sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Pequenas Felicidades: Post #100

A semana da centésima participação na BC Pequenas Felicidades proposta pela Rita Corrêa, do blog Botõezinhos merecia ser megaespecial, mas foi bem normal. Foi a semana de retorno às aulas e readapatação à rotina depois das férias. E, mesmo sendo uma semana normal, teve sim muitas felicidades para agradecer.

- Encontrar as amigas para um almocinho mesmo que este tenha sido bem rápido. Eu, Lily, Fernanda, Cláudia, Rogéria, Patrícia Daltro.

Foto "roubada" da TL da Fernanda Reali.

- Ir com o marido no musical "Elis, A Musical". Foi maravilhoso e me tornei fã da história de vida da Elis Regina, a Pimentinha. Contei neste post AQUI.

Foto obtida no site Aventura e Entretenimento.

- Fazer bolo com a Sofia. Os nosso momentos na cozinha sempre nos proporcionam muita alegria. Fizemos cupcakes de limão com pistache que ficaram deliciosos. Tenho que postar a receita, mas o problema é que ficaram tão bons que eu nem tive tempo de fotografá-los depois de prontos.


- Passar um dia de calor no clube com a família e amigos. Nos divertimos e aliviamos o calor ficando horas dentro da piscina. Falei desse momento de pura felicidade neste post AQUI.

- Ver as filhas brincando juntos em diversos momentos. É sempre uma grande alegria quando elas não estão se implicando, quando estão brincando juntas então, a felicidade é total.

Não tem foto da Ana Luiza (só os pés no skate) porque ela não liberou.

- Conseguir cuidar da alimentação da família mesmo com toda a correria da voltas às aulas e a rotina de trabalho conseguir . Tivemos muitas saladas com molhos diferentes, arroz com cenoura, molho de tomate caseiro, berinjela à parmegiana, arroz com brócolis, filé de peixe assado e outras coisinhas.


- Vir duas almoçar em casa com as filhas duas vezes durante a semana. Apesar do calor no trajeto, é muito gratificante sentar à mesa com elas e conversamos como foi a escola, ouvir as novidades sobre os alunos novos, os professores, o conteúdo dado em aula. Essa participação na vida escolar das minhas filhas é fundamental pra mim e falei disso neste post AQUI: Como foi a escola hoje?

- Ir ao cinema com o marido. Foi muito bom relaxar vendo um bom filme, acompanhado de uma pipoquinha e em ótima companhia. Fomos ver "O Lobo de Wall Street" com Leonado di Caprio. São três horas de projeção contado vida (baseada em fatos reais) de Jordan Belford e seu enriqueciemento rápido. A história é envolvente e a atuação do Leonardo de Cáprio mostra um Jordan Belford problemático, engraçado, carismático e cheio de talento.



Sinopse do site Adorocinema: "Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.".



A felicidade está nas coisas simples, basta a gente olhar para elas com olhos de quem quer encontrá-las.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Leitura teen: As Regras do Amor


Tem bastante tempo que eu não falo de dicas de leitura aqui no blog. Na verdade eu tenho lido menos do que gostaria, mas a Ana Luiza mantém o ritmo de leitura e lê um livro atrás do outro.

O primeiro livro que ela leu nessa ano foi "As regas do Amor" de Pamela Wells e ela gostou muito da leitura.

como superar uma desilusão amorosa

Mas o que me fez postar sobre esse livro, além do fato da Ana Luiza realmente recomendar, foi a forma como ele foi adquirido.

Estava eu sentada no café da livraria navegando no Facebook e vejo a seguinte publicação na TL Fernanda Reali com o texto da Martha Medeiros:

""O #amor, como todo sentimento, é livre. É arredio a frases feitas, debocha das regras..." Martha Medeiros, livro Non-stop Pág 156" 

O amor, como too sentimento, é livre

Acabo de ler e pensar no texto, levanto os olhos e eles batem diretamente na gôndola de livros para adolescentes e o título "As Regras do Amor" salta na minha visão.
Imediatamente me vem o pensamento: esse é um livro que eu não deixo a Ana Luiza ler! Deve ser cheio de pré-conceitos e frases tipo "Amar é... nunca perder a paciência".
No mesmo instante eu revi o meu pensamento inicial "como assim, eu não vou deixá-la ler um livro?" Bom, pensamento vai e vem, eu me levantei peguei o livro, voltei ao meu café e comecei a ler a história de quatro amigas em que três terminam os respectivos namoros às vésperas do dia dos namorados. A quarta amiga, com a intenção de ajudar as outras a se recuperarem desse baque, faz 29 regras para sair de uma desilusão amorosa mais rapidamente.


