pai e a minha mãe colocavam um lençol na grama e ficávamos no jardim contando as estrelas. Só não podia apontar para não nascer verruga na ponta do dedo. Depois, quando eu e a minha irmã íamos dormir, ficávamos com medo de acordar com verruga no nariz, mas não nascia não. Acordávamos prontas para mais brincadeiras.

Essa infância com tempo para brincar e ousar que eu quero proporcionar para as minhas filhas.

Vejam AQUI na nossa partipação na BC da Semana Mundial do Brincar de 2013.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Blogagem Coletiva: Como era ser criança na minha infância

Quando vi a proposta da Ingrid do Desconstruindo a Mãe para essa blogagem coletiva fiquei logo toda empolgada. Fiquei mais animada ainda quando vi o selinho especialmente criado pela Daniela Moreno. Sabe que quando comecei no meu primeiro estágio o meu apelido era Luluzinha? Me identifiquei totalmente com essa blogagem coletiva.  E o melhor, já tinha um texto prontinho. Um texto que eu fiz para um trabalho da escola da Ana Luiza e que já postei AQUI com o título Brincadeiras da minha infância.



A minha infância foi muito boa, muito boa mesmo. Daquela que todas as crianças deveriam ter. Eu tive espaço para brincar, eu tive liberdade para inventar.
Passei a minha infância em São Pedro d’ Aldeia, na Vila Militar. Morava em casa, com jardim e sem muro. Dormia de janela aberta, no máximo com uma tela para evitar os mosquitos. Isso mesmo, o grande medo era de mosquito.
Eu gostava muito de andar de bicicleta. Os passeios de bicicleta tinham sempre uma novidade. Uma vez ia explorar o bosque, em outra tentava subir ladeiras mais altas, depois descer ladeiras com alguma amiga na garupa, dar a volta no pântano com alguém sentado no guidom; pedalar, pedalar e ficar em pé no banco; montar rampas com madeira e tijolos para dar saltos com a bicicleta e tudo mais que pudesse inventar.




Os joelhos ralados foram uma constante na minha infância e o Merthiolate também. Lembro bem do lema: tudo o que arde, cura e o que aperta, segura.

Eram muitas, muitas, mas muitas crianças. Com aquele espaço todo e com tantas crianças, as brincadeiras de pique eram frequentes. O meu preferido era o pique-esconde. Tinha também o pique-pega que naquela época era conhecido por nós como pique-tá. Isso porque quando quem estava com o pique e pegava alguém, falava: - Tá com você!
Tinha pique-alto, pique-baixo, pique-parede e qualquer outro que quiséssemos inventar. Polícia e Ladrão. E o pique-bandeira? O campo era riscado no chão de barro com uma vara e as bandeiras eram galhos de árvore. Esses piques eram muito divertidos, muitas crianças brincando juntas. Crianças de várias idades juntas, meninos e meninas. As crianças menores eram consideradas café com leite.
Algumas brincadeiras eram mais de meninas como pular corda, pular elástico e amarelinha.
Eu e minhas amigas preparávamos lanchinhos, algumas bonecas e íamos fazer piquenique no bosque. Os motivos podiam ser diversos: aniversário de uma boneca, batizado de outra. Ou também podia não ter motivo algum. Para esses piqueniques eu gostava de levar pão com mel.

Brincar no parquinho também era uma grande aventura. Eram vários brinquedos de ferro: balanço, escada-horizontal que nós chamávamos de pega-pega, prancha vai-e-vém que para nós era rema-rema, passo gigante apelidado por nós de roda-roda, etc...
Era no parquinho que eu me sentia uma artista de circo.



No balanço eu ia alto, bem alto, cada vez mais alto imaginando que algum dia eu ia conseguir dar uma volta completa. No pega-pega me pendurava pelas pernas de cabeça para baixo pensando estar no trapézio. No roda-roda, rodava bem forte e depois soltava as mãos fazendo de conta que era a mulher-bomba. Tinha uma manilha colorida e o grande desafio era subir correndo e ficar em pé em cima dela como uma equilibrista. Essa manilha parecia ser muito grande e realmente era maior do que eu que cabia em pé dentro dela. Nesse ano (2007) fui no mesmo parquinho da minha infância com as minhas filhas que já não tem os mesmos brinquedos, mas as manilhas continuam lá. Só que agora não parecem tão grandes e eu já nem caibo em pé lá dentro.

Eu adorava ir à praia que na verdade era uma lagoa e lá fazia bolos na areia e enfeitava com conchinhas. Nas férias era colocado um flutuante na lagoa para as crianças brincarem. Esse flutuante era uma plataforma de madeira com um escorrega de um lado e um trampolim no outro. Escorregar e cair na água era muito divertido. Saltar do trampolim era uma grande emoção. Inventávamos vários saltos : salto bomba, parafuso, sem limites para a imaginação.
Naquela época a lagoa era muito limpa, de água transparente, cheia de peixes. Algumas vezes estava brincado na água e sem querer pisava em um peixe que se debatia em baixo do meu pé fazendo cócegas.Um susto engraçado, divertido e único.




