domingo, 23 de julho de 2017

A Semana 29 de 2017 - Simplesmente Grata



A semana, conforme eu considero para os posts aqui no blog, começou com o aniversário do marido. Comemoramos em família e com alguns amigos, mas não teve fotos. Desconectamos para nos conectarmos, saca?! Sem fotos, apenas deixando fluir. Algumas vezes esse desligamento faz bem. Faz muito bem.

Outra coisa que me faz bem é sentar no sofá sem compromisso e me envolver em uma história leve e divertida. Dois filmes me fizeram viajar e relaxar nesta semana.

"A Gaiola Dourada" -  uma comédia luso-francesa que fala da imigração de portugueses para a França. Me interessei pelo tema, já que aqui na família temos descendentes de imigrantes portugueses direto. Gostei muito do filme. Ajudou a passar a noite esperando a filha chegar da balada com mais tranquilidade.


Sinopse: "Maria e José Ribeiro são um casal de imigrantes portugueses na França, morando em um bairro nobre de Paris. Há mais de trinta anos ela trabalha como síndica, e ele como zelador, sendo respeitados e admirados pelos moradores do local. Um dia, no entanto, uma herança inesperada proporciona aos dois a oportunidade de sair da pequena casa onde moram e voltar a Portugal, onde levariam uma vida luxuosa. Mas os habitantes do prédio não estão prontos a abandonar os preciosos serviços de Maria e José, e vão usar todas as armas necessárias para mantê-los no local.".

"Sabores do Palácio" -  eu adoro comédia francesa e adoro filmes de culinária. Juntando os dois em um só não tem como eu não gostar. E este ainda é baseado em história real.


Sinopse: "Hortense Laborie (Catherine Frot) é uma respeitada chef que é pega de surpresa ao ser escolhida pelo presidente da França para trabalhar no Palácio de Eliseu. Inicialmente, ela se torna objeto de inveja, sendo malvista pelos outros cozinheiros do local. Com o tempo, no entanto, Hortense consegue mudar a situação. Seus pratos conquistam o presidente, mas terá sempre que se manter atenta, afinal os bastidores do poder estarão cheios de armadilhas.".

Os dias de inverno estavam lindos no Rio de Janeiro e nós aproveitamos o período de férias para curtir uma segunda-feira na praia. Ir à praia em plena segunda-feira na sua cidade é algo tão incomum que dá até uma sensação de aventura, de estar jogando tudo pro alto, tipo ligando o "foda-se", sabe? Muito bom!


Começamos na Praia de Copacabana e depois fomos ver como estava a Praia de Ipanema. 


Vantagens de se morar em uma cidade com tantas opções de praias uma próxima a outra. 

Bom, contamos tanta vantagem em relação ao inverno no Rio, que o resto da semana foi de frio e chuva. Mas nem por isso deixamos de aproveitar. 

Fiz um almoço especial e bem caprichado para a família. Teve salada de entrada, arrumada com cuidado, bem colorida com muitas folhas (alface crespa, alface roxa crespa, folha de beterraba baby, rúcula), alfafa, cenoura ralada, palmito, tomatinhos e milho. Batata insana, dica da @cozinhadoquintal_oficial e o frango Alice Spring que seria do Outback, mas eu peguei a receita com a Lelê @eueleeascriancas.
Aí me perguntam se eu sei cozinhar. Sei pegar receitas, inventar, arriscar. E se é para fazer, eu ligo o som, coloco um sorriso no rosto e bora lá fazer no capricho.


Conferi a cabine de imprensa do filme "Os Meninos Que Enganavam Nazistas" que entrará em cartaz em 03 de agosto. Um filme emocionante com uma história linda contada com beleza. Fala de sobrevivência, de solidariedade e de amor em tempos de horrores de guerra. Farei um post sobre o filme que pretendo rever com a família toda.


Estive no evento da Net que apresentou o "Multitelei" novo conceito de comunicação da marca. Gostei bastante da proposta e de estar com amigas blogueiras. 


