domingo, 17 de novembro de 2019

Filme "Um Amante Francês"


"Um Amante Francês", título original "Just a Gigolo", com estreia prevista para 28 de novembro, é uma comédia com uma proposta bem engraçada os fãs do gênero. E eu sou fão do gênero!


Comédia francesa "Um Amante Francês"


Conta a história de Alex que traumatizado pela história da sua infância e por um pai que se desgastou no trabalho, traça como plano de carreira, ainda criança, viver sem trabalhar. Como isso é possível? Inspirado em uma revista, ele encontra um caminho: ser um gigolô. 

Mesmo o plano tendo sido traçado na infância, Alex o mantém. É assim que logo no início da sua vida adulta, usufruindo da beleza e frescor da pouca idade, Alex rapidamente encontra Denise, uma senhora com idade avançada e muito rica para cuidar dele. 

Comédia francesa "Um Amante Francês"


O gigolô se vê em uma vida regada de conforto e não valoriza o amor da mulher mais velha apaixonada. Sente-se confortável e seguro naquela relação cheia de benefícios para ele. Diferente do seu amigo de vida e de profissão Daniel, interpretado por Pascal Elbé, que se esforça para permanecer competitivo, Alex descuida de si mesmo e abusa da boa vontade da senhora esposa. Esquece que o tempo pode ser cruel.

Até que, após 25 anos de paciência, Denise o substitui por um homem mais jovem. 

É assim que Alex se encontra na rua, "desempregado", com uma mão na frente e outras atrás e com o peso dos seus 50 anos em sua aparência. Este é o seu destino!

Comédia francesa "Um Amante Francês"

Após ter o pedido de ajuda negada por seu melhor, o gigolô cinquentão, é forçado a recorrer à irmã, a quem nunca deu notícias em busca de abrigo até resolver a sua situação. Ou seja, encontrar outra herdeira rica. O que fazer se essa é a única coisa que ele sabe fazer?!

Apesar dos conflitos de ideias com a irmã, Alex resgata o relacionamento com ela e encontra no sobrinho um aliado de peso. É no círculo de amizades do sobrinho, bancando o bom tio, que Alex percebe a oportunidade de voltar a velha profissão. Será que ele consegue? Será que o convívio com a família o fará o gigolô mudar seus conceitos éticos? Ou uma vez gigolô para sempre gigolô?

O filme através de piadas engraçadas e situações grotescas  fala do delicado assunto do envelhecimento entre profissionais do sexo, mas pode ser pensado também em como o mercado de trabalho trata quem envelhece. O que fazer quando nos vemos dispensados da única coisa que sabemos fazer? Nos reinventar? 

Uma comédia divertida, com ótima atuação de Kad Merad no papel de Alex. A forma como os gigolôs, Tanto Alex quanto Daniel, levam a sério as situações ridículas que passam torna as cenas hilárias. 


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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Escondidinho Vegano de Grão-de-Bico e Proteína de Soja


Eu sou fã de escondidinho. Além de delicioso ele é prático. É praticamente uma refeição completa, basta uma saladinha para acompanhar e tá pronto um almoço ou jantar.

Mas o que mais me chama a atenção para esse prato é a sua versatilidade. Ele instiga a criatividade já que possibilita muitas combinações. Desde o escondidinho típico do nordeste com purê de macaxeira, carne de sol e queijo de coalho, passando versões mais lights até chegar nas opções veganas. 

Dessa vez optei por escondidinho vegano para a minha filha mais nova poder comer. A ideia inicial era fazer um escondidinho de grão-de-bico com proteína de soja. Mas a Sofia pediu para mesclar com purê de batata. Então saiu um escondidinho com uma camada de purê de batata, uma camada de proteína de soja, uma camada de purê de grão-de-bico e cobertura de tofu.


Fiz quantidade suficiente para o almoço e o jantar em casa e para eu levar de quentinha para almoçar no trabalho.

O que utilizei:
- 4 batatas médias;
- 2 colheres de sopa de manteiga vegana temperada com ervas finas (da @insanavegana);
- 2 xícaras de grão de bico cozido;
- 5 colheres de sopa de azeite;
- 3 dentes de alho;
- 1 pote de tofu cream;
- 1 punhado de salsa picado;
- 2 xícaras de proteína de soja;
- 2 xícaras de água morna;- 2 tomates picados;
- 1 cebola picada;
- 1/4 de pimentão verde picado;
- 1/4 de pimentão vermelho picado;
- 1/4 de pimentão amarelo picado;
- 1 mix de temperos verdes picados (salsa, cebolinha, manjericão, hortelã);
- 1 colher de sopa de manteiga vegana temperado com alho e chimichuri (da @insanavegana);
- 2 colheres de sopo de molho shoyo.

