quarta-feira, 22 de maio de 2019

Bolo de Ameixa da Tia Romilda





Parte da tarde de um dia qualquer. A cozinha já arrumada após o almoço. Fogão fechado com a tampa baixada, um paninho bordado enfeitando e sobre ele o prato com bolo quentinho coberto com um cobre bole de tule e fuxico avisando que já, já chega a hora do lanche. Se me pedirem para escolher uma imagem para representar uma casa acolhedora, é essa a imagem que eu escolho. Foi essa a imagem que veio a minha mente quando a minha amiga Simone me falou que estava com vontade de comer o bolo de ameixa da mãe dela, a tia Romilda. Tia Romilda que faz a melhor rabada do mundo. Tia Romilda que não aguenta ver a amiga da filha, que mora sozinha, com a bainha da calça feita com esparadrapo. Ela pega a agulha e a linha e resolve isso. Tia Romilda que com aquele sotaque de mineira dá umas broncas que faz a gente rir.

Cheguei a sentir o sabor adoçando o meu paladar e o cheiro do bolo assando perfumando a casa. Mesmo nunca tendo experimentado o tal bolo. Pedia receita pra minha amiga. Minha amiga pediu a receita pra mãe dela. Recebi a foto da receita escrita à mão pelo celular (modernidade). Senti saudades dos cadernos de receitas encapados.

Chegou o domingo, dia de casa, de descanso, de visita à casa de avó, de receber amigos e parentes. Coisas de antigamente. Fiz o bolo de ameixa e convidei as amigas para virem em casa para um pré #GOT. Coisa de atualmente.

Sentamos ao redor da mesa, ocupamos o ambiente, contamos histórias, rimos, nos servimos, comemos juntas e repetimos. Dividimos o bolo, compartilhamos receitas, multiplicamos histórias.
receita de bolo de ameixa



Não fazemos mais cadernos de receitas (coisa de antigamente). Fazemos posts com receitas (coisa de atualmente).

O que utilizamos:

- 250 g de ameixa preta sem caroço;
- 1 copo de água;
- 1 copo de açúcar;

- 250 g de manteiga;
- 250 g de açúcar;
- 250 g de farinha de trigo;
- 1 copo de leite;
- 5 ovos;
- 2 colheres de sopa de fermento;
- 2 cálices de licor de cacau(sugerimos trocar por vinho do porto).


Como fizemos:

Primeiro preparamos o doce de ameixa. Colocamos as ameixas, a água e o copo de açúcar em uma panela em fogo baixo e deixamos fazer a calda, mexendo de vez em quando.

Assim que deu o ponto de calda de manjar, retiramos do fogo e reservamos.

Separamos as gemas e batemos as claras e neve e reservamos.

Na batedeira batemos a manteiga em temperatura ambiente com o açúcar até cficar um creme branco. Sempre batendo, acrescentamos as gemas uma a uma.

Depois adicionamos, aos poucos, a farinha e o fermento que estavam peneirados juntos. Ainda batendo colocamos o leite.

Encorporamos as claras batidas em neve delicadamente. Com a massa bem cremosa e lisinha foi a hora de darmos o sabor especial misturando o doce de ameixa.

Faltava apenas acrescenta o vinho do porto que estava ali separadinho na nossa frente, mas a vontade de ver o nosso bolo assado era tanta que nos esquecemos dele.

Colocamos a massa em uma forma redonda grande (o bolo cresce bastante) untada. Cobrimos com papel alumínio para a massa ficar bem molhadinha e levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC.

Depois de 30 minutos no forno, com a massa praticamente assada, retiramos o papel alumínio para finalizar o processo de assar e o bolo dourar.

Não segui a receita a risca. Fiz meio no olho essa coisa de pesos e mesmo assim ficou delicioso. 


