segunda-feira, 30 de março de 2020

Pintando Garrafas - Colorindo a minha Quarentena


Nossa, faz um bom tempo que eu não mostro minhas pinturas aqui no blog. Na verdade eu comecei alguns projetos e não concluí. Eu estava pintando sim, fazendo as minhas aulas de pintura, mas estava devagar. Começava um pintura e deixava sem fazer o acabamento e já começava outra. Resultado, várias peças iniciadas, várias peças por terminar, e a sensação de muitas pendências a concluir. O que não é legal, né? É tão boa a emoção de tarefa concluída, de objetivo alcançado, não é mesmo? 

Pintura em garrafas

Com esse período de quarentena e a busca por ocupar o tempo dentro de casa com atividades gratificantes, criativas, que façam bem para a mente, eu resolvi organizar algumas coisas. Entro o processo de organização está terminar o que está começado.

Neste final de semana terminei essa série de garrafas.

Pintura em garrafas

Eu gosto de pintar garrafas para usar na decoração da casa com flores naturais. Sempre que pinto um novo lote eu substituo algumas antigas. Assim mudo as cores na casa e ainda faço uma graça doando as antigas para mim.

Pintura em garrafas


Esse lote de garrafas, assim que acabarmos o período de quarentena e a vida estiver normalizada, serão doadas para o bazar da SUIPA. 

Para quem quiser a dica para se distrair, fazer o reaproveitamento de garrafas que iriam para o lixo, o processo é bem simples:

- Retiro o rótulo, lavo e seco bem as garrafas;
- Passo duas camadas de primer para metais, pet e virdo (o segredo é deixar secar bem cada camada do primer);
- Pinto uma camada de tinta PVA para artesanato branca para dar a base para as cores;
- Pinto várias cadas da cor desejada (a quantidade e camadas depende da cor escolhida);
- Depois decoro como desejo. Sempre gosto de fazer flores. 

Mexer com cores faz um bem enorme para a cabeça, eu acho. Dá a sensação de estar colorindo o dia, as horas, o tempo. 





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sábado, 28 de março de 2020

Museu L'Orangerie - Visita Virtual - Toque de arte e cultura na minha quarentena

Uma das coisas que está me fazendo falta nessa quarentena é fazer visitas a museus e contros culturais. Costumo fazer isso com frequência no meu horário de almoço. Aproveito que trabalho em uma região cercada dessas oportunidades e incluo um pouco de arte como pausas para recarregar a minha rotina. 

Eu já tinha visto que alguns museus pelo mundo afora e pelo Brasil também disponibilizam visitas virtuais aos seus acervos. Mas realmente não tinha me interessado até então em experimentar essa forma de estar em uma exposição.

Esses tempos de quarentena nos apresentam outras formas de ver a vida e opções de lazer. Buscando ocupação para os meus dias em casa eu resolvi fazer um tour virtual por alguns museus. 

A minha primeira escolha foi o Museu L’Orangerie, em Paris. um museu de arte impressionista e pós-impressionista que fica dentro do Jardin des Tuileries.

O L'Orangerie é um museu pequeno e não está na lista dos mais famosos de Paris e por isso, na minha passagem pela cidade, eu acabei o deixando de fora do meu roteiro. Mas fiquei meio que arrependida. Passei ali em frente quando saí da Place de La Concorde e atravessei o Jardin des Tuileries em direção ao Louvre. Mesmo sabendo que é no L'Orangerie que se encontram os imensos e famosos painéis das Ninfeias, de Monet, obra que levou 12 anos para ser completada, eu não entrei.

Saí de Paris com a sensação de que deveria ter feito a visita ao pequeno, mas impressionante, museu. Pois é nele que se encontra parte do que há de melhor da arte impressionista da cidade.

Bom, no ano seguinte a minha filha voltou a Paris com a minha mãe e eu incluí no roteiro delas a visita ao L'Orangerie e pedi que me mandassem fotos. Era uma forma de eu me sentir um pouco lá com elas.

Agora nessa quarentena eu fiz a visita virtual. Entrei no salão oval onde estão os painéis da série Ninfeias,


Fiz a visita virtual e aproveitei para rever as fotos enviadas pela Ana Luiza.



