quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Gelatina Cremosa de Frutas Vermelhas

Depois de um passeio matinal pela feira nós retornamos para casa com a sacola cheia de frutas vermelhas. Afinal já é Natal! Época em que as frutas vermelhas lotam as prateleiras dos mercados.


Resolvemos fazer uma gelatina de frutas vermelhas. 

O que utilizamos:

- 1 lata de leite condensado light;
- 1 lata de creme de leite light;
- 1 pacote de gelatina sem sabor;
- 10 morangos cortados em quatro;
- 10 cerejas cortadas ao meio;
- 10 framboesas;
- 10 blueberries.


Como fizemos:

Amolecemos a gelatina em pó em cinco colheres de sopa de água fria, depois dissolvemos em meio copo de requeijão de água fervente.
No liquidificador batemos o leite condensado, a lata de creme de leite e a gelatina.
Despejamos a mistura na forma e salpicamos as frutas.


Levamos à geladeira para endurecer. Assim que atingiu o ponto nós desenformamos e decoramos com mais frutas vermelhas.


Depois foi só servir e saborear.


Outra opção seria bater as frutas no liquidificador junto com a mistura.

Este post participa da Blogagem Coletiva Especial de Natal sugerida pela Lari, Camila e Lidi.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Globo de Neve - Reciclando vidro

Inspiradas pelo clima de Natal resolvemos reciclar alguns potes de vidro e fazer globos de neve.


As meninas aqui em casa têm verdadeiro encantamento pelos Globos de Neve, então imaginem como foi divertido fazer os próprios.

O que utilizamos:

- potes de vidro com tampa;
- miniaturas de enfeites de Natal;
- cola Super Bonder;
- glicerina;
- glitter.


Como fizemos:

Lavamos bem os vidros e secamos. Colamos com Super Bonder os enfeites no fundo de cada pote. A Sofia deu a ideia de colar na tampa também para ficar mais bonito.


Enchemos as embalagens com água e acrescentamos um pouco de glicerina líquida (duas colheres de café no pote maior e uma no pote menor).


Colocamos o glitter (utilizamos nas cores branco, prata e verde claro).


Ao fechar, colamos a tampa com Super Bonder.


A fabricação foi intensa. Elas gostaram tanto da novidade que fizeram vários desses globos para enfeitarem o nosso Natal.

A ideia inicial era enfeitar o vidro por fora com fitas, mas a Sofia preferiu deixar assim para ver melhor o brilho da neve.

PS: a função da glicerina é fazer com que o glitter desça mais devagar. Na verdade eu achei que ela fez o glitter se concentrar, experimentamos fazer um sem a glicerina e ficou bem legal.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Blogagem Coletiva: Esmalte + Participação na BC

Essa semana a blogagem coletiva de esmaltes, da Fernanda Reali, traz como tema a própria BC. O objetivo é contar a nossa experiência nessa Blogagem que tanto encanta a mulherada.

Eu comecei a participar da Blogagem Coletiva de esmaltes com o intuito de estimular a mim e a Ana Luiza a pararmos de roer as unhas conforme eu contei AQUI, na minha primeira participação. Confesso que o meu foco era na Ana Luiza mesmo, pois eu achava que eu mesma não conseguiria. Vejam só como as minhas unhas eram mínimas aqui na blogagem Esmalte e Animal de Estimação.



A Ana Luiza não engrenou e continuou com o péssimo hábito de roer as unhas, mas eu encontrei muito mais do que estímulo, encontrei amigas. 

Essa blogagem coletiva abriu os meus horizontes na blogosfera. Eu que ficava somente no círculo dos blogs maternos tive a enorme oportunidade de conhecer, tanto virtualmente, quanto pessoalmente, outras mulheres fantásticas e com assuntos muito variados.

Participar da BC de esmaltes também é um estímulo enorme à criatividade. Eu sempre tento alinhar o tema da semana com o foco do meu blog que é as minhas filhas. Então eu procuro correlacionar o assunto da semana com um foco materno, infantil, adolescente, enfim, que esteja coerente com o conceito do blog. E isso nem sempre é muito fácil, não. Mas por outro lado se torna um desafio.

Assim como eu as minhas unhas não são mais as mesmas desde que comecei a minha participação.



Eu me tornei uma "louca por esmaltes" e as minhas unhas cresceram, ficaram fortes e estão sempre coloridas. Já testei diversas marcas de esmalte (muitas eu nem sabia que existiam), já experimentei várias novidades como francesinha, inglesinha, inglesinha vertical, filha única, unha de pelúcia, unha caviar, nail art e muitas, mas muitas cores mesmo.

Eu sei que não fico de fora dessa blogagem por nada. E até quando estou viajando, como hoje, eu deixo a minha participação programada.

