Eu sou fã do Batman. Pra mim o melhor de todos os super-heróis. Eu também gosto de uma comidinha boa e diferente. Daí o restaurante temático do Batman já teria tudo para me agradar.
Eu sou fã do Batman. Pra mim o melhor de todos os super-heróis. Eu também gosto de uma comidinha boa e diferente. Daí o restaurante temático do Batman já teria tudo para me agradar.
Quem já acompanhou aqui a tag Pintura sabe que eu gosto de pintar oratórios. Das peças que pinto, os oratórios são os meus preferidos.
Eu gosto dos oratórios nem tanto pela minha religiosidade, mas mais pela arte em si. Eu gosto de arte sacra e os oratórios me fazem lembrar a arte popular, os artesãos, as feiras de artesanato locais em várias cidades do Brasil. Acabei de pintar um oratório que ficou bem especial para mim. Foi feito para São Pedro, o Pedro da Aldeia. De São Pedro d'Aldeia, cidade que passei a minha infância e adolescência.Eu gosto de filmes e livros baseados em fatos reais. Se é baseado em fatos reais já me interessa. Se é sobre invasão europeia pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial, interessa mais ainda. Aí junta a isso ser em Paris e sobre livros. Todos os ingredientes para ser uma leitura envolvente para mim. E foi.
A história foi publicada originalmente em 2020 e é baseada na verdadeira saga dos heroicos bibliotecários da Biblioteca Americana de Paris durante a Segunda Guerra Mundial. Fala de amor, força, amizade, família e sobre o poder da literatura em unir as pessoas.
Gostei muito da trama ser apresentada em dois tempo. O atual onde Odile mora em Montana e é vizinha de Lily, uma adolescente. O momento de vida une as duas, mas tem um passado intrigante a ser descoberto. Essa amizade tão improvável, mas com tanto em comum envolve e cativa o leitor.
Tem dias que são daqueles que a gente nem consegue descrever e colocar em palavras as sensações. Só sabemos que foram dias bons. Normalmente esses dias são carregados de simplicidades que de repetente saltam aos nossos olhos com outra perspectiva.
Essa semana foi assim: entre turbilhão vieram momentos de plenitude. Entre a exaustão vieram momentos de animação.
Momentos em que uma pequena guinada para desviar o caminho do automático encontramos o que faz sentido pra gente, o que faz nos sentirmos bem. E mais uma vez constatamos o que já sabemos: a vida no automático pode nos afastar do que faz sentido.
São esses os momentos que trago da minha semana: um dia nublado em que uma volta de bicicleta na Lagoa e uma disposição no olhar o fez extraordinário. Post: dia nublado - do simples ao extraordinário.
Um passeio com a minha mãe para visitarmos algumas exposições: Monet a beira d'água.
Van Gogh e seus contemporâneos
Uma semana daquelas, boa para repetir.
Na onda das exposições imersivas fui fazer um mergulho sensorial na exposição "Van Gogh e seus contemporâneos" na Casa França Brasil, no Corredor Cultural, no Centro do Rio.
Esse post faz parte do projeto #100EM1 de 2022 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei, no início do ano, que o projeto seria uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizados e reflexões. Porém o projeto foi completamente prejudicado pelo período que estamos vivendo.