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segunda-feira, 20 de maio de 2019

A Semana 20 de 2019 - Dia das Mães sem expectativas


A semana começou sem expectativas. Começaria com Dia das Mães e eu não queria criar expectativas de que iriam preparar algo para mim. Sabe como é, filhas adolescentes já mais focadas nos seus afazeres, seus amigos, suas ideias, suas vidas que ganham espaço. Cheguei em algum momento, não me lembro em qual situação, dizer, ao atravessar a sala, a frase: "nessa fase da vida já aprendia há muito tempo que a melhor maneira de ser feliz é não cria expectativas".

Mas no domingo pela manhã ao acordar ouvi um movimento das filhas pela sala. Filhas adolescentes acordando antes de mim em um domingo sem sol?! Estranho! Domingo de Dia das Mães?! Não queria criar expectativas, mas também não queria estragar possível surpresa. Então, fiquei na cama esperando a movimentação acabar. Finalmente me levantei e surpresa! Um café da manhã preparado para mim pelas duas, com carinho, com cuidado e cheio de detalhes. Acordaram cedo, foram para cozinha e prepararam biscoitos amanteigados,


brownie de chocolate, panquecas e muito amor envolvido em cada item disposto na mesa. Não criei expectativas, mas criei filhas lindas com muito amor.


Para mim não tem nada melhor do que um passeio ao ar livre com contato com a natureza. Melhor ainda quanto tem arte no caminho. Fui com o marido ao Parque Lage, um local cheio de recordações, para um passeio no jardim.  



E para também conferir a exposição "Arte Naïf - Nenhum Museu a Menos", com peças do MIAN - Museu Internacional de Arte Naïf - que infelizmente está fechado. Agora, aqui escrevendo este post, achei que esse passeio merece dois posts: um falando do Parque Lage sobre outro ponto de vista e um sobre a exposição. Vou tentar me organizar durante esta semana para postar.


O final de semana de Dias das Mães ficou para trás, ontem já é passado, hoje já e dia de trabalho, de recomeço, de rotina. Comecei a manhã como um boa manhã de segunda-feira em que acordo e preciso deixar mil coisas organizadas para a semana antes de sair apressada para o trabalho. É nesse caminhar que respiro, coloco alguns pensamentos em ordem e me ouço. Ouvi a minha vontade de desacelerar para novamente pegar impulso. Parei em uma padaria no caminho, sentei, pedi um café da manhã, tirei o livro da bolsa. Li, saboreei, contemplei. É muito bom abrir espaço para o nosso querer, nos sentirmos merecedoras. Afinal, é a semana que começou com o Dia das Mães e eu mereço me presentear. 


Finalmente concluí o oratório que estava pintando para a minha Nossa Senhora dos Bons Conselhos. E que satisfação é essa de olhar para a peça que você mesma fiz, admirar e sentir orgulho do resultado?!
´

Se tem algo que me dá sensação de aconchego é sentar no sofá com uma bacia de pipoca para assistir a um filme na TV. O cheiro da pipoca inundando o ambiente, a família comentando as cenas, os pés em cima do sofá e a Xina, nossa Pug amada, querendo companhia e pipoca, só me faz ter cada vez mais certeza de que os melhores momentos da vida estão cheio de sutilezas que não devemos deixar passar despercebidas. 

Como estamos na semana de Dias das Mães escolhemos filmes que envolvem o assunto mãe. O primeiro foi a charmosa comédia francesa "Mamãe, Voltei" que conta a história de Stéphanie (Alexandra Lamy), mulher de quarenta anos, que após perder a sua empresa, seu marido e todo o seu dinheiro, se vê obrigada a voltar para casa de sua mãe (Balasko). Claro que Stéph é recebida de braços abertos pela mãe viúva e que mora sozinha. E nesse retorno ao convívio as duas mulheres devem exercer uma paciência infinita para lidar com essa nova situação. Além de ser uma comédia, é acima de tudo um filme sobre família, cheio de momentos cômicos, com algum drama e um cenário lindo da região da Provence, na França. Mais especificamente a pequena cidade na beira do Mediterrâneo, Cassis. Agora estou achando que deveria ter feito um post falando mais do filme, das cenas que me identifiquei e das lembranças dos meses que passei na Provence. 


