segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão - Exposição no CRAB

Desde que a exposição "Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão" foi inaugurada em 21 de junho que eu estava com vontade de fazer a visita ao CRAB.  As exposições que acontecem neste espaço voltado ao artesanato são sempre alegres, coloridas e mostram parte interessante da nossa cultura.

Finalmente consegui conferir a exposição que é pura celebração. 


A mostra, que reúne fantasias de diferentes festas que acontecem por todo o Brasil, ocupa todo o primeiro andar do Centro de Referência do Artesanato Brasileiro e exibe peças feitas por artesãos de todo o Brasil especialmente para as celebrações populares. Os festejos mais variados estão lá representados.

Na chegada, somos convidados a escolher uma máscara e vestir o clima da exposição. Logo em seguida somos recebidos por estandartes pendurados no teto com saudações oriundas de blocos, romarias e desfiles. 

Já vemos o Carnaval, uma das nossas festas mais populares, ali representado. 


A Sala dos Espelhos, a primeira da exposição, impacta com a montagem em projeções, espelhos e fotos de foliões de rua feitas no subúrbio do Rio. 

Em seguida, entramos na Sala Festa Feita à Mão. Um corredor longo com uma vitrine repleta de esculturas feitas em material diverso, como barro, madeira, papel, fibra e tecido, e representam cortejos de diversas regiões, desde Dança do Pau-de-Fita (ou Trança), em Santa Catarina, até o Reisado, no Ceará. Um encanto!


Nesta vitrine estão cinco raros conjuntos produzidos por Mestre Vitalino (1909-1963), de Alto do Moura/Caruaru, em Pernambuco. Entre eles, o "Casamento a Cavalo".


Deixando os bonequinhos fofos para trás entramos na Sala Máscaras da Fantasia 1. Sala com fantasias suntuosas e riquíssimas nos detalhes, como o Bumba Meu Boi.


Máscaras impressionantes e divertidas.


Fantasias ricas em detalhes que encantam e divertem. Se olharmos bem, podemos nos ver dentro da festa.


Quando a gente pensa que já viu muita cor, entramos no núcleo central da exposição que é a Sala Máscaras da Fantasia 2. Ali nos deparamos com "algumas indumentárias que para se tornarem completas integram-se às máscaras, instrumentos musicais ou estandartes para que possam cumprir seu verdadeiro papel.".

Me diga se não dá vontade de vestir esse Bate-Bola, tradicional do Carnaval do subúrbio do Rio de Janeiro, e entrarmos na festa?!


No centro da sala os Homens de Lata, do Carnaval da Ilha de Madre de Deus, no Recôncavo Baiano, chamam a atenção. Eles usam máscara de tecido e indumentária feitas de latas recicladas de diferentes bebidas. Esta roupa funciona como uma espécie de máscara-sonora, que se mistura com os outros sons da festa durante o desfile. Imagina que loucura! Vou dizer uma coisa: eu de Mulher de Lata ia chacoalhar muito.


Eu fiquei especialmente maravilhada com esta máscara e chapéu do Cazumbá, personagem do Bumba-Boi.


Totalmente encantada com a riqueza dos detalhes, a diversidade dos trajes, e a quantidade de festas regionais que temos no nosso país, cheguei à Sala Batucada Digital. Afinal, as festas não são reconhecidas apenas por suas máscaras e indumentárias. O som e a música também dão identidade a cada uma delas.

Nesta sala estão expostos, pendurados ao teto, diversos instrumentos de percussão. Eu particularmente fiquei impressionada com os detalhes e variedade dos chocalhos.


Nesta sala somos convidados a fazer a nossa própria batucada. Tem uma mesa enorme e formato semicircular com instrumentos digitais para que o visitante toque e faça o seu som.


A última sala, "Entre na Festa!", é um convite a cair na folia. Nesta sala interativa, podemos montar uma fantasia e fazer uma foto tendo como cenários uma das 100 imagens com cenas do Carnaval de 2017, feitas especialmente para a exposição, pelos fotógrafos AF Rodrigues, Elisangela Leite, Fabio Caffé, Luiz Baltar e Monara Barreto, do coletivo Folia de Imagens.