Levei a Sofia e uma amiga ao cinema para assistirem ao filme "Homem Aranha: De volta ao Lar". O filme agrada a turma jovem, já que o escalador de paredes é um adolescente com as crises típicas da idade. O legal é que esta versão não recontou, isso seria a terceira vez no cinema, a origem do personagem.
Como as meninas queriam experimentar a tal cadeira D-Box, lá fomos nós. Bem sem graça. Não vale a pena pagar mais para ficar tremendo. 


São momentos assim que fazem a vida ter significado. Momentos simples em família, com amigos, em contato com a natureza, fazendo coisas que gostamos, ouvindo e contando histórias. Sou grata por reconhecer que tenho muito a agradecer. Simplesmente grata.

Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.




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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Filha adolescente com aparelho nos dentes eu tenho


Quando eu era criança, ou melhor, pré-adolescente, ou melhor, criança mesmo porque naquela época não tinha essa de pré-adolescente, o uso de aparelho nos dentes era para poucos. Poucos recebiam a recomendação. Somente os casos mais gritantes de dentes para frente, ou dentes trepados, ou boca torta, eram indicados ao uso da boca de ferro. E desses poucos indicados, pouquíssimos tinham condições financeiras para bancar o sorriso metálico. A parada era cara, muito cara.

Poucos usavam aparelhos ortodônticos, mas muitos sonhavam com eles. Eu, que tinha os dentes muito certinhos, não tinha indicação para o tal sorriso metálico, mas sonhava com ele. Sonhava com os dentes prateados brilhando com o sol. E para realizar um pouco do que habitava o meu imaginário, eu como muitas crianças daquela época, cobríamos os dentes com o papel alumínio que embalava os chocolates. Sim, os chocolates vinham embalados em um papel alumínio fino dentro da embalagem bonita que era de papel. E era com esse alumínio, que eu primeiro alisava cuidadosamente com a unha e depois grudava aos dentes, que eu ganhava o tão sonhado sorriso prateado.

Contei essa história para a Sofia agora que ela teve que colocar o aparelho fixo. Não só contei, como fui lá na cozinha, peguei um pedaço de papel alumínio, forrei os dentes e entrei no quarto com o sorriso arreganhado. E o que eu ouvi ao terminar de contar as minhas aventuras com dentes prateados e fazer a minha performance?

- Cara mãe, você só pode ser muito doida mesmo. Sonhar em usar aparelho... Sem noção! Muito louca. É horrível ficar com esse troço na boca.

Dói o coração ver a filha nesse sofrimento. Porque o sofrimento é genuíno. Quando um adolescente recebe aparelhos, ouvir que eles têm que usá-los por um ano ou dois ou três é equivalente a dizer a esse adolescente que eles têm que usá-los para o resto de suas vidas.

A Sofia já sabia há muito tempo que ela iria fazer uso da engenhoca. Ela desde cedo teve os dentes para frente e separados. A princípio a dentista não entendia essa prospecção dos dentes pra frente já que ela não tem arcada de pessoa dentuça. Será a língua que empurra os dentes para frente? Vai para fono. Não, pelo contrário, a língua é curta e por isso ela tem a fala cebolinha. Corta freio? Vai para otorrino. Não corta freio da língua, mas corta freio do lábio superior. Este que é curto e, além de separar os dentes os puxa para frente. Vai na pediatra confirmar. Não corta freio nenhum, procura outro otorrino e outra fono. Conclusão da avaliação dentista-fono-otorrino-pediatra: freio da língua curto sim (causa da fala cebolinha) e lábio superior flácido (pode ser a causa dos dentes para frente). Fono para as duas situações.

Problema da língua e do lábio resolvido, mas os dentes continuam para frente e indo mais pra frente ainda. Então vamos usar aparelho móvel de contenção, mas provavelmente terá que usar aparelho fixo mais tarde. Ok. Aparelho móvel usado, dentes no lugar. Tira o aparelho móvel, coloca uma contenção fixa atrás dos dois dentes da frente para não voltarem a separar e observa por um ano. Mas muito provavelmente terá que usar aparelho fixo.

