quarta-feira, 12 de agosto de 2020

David Hockney - Arte Digital no (e para o) Lockdown

Em alguns momentos desse isolamento eu me senti sem variedade, sem novidade, sem conteúdo. Sei lá, por mais que estivesse assistindo a filmes e séries, lendo livros, vendo lives, em alguns momentos tudo parecia mais do mesmo.

Foi em busca de conteúdo para mim mesma, para eu me sentir mais interessante para mim mesma que eu acabei caindo de pára-quedas em um curso de "direção de arte para a moda". Logo eu que não sou nada moda, mas adoro uma arte. E foi justamente isso que me fez ter o interesse no curso: as referências de artes e artistas.

Na primeira aula ao mostrar algumas obras para pensar, refletir sobre a relação intrínseca entre moda e arte que a professora apresentou, entre outras pinturas, a obra "Late Spring Tunel" de David Hockney. Eu me encantei com o colorido.

Imagem da Internet

Eu que não conhecia o artista fui correndo fazer uma pesquisa na internet e descobri que é um pintor britânico, ícone do movimento pop art da década de 60. Ele é amplamente reconhecido, sendo um dos mais populares do século XX.

Imagem da Internet

Fiquei navegando em suas obras e admirando o colorido. Até que me deparei com imagens que David Hockney criou uma série de imagens durante o seu auto-isolamento, na sua casa na Normandia, durante o lockdown. 

Imagem da Internet


As imagens são capturas de flores e árvores frutíferas do quintal da casa do pintor. 


Imagem da Internet

As imagens marcam o início da primavera.

Imagem da Internet

O artista de 83 anos usou a sua arte e inspiração para inspirar e animar as pessoas. Junto com as pinturas, ele coloca mensagens positivas em seu instagram @david.hockney.

A imagem abaixo, por exemplo, vem com a legenda "No matter what yesterday was like, birds always start the new day with a song". Algo como, não importa como o amanhã possa parecer, os pássaros sempre começam um novo dia com uma música. Link AQUI


Já a imagem abaixo tem a legenda que diz: As coisas vão melhorar. Pode estar tempestuoso agora, mas nunca chove para sempre. Link AQUI


Em uma entrevista ao The Irish Times, David Hockney disse que o objetivo é compartilhar as pinturas como uma trégua da crise do coronavírus. Ele disse: "As únicas coisas reais na vida são a comida e o amor, messa ordem, assim como nossa cachorrinha Ruby. Eu realmente acredito nisso e a fonte da arte é o amor. Eu amo a vida.".

Muito lindo! Fiquei fã e apaixonada pelo artista. Já valeu todo o curso só por ter me apresentado a arte de David Hockney. 



BEDA - August 2020


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terça-feira, 11 de agosto de 2020

Receita de livro: cupcake de chocolate com banana e mirtilo

Aqui estou eu trazendo mais um post antiguinho, lá daquele bloguinho coletivo e abandonado. Gente, como é bom relembrar! Aliás, acabei de pensar aqui que eu poderia fazer o post #tbt. Às quintas-feiras trazer uma postagem do tal blog. Mas por enquanto fica esse post hoje mesmo.

Eu não me lembrava que tinha feito esse cupcake, muito menos que era uma receita de um livro (vejam que essa mania já vem de longa data). E me lembrava menos ainda de que eu tinha lido o tal livro. 

Vamos lá! Segue o post originalmente publicado em 06/11/2013 


Uma das atividades que eu mais gosto de fazer com as minhas filhas é brincar de comidinha de verdade. O que é isso? Culinária! Esse é sempre um momento que nos divertimos juntas, aproveitamos para conversar e inventar receitas. 

Na nossa culinária os cupcakes são os nosso preferidos.Dessa vez a Sofia queria fazer cupcakes de chocolate e eu me lembrei da receita de Summer, menina de sete anos, personagem do livro "Não Posso me Apaixonar". 
 
Como a mãe da Summer diz no livro é uma receita que a princípio tem tudo para dar errado porque a combinação parece meio estranha, mas surpreendentemente fica delicioso!
Claro que fiquei curiosa e quis experimentar esse cupcake de chocolate, mirtilo e banana.
Fizemos o nosso cupcake de chocolate normal e acrescentamos a banana e o mirtilo.



O que usamos: 

- 3 ovos; 
- 2 xícaras de farinha de trigo; 
- 2 xícaras de açúcar; 
- 1 1/2 colher de sopa de manteiga; 
- 1 colher de sopa de fermento; 
- 2 xícaras de Nescau; 
- 1 xícara de leite; 
- 2 bananas médias amassadas com o garfo; 
- 200 gr de mirtilo.