São oito painéis pintados por Monet após a Primeira Guerra Mundial. O objetivo dele com essas obras era proporcionar uma contemplação pacífica e que fosse como poesia para o olhar. Realmente são lindos, impressionantes, e mesmo virtualmente passam essa mensagem.


O painéis retratam plantas aquáticas com iluminação diferentes, algumas ao amanhecer, outras ao entardecer.




Monet se inspirou nos jardins de sua propriedade em Giverny, principalmente sua ponte japonesa sobre um lago repleto de Ninfeias.


A visita virtual nos permite contemplar o conjunto das telas nos distanciando e tendo uma visão ampla. Assim como chegar bem perto e ver os detalhes. 


Digo que a visita virtual é interessante para conhecer, mas não é como a experiência de estar dentro do museu e realmente próxima às obras, frente a frente. 


Mesmo a sensação de ter o museu só pra gente faz sentir falta do barulho dos outros visitantes, daquele turista que surge na nossa frente justamente quando conseguimos o enquadramento da foto perfeita. 


O acervo do Museu L'Orangerie vai além dos famosos e imensos painéis das Ninfeias de Monet. O museu conta também com exposições temporárias e pinturas permanentes do período de 1880 a 1930, com obras com obras de artistas renomados como Paul Cézanne, Henri Matisse, Pablo Picasso, Renoar, Soutine, Amadeo Modigliani.

Porém no tour virtual eu consegui acessar apenas o salão oval das Nimphéas, que é a grande atração desse museu. Até achei a acesso ao andar de baixo onde fica a coleção Walter-Guillaume com as demais obras, mas o site não desce as escadas.

Nas fotos enviadas pela Ana Luiza encontrei essa de uma das salas do L'Orangerie.



Uma curiosidade sobre o L'Orangerie é que o prédio que abriga o museu foi construído em 1852 e servia de abrigo de inverno para as laranjeiras do Palácio das Tulherias, – isso explica o nome do museu.

Eu fiz a visita virtual através do Google Arts & Culture buscando por Museu L'Orangerie, neste link https://artsandculture.google.com/partner/musee-de-lorangerie.

Bem que este post podia fazer parte do projeto #100em1, né?



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segunda-feira, 23 de março de 2020

A Pessoa em Quarentena


A pessoa desce para pegar pizza lá na portaria. Leva o álcool gel no bolso e o cartão na mão. Chega à portaria o prédio. Bora limpar as mão! Pega o álcool com uma mão, na outra estava o cartão. Pra limpar as mãos coloca o cartão na boca. Percebe a cagada que fez. Pânico. Grita. O cartão cai no chão, pega com a única mão livre. Cartão na boca, cartão no chão, mão no chão, cartão na mão. Percebe que a cagada ficou maior. Desespero. Passa álcool gel nas mãos, na boca, e encharca o cartão. A Pizza chega. Passar o cartão na maquinha para realizar o pagamento (antes pensa em passar álcool gel nas teclas da máquina, mas rejeita a ideia). Dá falha. Excesso de álcool gel no chip. Esfrega cartão na blusa. Consegue pagar a pizza.

Começa outra saga. 

Limpa botão do elevador pra deixar desinfetado para o próximo, não toca na maçaneta, abre caixa, lava mão, troca de roupa, tira a pizza da caixa, joga caixa no lixo, lava mão, limpa onde a caixa foi apoiada, toma banho. Ufa! Finalmente senta para comer a famigerada pizza. Com medo de ter corninhas ao redor. O que é maior? O medo, a fome, o medo da fome?

E pensar que até outro dia, naquele universo que a pessoa vivia antes dessa pandemia, pedir uma pizza era algo tão simples e corriqueiro. Agora parece mais um jogo dos sete erros. 

Mas bora ficar em casa. Levar a quarentena à sério, que vamos sair desse universo paralelo e voltar pro nosso mundo. Mas ele vai estar diferente. E pode estar melhor. Espero que esteja melhor de alguma forma. Depende de nós.






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sábado, 21 de março de 2020

Semana 11 de 2020 - Primeira semana de Quarentena

Primeira semana de isolamento social para conseguirmos controlar a pandemia provocada pelo Covid-19. Confesso que foi difícil para mim. Já esperava sentir dificuldade, mas imaginei que seria mais fácil.