Então, a Sofia já sabia que iria usar aparelho fixo, mas mesmo com essa preparação por anos na hora efetiva, bateu o sofrimento.  É difícil, sim, esse primeiro momento de se olhar no espelho e ver o próprio sorriso modificado.

- Vou ficar horrorosa, não vou rir por dois anos...
- Quantas amigas na sua sala já usam aparelho?

Veio uma lista que encheu os dedos de uma mão das que já usavam e mais uma lista que encheu os dedos da outra mão das que vão colocar o utensílio ainda este ano.

Quando eu era criança quem usava aparelho estava praticamente sozinho. Era um ser único quase que em toda a escola. Hoje, como muitos usam, é mais normal. Ninguém fica sendo diferentão, esquisito, porque está de aparelho. Se por um lado se perdeu o charme do sorriso com dente trepadinho, todos ficam com arcadas perfeitas e por vezes me parecem até meio artificiais, por outro os "aparelhados" são uma turma. Podem contar como é usar aparelho, trocar dicas, e até combinar o uso dos elásticos coloridos. Ah, os elásticos coloridos. A mãe aqui quase pirou com os elásticos coloridos. Agora, já adulta, bem adulta, diga-se de passagem, até sonhei com uma arcada arco-íris. Imagina?! Um elástico de cada cor, nas cores do arco-íris. Um mês pode começar com vermelho nos dentões da frente e ir colocando laranja, amarelo, verde, azul turquesa, azul escuro e lilás para dentro. No mês seguinte começa com o lilás na frente e vai colocando as outras cores para dentro da boca... E tome de sonhar com as diversas opções de sorrisos coloridos. Cara, ainda pode combinar com a cor dos cabelos?! Já pensou?!



- Sério mãe, você sé muito doida mesmo. Sonhar em usar elásticos coloridos. Sem noção! E ainda combinar com a cor do cabelo. Muito louca. Eu sou vou colocar elástico transparente!

Aff, que desperdício! Ah, eu podendo usar aparelho e ainda com elásticos coloridos...

- E como eu vou beijar? Ninguém vai querer beijar alguém de aparelho. Deve ser horrível beijar alguém de aparelho!

Dói o coração ver a filha nesse sofrimento.

Lá vou eu contando mais história. Que nada! Todos ficam com curiosidade de beijar alguém de aparelho. E querem ter essa experiência. Eu mesma quando era adolescente tinha a maior curiosidade de beijar algum menino de aparelho. Tanta, mas tanta curiosidade de saber como era que o primeiro e único menino que eu beijei sem gostar dele, do menino, foi porque ele usava aparelho. Pensando bem foi o primeiro, mas não foi único, mas essas são outras histórias. E olha que eu me lembro o nome dele até hoje, Dico. Aliás, não me lembro do nome, só do apelido. Mas me lembro dele e desse dia. Eu e mais três amigas estávamos muito, mas muito curiosas para saber como era beijar um menino de aparelho. Mas tão curiosas que tomamos coragem e falamos isso para ele. Aí o Dico, menino de bom coração (tom de ironia), topou nos ajudar. Disse que se a gente quisesse ele beijava todas! Não podíamos perder esta oportunidade. Não sabíamos quando iríamos conhecer outro menino de sorriso metálico. Tomamos mais coragem, coração acelerado, nervoso na barriga, sorriso de quem estava aprontado no rosto e fizemos uma fila. E o Dico mandou um beijão em cada uma.

- Que nojo mãe! Você é muito doida!
- Mas eu fui a primeira da fila. E o beijo do Dico com aparelho era a mesma coisa de beijo sem aparelho.
- Sério mãe, eu vou mesmo ter que ficar com esse treco na boca por dois anos?!

Dói o coração ver a filha nessa sofrência.

Vai minha linda. E você vai se acostumar, se adaptar. Hoje pode parecer uma eternidade, mas você vai ver que passa rápido. Você vai sorrir como sempre sorriu, vai beijar. Já que tem que usar esses ferrinhos loucos, use e abuse! Divirta-se! Aproveite! Troque as borrachinhas à vontade. Seja meio louca e construa histórias para contar.