A outra sessão pipoca em casa foi com o filme "Uma Noite de Loucuras". Essa comédia é sobre um grupo de mães com personalidades e histórias de vida diferentes, ligadas apenas pelo fato de os filhos frequentarem a mesma escola, percebem que precisam ter uma noite só para elas. Só por aí qualquer mãe já se identifica. O que seria apenas um jantar se torna uma noite de loucuras em que elas perdem o controle, mas se encontram na amizade. O filme é cheio de aventura e situações fora do controle. Não é nada demais, mas para ver em casa sem muita expectativa, é uma boa diversão e dá até rola uma identificação em algumas situações.


Uma semana sem expectativas, mas que superou qualquer expectativa que que pudesse ter criado. 

Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Biscoito Amanteigado da Professora

Domingo. Dia da Mães. Eu já meio acordada e ouvindo a movimentação fora do quarto. Filhas adolescentes acordando antes de mim e um domingo? Algo estava acontecendo. Será que estavam preparando alguma surpresa para mim? É provável. Fiquei na cama imaginando o que seria, mas não querendo criar expectativas. Mas também não queria estragar a possível surpresa. Espreguicei, virei pro lado, encontrei uma posição confortável e fiquei pensando em todos os meus Dias das Mães. Desde a época em que eu preparava carinhosamente presentes para a minha mãe na escola, até a fase em que eu comecei a receber os trabalhos que as minhas filhas preparavam pra mim. Me lembrei de um porta-chaves que fiz para a minha mãe adaptando a tábua de carne de madeira. Me lembrei da sensação ao escolher a cor, ao pintar flores e colocar os pregos no centro das flores. Cheguei a sentir o cheiro da tinta e a ansiedade gostosa ao imaginar se ela gostaria. Pensei na cor para combinar com o fogão. Imaginava o porta-chaves pendurado na parede branca da cozinha. Cozinha, aquele lugar da casa que alimenta o corpo, a alma e as relações. Pensei nas minhas filhas pequenas preparando bolsas com seus desenhos, blusas com suas mãozinhas carimbadas, canecas ilustradas por elas. Tudo feito com carinho e expectativas. Tudo recebido com muito amor. E no tempo que passou. Enquanto eu viajava no tempo, nas lembranças e nas emoções, o tempo passou, a movimentação fora do quarto parou. Me levantei, abri a porta do meu quarto e uma mesa de café da manhã me esperava com as mesmas carinhas com misto de apreensão e alegria de quando eram pequenas e me esperavam na creche para a festa de Dia das Mães. O tempo passa, as memórias ficam, as relações são construídas a cada dia.

Sentamos à mesa, lugar que reúne, que acolhe, onde as melhores conversas acontecem, onde histórias são contadas e criadas. Várias delícias preparadas com carinho pelas próprias filhas pensando no que eu gosto. Elas refazendo para mim o que já fiz e faço para elas. Receitas que criam memórias afetivas. Receitas simples lembrando que o bom da vida é simples como um carinho.

Entre os preparativos estava um biscoito amanteigado, receita que a Sofia recebeu da professora de matemática, a mesma que deu a receita do brownie da professora, especialmente para os alunos fazerem para as mães. Um biscoito simples, mas com sabor de amor.

Receita simples de biscoito amanteigado


O que a Sofia utilizou:


- 6 colheres de sopa de farinha de trigo;
- 4 colheres de sopa de maisena;
- 2 colheres de sopa de açúcar (para quem gosta bem docinho pode colocar mais um pouco);
- 1 tablete (100 g) de margarina (eu usaria a mesma medida de manteiga sem sal);


Como ela fez:

Misturou todos os ingredientes até formar um bola. Fez bolinhas para moldar os biscoitos e assou no forno até o fundo ficar marrom.