Os meus dias, as minhas semanas, têm muito movimento. Eu faço muitas coisas, convivo com muitas pessoas, mantenho contato com os amigos, desfruto as belezas ao me redor. Por isso eu já sabia que sentiria o isolamento.

Por outro lado, por eu ter muitos interesses como pintar, cozinhar, assistir a filmes, ler livros, escrever no blog, achei que conseguiria movimentar os meus dias em casa e assim passaria por esses dias de quarentena com mais facilidade. Mas não foi bem assim durante essa semana.

Comecei bem. Maratonei a 3a temporada da série "Elite" com a filha mais velha. Já tínhamos assistido juntas as duas temporadas anteriores.
Essa temporada segue a mesma fórmula das duas primeiras temporadas e mesmo assim mantém o ritmo trazendo temas importantes para debate, mistérios, tensão, romances e reviravoltas.

Agora Paolo, o verdadeiro assassino de Marina, retorna à escola após um período na prisão. Como a arma do crime (devidamente escondida por Cayetana) não foi encontrada, o boy riquinho foi liberado. Isso causa revolta nos demais alunos que tornam os dias de Paolo na escola bem difíceis. A presença de Paolo na escola traz complicações para os alunos nesse ano de formatura, justamente quando mais precisam retomar o controle de suas vidas, esquecerem do passado e focarem no futuro.



Fiz um curso online, afinal fazer treinamentos, se atualizar, está na lista das dicas para ocupar o tempo durante a quarentena. Manter a mente ativa, aprender algo novo, dá a sensação de estar tornando o tempo produtivo. 

No primeiro dia útil ainda tive que ir ao escritório para pegar o equipamento para o home office. Aproveitei para apreciar a vista meio em clima de despedida temporária. Ainda víamos alguns turistas circulando na Catedral Metropolitana do Rio, mas o movimento já estava bem reduzido.


Daí para frente foi de adaptação. Transformar a sala de casa em um espaço de coworking. Eu e marido trabalhando e as filhas estudando. Todos em casa. Lado a lado. Neste aspecto está bem interessante compartilhar esse momento com a família. Estou orgulhosa e feliz de como estamos conduzindo com tranquilidade esse convívio tão próximo e constante. 

Por outro lado, de um dia para o outro, a mesa das refeições se tornou mesa de estudo, algumas mudanças na estrutura da casa foram necessárias. Precisamos nos adaptar a essa nova rotina e fluxo dentro de casa.



Falando em rotina, mantê-la é fundamental para o esquema de home office. Consigo acordar no horário, me arrumar como se fosse sair para trabalhar e assim estar pronta para chamadas de vídeo a qualquer momento. Isso é bom! Ajuda também a manter a autoestima e a motivação. 

Porém o meu controle da rotina parou por aí. Não consegui fixar o horário de almoço. Me peguei almoçando às 16 horas de frente para o computador. 



A pausa do almoço no trabalho é o momento em que eu saio com as pessoas para conversar, encontro amigas, conheço um restaurante novo, experimento um prato diferente, vou a uma exposição em algum Centro Cultural ou faço um breve passeio turístico. Em casa, sem esse estímulo eu estava deixando essa pausa passar despercebida. Resolvi então preparar a mesa com cores.


E fazer almoços na varanda para animar e ter a sensação de estar fazendo algo diferente.


Os dias passaram e eu me dei que também não tinha fixado a minha rotina de final de expediente. Acabei trabalhando até tarde todos os dias. Com isso não assisti a filmes, não li livros, não escrevi no blog, nem pintei.

Por isso eu digo que senti mais do que eu esperava sentir essa primeira semana de isolamento. Não tinha vontade de fazer as coisas que estavam disponíveis. Parece que tudo o que me interessava e despertava estava do lado de fora. Lá onde eu não posso ir por enquanto. 

Decidi mudar para a próxima semana. Vou finalizar a pintura do jogo de inox que comecei e não dei continuidade. Vou cuidar para manter a rotina de trabalho e disponibilizar tempo para o lazer. 