Olhando a lista parece que são muitos ingrediente, mas estamos preparando uma refeição completa com quatro itens, na verdade.



Preparo do Grão-de-bico:
Deixei o grão-de-bico de molho durante a noite. Cozinhei o grão-de-bico até ficar macio e reservei. 

Preparo da proteína de soja:
Deixei de molho na água morna (2 xícaras de água para duas xícaras de proteína) por 20 minutosEspremi até extrair toda a águaColoquei de molho novamente em água morna temperada com sal, uma colher de sopa de molho shoyo e 1 dente de alho. Isso ajuda a retirar o sabor de soja texturizada. Depois de 30 minutos aproximadamente eu espremi toda a água e reservei a proteína.

Como fizemos:

Purê de batata
Descasquei a batata e cortei em rodelas. Cozinhei em água e sal por 10 minutos até ficar macia. Amassei, misturando com duas colheres de sopa de manteiga vegana temperada com ervas, até formar um purê. Ajustei o sal.

Purê de grão-de-bico
Com um processador amassei o grão de bico com duas colheres de azeite e um dente de alho até ficar na consistência de purê.

Pasta de tofu
Em um pote coloquei todo o tofu em creme, adicionei azeite e salsinha picada e misturei com um garfo.

Proteína de Soja
Em uma panela refoguei a cebola com azeite e duas colheres da manteiga temperada e deixei chiar. Acrescentei o alho e deixei dourar levemente. Adicionei os pimentões picados e o mix de temeros verdes. Depois de bem misturados coloquei os tomates bem picados. Assim que começou a soltar um pouco de água acrescentei a soja espremida, um pouco de água, sal e duas colheres de sopa de molho shoyo. Deixei em fogo baixo até apurar o sabor.

Parece complicado, mas é bem simples. Com tudo pronto foi a hora de começar a montar. 

Coloquei um fio de azeite no fundo e uma cama da de purê de batata. 


Acrescentei a camada de proteína de soja.


Depois a camada do purê de grão-de-bico.


Finalizei com a camada da pasta de tofu.


Rendeu quatro mini caçarolas e um pirex pequeno e fundo, e ainda sobrou.


Preparei a minha quentinha e o prato das meninas. De acompanhamento servi um couscous marroquino com castanhas e uma salada caprese. A minha salada foi com mussarela de búfala, a da Sofia com queijo vegano.


Levei ao forno antes de servir para gratinar o creme de tofú.

O escondidinho é tão versátil que á fizemos escondidinho vegano de casca de banana e de proteína de soja nada vegano. O purê de base pode ser feito de aipim (macaxeira, mandioca), de batata, de batata doce, de mandioquinha, de inhame (odeio), de abóbora (adoro), de grão de bico. O recheio pode ter carnes variadas, frango, peixe (atum e bacalhau), camarão, proteína de soja, cogumelos, legumes. Para a cobertura podemos variar nos tipos de queijo (requeijão, queijo de coalho, muçarela, tofu). Imaginem só a infinidade de combinações que podemos montar?!





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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Pintura - Oratório para Nossa Senhora da Conceição


Desde que eu comecei as aulas de pintura venho observando que quando eu vejo peças pintadas com cores em tons pastéis eu as acho lindas, admiro e coisa e tal. Porém, eu sempre escolho as cores mais fortes quando vou pintar uma nova peça. O oratório que fiz para acompanhar a Nossa Senhora da Conceição para presentear mais uma amiga foi um desafio. 


Essa minha amiga é meiga, doce, delicada e nem por isso deixa de ser uma pessoa vibrante. Ao pensar nas cores para ela, vislumbrei os tons pasteis, mais suaves. Assim escolhi as cores da base para o oratório: rosa, azul, amarelo e verde claros.

Santinhos em amigurumi

Pintei e não gostei. Empaquei. Deixei o oratório para a Ana de lado e fui pintar as gamelas para mim. Voltei ao oratório e mesmo não gostando do início resolvi continuar. Queria a suavidade da minha amiga refletida na peça. Mas faltava o brilho que ela também tem. Com a orientação da minha professora, Odila Freire, troquei o amarelo claro pelo dourado.


Segui fazendo os detalhes balanceando a suavidade com a vibração.


Adorei o resultado!


Achei que combinou perfeitamente com a Nossa Senhora da Conceição de amigurumi, igualmente delicada e vibrante, feita pela Renata, do @crochererj.


Fiquei muito feliz com o resultado. Gostei por ter parado, ter me dado um tempo para absorver a minha dúvida, por ter retomado quando achei que estava mais preparada, por ter seguido em frente e por ter feito o ajuste necessário (apenas uma troca de cor foi suficiente para dar o toque que faltava). Isso foi em uma simples pintura, uma atividade de lazer, mas que serve para outros momentos da vida em que precisamos saber parar para depois continuar.