Gostava também de brincar de casinha. Eu tinha uma casinha de madeira daquelas que dá para entrar, azul, com chaminé e duas jardineiras na janela que eu plantava gerânio de verdade. Meu pai fazia casinha de cartolina para mim que apesar de ter porta e janela, as bonecas de papel entravam mesmo pelo teto.




Mas a melhor brincadeira de casinha era nas árvores. Escolhia um galho para ser a sala, no outro era o quarto, as folhas serviam de pratos e as amêndoas eram a comidinha.
Com tanto espaço lá fora sobrava muito pouco tempo para a televisão. Algumas vezes eu assistia a Tom e Jerry e Pantera Cor de Rosa. Esses eram os meus desenhos preferidos.
Eu tinha vitrola que parecia uma mala. Aliás, ela fechada era uma mala e somente quando abria é que virava vitrola. Adorava ouvir as historinhas dos disquinhos coloridos. Ouvia a história e acompanhava no livrinho que vinha junto. O disquinho da Chapeuzinho Vermelho era vermelho, é claro; o da Cinderela, amarelo e o do Mogli, verde. Tinham outros, mas esses eram os meus preferidos.
Como tinha pouca luz da cidade, as noites eram muito estreladas. Algumas vezes meu pai e a minha mãe colocavam um lençol na grama e ficávamos no jardim contando as estrelas. Só não podia apontar para não nascer verruga na ponta do dedo. Depois quando eu e a minha irmã íamos dormir e ficávamos com medo de acordar com verruga no dedo mas não nascia, não. Acordávamos prontas para mais brincadeiras.

Essa infância com tempo para brincar e ousar que eu quero proporcionar para as minhas filhas.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cupcake de Chocolate, Mel e Canela

Contei que fizemos um aniversário da Boneca de Papel com bolo de verdade e fiquei de dar a receita superprática que fizemos.

Confesso que nunca levei muita fé em massas prontas. Como a brincadeira estava rolando e o bolo tinha que sair bem rapidinho acabei cedendo e experimentando.

Utilizamos:

- mistura para Bolos Renata, da Selmi, no sabor chocolate;
- 3 ovos;
- 3/4 de xícara de leite;
- 100 g de manteiga.



Como fizemos:

Batemos todos os ingredientes na batedeira conforme orientação na embalagem.
Aí veio a vontade de incrementar o bolo, dar um toque diferente. Acrescentamos mel e canela. Fizemos no olho, fomos colocando o mel e a canela, batendo e experimentando.
A massa ficou uma delícia, com uma consistência tipo de mousse, com sabor e aroma maravilhosos. As meninas queriam comer crua mesmo.



Arrumamos nas forminhas de cupcake, rendeu 12 cupcakes grandes e 10 pequenos. 


Levamos ao forno pré-aquecido a 200ºC por 30 minutos, quando passou no teste do palito.


O resultado surpreendeu. Cupcakes muito gostosos, fofinhos e cheirosos.

O próximo será cupcake de aipim. Já compramos a mistura.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Leitura especial no Dia das Avós

Para um dia especial como esse, nada como um livro tão especial quanto. "Bonita, É Assim Que Vovó Me Chama" é um livro de Barbara M. Joosse com ilustrações de Barbara Lavalle da editora Brinque Book.

Em "Bonita, É Assim que Vovó Me Chama", uma avó que vive com a sua neta no Havaí conta história para mostrar à menina o quanto ela é especial. O livro, além de revelar o quanto o amor de uma avó é eterno e incondicional, traz palavras do havaiano e algumas tradições dessa ilha.
Uma leitura linda, recheada de carinho e emoção.

Livro infantil Bonita, É assim que Vovó me chama


Aproveitamos para prolongar a diversão e fizemos a Boneca Bonita usando fios de lã, bola de isopor, palito de picolé e papel crepom.

Atividade de reciclagem associada a leitura do Livro infantil Bonita, É assim que Vovó me chama


Barbara M. Joosse e de Barbara Lavalle também são os criadores de "Mamãe, Você Me Ama?" outro livro muito especial que mostra, de forma muito carinhosa, como o amor de mãe é incondicional.

Dois livros infantis lindos que falam de amor e família. Por aqui sempre procuro associar atividades, como reciclagem, culinária, brincadeiras, jogos, etc., à leitura. Acredito que esta é uma ótima maneira de estimular o gosto pela leitura e incentivar esse hábito tão saudável. 
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