segunda-feira, 16 de setembro de 2019

A Semana 37 de 2019 - Olhando com calma


Como é bom para mim esse momento de parar e rever a minha semana. É uma maneira de eu avaliar se atendi as minhas reais necessidades, se apenas busquei distrações, se consegui equilibrar os meus papeis e até se fiquei mais em função das expectativas dos outros.

Por outro lado é uma ótima oportunidade de realinhar, de pensar em qual foco dar na semana que se inicia. Eu adoro.

Assim que comecei a buscar as fotos para o post eu pensei: nossa! Que semana parada! Não fiz praticamente nada além de trabalhar e voltar para casa. Mas olhando com calma...


Fui com as filhas na feira Vegannezando com as filhas. Passamos uma manhã conhecendo algumas opções, escolhendo outras, experimentando algumas. Almoçamos juntas, conversamos e voltamos pra casa com aquela sensação de cumplicidade boa e tranquila.

A Sofia, minha caçula, depois de mais de uma sendo vegetariana, está vegana. Com isso eu preciso explorar esse universo novo para mim. Está sendo bom para ver outras alternativas, experimentar novos sabores, estar aberta a outros. 


Fui com as amigas ver a exposição "Biblioteca à Noite" que estreou nesta semana no SESC Copacabana.  A exposição é sensacional. Eu que já gosto bastante de uma biblioteca, de uma livraria, fiquei encanada com a exposição. Uma das minhas amigas se deu conta que em suas viagens não costuma visitar as bibliotecas das cidades. Eu já incluo, sempre que dá, a visita a biblioteca no meu roteiro. Mas me dei conta que não tenho posts sobre as bibliotecas. Nem das duas mais belas aqui do Rio,mas vou providenciar.


Voltei ao Paço Imperial, na hora do almoço de um dia da semana, para rever a exposição do Ai Weiwei que está parte lá e parte no CCBB.


Fui ao Theatro Municipal com a minha filha Ana Luiza assistir ao balé do Grupo Corpo. O espetáculo de 2019 é "Gil" e está sensacional. O outro número que eles trouxeram foi "Sete a oito peças para uma balé" que eu já tinha assistido, mas sempre vale a pena rever.



Olhando com calma para essa semana que me pareceu de poucos eventos eu percebi que fiz o que foi importante para mim. Estive com quem eu queria estar. E acima de tudo respeitei os meus dias me sentindo cansada e precisando de calmaria.

Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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domingo, 15 de setembro de 2019

Garrafas Pintadas - Usando os presentes antes de entregá-los


estou sempre colorindo algumas peças. Eu faço aula de pintura em madeira, mas gosto também de pintar garrafas. Acho que ficam bonitas na decoração e dão um charme a um cantinho qualquer, ainda mais quando estão com flores. Já mostrei aqui esse meu gosto no post "Minhas Garrafas".

Encontrei na lixeira quatro garrafas de cerveja e fiquei com pena delas ali abandonadas em um lixo que nem era para reciclagem. Assim que vi as garrafas ali no chão eu me lembrei de uma gamela que repaginei para uma amiga e com três pratinhos de apoio. Foi o suficiente para dar inspiração para pintar as garrafas de modo que combinasse. 

Bottle painting


Garrafas devidamente recolhidas, levadas para casa, lavadas e preparadas, comecei a fazer a pintura. Mas senti falta de uma quinta peça para fechar as cores. Um amigo conseguiu uma garrafa igual e o conjunto ficou pronto.

Está enfeitando a minha varanda enquanto eu não entrego para a minha amiga.

Bottle painting

Meu primo me convidou para um churrasco na casa dele e resolvi pintar três garrafas para levar de presente para a mulher dele. Foi para ela que eu dei cara nova em uma bandeja. Ela adora amarelo!

Bottle painting

Pensando na Sandra, na alegria dela, escolhi as cores de forma que o amarelo estivesse presente e em destaque. 

bottle painting

E enquanto o dia do churrasco não chega as garrafas estão enfeitando a minha mesinha de cabeceira. Porque sou dessas que usa antes o presente que vai dar para as amigas. 

Eu faço aula de pintura com a professora Odila Freire no Atelier Odila Freire. As pinturas têm a orientação dela e o estilo da #tecnicaodilafreire


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quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Exposição Biblioteca à Noite - uma viagem a 10 bibliotecas do mundo

Da penúltima vez que estive em São Paulo aproveitei para visitar o prédio do SESC, na Paulista, que possui um mirante (gratuito) com vista para a Avenida Paulista e oferece um ótimo local para tirar fotos. Mas o SESC oferece mais. Oferece exposições também. E nesse dia eu fiquei com gosto de quero mais. Na verdade o objetivo da minha visita era conferir a exposição “Biblioteca à Noite” que estava em cartaz. Mas não consegui. Era necessário agendamento prévio e eu não sabia disso. Fiquei com aquela sensação de que perdi uma oportunidade porque não me informei devidamente antes.




Passou! Até que na semana passada eu recebi o convite de uma amiga para visitarmos uma exposição no SESC Copacabana, aqui no Rio. Uma exposição que iria inagura no dia 12 de setembro (hoje) e que estava aberta a visitação prévia para os funcionários do SESC. E para minha surpresa a exposição se chama “Biblioteca à Noite”. Aceitei o convite sem pestanejar.