A verdade é que gostei tanto, mas tanto do oratório que vou fazer outro igualzinho para mim. Quero um pouco dessa suavidade da minha amiga.

Outros oratórios que eu pintei






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domingo, 10 de novembro de 2019

Castelinho do Flamengo, no Rio - Histórias de assombração


O Castelinho do Flamengo frequentemente está no meu caminho. Uma construção que sempre despertou a minha curiosidade. Não sei bem se pela arquitetura em si, se pelo visual com ar de mal conservado, se pela história que o ronda, ou por tudo isso ao mesmo tempo. Mas fato é que sempre deixei essa parada para explorar o "Castelinho mal-assombrado" para depois. 

Castelos do Rio

Finalmente me dei essa oportunidade. A minha amiga, que faz os santinhos de amigurumi que habitam os oratórios que eu pinto, foi expor em uma feira de artesanato que aconteceria no centro cultural Oduvaldo Viana Filho, atual identificação dessa construção carioca cheia de história. Eu tinha que prestigiá-la.

Castelos do Rio

Aproveitei então para explorar o prédio, começando pelo seu exterior. As diversas entradas, escadas e  janelas já aguçaram a minha imaginação em relação aos antepassados que ali habitaram e suas histórias.

Castelos do Rio

Enfim, na entrada principal me encantei com a riqueza de detalhes do projeto inspirado nas tendências italianas da época de 1916, assinado pelo arquiteto italiano Gino Copede.

Castelos do Rio

A construção eclética no estilo já foi habitação de família rica, de moradores de rua, despertou o interesse de universitários que queriam transformar o local em um centro de ciências e tecnologia, até finalmente ser restaurado (mas nem tanto) e ser tornar um centro cultural. Bom destino para o Castelinho.  

Castelos do Rio

O interior, nem tão bem conservado, é rico em detalhes e beleza.

Castelos do Rio

Ao subir os degraus da escadaria antiga e ouvir o ranger da madeira a cada passo me distraí entre a beleza dos detalhes e a história de assombração. Imagino a menina Maria de Lourdes Feu Fernandes correndo por ali e tudo o que contam que ela passou.

Castelos do Rio

A menina, que teria em torno de 10 anos de idade na época, teria presenciado o atropelamento dos pais por um bonde (não existe registro da ocorrência, nem registros que comprovem) em frente a então moradia. Com a perda dos pais, Maria de Lourdes teria sido tutorada pelo advogado da família, que não tinha vínculo nenhum com ela, nem com a família. Ele a roubou e maltratou, deixando-a presa na torre principal da construção. Um dia, Maria de Lourdes se jogou. Reza a lenda que a menina volta para assombrar o lugar. 

Me lembrando da história, olho para o teto para contemplar o os detalhes da construção e apesar de achar muito bonito, me impressionar com o trabalho e tal, enxergo umas figuras meio macabras. Será que estou impressionada com a "fábula" do "Castelinho mal-assombrado"?



A bem da verdade é que assombrado ou não o Castelinho vale a pena a visita.


Essa história toda só deixa o local mais intrigante.







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sábado, 9 de novembro de 2019

A Semana 45 de 2019 - Entre um filme e outro


Nesta semana eu ouvi o seguinte questionamento: "Quantos papéis você representa?". Pensando na frase e no que ela representa eu resolvi reformular a pergunta para "Quantos papéis você, no caso eu, vivo?". 

Vivo muitos papéis como todo mundo. O papel de mãe, profissional, amiga, filha, irmã, mulher.  É uma tarefa difícil equilibrar todos esses papéis, mas é também muito importante para que eu me sinta inteira. Afinal, todas essas partes que me tornam uma pessoa integral.

Nessa semana mais uma vez me dividi para me tornar inteira. 

No meu papel de mãe, acompanhei a Sofia e uma amiga à praia. Aproveitei a orla fechada para pedalar enquanto elas curtiam o sol, a areia e o mar. Observei as duas caminhando assim como se não quisessem nada, mas querendo muito. Nessa fase em que muito é muito pouco. Duas amigas com os Dois Irmãos ao fundo.



No meu papel de mulher, não de mulher de um parceiro, mas de mim mesma, fui ao cinema assistir ao filme "Segredos Oficiais" e para isso pedi a companhia da filha mais velha.

Eu tinha sido convidada para a cabine de imprensa, mas não pude ir pois conflitava com o meu horário de trabalho e nesses casos eu priorizo o meu papel de profissional ao papel de blogueira, é claro. Mas fiquei com muita vontade conferir a história real do caso de vazamento de informações confidenciais do governo no período que antecede a guerra do Iraque.

