sábado, 13 de junho de 2020

Dica de Leitura - Livro "Minha Vida Não Tão Perfeita"


Uma das coisas boas que aconteceram nesse período de que estamos vivendo foi que retomei o foco e o ritmo de leitura. Vendo lendo pelo menos um livro por semana. 

Mas nesses últimos dias eu dei uma engasgada. Peguei o livro "Minha Vida (não tão) Perfeita" para ler. Algumas indicações em blog, capa fofa, promessa de boas risadas, assunto interessante, autora com a série "Becky Bloom" no portfólio. Motivos suficientes para despertar o meu interesse pelo livro. 


O livro conta a história de Katie Brenner, uma mulher, adulta jovem, do interior da Inglaterra, que está realizando o sonho de toda a sua vida que é morar em Londres. Ela deixa o pai morando na fazenda em que Katie foi criada para ganhar o seu espaço e caminhar com as próprias pernas na capital inglesa. Nada mais, nada menos do que uma das top 10 cidades do mundo para ser morar. 

Katie está iniciando na carreira, na área de marketing, tem potencial, tem determinação e motivação. E acima de tudo tem a sua chefe Demeter como inspiração e modelo de profissional, apesar de alguns pesares na aparente personalidade de Demeter. Se por um lado ela é poderosa, inteligente, antenada, com uma família perfeita, um visual perfeito, por outro é um transtorno na vida dos subordinados. 

A vontade de Katie de ser aceita e integrada ao estilo de vida londrino é tão grande que ela meio que assume uma personagem que cria para si. Muda seu nome para Cat, camufla muito bem seu sotaque do interior, muda o visual. E mostra no seu Instagram uma vida que não é a sua realidade.

Início de carreira não é fácil. Início de carreira e de vida independente em Londres é menos fácil ainda. A cidade é cara, tem dificuldades de locomoção para quem mora longe, as pessoas podem não ser tão receptivas e amáveis devido a correria do dia a dia. 

Tá, a premissa do livro, a garota do interior que sonha com uma vida urbana de sucesso na capital e esconde as suas origens, não é exatamente uma premissa original ou particularmente emocionante. Mas o tema da vida que é mostrada e consumida nas redes sociais versus a vida real é um tema bem atual. Achei que daria caldo, ou melhor, boas linhas. 

Mas... o início do livro já foi meio devagar... começa com a apresentação dos personagens e cenários. Contado com muito no monólogo interno de Katie, enquanto ela explica o que está acontecendo. Achei chato. Me via ouvindo aqueles adultos que ainda falam com entonação de adolescentes, falam muitas coisas rápidas e entre um assunto fazem desvios para temas aleatórios e depois retornam. Sei que a pegada ali era tornar algo desagradável, como o trajeto casa-trabalho na hora do hush em Londres, em algo hilário. Mas pra mim não colou.

De qualquer forma tinha algo na história que me fazia querer saber o que iria acontecer com Katie-Cat. Como quando ela conhecer Alex. Sairia um romance? E eu seguia com a leitura que esquentava por um ou dois capítulos, dava uma caída no ritmo, aí vinha outra reviravolta que me fazia ficar curiosa e seguir adiante.

Até que Katie é demitida por Demeter (não estou estragando o prazer da descoberta porque esse fato já é revelado na sinopse). Viver em Londres sem emprego, não rola. Katie retorna temporária e estrategicamente para Somerset, sua cidadezinha Natal. Entra em um negócio de glamping com seu pai e sua madastra.

Apesar do negócio decolar, possibilitar Katie de aplicar seus conhecimentos de marketing, desenvolver suas habilidades gerenciais e administrativas, receber um salário, ela continua se considerando desempregada.

Ok, até pode não ser o emprego do sonho em um escritório de pompa em Londres. Mas desempregada é forte né? Eu que já estava achando a tal Katie mais para adolê do que para adulta, ganhei mais um pontinho de certeza.

Tudo ia bem na vida interiorana, porém de mulher de negócios (que ela enxergava como a menina ajudando o papai na fazenda) de Katie até que outra reviravolta no livro (essas surpresas é que davam uma animada para seguir na leitra). Quem chega para passar uma semana de férias no glamping? Ninguém mais, ninguém menos do que Demeter! A chefe maldita e admirada que destruiu o sonho de vida em Londres de Katie.

Sério, aí a coisa no livro fica muito esquisita. Katie resolve se vingar de Demeter. Mas uma vingancinha que se era para ser engraçada, ficou longe disso por ser tão surreal, tão imatura, tão absurda, que irritou. Bom daí vierem outras guinadas na história, mas tudo muito irreal e infantil. Eu achei. Mas segui o livro até o fim.