Ah, agora a Ana Luiza também já está animada e interessada em esmaltes e até participou na última blogagem com unhas lindinhas.


 PS: tá rolando o sorteio descomplicado deste maxi colar.


 Quem quiser participar é só comentar neste post AQUI.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Pequenas Felicidades: Post #42

Chegou mais uma sexta-feira muito especial e com muitas Pequenas Felicidades para compartilhar junto com a Rita Corrêa, do blog Botõezinhos.






- Ter as duas filhas de férias, passando direto e com boas notas. Descanso mais do que merecido!

- Passear na Lagoa em uma noite de calor especialmente bela, beber uma água de coco refrescante e apreciar a árvore de Natal que já virou um marco na cidade nessa época do ano.




- Ter o nosso almoço em família no restaurante japonês é sempre uma alegria. Um momento em que conversamos, trocamos ideias e podemos estar mais próximos.


- Chegar em casa e receber um cartão de Natal lindo da amiga blogueira Gisele, do Kids Indoors.
O cartão, além de ter sido feito por ela junto com os filhos, trazia uma mensagem linda.


- Ter um almoço com amigos divertidos, em um lugar visual, para comemorar o início das minhas férias. Gente, nesse dia o povo estava inspirado. Dei muitas risadas.


Com direito a sobremesa maravilhosa: goiabada gratinada com catupiry e petit gateau de banana com sorvete.
Foto e arte by Mariana

- Aproveitar o calor, o horário de verão e o início das férias com um banho de piscina noturno.


- Acabar de ler o segundo livro da trilogia "Os cinquenta tons", e já começar o terceiro.

imagem obtida na internet.

- Arrumar as malas e partir para apresentar às filhas mais um paraíso, um lugar lindo cheio de cultura, sons, cores, cheiros e sabores. Na volta eu conto tudo.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Tem lançamento infantil à vista!

Recebi o convite do lançamento do novo livro do escritor e ilustrador JP Veiga, que é meu amigo e pai de um amiguinho da Sofia, com o título "Robinson Titanic".
Já falei diversas vezes aqui no blog de como gosto de ir aos lançamentos de livros e como isso é um fator estimulante para fortalecer o prazer pela leitura. Então, nem preciso dizer o quanto fiquei feliz com o convite, né? Ai gente, nada como ter em mãos um exemplar autografado.


E corri aqui para compartilhar essa dica de programa infantil que adoro, diga-se de passagem.

Sábado, 15 de dezembro de 2012, às 17h na Livraria da Cultura no Shopping Fashion Mall.

Deixo aqui para vocês irem se deliciando, como eu já estou, o release do livro.


Thriller, drama, romance e aventura em alto mar e no fundo do oceano

Titanic literário de JP Veiga enreda referências pop à cultura


Uma catástrofe de proporções épicas. Um castigo de Deus. O tautológico clichê never say never tornado em iceberg. O naufrágio mais famoso da história. Em abril de 2012 fez cem anos que o RMS Titanic, o maior e mais moderno navio de passageiros da época, afundou nas águas do Atlântico, dando fim aos sonhos e às vidas de 1.523 pessoas. O fascínio pela tragédia deu origem a centenas de livros, teorias, debates, estudos, documentários e filmes, como o oscarizado Titanic (1997), e o clássico Somente Deus por testemunha (1958).

A localização exata do naufrágio, descoberta em 1985 pelo professor, oceanógrafo e explorador marinho Robert Ballard e sua equipe, ajudou a manter viva a curiosidade em torno do Titanic. Partindo dessa expedição bem-sucedida e inspirado por toda a mística que envolve o transatlântico inafundável, o escritor e ilustrador JP Veiga criou a surpreendente trama de Robinson Titanic, novo lançamento da Escrita Fina Edições.

Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos verídicos terá sido mera coincidência — será mesmo? Entre idas e vindas, flashbacks e peças esparsas de um quebra-cabeça que aos poucos vai se revelando, figuras reais diretamente ligadas ao Titanic — o capitão Edward Smith; os oficiais William Murdoch e Charles Lightoller; o telegrafista Jack Philips; o bilionário J.J. Astor, o passageiro mais rico a bordo; bem como, mais tarde, o professor Ballard — dão colorido e amarras à imbricada costura do enredo que nos fisga logo na primeira página.