As 100 fotos, estão expostas e numeradas, o visitante escolhe a que deseja, clica no número, e se posiciona para sua selfie ou fazer a foto pela própria exposição e recebê-la por e-mail.

Posso dizer que me diverti muito nesta parte da exposição.


E não me contentei com apenas uma fantasia. Quis fazer várias.


Bom, para finalizar, a exposição é divertida, colorida, linda, um encanto, um andar inteiro de magia. O CRAB Sebrae é um espaço novo aqui no Rio, bem amplo, organizado e normalmente vazio. Vale a pena o passeio, principalmente se complementá-lo com uma voltinha pela Feira do Lavradio.

Serviço:
"Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão"
21 de Junho a 28 de Outubro, 2017
CRAB Sebrae, Praça Tiradentes, 69, Centro, Rio de Janeiro
Terça a Sábado, de 10h às 17h, entrada franca.




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domingo, 13 de agosto de 2017

A Semana 32 - Novo Começo


Semana de mais um primeiro ano do resto da minha vida. São muito começos e recomeços ao longo do percursos que me fazem sentir viva, renovada, cheia de energia e com muito a agradecer.

A semana começou com uma espécie de despedida, mas não uma despedida no sentido de perda, de saudade, mas no sentido de comemorar, aproveitar e desejar sucesso e alegria na nova jornada.

Visitei a exposição“Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão”, que estreou no CRAB, na Praça Tiradentes, em 21 de junho, e eu estava louca para conferir. A exposição reúne objetos, adereços, máscaras, vestimentas e instrumentos musicais feitos, com muitos detalhes e cores, para o uso em grandes celebrações populares. Foi uma visita superdivertida com uma surpresa no final. Já era para eu ter feito um post dela. Mas vai rolar nesta semana, eu espero.

Exposição de fantasias feitas a mão no CRAB

A visita a exposição fez parte de um passeio pela Feira do Lavradio que acontece todos os primeiros sábados do mês. Tem muita arte, comidinha boa, e diversão. Vale muito a pena. Aliás, também merece um post. 


Sou muito grata por cada momento que passo com pessoas queridas fazendo algo descontraído, divertido, e aproveitando o que a cidade tem de melhor. Adoro ser guia turístico para cariocas no Rio. Adoro ver as pessoas que moram aqui se surpreendendo com a própria cidade. 


Um ano do início dos Jogos Rio2016, um ano daquela abertura linda, emocionante, contagiante, que deixou o mundo de queixo caído e o brasileiro cheio de orgulho. Quem trabalhou para que aquilo tudo acontecesse não tem como explicar as emoções que sentimos. Precisávamos comemorar! E comemoramos. 


Sou muito grata por ter tido essa oportunidade incrível, por ter no meu currículo a experiência de ter trabalhado um grande evento, por ter encontrado e reencontrado pessoas. 

Fomos na The Color Run Dreams. Um modo alegre e divertido de praticar o nosso exercício diário. 


Corremos, rimos, caminhamos e nos colorimos. 


Sou muito grata por dias de sol e coloridos como esse. 

Visitei com duas amigas a Fortaleza São João. Ela não conheciam e eu já estava querendo voltar. O local é lindo e cheio de história. E para mim tem uma lembrança especial: foi no caderno do Museu do Forte São José que a Sofia assinou o nome dela pela primeira vez. Fofo, né? Tem um posnt antigo no blog (Visita à Fortaleza São José), mas vou fazer um novo com novas histórias e fotos.


Mais uma vez sou grata por apresentar pontos turísticos do Rio para cariocas que não conheciam. Sou grata por vê-los encantados com a cidade. 


Experimentei uma receita nova do prato preferido da Ana Luiza. Fiz um risoto de parmesão e parma no vinho tinto que ficou maravilhoso. Esse já tem post no blog: Risoto de Parmesão, Parma e Vinho Tinto.