Quando eu cheguei nas regras tive que dar boas risadas me recordando das vezes que disse algo semelhante para uma amiga.


De algumas situações em que choramos juntas e depois rimos de ter chorado.


E de conselhos que já dei, mas não segui. Tipo: não ligue em hipótese alguma, mas eu mesma não podia passar perto de um telefone sem cair em tentação (e só não ligava mais vezes porque na época não tinha celular à mão).


As regras que guiam o enredo do livro são legais, coisas que já dissemos e já ouvimos, e conforme as meninas vão quebrando as regras a leitura se torna mais divertida.
 
Pois é, eu acabei comprando o livro para a Ana Luiza por perceber que seria uma leitura despretensiosa, leve, divertida, bem adequada para a idade dela e poderia render uma boa conversa entre a gente.
 
Bom, a Ana Luiza leu rapidinho sempre fazendo elogios ao livro e quando terminou disse que o livro é muito legal e que eu deveria ler. Sim, eu li, mas é um livro para adolescentes. Valeu a pena a leitura para ela e para mim valeu para recordar a minha fase de adolescente e me inserir no "mundo teen" e ser mais um meio para manter a ligação entre nós duas. No final foi uma ótima aquisição. Ah, e foi ótimo eu rever o meu conceito  inicial (eu impliquei com o título do livro, afinal o amor não tem regras), mudar o meu ponto de vista e me surpreender.
 
Sinopse:
"Três términos de namoro. Quatro amigas. Vinte nove regras para enfrentar uma desilusão amorosa. Sydney, Raven, Kelly e Alexia são inseparáveis. Até que nas vésperas do Dia dos namorados, três das meninas compartilham o azar de serem dispensadas pelos seus respectivos amores. Drew – com seus belos olhos azuis – dá um fim no namoro de dois anos com Sydney. Raven não consegue escolher entre Caleb e Horace. Então, de uma hora para outra, acaba ficando sem ninguém. O seminamorado de Kelly, Will, tem planos para o Dia dos Namorados. Só que não com ela. Alexia nunca teve seu coração partido, mas isso é porque nunca teve um namorado. Quando os namoros de suas melhores amigas terminam, ela não pensa duas vezes em inventar um jeito de ajudar as amigas Qual melhor jeito de superar os corações partidos, se não seguir regrinhas simples? Com muito chocolate, festas do pijama e palavras de consolo, tudo parece estar indo muito bem. Enquanto redescobrem sua amizade, regras são quebradas. Mas em breve as meninas podem superar os corações partidos e começarem elas mesmas a partir corações."

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Como foi a escola hoje?

Com o retorno das aulas eu recomeço uma das minhas perguntas diárias: "Como foi a escola hoje?".



Agora em outra fase, pelo menos com a Ana Luiza. Depois de 13 anos fazendo essa pergunta o que mudou? Pra mim nada. Mas para ela que entrou no ensino fundamental sim. Como ela está se percebendo mais velha, fazendo parte dos "grandes" na escola, acha que isso é coisa de criancinha. Então eu preciso apenas mudar o enfoque e dar outra abordagem. Ontem eu experimentei começar contando como foi quando eu entrei no segundo grau, na minha época (coisa de velha) se chamava assim. O meu pai contou que na época dele era dividido em clássico e científico. Assim a Ana Luiza entrou na conversa e contou como foi o primeiro dia de aula.

Pra mim, como mãe, é de extrema importância participar da vida das minhas filhas, mesmo nos momentos em que elas estão fisicamente afastadas como é o caso da escola. Eu fico atenta para fazer isso de forma adequada a cada fase dando a chance delas se tornarem cada vez mais responsáveis pelos próprios estudos. O importante é que elas gostem da minha participação, percebam isso como um apoio e se sintam seguras.

A Sofia ainda está na fase tranquila e sempre chega da escola cheia de novidades e histórias para contar. Fácil, fácil!

Ontem a pergunta que começou "Como foi o seu primeiro dia na escola?" se estendeu por longo papo até que perguntei: "E a professora nova é legal?". E me surpreendi com a resposta:

- Oh mãe, no primeiro dia elas são sempre legais, né? Você acha que elas vão querer assustar as crianças no primeiro dia de aula? Deixa essa pergunta pra você fazer mais tarde, tá?

Tá, por essa resposta eu não esperava, mas não posso perder o rebolado e rebati:

- Também no primeiro dia de aula a turma é sempre legal, né? Vocês ainda estão tímidos, descobrindo até aonde podem ir, quietos, prestando atenção em tudo, sem assustar a professora.