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Meus jogos americanos - Mesa para alegrar

Quem me acompanha aqui no blog, ou pelo Instagram @InventandoMamae, ou ainda pela página no Facebook "Inventando com a Mamãe" já sabe o quanto eu gosto de arrumar a mesa para as refeições e do quanto eu gosto de fazer pinturas.

Então, juntando os dois gostos, eu andei pintando uns jogos americanos, que eu já mostrei em várias fotos, para colorir as refeições aqui em casa. Acontece que eu não os tinha mostrado aqui no blog.

Como nesta semana eu arrumei uma mesa para receber duas amigas para um lanche e fiz algumas fotos, vou aproveitar e deixar o registro aqui.

Fiz este azul com seis peças que são pares, ou seja, tem três combinações de cores na mesma cor de fundo (azul) e na mesma estampa.


Dois são em azul.


Dois em verde.


Dois em amarelo.


Arrumei a mesa com apenas três deles, sendo um de cada cor.


Mas sabe que me bateu a maior dúvida de qual usar?! O azul, ou o colorido? Este colorido foi o primeiro jogo que eu pintei nas aulas da professora Odila Freire. São quatro peças com a mesma estampa, que é diferente da estampa do jogo azul, porém em cores diferentes.


Um goiaba.


Um lilás.


Um verde. E o outro amarelo que ficou de fora desta vez.


Bom, acabei optando pelo azul. Por quê? Porque, na verdade, eu já tinha os jogos americanos há algum tempo. Mas para este lanche eu pintei umas garrafinhas de leite de coco para deixar a mesa mais enfeitada e colorida ainda. 


E fiz a pintura pensando em compor com o conjunto azul.


Não ficou lindo?



Foi depois de prontas, para minha alegria, que eu percebi que elas ficavam bem com os dois jogos.  
De qualquer forma fiquei na ideia inicial desta vez. Mas já estou pensando em outros lanches com amigas para variar as minhas combinações. 

Outras peças que pintei com a técnica Odila Freire:




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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Não basta fazer a foto, tem que ser Tumblr



Vai chegando a fase da adolescência dos filhos, tão temida pela maioria dos pais, já naqueles anos conhecidos como pré-adolescência ou tweens, e as mudanças no comportamento vão ficando claras e às vezes assustadoras, por outras surpreendentes.

Uma das características que surge é o interesse por música. Ouvem música o tempo todo, conhecem todos os lançamentos, as top das paradas, todos os músicos e cantores. E dos gostos mais variados e, inclusive, os duvidosos. Sim, duvidosos para os pais. Sabe aquelas músicas que a gente não deixava tocar nas festas dos nossos filhinhos?! Então, eles passam a ouvir o dia inteiro e diretamente nos tímpanos. E eu vou falar, ouvem tanto, mas tanto, que até nós pais nos pegamos cantando algumas. Pra falar a verdade eu até passei a gostar de muitas delas, cantar e dançar. Enlouqueci ou estou vivendo o papel de mãe de teen ou tween? Eu me pergunto.

Outro ponto é a briga com a tal câmera fotográfica. Sabe aquela menina fofa que adorava fazer poses pra mãe tirar fotos? Mudou de casa, só pode. E aquele que até vestia fantasias para posar nas fotos? Sumiu! Foi abduzida. O terror com a câmera fotográfica da mãe é tão grande que eu às vezes até penso que traumatizei a criança. Mãe gosta de um culpa, né?

Agora ais difícil do que conseguir fazer uma foto e uma filha teen é fazer uma foto para uma filha teen. Vou explicar. Quando eu, mãezinha amada do coração, que fazer uma foto a resposta é não e pronto! Imploro, suplico, chantageio, faço drama, uso todos os meus artifícios teatrais e não rola. Simples assim. Não tem foto.

Mas quando elas me pedem para bater uma foto delas, aí eu tremo nas bases. Missão impossível! Só para deixar claro que nestes casos eu vou fazer a foto no celular delas para que não corra o risco de eu postar sem a devida autorização.