Simples assim, mas cheio de significado.




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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Pintura - Um altar para Nossa Senhora dos Bons Conselhos


"Se conselho fosse bom ninguém dava, vendia!". Já ouvi muito e já falei algumas vezes esse ditado. Principalmente nos períodos em que fui mãe de bebês. Depois, conforme os filhos vão crescendo, os conselheiros de plantão diminuem.

Tem muito conselho que pode ser evitado, que deveria ter ficado guardado com o seu próprio conselheiro. Mas receber um bom conselho de amigo, ouvir uma opinião de quem sabe o que está falando e porquê está falando, até que é bom. 

Estar com amigas e amigos, trocar ideias e opiniões sobre alguns assuntos e situações é gostoso, enriquecedor. Afinal, se expressar é vital né não?

Então, mesmo esse negócio de conselho nem sempre sendo bom e desejado, muitas vezes ele é desejado, pedido e muito considerado. Um bom conselho temo seu valor não cobrado e incalculável. 

Assim quando eu soube da existência da Nossa Senhora dos Bons Conselhos, me encantei. Achei bonita a imagem, gostei da história que conto um pouco no final do poste e pedi para a Renata, minha fisioterapeuta e crocheteira no @crochereej que fizesse uma para mim. 


Nossa Senhora dos Bons Conselhos em amigurumi


A Renata fez a Nossa Senhora dos Bons Conselhos em amigurumi e ficou muito fofa. Caí de paixão pela minha santinha conselheira.


Nossa Senhora dos Bons Conselhos em amigurumi

Resolvi então pintar um altar para a minha Nossa Senhora dos Bons Conselhos.

Nossa Senhora dos Bons Conselhos em amigurumi

Foi o primeiro altar que pintei e fiquei muito feliz com o resultado.

Nossa Senhora dos Bons Conselhos em amigurumi

Agora estou só aguardando os bons conselhos chegarem. Quer dizer, não estou apenas aguardando, continuo contando com as minhas amigas para uma boa conversa dentro cheia de opiniões diversas, pontos de vistas distintos, compartilhada com a intenção de agregar e fazer o bem e baseada na experiência de cada uma. Conselho bom é assim, dado com amor. Pode ser aproveitado ou descartado, mas sempre agrega. 

"Nossa Senhora do Bom Conselho é um dos títulos da Virgem Maria. As origens desse ícone estão mescladas a histórias fantásticas e milagres. Na Albânia, a Virgem Maria era venerada há séculos sob este e vários outros títulos. Havia no país várias capelas dedicadas a ela. Uma delas, especialmente, tornou-se um grande centro de peregrinações no tempo das guerras contra os turcos Otomanos. Trata-se da Capela de Shkodra, que significa “Bom Conselho”. Lá, havia um ícone de Nossa Senhora que era venerado."



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sábado, 11 de maio de 2019

Praia do Vidigal - Turistando no Rio


Eu adoro viajar! Quando estamos viajando tudo se torna extraordinário ao olhar do turista. Mesmo aquele local, aquela flor, aquela brisa tão comum para quem está ali rotineiramente, para o turista tem um encantamento. Viajar nos faz enxergar que o ordinário da vida pode ser extraordinário, basta termos o olhar de turista para os lugares, pessoas, histórias ao redor. 

Por isso eu sempre procuro viajar mesmo estando na minha cidade, no meu local de rotina. Se tantos turistas passam por aqui com olhar de encantamento por que eu vou desperdiçar isso na minha rotina?

Foi assim que em um sábado qualquer resolvi quebrar a rotina e ir tomar um café da manhã em um hotel do Rio, o Sheraton, e aproveitar a Prainha do Vidigal. 

