domingo, 11 de outubro de 2020

BC A Semana 40 de 2020 - Trigésima Semana de Quarentena

 

Esse post da semana sempre foi um dos meus preferidos. Talvez o preferido mesmo. Sempre gostei de fazê-lo porque é um momento em que paro para olhar para trás e ver o que fiz e deixei de fazer na minha semana. Como tirei o melhor dos meus dias, como cumpri com as minhas tarefas e como consegui incluir desvios de caminhos e novos olhares na minha rotina. 

Mas ultimamente até esses posts semanais estão me deixando com preguiça. A sensação de mais do mesmo, de nada interessante. Mas vou atualizar as semanas atrasadas.

Com todas as restrições e liberações duvidosas em vésperas de eleições, temos buscados novas maneiras de nos divertir. Uma delas tem sido passear de caro pela cidade buscando novos caminhos, novos olhares, outras vistas.

Como diz Rupi Kaur no livro "o que o sol faz com as flores" (acabei de perceber que não postei esse livro aqui no blog e isso significa momento arrependimento): 

"estamos morrendo
desde que chegamos
e esquecemos de olhar a vista

- viva intensamente"

Estamos buscando a nossa intensidade com as opções que temos disponível. 

Fizemos, eu e o marido, mais passeio de carro e paramos em pontos vazios para contemplar a beleza da cidade por outros ângulos. Ou os mesmos ângulos diferenciados pelo clima do dia. 


Paramos no Açude da Solidão na Floresta da Tijuca. Um espaço bem bonito, mas que por ficar na saída da Floresta da Tijuca nunca tinha parado ali especificamente. Acho que na saída normalmente já estamos satisfeita com o que já vimos e deixamos o açude para outro dia. Dessa vez paramos o carro ali em frente e entramos a pé pela saída. 

É um espaço que já foi conhecido por Sítio da Solidão, assim chamado depois que o Barão do Bom Retiro perdeu seu filho na Guerra do Paraguai e passou a frequentar o local para se isolar. Depois na época da ocupação da floresta pelos cafeicultores se tornou um ambiente pantanoso conhecido como Lagoa dos Porcos devido aos porcos selvagens que iam até lá em busca de água. E finalmente foi  transformado num belo recanto pelo paisagista Roberto Burle Marx: recebeu um portal e as antigas grades do Campo de Santana, retiradas para abertura da Avenida Presidente Vargas.



Sentindo que preciso exercitar e movimentar o corpo e também conviver um pouco com as amigas, fui fazer uma caminhada ao ar livre com uma amiga. O destino era um já muito conhecido, porém fizemos um caminho diferente, passando por outras ruas, buscando novos olhares. Passei por uma praça repleta de pitangueiras. Lindo. Observei grafites nos muros. Encontrei dizeres que tiveram significado para mim. 


Sentimos a tranquilidade de dias nublados. Uma foto com o Cristo Redentor sem o Cristo Redentor que estava encoberto pelas nuvens. 


Fomos, mais uma vez eu e o marido, contemplar a beleza de uma praia deserta, com mar revolto em um dia nublado. Eu adoro as flores de cactus. Elas nos mostram que mesmo em meio a muitos espinhos podemos ter flores.


Na volta, no mesmo caminho de sempre, percebemos esse grafite em um muro qualquer. É isso, precisamos olhar com atenção não somente a paisagem ao nossa redor, mas principalmente as pessoas. 


Assisti ao filme argentino "O Anjo". Baseado em história real sobre o maior criminoso argentino, Carlos Robeldo Punch, preso há 46 anos. O filme está com um elenco ótimo. O protagonista é estreante no cinema, mas conduziu o personagem de forma espetacular. Mesmo sendo um drama não ficamos ansiosos no sofá. A história passa com desenvoltura e o jeito debochado e dissimulado de "Carlitos" faz o tempo voar. Um filme que vale a pena assistir. 

Sinopse: "Carlos Robledo Puch está preso há 45 anos, o período mais longo de detenção já registrado na história da Argentina. Durante a adolescência, ele confessou ter cometido 11 assassinatos, executado mais de 40 roubos e uma série de sequestros. Alguns de seus atos criminosos configuravam-se como uma forma de impressionar Carlos, um amigo íntimo. Quando sua identidade foi revelada para o público, ele ganhou o apelido de "Anjo da Morte", graças aos seus cachos e rosto angelical.".


Li o livro "A Pequena Livraria dos Sonhos", de Jenny Colgan. Foi o terceiro livro dela que li nessa quarentena. Gostosinho de ler. Vou tentar fazer o post. Por enquanto deixo a sinopse do livro.