Bom, nesta missão impossível, mesmo que eu faça cinquenta clics da mesma pose pegando ângulos variados, eu nunca acerto. Para aliviar um pouco o meu lado, eu acho que nenhuma mãe de teen acerta. Mesmo sendo fotógrafas! Não temos essa habilidade. Se alguma tem, pelamordedeus, me ensina, me explica, me ajuda.

Além de termos que fazer a foto na agilidade (anda, mãe! Você é muito lerda para tirar uma foto), tem que pegar o ângulo perfeito (mãe, você nunca pega o meu melhor ângulo), o enquadramento perfeito (mãe, por que você não acerta o enquadramento?), a luz maravilhosa (mãe, cê não viu que essa luz não está boa?!) e fazer as pessoas em volta ficarem invisíveis (mãe, parece que você espera passar alguém atrás para bater a foto.). Affff. Afff digo eu!

Daí, a Sofia e uma amiga me pedem para fazer umas fotos delas. Pego eu o celular já desanimada, sabendo que será no mínimo uma hora fazendo fotos que não serão aceitas e ouvindo reclamação. Como vai sair ruim mesmo na avaliação delas, pelo menos, cumpro a primeira exigência. Bato a foto rapidamente. Dessa vez não podem dizer que eu sou lerda. Fui pura agilidade.

A Sofia pede para conferir a fotos. As duas olham o celular e falam: "essa foto ficou muito Tumblr!".

Eu já me tremi. O que é isso de foto Tumblr? Não deve ser coisa boa. Deve ser algo tipo a pior das piores fotos, né? Afinal foi feita por uma mãe de tween fotografando a própria filha.

Para minha total surpresa a foto foi aceita. Não somente foi aceita, ficou maravilhosa! Mais do que isso ficou Tumblr!

Mas foi apenas sorte de principiante! Depois dessa, não consegui mais nenhuma foto Tumblr. Aliás, não sei nem o que é isso. Não consegui nem saber o que é uma foto Tumblr. A explicação que elas me dão é: foto Tumblr é foto Tumblr. Não dá para explicar. Tem que fazer.





Sigo eu na missão, que agora ficou mais do que impossível, de fazer fotos de filhas adolês. Não basta fazer um foto, tem que ser Tumblr.


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A Semana 28 de 2017 - Melhor ainda

Nesta semana...

Fomos convidadas para a pré-estreia de "D.P.A. - O Filme" e aproveitamos para fazer um passeio bem descontraído. Já falei do filme aqui no blog. 


Eu fico muito grata pelas oportunidades que o blog me proporciona. Melhor ainda quando são eventos para as filhas, como esse. 

Teve encontro com as amigas para comemorar o aniversário da mãe de uma delas. Como sempre demos boas risadas. 


Sou muito grata pelas amizades que tenho. Melhor ainda quando essas amizades ainda se estendem para a família. Mãe da amiga que vira amiga.

Tínhamos que resolver um problema em Cabo Frio e aproveitamos dias lindas em família. Teve Praia Do Forte que sempre me traz lembranças da minha adolescência.  



Teve noite de lua cheia. 


Um passeio rápido em Búzios sem fotos. E um dia maravilhoso na Prainha em Arraial do Cabo. 


Fico muito grata por esses momento em família. Melhor ainda quando são programas simples, com contato com a natureza e sem gastos. 

Já de volta ao Rio, fui almoçar com a minha irmã na Confeitaria Colombo. No inverno eles oferecem um buffet de sopas que é bem gostoso. Aproveitei para entregar a caixa que eu pintei de presente para ela.


Fico muito grata por conseguir dividir o meu tempo e dar atenção a vários aspectos da minha vida, como família e amigos. Melhor ainda quando consigo presenteá-los com algo feito por mim com carinho. 

Resolvi reciclar algumas garrafas que estava no lixo. Com a ajuda das filhas, pintamos três garrafinhas de leite de coco que usei para enfeitar a mesa do lance.  


Fico grata por ver a minha casa colorida, alegre e com boa energia. Melhor ainda quando essa cor e essa alegria vem de algo feito por nós e para nós. 

As coisas boas e simples da vida podem ficar melhor ainda. Basta olharmos buscando ver o que os nossos dias têm de melhor.

Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.




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