Prainha do Vidigal


Vira e mexe eu faço isso de tomar um café da manhã em hotel. Acho uma delícia! Não só pela variedade do cardápio, mas pela sensação se sim. É uma delícia se sentir turista e estar com o olhos atentos para as miudezas, sutilezas e belezas ao nosso redor. Coisas simples que deixamos passar despercebidas no dia a dia. É uma delícia me sentir merecedora de desfrutar momentos de lazer, descanso e descobertas.

Já falei do café da manhã do Sheraton no post "4 hotéis na orla do Rio de Janeiro para um excelente café da manhã". Então, essa não foi a primeira vez que estive lá. Mas foi diferente. Primeiro que o café da manhã não está sendo servido no restaurante das piscinas, pois este ainda está em reforma devido às chuvas de fevereiro que causaram um estrago enorme no hotel.

Mesmo quando estamos repetindo um lugar ele pode ser muito diferente e ter muitas novidades. E não são novidades apenas por estar em outro local, com outro visual, outra decoração, ou novos itens no cardápio. As maiores novidades são apresentadas pelas histórias envolvidas.

Ouvimos a história do garçom que nos atendia de como foi a tal chuva, como o hotel ficou, como foram os dois meses fechados, mas de muito trabalho para limpar e reformar tudo.

Observamos os estrangeiros encantados e deslumbrando com os sabores que para nós são tão comuns, tão corriqueiros.

É isso, ao nos tornarmos turistas em nossa própria área nos permitimos ver o ordinário com novos olhos e, assim, desenvolver nossa percepção a ponto de enxergá-lo como extraordinário.
Que extraordinário é o sabor das nossas frutas! Que extraordinária é a cor do nosso mar que contemplávamos através da janela.



Depois do café da manhã descemos pelo acesso do próprio hotel para a Praia do Vidigal.

Bem em frente ao hotel Sheraton, tem uma pequena faixa de areia com uma grande pedra no meio que dá todo um charme a praia com vista para as vizinhas famosas: Leblon e Ipanema.

O acesso a essa faixa de areia de mar claro e com ondas que atraem surfistas é dificultado pelo hotel em si, pela falta de estacionamento próximo, e pela menor oferta de transporte público. Isso faz da praia menos movimentada, sendo frequentada basicamente por hóspedes do hotel, que acessam pelas instalações do próprio Sheraton, e moradores da favela do Vidigal, que acessam a praia pela escadaria ao lado do hotel.

Prainha do Vidigal

Aqui no Rio temos muitas praias, muitas mesmo! E são variadas. Para todos os gostos. Das mais urbanas as mais selvagens. Das com águas transparentes até as infelizmente impróprias para banhos. Desde as mais famosas até as mais desconhecidas. 

A Praia do Vidigal fica entre as mais desconhecidas do carioca. Não chega a estar entre as pras com difícil acesso, mas com acesso mais restrito, eu diria. 

Com tanta variedade e possibilidade, nós cariocas, em nossa maioria, acabando indo sempre nas mesmas praias, naquela que já conhecemos e que encontramos a nossa galera. Um pecado! Vale a pena vestir o espírito desbravador do turista, colocar na cabeça o chapéu cheio de curiosidade que o mesmo turista usa e conhecer as nossas praias. 


Neste dia a Praia do Vidigal estava especialmente linda. Com água muito azul, completamente transparente, mar tranquilo, temperatura da água superagradável, limpa, segura e pouco movimentada.

Da areia sem ambulantes e com vista livre de barraquinha, sombrinhas, e pessoas, avistávamos as praias do Leblon e Ipanema e víamos como estavam superlotadas. Que diferença! Que bom que estávamos ali aproveitando a beleza e a tranquilidade da cidade ao lado de alguns turistas e poucos moradores.

Prainha do Vidigal


Que bom que brincamos de ser turista. Viajamos sem sair da nossa cidade.

Outros posts Turistando no Rio:

- Turistando na Praça Tiradentes.



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