Sou muito grata por oferecer momentos saborosos para a família. 

Recebi o oratório com a imagem de São Longuinho que encomendei no Arte do Alto - Ateliê de Arte e Produções. Essa imagem vem do sertão de Pernambuco, do bairro Alto do Moura no município de Caruarú, terra do mestre Vitalino. Alto do Moura é o maior centro de arte figurativa da América Latina.



Sou muito grata a São Longuinho por me ajudar a encontrar as muitas coisinhas que eu perco diariamente. E me inspirar a contar causos, como esses: "São Longuinho, São Longuinho" e "Acordo com São Longuinho".

Enfim, sou muito grata por esta semana de um novo começo. Trabalho novo, nos aprendizados, novos amigos e reencontro com outros. 

Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.




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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Acordo com São Longuinho





A pessoa fez um acordo com São Longuinho, já que ela é do tipo que dava muito, mas muito trabalho mesmo, para o santo protetor dos seres avoados, desligados, cabeças de vento, ou seja, que sofrem do mal: perder os do dia-a-dia. A pessoa até já contou a sua relação com São Longuinho no post "São Longuinho, São Longuinho". 

Mas para vocês terem noção do nível da coisa, quando a pessoa em questão vai ao médico fazer os seus exames de rotina e dra. Pergunta se é sedentária, a resposta é: claro que não! Em sequência vem o questionamento “qual o exercício que você pratica e com frequência. A resposta sai rápida e sem pestanejar: pulos para São Longuinho, diariamente, de segunda a segunda, sem intervalo. A médica lança aquele olhar incrédulo tipo “eu não acredito que estou ouvindo isso. Cê tá de sacanagem, né?” Ela não expressa verbalmente, mas a pessoa que pula para São Longuinho sabe interpretar olhares. Sendo assim já vai esclarecendo: saca o Silvester Stallone treinado para Rock Balboa? Aquela parte do treino que ele pula corda? Aquilo não é exercício dos bons? Então, a pessoa aqui pula para São Longuinho mais do que Rocky Balboa pulou corda em todos os Rockys da vida. A médica não se convence e taca um “X” no Sim do sedentária. Mas isso é outro problema. 

Voltamos ao acordo com São Longuinho. Dessa vez a pessoa bateu um lero com o ex-soldado baixinho e negociou o seguinte: São Longuinho se você me ajudar a encontra um emprego, trabalho, job, labuta, eu prometo que me viro sozinha cada vez que eu perder meu celular (sente que o objeto de negociação foi apenas o celular). Não vou mais, nunca mais, te pedir para achar o meu celular (Ai Jesus, o SIM no sedentarismo, lá na ficha médica vai proceder). Eu sei, eu sei, que a sua especialidade é encontrar objetos, mas você bem que pode se aprimorar um pouquinho, né? Expandir a sua área de atuação. Sair da sua zona de conforto, e coisa e tal. E também não vai ter problema você (sim, a pessoa já tem intimidade com o Santo para usar o tratamento você) entrar na alçada de outros santos que cuidam dessa área. Diante dessa crise de desemprego esses santos estão sobrecarregados e vão aceitar a ajuda de bom grado, tenho certeza. Vai, aceita o desafio, aceita São Longuinho. 

Bom, São Longuinho topou o desafio, acho eu, que na esperança de ter umas horinhas de descanso depois disso. Acontece, que a pessoa está achando que ele se esqueceu que daí para frente teria o tal crachá. Pois é, São Longuinho segue tendo muito trabalho com esta pessoa que segue pulando tipo Rocky Balboa sem corda.
Como São Longuinho é gente boa, ou melhor, santo bom, até encomendei uma imagem bem linda pra ele.