Os acontecimentos envolvendo o vazamento são relatados em forma de suspense que prende o telespectador, envolve, faz pensar em questões éticas, em como nos comportaríamos estando na mesma situação. Um exemplo de como toda aula de história deveria fazer com os alunos.

Sinopse: "Depois de passar anos trabalhando como tradutora de mandarim para inglês, a espiã do governo britânico Katharine Gun torna-se mundialmente famosa ao expor segredos extremamente confidenciais da Agência de Segurança Nacional. Após obter acesso a memorandos secretos, ela consegue provar que ocorreu uma grande pressão a seis países para que eles votassem a favor da invasão ao Iraque em 2003, realizada pelos Estados Unidos.".



Mais uma vez no meu papel de mulher fiz uma aula extra de pintura. Uma aula especial em que levamos vinho, comidinhas para compartilharmos com as coleguinhas. Mais do que dividir os comes e bebes, multiplicamos histórias e experiências. 


No meu papel de mãe, revi o filme "Histórias Cruzadas". A Ana Luiza precisava assistir ao filme para fazer um trabalho para a faculdade. Agora foi a minha vez de acompanhá-la no sofá. 

O filme é lindo, envolvente e emocionante. Fala de tema pesado como o racismo, mas faz isso de forma sensível que prende a atenção e diverte. Um filme que vale a pena rever. 


No meu papel de amiga acompanhei uma amiga para resolver um probleminha antes do trabalho. Aproveitamos que saímos bem cedo de casa para fazer um café da manhã em uma padaria.


Para deixar o nosso dia mais saboroso e com um leve toque de passeio de final de semana, já no caminho para o trabalho, paramos nas "Palmeiras do Amor".


No meu papel de blogueirinha (na verdade é um hobby) aceitei ao convite para a pré-estreia do filme "Dora e a Cidade Perdida". 

O cenário do início do live-action baseado na animação “Dora, a Aventureira” - uma das séries mais populares da Nickelodeon - me lembrou muito o filme "Tainá". Isso me trouxe boas recordações das minhas filhas pequenas. Assistimos muitas vezes as aventuras da indiazinha brasileira e fizemos algumas brincadeiras inspiradas nele. De resto não gostei muito de "Dora, a Aventureira". A personagem tem como características ser otimista, inocente e manter a sua criança interna viva. Foi aí que exageraram e a deixaram meio boba. 

Como as minhas filhas não viveram essa fase Dora, eu não estava envolvida com a personagem. Por isso o filme não falou muito para mim. Mas, com certeza, vai divertir e empolgar as famílias que vivem ou viveram o momento Dora. As crianças vão gostar!

Sinopse: "Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora (Isabela Moner) pra aventura mais perigosa de todos os tempos - o ensino médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Botas (seu melhor amigo), o primo Diego (Jeff Wahlberg), um misterioso habitante da selva (Eugenio Derbez), seus pais (Eva Longoria, Michael Peña) e um grupo de adolescentes em uma aventura p resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro.".


No meu papel de arteira terminei de pintar mais um oratório. Este será presente para outra amiga e vai acompanhar a Nossa Senhora da Conceição


No meu papel de esposa (sério, tenho implicância com essa palavra) fizemos uma sessão de cinema em casa só nós dois. Um filme leve para distrair. Vimos o remake brasileiro da comédia mexicana "Não Aceitamos Devoluções" que também teve a versão francesa "Uma Família de Dois".

Sinopse: "Juca Valente é um sedutor descompromissado. Um dia, Brenda, sua ex-namorada americana, abandona a pequena Emma, ainda bebê, com ele. Desesperado, Juca viaja para os Estados Unidos atrás de Brenda com a esperança de lhe devolver a criança. Seu plano não dá certo e ele fica por lá, trabalhando como dublê. Quando a menina faz seis anos, a mãe reaparece para pedir a guarda da criança.".


Novamente no meu papel blogueirinha (na verdade tendo um momento meu de lazer) aceitei o convite para a cabine do filme "Um Amante Francês". Uma comédia francesa engraçada que poderia ser classificada como uma comédia popular se não fosse francesa.

Sinopse: "Como viver feliz e rico sem trabalhar? Sendo um gigolô! Depois de 25 anos vivendo com Denise, Alex o “gigolô”, foi despedido sem aviso prévio e se encontra na rua. Forçado a se instalar na casa de sua irmã e seu sobrinho de 10 anos. Ele possui somente uma obsessão: encontrar o mais rápido possível uma herdeira rica.".




Olhando para a minha semana consigo perceber que consegui um bom equilíbrio entre me doar e receber. E foi uma semana bem cinéfila.


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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