Espero que os próximos dias de quarentena tão necessários sejam mais bem aproveitados e que as pessoas realmente foquem em ficar em casa, em sair somente em casos extremamente necessários, em cuidar de si e dos que estão ao seu redor com responsabilidade. Assim sairemos dessa pandemia mais rapidamente. 


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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quinta-feira, 19 de março de 2020

Parque National Mall em Washington - passeio de Bate e Volta de Nova York


Eu normalmente não gosto desses passeios de bate e volta em algum lugar. Acho que são corridos e não dá para aproveitar o lugar como ele merece. Essa era a minha dúvida: estando em Nova York eu deveria dar um pulinho em Washington? Será que eu não perderia um dia precioso na Big Appel cheia de atrações para passar de passagem pela capital Norte Americana? Dúvida martelando... acabei decidindo fazer o passeio. Teríamos um dia para Washington!

Aí veio a segunda dúvida: faríamos o passeio independente ou contrataríamos um desses passeios de grupo. Normalmente prefiro fazer de forma individual e no nosso tempo, decidindo o roteiro conforme o nosso interesse, Mas acabamos contratando um passeio em grupo. E agradecemos por essa escolha. No dia estava muito frio e precisaríamos sair de Nova York muito cedo. Se o passeio fosse por nossa conta teríamos desistido.

Lá fomos nós para um dia em Washington. Fizemos algumas paradas estratégicas e o ponto turístico mais surpreendente National Mall. Calma, não é um shopping. É um parque! Juro que quando a guia da excursão avisou que o National Mall estava no nosso roteiro eu logo pensei: "não acredito que tendo apenas um dia em Washington iremos gastar tempo em um shopping!". Já deu para ver que eu fui no bonde da excursão, não pesquisei nada sobre a capital dos states. Total alienada da situação. Sabia da Casa Branca, do Pentágono, do Capitólio, dos monumentos, e olhe lá.

O Parque National Mall me surpreendeu!  É um parque nacional que consiste num corredor extenso que vai do Capitólio até o Lincoln Memorial. São  4 km de extensão com muita atração e muitos cenários de filmes. É bem o retão que está marcado em rosa no mapa. A área verde com o lago na parte de baixo já é outro parque, o West Potomac Park. E a parte verde acima do obelisco, onde tem a Casa Branca, é President's Park.


O que visitar no National Mall em Washington



O National Mall concentra quase todas as atrações mais famosas de Washington. É com certeza a área mais visitada da cidade. O parque, além da área verde, banquinhos, árvores, coisas de parque mesmo, tem vários monumentos importantes e cheios de história, e é cercado por diversos museus.

Nós começamos o nosso passeio no National Mall pelo Lincoln Memorial. 


Um monumento imponente, inspirado no Paternon de Atenas, na Grécia, que é símbolo da democracia. O Lincoln Memorial foi construído para homenagear o 16º presidente do Estados Unidos, Abraham Lincoln, o presidente mais famoso dos EUA (ele até está impresso na nota de U$5) e um grande defensor da democracia. 

Ao chegar ali juro que eu não sabia se subia as escadas para ver o Lincoln Memorial famoso por discursos históricos e pela cena do filme "Uma Noite no Museu 2" ou se ia para o espelho d'água da cena marcante do filme Forrest Gump.



Uma coisa de cada vez, né? Começamos pelo Lincoln Memorial. Subindo as escadas chegamos no marco da manifestação de direitos humanos onde qual Martin Luther King, em 1963, disse a famosa frase "Eu tenho um sonho".


A cada degrau em direção ao interior do Lincoln Memorial eu olhava para trás para contemplar o Reflecting Pool que separa o National World War II Memorial do Lincoln Memorial. A vista sempre alcança o maior obelisco do mundo, o Washington Monument. De pendendo do nosso posicionamento dá para ver até o Capitólio, ou seja, toda a extensão do parque.


Lá no alto, já dentro no memorial está a estátua de Abraham Lincoln. É impressionante o tamanho deste monumento.

O que visitar no National Mall em Washington


Descemos as escadas contemplando a vista, chegamos mais perto do espelho d'água e fomos dar uma olhada em outros monumentos próximos.