O oratório com a imagem de São Longuinho que encomendei no Arte do Alto - Ateliê de Arte e Produções. É feito com reutilização de lata de bebida. A imagem vem do sertão de Pernambuco, do bairro Alto do Moura no município de Caruarú, terra do mestre Vitalino. Alto do Moura é o maior centro de arte figurativa da América Latina.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Risoto de Parmesão, Parma e Vinho Tinto


Recebi alguns amigos aqui em casa para uma boa conversa acompanhada de um vinhozinho. No final da noite sobraram algumas garrafas já abertas, mas com algum líquido que não queríamos desperdiçar.

Sabemos que o vinho pode ser muito bem utilizado como ingrediente-chave em várias receitas, dando aquele sabor e aroma aroma especial ao prato.

Com isso cada um pegou uma garrafa para ser ingrediente da própria cozinha e começamos a falar de pratos que combinam com cada tipo de vinho. Cada um dando a ideia do que faria até que falaram em fazer risoto com vinho tinto. Como assim? Combina? Fica bom? Claro que sim! 

Olha que aqui em casa nós gostamos de risotos, fazemos com frequência, pedimos em restaurantes, observo as opções nos cardápios, tem várias receitas aqui no blog, e eu nunca tinha visto, nem pensado em fazer uma receita de risoto usando vinho tinto. Hora de experimentar, né?

Peguei a receita simples de risoto de parmesão e simplesmente troquei o vinho brando por um dos tintos que tinha sobrado. Ficou sensacional!

Risoto de Parmesão com vinho tinto


O que utilizamos:
- 1 1/2 xícara de arroz arbóreo;
- 1 1/2 litro de caldo de legumes (eu uso o caseiro - tem a receita no post do Risoto de Camarão com Camenbert)
- 1 cebola pequena picada;
- 150ml de vinho tinto;
- 60g de manteiga sem sal;
- 1 colher de sopa de azeite;
- 1 punhado de cebolete picada;
- 100g de parmesão ralado grosseiramente;
- 3 fatias de Presunto de Parma.


Como fizemos:
Em uma frigideira de borda bem alta colocamos uma colher de azeite, 30 g de manteiga, a cebola picada e deixamos "chorar". Acrescentamos o arroz e misturamos até os grãos ficarem brilhando. Colocamos 150 ml de vinho, sempre mexendo, e deixamos apurar. 


Assim que o arroz ficou quase seco começamos a adicionar o caldo de legumes, duas conchas por vez, que já estava fervendo. Fomos colocando duas conchas de caldo por vez sempre misturando até o arroz ficar al dente. No final do cozimento, aproximadamente 20 minutos após o início, desligamos o fogo, colocamos o queijo parmesão ralado e misturamos. 

Servimos no prato (serviu 3 pessoas), colocamos pedaços de uma fatia de presunto parma em cada prato e salpicamos cebolete picada.

Ficou delicioso e com uma cor linda.

Para quem gosta de risoto temos outras receitas no blog Inventando com a Mamãe, basta clicar nos links abaixo:







A Semana 31 de 2017 - Boas surpresas



A semana de fim de férias começou bem tranquila, devagar, curtindo o final de semana em casa, com passeios em família e sem fotos. E com a promessa de que seria uma semana bem divertida.

Esse final de férias não foi para todos, então resolvi fazer turismo no Rio com a Ana Luiza. Passamos o dia pela Praça Mauá com a disposição de olhar aquilo tudo como se fosse a primeira vez, de sugar o que tem ali como se não fôssemos voltar tão cedo. Resultado disso: vi o Museu do Amanhã como nunca tinha visto antes nas diversas visitas que já fiz lá. 


O nosso objetivo inicial era visitar a exposição "Holocausto Trevas e Luz", mas acabamos percorrendo com calma todo o museu. Curtimos a exposição permanente e todas as temporárias em cartaz.


Saímos do Museu do Amanhã deslumbradas, impactadas! Mesmo com a expectativa de que seria um ótima dia, o nosso passeio foi uma surpresa. Boa surpresa, por sinal!