Não é um livro que eu recomendo, mas consegui seguir até o final porque as mudanças de rumo me deixavam curiosa para saber o destino dos personagens. É uma história que fala de autoconhecimento, de se descobrir e redescobrir, de aceitar suas raízes, de saber se mostrar e mostrar o que temos de melhor, aceitar que a vida tem altos e baixos e ninguém tem uma vida perfeita. Por traz da fachada sempre tem algumas marcas. Mas achei que isso tudo ficou meio apagada com a pegada infantil da vingança, das situações absurdas demais, e de muitas aleatoriedades para desvios da narrativa.

Pois é, né?! Nem todas as leituras são tão perfeitas. Nem tudo se posta nas redes sociais é a mais pura verdade.

Hoje mesmo postei no meu story, no Instagram, um almoço lindo que fiz. Enquanto postava as fotos eu pensava: quem vê isso não imagina o backstage da história. Eu estava correndo feito louca dividindo as etapas da preparação do almoço (sim, trabalhei no sábado) com o trabalho. Deixava a cebola dourando e coria até o computador para andar com um cenário de teste, corria de volta para a cozinha para colocar os cogumelos, corria de volta pra sala para andar com o trabalho enquanto os cogumelos cozinhavam, e assim foi. Mas no Instagram só está a mesa posta, os pratos bonitos, o colorido, o silêncio, a tranquilidade. A parte perfeita da minha vida não tão perfeita. E por isso que ela é perfeita, justamente por ter imperfeições.





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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Filme Respire


Vou falar do filme "Respire". Apesar de já tê-lo assistido há uma semana, ainda estou sob o impacto dele. 




O engraçado é que nas primeiras vezes que passei pela lista dos 50 filmes disponíveis no Festival Varilux em Casa eu nem percebi que "Respire" constava do catálogo. Depois de ter menos opções, pois já tinha visto os primeiros escolhidos, notei que estava ali, mas não me interessei. Apenas quando me vi com poucas opções, ou quase sem opções, é que resolvi "pegar" o drama francês.

Cliquei em assistir filme esperando um longa teen de meninas que se apaixonam e querem viver uma paixão. Felizmente me enganei.

"Respire", um drama intenso e que arrepia. Fala de amizade tóxica, de relações problemáticas e das consequências. Até que ponto uma relação pode ser libertadora ou aprisionadora. Até que ponto pode transformar o outro.

O filme conta a história da amizade repentina e intensa, bem típico de adolescentes que se tornam as mais recentes melhores de amigas de infância na primeira identificação, de duas meninas com personalidades bem diferentes. Charlene, chamada de Charlie (Joséphine Japy), uma ótima aluna, relativamente tímida, ligeiramente insegura, com alguns poucos amigos na turma, que vive em sua casa de classe média com sua mãe. Do outro lado temo Sarah (Lou de Laâge), recém chegada na escola, bonita, descolada, interessante e cheia de novidades.

Por acaso, no primeiro dia de aula, Sarah é colocada para compartilhar a mesa com Charlie. Surge a amizade. Charlie se encanta e é atraída pela personalidade exuberante e independente de Sarah. 

Sarah com suas histórias de vida de aventuras desperta o interesse de Charlie por experiências típicas da idade, como sair para beber e fazer tudo de errado como fumar tudo que é ilegal.

Mas qual seria o interesse de Sarah em Charlie? Aí começa uma relação de amizade em que a gangarra nunca está equilibrada. Sarah sempre está no comando. Dominando. Mordendo e assoprando. Dando corda e puxando. Invertendo papeis. Sabendo fazer uso das fraquezas de Charlie.

Charlie sufocada descobre o grande segredo de Sarah. Oportunidade de inverter o jogo? Talvez! O melhor seria sair dessa relação.

Aliás, é o que senti o tempo todo. Vontade de aconselhar Charlie a pular fora. Vontade de sacudir a mãe de Charlie para ela enxergar o que está acontecendo com a filha. Como essa mãe não percebe a transformação da filha? Como ela não vê a relação de dominação e dependência que está surgindo ali? Uma relação que a mãe conhece muito bem.

Será que ficamos tão cegos assim quando estamos envolvidos nos nossos próprios problemas? Talvez sim. Será que problemas sérios, graves, podem acontecer bem embaixo do nosso nariz e simplesmente não enxergarmos? Reflito enquanto assisto as cenas. Peço que minhas filhas nunca experimentem uma relação tóxica. Que se aconteça que saibam sair imediatamente. Que se aconteça que eu perceba e esteja apta a ajudar.

É impressionante como o filme em seus poucos 90 minutos consegue mostrar a profundidade das relações, suas emoções e consequências. O quanto relações tóxicas e de dominação podem levar a um caminho nebuloso e de consequências graves para todos os lados. Respire e assista. Vale a pena.