Como Fizemos:

Batemos o açúcar com a manteiga até ficar bem cremoso. Acrescentamos as gemas uma a uma sempre mexendo. Adicionamos o leite, a farinha, o Nescau, mexendo sem parar até ficar com a consistência uniforme. Acrescentamos o fermento e as claras em neve e mexemos delicadamente. Por último colocamos a banana, o mirtilo e misturamos.




Arrumamos nas forminhas, levamos ao forno pré-aquecido à 180ºC por 30 minutos.




Rendeu 18 cupcakes grandes, macios, cheiroso e muito saborosos.
O mirtilo é uma fruta pouco utilizada por nós, apesar de ter muitos nutrientes. 

Essa mesma receita de cupcake de chocolate fica uma delícia com uma pitada de guaraná. Quem quiser ver essa receita basta clicar AQUI.


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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Olhar o mesmo de forma diferente - BEDA

Tenho percebido em mim que esses dias de isolamento total de alguma forma modificaram o meu olhar. Com esse brecha, essa porta entreaberta, a oportunidade do breve respirar, tem que ser muito bem aproveitada. Percebo que isso tem despertado mais ainda a minha curiosidade. A vontade de descobrir detalhes, de encontrar algo novo no velho, de encontrar novidade no corriqueiro.

Entendo esse momento de flexibilização como uma mudança de atitude que exige muito mais responsabilidade. Antes o nosso papel era ficar em casa. Agora é escolher os momentos de sair, fazer bom uso deles, e ser cuidadoso no uso da máscara, de manter o distanciamento, lavar as mãos e tal. 

Assim escolho o meu momento de "pular a janela" para cuidar do meu corpo me exercitando e da minha mente. Aliás, no fundo eu tenho medo que venha uma segunda onde e voltemos para o isolamento total e eu não tenha usado esse hiato entre confinamentos para me reabastecer de energia. 

Enquanto rezo para que realmente sigamos melhorando no combate ao vírus, desfruto a minha liberdade condicional para contemplar e essa contemplação tem me trazido ótimas surpresas.

Faço um percurso de bicicleta frequentemente. Um caminho que também faço a pé e de carro. Um caminho comum, já percorrido repetidas vezes. Esse caminho beira  a Baía de Guanabara. Acho que por isso o meu olhar sempre esteve em direção ao mar.

Dessa vez resolvi retornar pela calçada oposta e observar o lado que contempla a Baía de Guanabara. Me deparei com fachadas lindas e coloridas que sempre me passaram despercebidas. Com certeza, se eu estivesse em outra cidade como turista já teria me encantado com essa arquitetura.  Mas na nossa cidade, acho que pelo senso de que a oportunidade está ali disponível a todo momento, deixamos passar, nos perdemos nos nossas questões do dia a dia.


Mais adiante, na mesma calçada que beira a via onde passam os carros, entre prédios, bares e restaurantes, uma surpresa. Apenas um passo a mais e parece que saí da cidade e entrei no campo. 


Eu nunca tinha percebido essa área de horta comunitária com compostagem e muitas mudas. Mais alguns passos e deixei a cena inusitada dentro de um centro urbano para trás. Porém com uma sensação boa de descoberta. 

 
Em outro passeio de bicicleta pela Lagoa Rodrigo de Freitas, também um local bem habitual para mim me encantei com um espaço nunca percebido.

Eu morei na Lagoa por alguns anos, dar a volta de bicicleta e usá-la como área de lazer era o meu dia a dia. Como dizer que a Lagoa era o meu quintal. E que quintal, né? Pois é, tantas voltas e eu nunca tinha me dado conta desse espaço. Aliás, pelo visto, nem eu, nem a maioria dos visitantes. A área com areia, muita sombra, patos nadando, pássaros cantando e vista para o Cristo Redentor estava completamente vazia. E foi justamente essa busca por isolamento que me fez olhar para essa área. 

Em uma caminhada pelo meu bairro para me exercitar e em busca de lugares vazios, ruas transversais sem comércio, evitando a circulação de outras pessoas me despertou o interesse por entrar nesse caminho que seria de um estacionamento. E realmente é. Por traz das cercas verdes estão as vagas.


Mas lá no final, após uma subida, onde aparentemente eu chegaria ao fim da rua sem saída eu encontrei essa igrejinha, a capela de Nossa Senhora das Graças que eu tinha visto em um filme. Linda!

Esse desviar das pessoas está me permitindo encontrar outros caminhos, novos pontos de vistas, olhar o mesmo de forma diferente.


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domingo, 9 de agosto de 2020

A Semana 31 de 2020


Eu sigo na linha de sair somente para lugares ao ar livre optando por locais e horários mais vazios. Saio para me exercitar, estar em contato com a natureza e cuidar da saúde mental que já estava pedindo socorro depois de quatro meses e quatro dias de isolamento. Escolho lugares em que posso ir no meu carro, de bicicleta ou a pé. Não faço uso de transporte pública ainda, ao menos que precise, o que não foi o caso.

