Que as minhas filhas me estimulam a cada dia isso eu não tenho a menor dúvida. E o melhor é ser estimulada a fazer coisas que eu nunca tentei fazer.
Por exemplo, as minhas habilidades culinária eram muito poucas. Eu cozinhei um pouco quando criança, por volta dos 10 aos 15 anos de idade, e depois parei. Eu tinha até me esquecido dessa fase de interesse culinário. Mas quando a Ana Luiza começou a comer eu despertei para a forma de preparo doa alimentos. Primeiro porque eu quis fazer as papinhas delas, queria apresentar novos sabores. Tive vontade de experimentar. Hoje me interesso por receitas, por cursos de culinária e faço pratos que eu jamais imaginei que faria. Até arrisco umas comidas divertidas. Isso pra quem nunca tinha feito um arroz até as filhas começarem a comer (na época de criança eu fazia panquecas, empadas, biscoitos, bolos e doces).
A Ana Luiza sempre gostou de ler e escrever. Teve uma fase dela pequena que dizia que ia ser escritora. E foi nessa época que ela cismou que queria ler histórias feitas por mim. Mas como assim? Eu não sei fazer histórias! Mas mãe estimulada por filho se vira nos trinta, né? E até fiz algumas histórias para a Ana Luiza ler como "Fadas do Arco-Íris", que eu postei AQUI. Me arrisquei até a fazer algumas histórias abordando o conteúdo escolar.
Foi através da Ana Luiza também que eu conheci a palavra blog e foi ela quem me estimulou a ter o Inventando com a Mamãe. Falei disso nessa matéria no IG sobre Geração Z e para o jornal de Goiás e Tocantins.
A Sofia gosta muito de desenhar e pede para que eu faça desenhos para ela. O problema é que desenho nunca foi o meu forte. Só sei fazer aquele desenhoda casa com uma árvore ao lado e um jardim na frente. Aquele desenho bem infantil, sabe? Aquele que remete à infância. Mas a Sofia não se contetou, disse que eu desenho bem demais e que eu posso desenhar qualquer coisa que ela vais gostar.
Então, com esse incentivo todo fiz as casas.
Arrisquei algumas árvores.
Aproveitei um elemento do jardim.
Colori os mesmo cogumelos.
O importante as histórias e os desenhos feitos por mim deixam as minhas filhas felizes. E o melhor, fazem em me sentir feliz por isso.
A maternidade me estimula constamente a ser uma pessoa melhor do que eu fui ontem. As minhas filhas me incentivam a arriscar, fazer coisas que eu não faria.





















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