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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Panquecas para Veganos e não Veganos


Para dar uma alegrada na quarentena e fazer os dia parecerem diferentes e com novos sabores, eu tenho experimentado receitas novas e variado as refeições. Acho que a minha refeição preferida é o café da manhã. Adoro um bom café da manhã variado e caprichado.

Passeando pelo blog "O Diário da Inês" eu vi uma receita de panquecas feitas com ananás que despertaram o meu desejo. Mas despertaram mesmo. No nível suficiente para me fazer trocar a cama e o travesseiro pelo foção e frigideira.

Sim, acordei mais cedo e fui para a cozinha preparar panquecas para o café da manhã. E digo que valeu a pena trocar sonhos por sabores.


Como tenho uma filha que é vegana eu preciso adaptar as receitas ou fazer uma de cada. Foi o que eu fiz dessa vez. Panqueca Americana de Mamão para não veganos e PanquecaVegana com Chia.

Para as panquecas de mamão eu segui a receita da Inês no post Panquecas sabor ananás fazendo uma única troca que foi o iogurte de abacaxi pelo de mamão.



Ingredientes:

- 1 iogurte Activa sabor mamão;
- 2 ovos;
- 1 colher de sopa de açúcar;
- 6 colheres de sopa de farinha;
- 1 colher de chá de fermento em pó.

Como fiz: 
Segui todos os passos recomendados pela Inês
Coloquei todos os ingrediente em um recipiente e bati com o fouet até a massa ficar bem homogênea
Levei uma frigideira untada com um pequeno fio de azeite ao fogo médio e com uma concha pequena despesei a massa uma a uma. A dica da Inês foi virar a massa assim que começasse a fazer bolhas na parte superior da panqueca. Dito e feito. Ponto perfeito!


Para as panquecas veganas usei uma receita específica que a minha filha me passou.

 

Ingredientes:

- 1 1/2 xícara de chá de farinha de trigo;
- 2 colheres de sopa de açúcar demerara;
- 1 xícara de leite de amêndoas;
- 2 colheres de sopa de óleo vegetal;
- 2 colheres de chá de fermento em pó;
- 2 colheres de sopa cheias de chia;
- 1 pitada de sal.

O processo de preparo da massa e para fritar as panquecas é o mesmo. Porém as panquecas veganas ficaram bem mais altas. Para o meu paladar poderia ter um pouco mais de açúcar. 

Servimos com frutas, mel e granola para a panqueca não vegana.


Servimos com frutas, melado para a panqueca vegana.




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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Série Doces Mognólias

Eu já tinha visto a chamada da série "Doces Magnólias" na Netflix, já tinha lido uma resenha positiva em algum blog. Logo a série baseada nos livros da coleção chicklit  “Sweet Magnolias”, de Sherryl Woods, estava na minha lista de possíveis séries para assistir a qualquer momento, principalmente naqueles momentos de tédio de quarentena em que fico andando em círculos pela casa.



Mas o que fez "Doces Magnólias" ser a minha escolhida nesse exato momento? Por que diante a lista com várias dicas para maratonar na quarentena eu pincei justamente a história de cumplicidade entre três amigas de infância, Maddie (JoAnna Garcia Swisher), Helen (Heather Headley) e Dana Sue (Brooke Elliott), que vivem e charmosa cidade de interior, Serenity, na Carolina do Sul? 

Vou contar! Foi essa cena do final do trailer. As três amigas brindando com uma taça de Margarita. Era isso que eu queria: estar com as minhas amigas brindando, desabafando, rindo, compartilhando. Rolou uma identificação! Ponto, pronto!



As três amigas de infância não somente conciliam a vida familiar, profissional e amorosa, como compartilham ente si as suas dores e prazeres, alegrias e tristezas, conquistas e desilusões. Um sempre apoiando a outra. Ah... tão eu e minhas amigas...

"Doces Magnólias" tem todos os elementos da série leve, divertida, envolvente, emocionante que cumpre bem o papel de entretenimento. Tem Maddie (JoAnna Garcia Swisher) a mãe de três filhos que foi traída pelo marido e que está passando pelo divórcio. Tem Dana Sue (Brooke Elliott) que atualmente cuida sozinha da filha adolescente e seu restaurante. Helen (Heather Headley) a advogada bem-sucedida forte, determinada, conciliadora que ajuda a todos. Solteira e querendo ser mãe. 
Claro, que tem os filhos adolescentes e suas crises. Tem o marido traidor com a amante aparentemente tolinha. As fofoqueiras de plantão. As rivalidades ultrapassadas do tempo de infância, mas que em cidade pequena são arrastadas pela vida toda. 