Sinopse: "Nina é uma leitora voraz que sonha em ter a própria lojinha de livros. Só que a vida real é um pouco mais complicada que as histórias que ela ama ler, o que ela descobre quando se muda para as lindas Terras Altas da Escócia para transformar seus sonhos em realidade… Tentei escrever o tipo de livro que adoro – convidativo, engraçado (ESPERO), com caras gatinhos (LÓGICO), mas também totalmente dedicado a nós, amantes de livros: os leitores. Venha se juntar à nossa turma!" Beijos, Jenny. Nina Redmond é uma bibliotecária que passa os dias unindo alegremente livros e pessoas – ela sempre sabe as histórias ideais para cada leitor. Mas, quando a biblioteca pública em que trabalha fecha as portas, Nina não tem ideia do que fazer. Então, um anúncio de classificados chama sua atenção: uma van que ela pode transformar em uma livraria volante, para dirigir pela Escócia e, com o poder da literatura, transformar vidas em cada lugar por que passar. Usando toda a sua coragem e suas economias, Nina larga tudo e vai começar do zero em um vilarejo nas Terras Altas. Ali ela descobre um mundo de aventura, magia e romance, e o lugar aos poucos vai se tornando o seu lar. Um local onde, talvez, ela possa escrever seu próprio final feliz.".




Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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domingo, 4 de outubro de 2020

BC A Semana 39 de 2020 - Vigésima Nona Semana de Quarentena

 

Eu tenho aparecido muito pouco pelo blog. Não sei... um misto de preguiça somado ao desânimo. As semanas têm sido no esquema dorme, come e trabalha. Com isso, além de me sentir cansada, me sinto sem assunto. Mas quando paro para rever a semana acabo percebendo que tenho sim assunto. E até me arrependo de alguns posts não escritos. Bom, alguns ainda dá tempo, outros perderam o timing. Ok. Sigo postando quando dá vontade e sem cobrança porque isso que é faz o blog ter sentido e ser prazeroso. 

Vou contar a semana. Já que os dias úteis estão corridos e dominados pelo trabalho, o jeito é aproveitar como dá o final de semana. 

Pedalar tem sido uma válvula de escape para mim. Um momento em que penso na vida, observo, busco novos olhares, descarrego o estresse nos pedais. Continuo optando pelos horários mais vazios mesmo que isso me faça pedalar no sol quente. Sempre de máscara, é claro.

Fiz um passeio de bicicleta pelas praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon. Parei para observa o mar, a Pedra do Arpoador e notei essa cerca. 


Parei em uma praça bem espaçosa, bonita, florida e acabei encontrando com duas amigas. É interessante como em épocas de poucas opções acabamos nos encantando com coisas que antes não despertavam tanto a atenção. Essa praça é um exemplo. Um local que estive diversas vezes e nunca me pareceu tão linda, charmosa, aconchegante. 


Fui com o marido fazer um passeio de bate e volta a cidade serrana de Petrópolis, a Cidade Imperial. O objetivo desses passeios nesse momento é mudar os ares, ver outros cenários. Não propriamente aproveitar a cidade em si já que praticamente não saímos do carro. 

Dessa vez erramos o caminho. Perdemos a entrada e acabamos seguindo pela estrada antiga, a Serra Velha da Estrela. Uma estrada estreita, sinuosa, ainda de paralelepípedos e cercada de verde. Um estrada cheia de história considerada a responsável pela criação da cidade de Petrópolis. Pois "foi por ela que, em 1827, Dom Pedro I levou sua filha princesa Dona Paula, de sete anos, muito doente, para se recuperar em Correias, onde acabou comprando a fazenda do Córrego Seco. Doze anos depois seu filho Dom Pedro II fundaria no local a cidade de Petrópolis. Não fosse a variante, Pedro I teria levado a sua filha para Miguel Pereira ou Paty do Alferes, que também têm ótimo clima e ficavam no caminho da antiga subida do Caminho Novo por Xerém".


Uma pena que a estrada está sem manutenção e sendo alvo de ocupação irregular e favelização porque além de toda a história que por ali já passou, ela revela belas paisagens conhecidas por poucas pessoas. No alto da serra conseguimos ter uma vista panorâmica deslumbrante da Baía de Guanabara e do contorno das montanhas do Rio de Janeiro. Errar o caminho nos trouxe aventura e uma bela surpresa passar por uma estrada histórica que revela belas paisagens e faz parte da Estrada Real.

Em Petrópolis passeamos pelo Parque Cremerie que estava com controle de entrada, estando bem vazio e sendo possível manter o distanciamento social. Não é um dos top pontos turísticos da cidade, mas é um lugar bem agradável de caminhar. 