O Korean War Veterans Memorial, o Memorial aos Veteranos da Guerra da Coreia é impactante. São esculturas de 19 soldados representantes dos ramos das forças armadas como o Exército, a Marinha e a Força Aérea, que refletidas no muro de granito se tornam 38, representando assim o paralelo que divide a Coreia do Sul e do Norte.

O que visitar no National Mall em Washington


A outra parte bem impactante é a parede de granito criada por Louis Nelson com milhares de fotos recolhidas dos arquivos nacionais de soldados que combateram na Coreia. Na ponta do triângulo está o círculo da Piscina da Recordação com bancos e árvores. Uma frase que está inscrita no Memorial fica na memória: "Freedom is not free". O outro lado do triângulo está o o Muro das Nações Unidas, que lista os 22 países membros da ONU que contribuíram para o esforço da guerra. O Brasil não está nessa lista.

O que visitar no National Mall em Washington

São muitos memoriais no National Mall. A vontade era de ver todos, mas não teríamos tempo suficiente. O ideal seria ter um dia só para este parque. Então tivemos que fazer nossas escolhas.  Seguimos para o Vietnam Veterans Memorial.

Memorial  que homenageia os integrantes das forças armadas dos EUA que lutaram, morreram em serviço ou foram considerados desaparecidos em ação nessa que foi uma das guerras mais controversas que teve participação dos Estados Unidos, a Guerra do Vietnã.

O Memorial aos Veteranos da Guerra do Vietnã é dividido em três partes: a Estátua dos Três Soldados, o Memorial das Mulheres do Vietnã

O que visitar no National Mall em Washington

e o famoso e um dos mais visitados do parque, Muro do Memorial aos Veteranos do Vietnã. Uma parede preta, lista, sem decoração (o que não agradou ao público inicialmente) com os mais de 58 mil nomes dos americanos mortos durante a guerra, listados em ordem cronológica de sua morte.

O que visitar no National Mall em Washington

E como o visitante que veio buscar conforto e homenagear alguém? Tem esse livro com os nomes em ordem alfabética indicando a localização do nome na parede. 

O que visitar no National Mall em Washington

Como falei são muitos memoriais e tivemos que passar batidas pelo Memorial a Franklin Delano Roosevelt, Memorial de Thomas Jefferson que estava em reforma, Memorial de Martin Luther King, Jr..

Continuamos nossa visita no parque em direção ao Capitólio. Passamos Memorial da Segunda Guerra Mundial que possui 56 pilares representando os estados e territórios americanos, além de dois arcos que simbolizam o oceano Atlântico e Pacífico.

Vimos mais de perto o Monumento a Washington, o maior obelisco do mundo com 169 metros de altura, aquele que avistamos desde o Memorial Lincoln. Esse monumento é famoso por famoso por ser sempre destruído em cenas de filmes.

O que visitar no National Mall em Washington


O National Mall realmente merece mais tempo. Dá para subir no Monumento a Washington pegando o elevador no térreo. Ele sobe 149 metros em 70 segundos e lá podemos ver uma exposição e ter  uma vista encantadora da cidade. Mas infelizmente isso não estava no nosso programa. Lamentável.

De qualquer forma é compreensível, pois para conseguir o ingresso deve-se comprá-lo com antecedência pelo site (ele abrem com 90 dias de antecedência) ou chegar muito cedo e enfrentar fila no quiosque.

Seguimos para a outra parte do parque que vai do Monumento a Washington ao Capitólio e eu só imaginando como seria a vista do parque lá do deck de observação no alto do obelisco...

O que visitar no National Mall em Washington

Esta área do parque, uma grande alameda, que concentra nada mais, nada menos do que 10 museus da Smithsonian Institution. Todos gratuitos. Ali está a National Gallery of Art, com obras de arte que encontramos lá são de grande expressão na história da arte. Ao  está o Jardim de Esculturas da National Gallery of Art. Vontade de ir em todos. Ver tudo.

Tendo um só para National Mall já não temos como ver nem a metade, imagina com um dia para toda a Washington? Então, precisamos escolher! Fomos na indicação da excursão que ir ao National Air & Space Museum, que é um dos mais visitados do mundo e únicos. Não temos esse tipo de museu espalhados por aí. 