Participar da vida escolar dos filhos, me manter presente, mostrar o meu interesse pelo o que eles fazem na escola, me envolver nas atividades que a escola promove como Feira de Linguagem, Feira de Matemática, etc., faz total diferença no desempenho das minhas filhas. Eu tenho certeza disso, pois tenho comprovado ao longo dos anos. Justamente por experimentar no meu dia a dia o prazer de participar da evolução das minhas filhas que eu gostei muito do material da campanha "Como foi a escola hoje" que recebi da STAEDTLER.



Eu achei o vídeo da campanha bem inspirador, vejam só.


 No site http://www.comofoiaescolahoje.com.br/ podemos ter acesso a várias informações sobre como nos mantermos presentes na educação dos nossos filhos. Bem legal, né?

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Nossos Momentos: Fugindo do calor

O calor aqui pelo Rio continua insuportável e a vontade que temos é de ficar em casa no ar condicionado. Mas, ao mesmo tempo, bate aquela sensação de não estarmos aproveitando o dia lindo lá fora. Então pra espantar a preguiça e o calor o nosso programa foi mais um dia no clube em família e com amigos.

Teve muita piscina.


Teve filha se aventurando com a amiga no arvorismo e na tirolesa.


Enquanto pai, mãe e irmã vibravam lá embaixo, a Sofia se divertia na copa das árvores.




Parando para um close em cada parte do percurso.



A descida do arvorismo foi de rapel. Uma novidade que fez o coração bater forte.


Pra completar, um pouquinho de tirolesa.


Depois mais piscina com a madrinha e os amigos. Enquanto isso pai, mãe e irmã relaxam e conversam também na piscina.



Por ter sido um dia tranquilo e divertido em que pudemos desfrutar da companhia de amigos, conversar, brincar e recarregar as energias para o início das aulas esse foi o momento escolhido para fazer parte da Blogagem Coletiva Nossos Momentos proposta pelo blog Recanto das Mamães Blogueiras que tem como objetivo incentivar momentos de convívio familiar. As blogagens acontecem quinzenalmente às segundas




Lembrem-se:



sábado, 1 de fevereiro de 2014

Papai e mamãe saíram, foram ver "Elis, A Musical"


Todo mundo já está cansado de saber que quando os filhos chegam a nossa vida muda completamente. E que nessa mudança temos que cuidar para que o casal não se isole tanto no papel de pai e mãe a ponto de se perder como marido e mulher.

Assim que engravidei, já no curso para gestante, sempre ouvi sobre a importância de reservar um tempo para o casal e dicas para conseguir sair pelo menos uma vez por semana os dois juntos. Durante um bom tempo eu tentei fazer isso: ter o tempo do casal, mas não conseguia ter uma frequência.

Depois, ouvindo os conselhos da minha sábia amiga Núbia que sempre dizia para ficar atenta e conduzir a vida familiar de forma que quando os filhos crescessem e o nosso papel de pai e mãe já não exigissem tanto do nosso tempo a gente ainda conseguisse se ver como casal.

Tá bom, mas e aí? Mesmo sabendo da importância de fazermos programas somente os dois, marido e mulher, confesso que faço menos do que deveria e até menos do que poderia.

Mas nessa semana eu recebi um presente da #pontosmultiplos através do blog. Foi mais do que um par de convites para ver o maravilhoso espetáculo "Elis, A Musical".




Foi uma oportunidade para eu entender porque não conseguimos sair somente os dois tanto quanto gostaríamos. Sabe por quê? Simplesmente não priorizamos. Deixamos que as dificuldades nos impeça.

Com os convites em mãos, de um musical que eu já queria ver há tempos, eu resolvi rapidamente todos os empecilhos e lá fomos nós.


O espetáculo "Elis, A Musical" está em cartaz no teatro Oi Casa Grande e conta a vida e trajetória musical de Elis Regina que é até hoje considerada a maior cantora brasileira.

Já na entrada nos divertimos com os personagens.



E quando o musical começou foi uma emoção atrás da outra. Mesmo quem não foi fã de Elis Regina, mesmo quem não viveu essa época e não tem muita intimidade com nomes como: como Jair Rodrigues, Tom Jobim,  Lennie Dale, Henfil e Miele, vai se surpreender. E sempre vale a pena aprender mais e até passar a conhecer os ícones da nossa cultura.

E ainda tive o prazer de não só encontrar a Rose Misceno, Vida de Mãejestade, mas ficar sentada ao lado dela.



Valeu muito a pena ter feito o programa a dois tanto pela qualidade do programa em si (ma-ra-vi-lho-so), quanto pela oportunidade de rever como ter essas fugidinhas faz bem para todo o contexto familiar. E dá para fazer, basta planejar e priorizar.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pin It button on image hover
▲ Topo