Foto do tradicional Palácio do Quitandinha do carro mesmo


Assisti ao filme "Enola Holmes" e gostei muito. Recomendo. Taí, um assunto para postar no blog. 


Vi a série "Emily em Paris" que também gostei bastante. Essa já teve post no blog. 



Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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sábado, 3 de outubro de 2020

Série Emily in Paris

 

Me sentei no sofá de frente para a TV meio entediada, meio querendo fazer algo, meio dominada pele preguiça. Quase que no automático eu entrei na Netflix. A chamada de topo era a 1ª temporada da série "Emily in Paris".

Emily in Paris

Eu não tinha referências da séria e pela chamada e trailer achei que seria algo bem adolescentes. Mais para as minhas filhas do que para mim. Até chamei as duas para assistirem comigo. Convite que elas dispensaram. 

Justamente por parecer algo leve e descontraído e principalmente por se passar em Paris (já que não posso viajar, pelo menos vejo os lugares pelas telas) resolvi assistir. 

Emily in Paris

E maratonei os 10 episódios de 30 minutos mais ou menos. Um comédia romântica que se passa em Paris pode ser bem clichê sim, mas às vezes é disso que precisamos. 

A série além de transitar por cenários belíssimos da cidade luz, pontos turísticos tradicionais, cafés charmosos, museus, restaurantes, galerias de arte (tem uma cena dentro da exposição "Van Gogh, Starry Night" que dá aquela vontade de mergulhar dentro da tela), trafega também pela cultura francesa desde a sua gastronomia até o jeito simpático #sqn do francês.


Emily in Paris

A personagem Emily é protagonizada por Lily Collins, atriz famosa pelo filme "Simplesmente Acontece". E a série é uma criação Darren Star, o mesmo de Sex and the City, e estreou dia 2 de outubro de 2020 na Netflix.

A série conta a história de Emily, uma jovem executiva do marketing de uma empresa de Chicago. Empresa essa que comprou uma firma menor em Paris. Como parte do acordo de compra o escritório parisiense deve receber um representante da agora matriz americana.

Devido a uma mudança repentina Emily é convidada para o cargo em Paris, mesmo não falando Francês. Sem titubear, sem drama, nem receios, a jovem aceita a oportunidade com deslumbramento e expectativas. 

Assim Emily deixa Chicago, o namorado, o antigo trabalho e parte para Paris. Chegando na cidade ela cria o perfil no Instagram "Emily in Paris" com o intuito de compartilhar sua nova vida e sua visão do estilo de vida francês. 

Com postagens criativas o seu perfil vai crescendo enquanto Emily enfrenta hostilidade no seu trabalho (como uma americana vem ensinar algo aos franceses?!), passa por momentos de solidão, encontra amigos e, claro, amores.

Nesse contexto a trama vai nos mostrando as diferenças culturais entre a visão americana desde o paladar, o jeito de vestir, de falar, de se comportar e de ver o sentido da felicidade (o americano vive para trabalhar, o francês trabalha para viver).

Tem um debate também sobre o marketing das empresas que optam por influencers que muitas vezes não têm relação com a marca, e abrem mão de um suporte de uma empresa com visão de marketing. A questão da quantidade X qualidade. 

Em alguns momentos são discutidos temas como o feminismo. Em uma campanha para um perfume o assunto é debatido chegando ao questionamento de como a mulher que ser vista e como se sente. Seria esta uma ação “sexy ou sexista?”. 

As relações amorosas e temas como fidelidade são trazidos à tona com os pontos de vistas diferentes da visão americana mais conservadora e a francesa mais liberal. 

Enfim, me surpreendi muito com a série. Realmente é leve, divertida, descontraída, mescla comédia e drama de forma bem equilibrada, com cenário belíssimo e mesmo clichê traz abordagens interessantes sem perder o humor. Os personagens secundários são ótimos. A série tem um "q" de "Sex and the City" e "O Diabo Veste Prada" (o que é de se esperar já que Darren Star também foi produtor de "Sex and the City" e a figurinista Patricia Field, também foi responsável pelos figurinos de ambas. Traz também referências a "Gossip Girls". 


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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Teresópolis - Fonte Judite

 

Fonte Judith, considerada um verdadeiro cartão postal - e um ponto de visitação indispensável devido a sua fama de água terapêutica.