No livro, o leitor é convidado, depois compelido, logo seduzido e, por fim, arrastado a assumir o papel privilegiado d’O Olhar:
. que é câmera, cinegrafista, fotógrafo e diretor;
. que a tudo assiste, como razão do narrador onisciente;
. que se vê perdido, como no labirinto do minotauro;
. que também é surpreendido pelo lance dos dados;
. que muitas vezes conduz a narrativa caleidoscópica;
. que outras tantas (vezes) “levanta a lebre” sobre uma nova perspectiva/interpretação.
Robinson Titanic não é um roteiro de filme e nem pretende ser, embora pareça, ainda que lembre, ou apenas por sua construção e ludismo sugerirem isso: um espírito de roteiro, luzes, câmera e ação desde o início do jogo firmado entre o leitor e o livro folheado, lido, a capa página mais íntimo. Há rubricas teatrais, típicas do jogo cênico, mesmo que não sejam. Até porque elas trazem um sopro de diário, que também não é o caso.

Mais a frente, há no texto tanto um clima de crônica quanto biográfico (sobre a tragédia e seus personagens não-personagens). E igualmente documental — BBC, National Geographic, Globo Repórter. Há doses de terror (psicológico? duas pedras, por favor) e pitadas de sobrenatural. Um turbilhão de estilos a serviço do prazer da leitura.

Logicamente, há um protagonista, Gabriel, porém sem o protagonismo evidente observado em tantas e tantas obras, ele é a engrenagem para o leitor entender mecanismos misteriosos do passado e compreender a aventura do presente (e vislumbrar o indizível futuro, surreal, com toques de fantasia, eterno devedor do fantástico outrora).

Não há padrão pré-estabelecido no livro — sua palavra de ordem é novidade. Trançar tecidos distintos para uma nova e hipnotizante roupagem. Tudo pode ser, mas não há dever. A ficção é uma possibilidade, uma viagem, um convite. Como numa sala de cinema.

Há, portanto, Hollywood, sim senhor. Há Martin McFly e o DeLorean, do filme De volta para o futuro; há o mergulhador Bud Brigman e a tensão de O segredo do abismo; há Jack Torrance e o suspense de O Iluminado; há o guarda-roupa e o fantástico d’ As Crônicas de Nárnia; há a solidão, o afeto, o instinto de sobrevivência e o amor tanto d’ O Náufrago de Tom Hanks, como d’ A Lagoa Azul; há os deliciosos cortes não-lineares de Cães de aluguel e Pulp fiction, de Quentin Tarantino.

Denso quando necessário, leve quando é preciso e enternecedor quando intuímos, Robinson Titanic é uma saborosa salada pop, cult, recheada de referências (como o clássico do escritor inglês Daniel Defoe, Robinson Crusoé, que serve de inspiração para o título), preparada por um chef antenado e contemporâneo, JP Veiga. Pegue bastante fôlego, leitor, porque o sabor de diversão é garantido!


TRECHO

Prof. Ballard: – Este é (parece) o único pedaço de metal que não sofreu tanto com a corrosão e a oxidação.
Assistente: – Fora as bronzinas, eu não tinha visto nada tão bem conservado. Parece que, por ser mais recuado do que o casco, ficou protegido.
Prof. Ballard: – Bobagem! Vai ver essa parede é feita de outro material...
Assistente: – Aqui ao lado ficava a última classe...
Prof. Ballard: – Certo. Aqui ficavam as pessoas que embarcaram na Irlanda. Os imigrantes. Você disse bem, a última classe, última mesmo, se comparada com a primeira...
A estática no rádio começou a ficar cada vez mais alta e mais chata... O Olhar corre pelos instrumentos e mostra a escuridão do lado de fora. Tensão.
Prof. Ballard: – Talvez você tenha razão... Talvez devêssemos voltar... Chega de remexer no túmulo desses infelizes.
Assistente: – Espere... Ouça com atenção...
Prof. Ballard: – Ouvir o quê???
Assistente: – Ouça, a estática está se repetindo como um sinal!
O Olhar se fixa nos olhos do Assistente. Ele pisca no ritmo do ruído. Três curtos, três longos, três curtos, três longos, três curtos...
Assistente: – SOS?!
Prof. Ballard: – Só pode ser uma brincadeira do pessoal lá de cima. Vamos subir... Que mau gosto...
O Olhar se fecha. Escuro total.


O AUTOR

João Pedro Mariz da Veiga — é o que diz sua certidão de nascimento. Ele, no entanto, preferiu adotar JP Veiga para facilitar a apresentação. Nascido no meio do século passado, este carioca é casado, pai de três filhos e avô de duas lindas meninas. JP é diretor de arte, pintor, ilustrador, autor de literatura infantil e juvenil e palestrante. Membro da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ), dá cursos de pintura e história da arte, cria, escreve, ilustra e faz publicidade de tudo que lhe aparece pela frente. Papel, pano e meios virtuais já foram plataformas de publicação de seus livros. Apaixonado pelo que faz, ele promete apaixonar também os leitores com sua arte.


Título: Robinson Titanic
Autor: JP Veiga
Páginas: 160
ISBN: 978-85-63877-71-0
Preço: R$ 24,90
Dimensões: 14x21cm



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