Como estávamos de turista e turista não tem cansaço, turista precisa aproveitar tudo como se aquela fosse a única oportunidade de conhecer o lugar, fomos visitar também o MAR - Museu de Arte do Rio - com este olhar de quem está disposto e aberto a novas formas, cheiros, sons e sabores.

A semana prometia seguir no ritmo de fim de férias com alguns passeios pela nossa cidade, mas o rumo mudou. Algumas surpresas, boas por sinal, surgiram e mudaram nossos planos. Assim acabamos envolvidos com outras questões mais práticas e desfrutando de momentos de deslumbramento em casa. 

Fizemos pinturas. Pintamos letras, cachepôs, bancos. Colorimos os nossos dias e as nossa casa. O resultado nos encheu de orgulho. Ficou lindo. Uma boa surpresa.


Assistimos a três filmes na Netflix e somente agora ao selecionar as imagens para o post é que me toquei que todos foram relacionados a comida de alguma forma.

"Sushi A La Mexicana (East Side Sushi)" - Este filme apareceu como sugestão da própria Netflix após assistirmos "Sabores do Palácio". E foi uma ótima surpresa.

Conta a história de Juana, mexicana que mora nos EUA com o pai e a filha de 7-8 anos. Vive os problemas, as batalhas dos imigrantes latinos no país. E vive os sonhos também. O de Juana, que tem o dom para cozinhar e possui uma habilidade incrível para cortar os alimentos com rapidez. Já cansada de batalhar como vendedora ambulante de frutas, Juana vê a oportunidade de conquistar seu espaço se candidatando a uma vaga em um restaurante japonês. Durante a entrevista para ocupar a vaga tem um diálogo que eu gostei muito. A dona do restaurante fala que não contratam mulheres para assistente de cozinha porque é preciso carregar sacos de 20 kg de arros e isso é muito pesado. Juana responde que a filha tem 23 kg e ela a carrega no colo com facilidade. Bom, daí já dá para sentir que a questão do machismo e do pré-conceito que as mulheres sofrem no mercado de trabalho. 
Sendo assim, o caminho que Juana percorre para realizar o seu sonho não é fácil. Tem a questão de ser latina vivendo nos EUA, tem a questão de ser mulher e latina querendo se inserir na cultura japonesa que é cheia de tradições. 

Enfim, uma história multicultural focada na cultura japonesa e na mexicana, um filme inspirador, com diálogos consistentes. Trata temas interessantes, como preconceito de nacionalidade e gênero, tradição e cultura. Fala de sonhos, realização, superação e desafios.  

Um filme gostoso e que pode ser acompanhado de um bom sushi.


"O Mínimo Para Viver" - Ao abrir a Netflix, este foi a primeira sugestão. A preguiça de buscar algum título nos fez escolher este mesmo. E nos surpreendemos! Foi uma boa surpresa.

Um filme que fala de anorexia e bulimia. Um assunto muito importante que deve ser mostrado e debatido. Na história vivida por Ellen (Lily Collins), a jovem anoréxica está em quadro avançado e, após várias tentativas de cura, já como uma última cartada, resolve procurar o Dr. Beackham (Keanu Reeves), um especialista renomado que utiliza métodos diferentes para tratar seus pacientes. Vou fazer um post sobre o filme.



"Okja" - Peguei este filme para assistir com a Sofia sem ter informações a respeito. O que nos atraiu foi o animalzinho fofo, a história de um porco gigante que vivia nas montanhas. Porém o filme vai muito além e faz duras críticas a indústria alimentícia e a forma como da tratamento aos animais que nos servem de alimentos. Mais uma boa surpresa.

É um filme cheio de aventuras que nos faz torcer por Okja, vibrar quando os vilões se dão mal, derramar algumas lágrimas, mas acima de tudo pensar e pensar muito em todo este processo de consumo que vivemos.




Ainda na semana fui à livraria e acabei comprando dois livros que estou lendo e gostando muito. Depois falarei deles com mais detalhes. 



Sou grata às pessoas que estiveram próximas a mim nesta semana e fizeram meus dias mais floridos e cheios de boas surpresas. 




Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.




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