O que visitar no National Mall em Washington

Em seu acervo podemos ver o “avião” Flyer, dos irmãos Wright; o módulo de comando da Apolo 11 que levou o homem à lua e nos lembrarmos das cenas do filme; trajes espaciais; uma pedra da lua ; caças da força aérea americana; foguetes; materiais de cálculos de antigos (me lembrei desses instrumentos que tinham na minha casa, pois meu pai é piloto); uma área para experimentos de Física, entre muitas outras coisas. Um museu bem interessante e imperdível para quem viaja com crianças. A Sofia se encantou com a lojinha e comprou um meia do físico mais famosinho, o Einstein e um livro sobre a Teoria da Relatividade.

O que visitar no National Mall em Washington

Após a visita ao museu seguimos para finalizar o nosso passeio pelo National Mall no lado oposto de onde começamos.

O que visitar no National Mall em Washington
 
No Capitólio.



Esse é o 11º post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.


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domingo, 15 de março de 2020

A Semana 10 de 2020 - pré Corona


Essa semana começou com a preocupação com o Corona vírus, porém ainda sem orientações de restrições sociais.

Teve comemoração do aniversário de um ano do meu sobrinho. Uma comemoração simples, apenas família em um café da manhã.



Assisti em casa ao filme "As Golpistas", baseado na história real de quatro strippers que tendo a vida afetada durante e após a grande crise de Wall Street, buscam novas maneiras de "aquecerem" o mercado do sexo usando o mesmo princípio, a princípio, dos seus clientes (os homens do mercado financeiro) que haviam quebrado o país. Um filme muito bom que fala de sobrevivência, de se reinventar e acima de tudo de união e empatia entre mulheres. 



Sinopse: Em entrevista concedida a Elizabeth (Julia Stiles), jornalista da New York Magazine, a ex-stripper Destiny (Constance Wu) conta em detalhes como conseguiu o emprego e conheceu Ramona (Jennifer Lopez), ícone do meio que logo se tornou sua grande amiga. Devido à crise financeira que abalou Wall Street em 2008, Destiny e Ramona viram o declínio na quantidade de clientes na boate em que trabalham afetar sua própria rentabilidade. Com isso, decidem elas mesmas iniciar um plano onde, juntamente com algumas amigas, vão atrás de homens em restaurantes para, após dopá-los, faturar em cima de seus cartões de crédito.

Retornos de viagem rendem muitos assuntos, e como rendem. Fui encontrar com uma amiga, almoçamos juntas e contamos sobre nossas viagens. Eu voltando do Marrocos e ela do Egito. 


Fui a cabine de imprensa do filme nacional "Três Verões" que acabou tendo a estreia adiada por conta das medidas de restrições sociais para conseguirmos achatar a curva de contaminações pelo Corona vírus. 

O filme tem a proposta de mostrar os impactos da Lava Jato nas pessoas que estão ao redor dos envolvidos. Mostra como a prisão de um dos envolvidos afeta a vida dos empregados que trabalhavam pra ele. Pessoas simples, que não estavam envolvidas nas corrupções e lavagem de dinheiro, que não se beneficiavam desse dinheiro, porém são prejudicadas e impactadas. 

Mesmo sendo uma comédia que tenta levar o tema para outro foco eu achei o filme chato. Não trouxe a relevância do assunto e ainda fez de uma forma que os empregados pareciam meio idiotizados. 







Sinopse: "A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma caseira e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.".

Consegui ir na pré-estreia da comédia francesa "As Primeiras Férias Não Se Esquece Jamais". Hilária. Adorei o filme.


Fui com uma amiga relaxar, descontrair, contar histórias, desabafar e ainda conhecer o bar descolado com cardápio com comidinhas e coquetéis especiais, "Quartinho".



Assisti ao filme "Por Lugares Incríveis" e me surpreendi. O filme é ótimo, emocionante e aborda um tema muito importante como os problemas de saúde mental.





Sinopse: Violet Markey (Elle Fanning) e Theodore Finch (Justice Smith) têm suas vidas transformadas para sempre quando se conhecem. Juntos, eles se apoiam para curar os estigmas emocionais e físicos que adquiriram no passado.


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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