Escolhi vistar um parque que apesar de ser muito gostoso e com vistas belíssimas é pouco conhecido dos cariocas, o Parque do Penhasco Dois Irmãos. Realmente estava vazio, mas mais cheio do que antes da quarentena. Eu buscando um novo olhar e trechos alternativos acabei encontrando uma trilha que até então tinha passado despercebida para mim. E olha só a surpresa! Essa vista deslumbrante da Praia do Vidigal.


Semana de lua cheia surpreendendo com sua beleza. Fui ver o pôr do sol, no Aterro do Flamengo e fui presenteada com a o nascer da lua.
Encontramos um bom espaço vazio e ficamos apreciando o dia se despedindo, a coloração do céu mudando e o lua despontando. Mas eu gostei mesmo dessas fotos que fiz em movimento. Se eu quisesse enquadrar a lua entre os galhos da árvore, não conseguiria. Gostei do acaso. 
Devorei o livro autobiográfico "O Fio da Trama" que conta a história da família Pascolato que chegou ao Brasil fugida da Itália no pós Segunda Guerra e aqui montou uma próspera fábrica de tecidos e revolucionou o mundo da moda. 

Sinopse: "Parece ficção, mas é tudo verdade: a trajetória das mulheres da família Pascolato, uma das maiores referências no mundo da moda brasileira, é apresentada aqui como um romance cheio de suspense e emoção. Na primeira parte do volume, “Alta Costura”, o volume se concentra nos diários escritos pela matriarca italiana, Gabriella Pascolato, ao longo de 30 anos, descrevendo suas angústias de juventude, o casamento e as adversidades enfrentadas na Segunda Guerra, até a vinda da família para o Brasil. Na segunda parte, “Prêt-a-porter”, o leitor desvenda os diários de Costanza Pascolato, filha de Gabriella, acompanhando os depoimentos emocionantes de Alessandra e Consuelo Blocker. Uma narrativa surpreendente, em que mulheres fortes confessam suas fragilidades, revelando como reconstruíram laços de família e superaram desafios de toda ordem.".

Foi tão gostoso ver a transição do dia para a noite com o cenário do Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara que resolvemos repetir a dose. Mais uma vez conseguimos manter um ótimo distanciamento. 
Assisti a comédia sul-africana "Solteiramente" e já contei aqui no blog.
As minhas férias acabaram! Voltei ao home office. Mesmo assim foquei em me permitir momentos de respiro para exercitar o corpo e acalmar a mente. Coloco um par de rodas no par de pernas e deixo os pensamentos rolarem e voarem com o vento. Contemplo.
Resolvi variar o cenário e explorar mais o bairro sempre buscando as ruas transversais e mais vazias. Durante esse percurso aleatório eu me lembrei de uma capela que vi em uma cena de um filme (não me lembro qual). Me lembro apenas que uma amiga me disse que ficava no final daquela entrada, daquele estacionamento que passo sempre e nunca dou atenção. Pois é, um portão em plena São Clemente com uma placa de estacionamento. Atrás da placa conseguimos avistar uma área verde e nada mais. Vazia. Sem pessoas circulando. Resolvi entrar e caminhar. Uma rua de paralelepípedos cercada de muito verde. Silêncio. No final um cenário inusitado: uma capela no estilo neo-gótico imersa na natureza e aos pés so Cristo Redentor. Ainda tem laguinho carpas. É a Igreja Nossa Senhora das Graças.
Assisti a terceira temporada série "Good Girls". Realmente eu não sou de séries longas. Gostei muito da primeira temporada, gostei médio da segunda e essa terceira eu me arrastei para concluir. 
Busquei no mesmo percurso de sempre apenas buscar outro olhar. E pude me encantar.
Reza a lenda das boas práticas do home office que devemos acordar e nos arrumar para o trabalho, mesmo que esse seja dentro de casa. Resolvi fazer uma brincadeirinha e diariamente dar bom dia usando um filtro de maquiagem do Instagram. Bobeira? Pode ser, mas me diverti.
Procurei passeios que não colocassem em risco nem a mim, nem aos outros. Busquei pequenas saídas diárias para cuidar do meu corpo, da minha mente e me manter em algum contato com a natureza. Percebo, e acho interessante, que depois desse período de confinamento a necessidade de estar em contato com a natureza se tornou mais essencial e a sensação mais revigorante. Este post faz parte daBC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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sábado, 8 de agosto de 2020

Praia de Grumari - Rio de Janeiro - BEDA

Na época em que eu estava na faculdade, isso tem um bom tempo, Grumari era uma das praias distantes, desertas, pouquíssimo frequentada, mas que eu me fazia presente naquelas areias. 