O que fazer em Teresópolis

Mesmo sendo uma parada tradicional para quem está visitando a cidade, a Fonte Judite sempre ficou de fora do nosso roteiro e foco de interesse nas diversas vezes que estivemos na cidade. Nem sei bem explicar o porque da falta de curiosidade de passar para conhecer esse atrativo, já que ela é de fácil localização, bem no caminho de quem entra e sai de Terê. Ela está localizada bem no Alto perto da feirinha (esta sim já fomos diversas vezes).

O que fazer em Teresópolis

A Fonte Judite é famosa por sua água terapêutica e sua história. 

Pontos turísticos de Teresópolis

Foi criada em 1920, e seu nome não tem na a ver com religião (eu achava que tinha). Na verdade homenageia a filha de Luiz de Oliveira, do proprietário daquelas terras na época. 

A menina sofria de uma doença grave no estômago. Já como última alternativa na tentativa de cura da filha, o seu pai a levou para Teresópolis acreditando que o bom clima da região ajudaria na sua recuperação.

Pontos turísticos de Teresópolis

Judite começou a beber a água da fonte e acabou se curando da doença. 

Pontos turísticos de Teresópolis

O  espaço no estilo atual com banquinhos, paredão de azulejos portugueses azul e branco, e as cinco saídas de água em forma de fauno foi reformulado em 1967, por Arnaldo Guinle, que havia comprado a propriedade de Luiz.

Pontos turísticos de Teresópolis


A Fonte Judite é um ponto turístico de fácil acesso, rápido de visitar e com água potável refrescante jorrando à vontade. As pessoas passam ali para abastecer suas garrafas e seguir em frente. Nós demos aquela boa refrescada no rosto antes de pegar a estrada de volta para o Rio. 


Esse é o 18º post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Projeto prejudicado pelo período que estamos vivendo.


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domingo, 27 de setembro de 2020

BC A Semana 38 de 2020 - Vigésima Sétima Semana de Quarentena

 

Mais uma semana com foco total no trabalho. Daquelas que o home se mistura com o office e não consegui perceber quando um começava e o outro acabava. Muito intenso! 

O final de semana foi chuvoso e eu adoro olhar o mar em dias cinzentos. A praia fica vazia. O mar fica lindo, misterioso, selvagem e livre. Tudo o que desejamos ser. Ou quase tudo. 


Já passei ne praia, a Prainha, diversas vezes, mas nunca tinha caminhado até o mirante no seu canto esquerdo. O caminho para chegar nessa parte é curto, uma caminhada rápida, mas interessante por passar por dentro da vegetação de restinga. 

Esse passeio foi o único momento fora das paredes de casa. O resto da semana foi todo dentro de casa e fazendo parte do mobiliário. 


Maratonei as cinco temporadas da série "Rita", uma série dinamarquesa. Série para mim é sempre um dilema. Por um lado quero uma série pra chamar de minha, que me prenda e que eu não precise ficar procurando o que fazer para relaxar e me distrair. Por outro lado fico incomodada porque quando "garro" numa série não faço mais nada enquanto não termino. Assim foi, o único lazer da semana atribulada de trabalho foi assistir as aventuras, os desafios, as encrencas e os dramas de Rita. 

Sinopse: Todos os alunos sonham em ter como professora a simpática Rita Madsen (Mille Dinesen), uma mulher de personalidade forte e com talento especial para sua profissão. No entanto, fora da sala de aula a vida dessa professora é um completo desastre.


Minha amiga veio fazer um entrega e foi um momento muito rápido, mas de profundo respiro nessa semana cansativa. 


A foto está embaçada. A lente estava suja. Mas não importa. Como diz a professora de fotografia @virnasantolia: é melhor ter uma foto ruim do que não ter a foto (ouvir isso de uma fotógrafa foi libertador). 

E esse momento não tem como ter foto ruim. Minha amiga de infância, desde o jardim de infância, veio aqui na portaria do meu prédio me fazer uma entrega. Eu saí correndo, no meio de uma reunião, e dei aquela descida rápida e descabelada. Minha amiga estava com um vestido igual ao meu! Sério! Igualzinho. A diferença é que o meu é velho e parece que resolveu encolher nessa quarentena, o dela novo. 
Foram poucos minutos na portaria, mas minutos de muito riso. Daqueles que se tornam a história da semana. Rala bunda; entrega encomenda; ri; tem vontade de abraçar e beijar, mas não pode (m3rd@ de vírus!); fotos e mais fotos.

A Marita sempre foi arteira, artesã e artista. Desde criança lá em São Pedro d'Aldeia. Hoje ela faz cartonagens e encadernações lindas no @cabrochas e bandeirolas decorativas no @bem_dita2.

Obrigada Marita por suas artes, por sua amizade, por suas loucuras e por você.


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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