O que faz "Doces Magnólias" ser docemente leve é que o problemas, os dramas, as crises estão todas lá. Mas passam rápido, se resolvem. Depois vem outra crise que afeta outro personagem. Não tem ninguém tomando porrada o tempo todo, sofrência constante para ser feliz apenas nos últimos cinco minutos do último episódio. Não tem um grande vilão, tem pessoas que erram, que falham, que sentem inveja. Mas tem pessoas que se alegram, que ajudam aos outros, que colaboram. Na maioria do tempo a vida flui na pacata cidade de interior com casas bonitas, jardins bem-cuidadas. A série tem frescor e luminosidade. Mostra que os problemas estão aí para ser vividos e se você tiver amigas para desabafar e beber, tudo fica melhor e a tempestade passa. 

Me identifiquei com a amizade das três, e claro, falei para as minhas duas amigas que elas precisavam ver a série. Uma horinha depois recebemos no grupo do zap dizendo que a série era muito nós com um trecho em vídeo com o seguinte diálogo:

"- Isso toca a minha alma." 
"- A companhia ou as margaritas?"
"- Sim. Adoro as Noite de Margarita. E acredito completamente que não há problema neste mundo que não se resolva com bebida e um bom papo com vocês duas".




Ô saudade da Noite de Vinhos e Desabafos com as amigas!

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terça-feira, 9 de junho de 2020

A Semana 22 de 2020 - Décima Segunda semana de quarentena


A décima segunda semana dessa quarentena sem fim começou com surpresa, carinho e gentileza. Agrados muito bem-vindos em qualquer época, mas potencializados nesse momento mais difícil em que as emoções estão afloradas. 

Recebemos um bolo de presente. Sem motivo específico para comemorar. Apenas um bolo para comemorar um dia qualquer. 


Precisei ver o céu, afinal 80 dias de isolamento com pouquíssimas saídas e todas dentro do carro é para os fortes. Fui dar um passeio de carro na cidade vizinha, Niterói. Contemplei a vista e senti a brisa do mar à beira (nem tão beira assim) das Praias da Região Oceânica de Niterói. Foi bom para relaxar e para fazer planos para quando finalmente pudermos voltar a circular com tranquilidade (o conceito de tranquilidade já mudou com essa pandemia).


Fiquei a louca do cinema francês e assisti três filmes no Festival Varilux em Casa. Até parei agora para contar quantos eu assisti desde que disponibilizaram os filmes do festival na plataforma Looke. Onze! Isso! Onze filmes franceses até o momento dessa quarentena! Bom, pelo menos rendeu, né?

O primeiro da semana foi "Respire", um drama intenso e que arrepia. Fala de amizade tóxica, de relações problemáticas e das consequências. Até que ponto uma relação pode ser libertadora ou aprisionadora. Até que ponto pode transformar o outro. Acho que quero fazer um post sobre o filme, por isso não vou falar tanto dele aqui. Só digo mais uma coisa: Vejam!


O segundo foi "Um Homem Fiel".  O filme traz uma visão moderna e bem francesa dos relacionamentos. De forma leve e em alguns momentos até sutilmente divertidos faz refletir sobre amor e paixão, sobre traição e fidelidade. Vale a pena!


O terceiro foi "Patty Girl" que eu peguei como dica nos comentários aqui do blog. Uma pessoa comentou que está seguindo a minha dica de assistir aos filmes disponibilizados pelo Festival Varilux em casa e citou os filmes que ela já assistiu. "Party Girl" fazia parte da lista e me chamou a atenção.

Ótimo! Baseado em história real e interpretado pelas mesmas pessoas que realmente viveram a história. Uma história de vida rica e fora dos padrões convencionais. Esse ponto traz todo o encantamento do filme. Fala de escolhas, de aceitação de si mesmo, recomeço, voltar atrás, amor. Acima de tudo de amor próprio e liberdade.


Continuo arriscando novidades na cozinha. Nessa semana fiz um bolo de carne que ficou maravilhoso. Pena que não fiz fotos decentes dele. Na verdade fiquei filmando para passar a receita para as amigas e me esqueci das fotos. Ficou tão bom que acabou antes de eu conseguir me lembrar de fotografá-lo. 


Maratonei a série "Doces Magnólias". Uma série realmente doce! Vou fazer um post sobre ela. Preciso fazer esse post.


A semana que começou com bolo, terminou com bolo. Mas dessa vez foi para uma comemoração especial: 15 anos da Sofia. Ela não quis fazer nenhuma comemoração especial, mesmo que dentro das restrições impostas. Então, apenas encomendei um bolo, alguns macarrons e um chocotone. Tudo do que ela mais gosta e vegano. Simples assim. Simples como ela quis. Mas com muito amor e respeito envolvido. 




Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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