Ira à praia em Grumari era algo do tipo que causava surpresa quando eu chegava segunda-feira nas aulas e contava o que tinha rolado no findi. É que Grumari era uma praia frequentada basicamente por surfistas, os únicos que entendia que valia a pena o perrengue de chegar naquela que era a praticamente a última praia do Rio. Com tantas praias por perto o que uma pessoa iria fazer naquela que era longe e selvagem?! Só a galera do surf mesmo.

Eu não surfava, mas era dessa galera que saía de casa ainda noite, entrava em um fusquinha com várias pranchas amaradas no rack no teto do carro e com algumas bananas na mochila. A ideia era chagar na praia o mais cedo possível para aproveitar as ondas. Tinha sempre que prever a dura da polícia no caminho. Eles estavam sempre pelo caminho. Afinal surfista e maconheiro eram praticamente sinônimo, mas nem sempre.


Mesmo em finais de semana e feriados Grumari era vazio. Reduto apenas dos surfistas dentro d'água, pranchas espetadas na areia. e poucas pessoas fotografando ou olhando as manobras. Não tinha ambulantes, e muito menos grupinhos com seus sons na areia. Era tranquilidade! Vento, areia, som das ondas e algumas gírias do surf. 

Depois, por algum motivo, deixei Grumari. O tempo passou e a praia selvagem, deserta e esquecida, passou a ser mais conhecida. As distâncias encurtaram e, apesar de até não ter transporte público para lá, as pessoas começaram a chegar. E o lazer predatório se instalou. Carros e mais carros estacionando em cima da vegetação de restinga, lixo na areia e na mata. Barulhos de motores, aparelhos de som, e vozes.

Eu não presenciei ao vivo esse cenário, apenas vi em fotos, vídeos, reportagens. Me afastei. Fiquei com a Grumari rústica, selvagem e deserta da minha memória. 

Agora, no início da flexibilização, quando as praias ainda estavam totalmente proibidas para banho e atividades, eu retornei em Grumari para um passeio de carro e contemplar esse pedacinho de paraíso na Terra, ou melhor no Rio.

Grumari, assim como a Prainha e a Praia do Abricó em uma reserva ambiental, longe da especulação imobiliária. O que ainda mantém o aspecto rústico e selvagem. Continua sem acesso por transporte público. E claro, continua longe distante do centro da cidade. Distante o suficiente para não ter sinal de celular.

A praia tem uma faixa de areia bem grande.

É cercada por morros e pela Mata Atlântica e toda beirada pela vegetação de restinga. Na maioria dos trechos é até difícil de enxergar a praia estando na estrada.

Somente quando passamos por um dos acessos é que avistamos os mar de águas limpas e cristalinas com uma coloração que varia conforme a luminosidade do dia.

Quando pisamos na areia temos toda a constatação do porque essa praia é tão admirada e desejada. Vale a pena toda a distância percorrida. Com os pés na areia temos toda a amplitude da beleza desse lugar. O azul do mar à frente, os tons da areia e a variação de verde desde a restinga até o alto das montanhas. 

O mar na maior faixa da praia tem ondas que encantam os surfistas, logo nem sempre tão convidativas e confortáveis para o mero banhista. Mas o canto direito, onde a água encontra com o costão temos um mar mais calmo e relaxante.

É nesse canto também que tem o estacionamento e alguns quiosques. É a área da praia que mais mais infraestrutura, logo a mais cheia.

Como fomos no período de fechamento da praia e bem cedo (na verdade apenas passamos por lá, não ficamos), estava vazia. Vimos apenas alguns donos das barracas preparando os seus espaços. 

E uma capivara no braço de lago que tem nesse canto da praia.
O canto esquerdo também forma piscininhas entre as pedras que separam Grumari da Praia do Abricó.

A praia tem estacionamento em toda a sua extensão e no canto direito. Tem quioques e bares nesse canto também com aluguel de cadeiras e guarda-sol. Alguns quiosques espaçados ao longo da praia. 

O lado bom da quarentena foi poder, depois de tanto tempo, reencontrar essa Grumari deserta. Foi como conhecer o lugar novamente. Quanto a preservação e a característica selvagem, a praia continua bem preservada. Somente alguns quiosques que mostram que as pessoas chegaram por ali. A questão mesmo é quanto a lotação. 

 Em tempos de normalidade em que não estamos com restrições devido a uma pandemia, eu sinceramente, nem me arrisco a ir até Grumari. Sério, final de semana e feriado, nem pensar! Eu gosto da Grumari das antigas: deserta. Eu iria apenas em dias de semana. 

Esse é o 14º post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido. 

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