Já vou adiantando que a visita a exposição imersiva e virtual é uma experiência incrível, inspirada no livro de mesmo nome do escritor argentino Alberto Manguel. Assim como no livro, a exposição nos leva a um passeio pelas mais diversas bibliotecas.


No primeiro espaço cheio de charme é uma reprodução da biblioteca francesa do próprio escritor. O espaço é aconchegante, com paredes de pedras, janelas que simulam a vista para um jardim em um dia chuvoso, alguns objetos pessoais e muitos livros, é claro. Tudo isso a meia luz e escuro em alguns momentos. 

Ao final da apresentação na primeira sala recebemos os óculos de realidade virtual e somos encaminhados para a segunda sala, a floresta. É nesse ambiente que simula a sala de uma biblioteca em meio a uma floresta de  árvores de livros que somos transportado para a realidade virtual e começamos a nossa viagem impactante por 10 diferentes bibliotecas do mundo, reais ou imaginárias.


Com o uso da tecnologia, conseguimos viajar e conhecer um das seguintes bibliotecas : 

1 - Biblioteca da abadia de Admont (Áustria)


A Abadia de Admont, na Áustria, contém a maior biblioteca monástica e o maior acervo de escritos científicos antigos do mundo.

Na viagem virtual, além de nos deslumbrarmos com a beleza do interior da biblioteca somos apresentados a sua história com destaque para as quatro esculturas batizadas de "As quatro últimas coisas". Elas ficam Nos quatro cantos da sala e encarnam a Morte, o Juízo Final, o Inferno e o Paraíso, reforçando a ideia manter o homem com os pés no chão e lembrá-lo de sua incontestável condição de mortal.






2 - Templo de Hase-dera, em Kamakura, no Japão

Esta prateleira giratória é denominada de rinzo e armazena os sutras (ensinamentos budistas). Foi criada para assegurar a transmissão do saber religioso mesmo para os que não sabem ler. Ao girar o rinzo, diz-se que o visitante obtém o mesmo mérito de ler todos os sutras. Esses sons tem como objetivo espantar os maus espíritos que assombram a biblioteca.

Foto obtida no link: http://linuxhacker.ru/d/?q=node/78


3 - Biblioteca Vasconcelos (México) 

Essa é de cair o queixo! Também é conhecida por “megabiblioteca” pela imprensa mexicana essa biblioteca é famosa por suas estantes suspensas, com cerca de 106.000 títulos. As prateleiras podem se ajustar a quantidade de livros, sendo expandida com o recebimento de mais exemplares.

Foi construída em um leito de um lago seco no vale do México com o objetivo de dar a imprensão de ser uma enorme arca moderna onde livros, prateleiras e conhecimento flutuam no espaço. 

Outro ponto interessante dessa biblioteca moderna é o esqueleto gigantesco de uma baleia que está pendurando no seu hall central. 




4 - Biblioteca de Nautilus (20.000 Léguas submarinas), 

Aqui é uma viagem ao livro "Vinte Mil Léguas Submarinas" . Com imagens baseadas nas ilustrações do livro damos um mergulho na biblioteca do capitão Nemo.


 Imagem obtida na matéria "Exposição à noite"

5 - Biblioteca do Parlamento de Ottawa (Canadá)

Belíssima biblioteca no estilo vitoriano focada em livros do Parlamento e documentos legais. Mas além da estátua da rainha Vitória tem o grande livro. Um livro enorme, o único que não é referente a assuntos parlamentares, com ilustrações de pássaros. Nessa viagem virtual passeamos também pelas páginas desse livro.

 

6 - Biblioteca Sainte-Geneviève (França) 

Essa imersão por essa belíssima biblioteca de Paris (me arrependi de não ter incluído no meu roteiro quando visitei a cidade) foca na época da sua construção, pois foi cheia de inovação e avanço tecnológico na época, em meados do século XIX. O audacioso arquiteto Henry Labrouste introduziu a iluminação a gás com o objetivo de estender o horário de funcionamento da biblioteca para além do que era permitido pela luz natural do sol.



7 - Biblioteca de Alexandria (Egito)

Fazemos uma viagem entre o passado e presente com visão futurista. Começamos pela mãe de todas as bibliotecas criada pelos faraós e chegamos na nova biblioteca reencarnação contemporânea da Biblioteca de Alexandria, construída no lugar que supostamente foi ocupado pela primeira, inaugurada em 2002.




8 - Biblioteca de Sarajevo



Biblioteca que foi destruída no cerco de Sarajevo nos conflitos após a dissolução da antiga Iugoslávia, nos ataques na noite de 25 de agosto de 1992. Entre os milhões de volumes que ficaram sob os escombros do edifício inaugurado em 1896, incluíam-se 150 mil obras raras e 478 manuscritos. Em 2014, a Biblioteca Nacional da Bósnia-Herzegovina foi reinaugurada.

Nesta viagem virtual revivemos a façanha do músico de 35 anos, Vedran Smailovic. Que angustiado com toda a carnificina que assistia resolveu doar o que tinha, a sua música. Nos 22 dias seguintes, às 4 horas da tarde, Smailovic vestia seu fraque, pegava seu violoncelo sentava-se em um banquinho ao lado da cratera aberta pela bomba e tocava o Adágio em sol menor de Albinoni – uma das mais tristes e tocantes peças do repertório clássico – em homenagem aos mortos nos ataques.



9 - Biblioteca do Congresso (EUA)


Belíssima! Da cúpula da biblioteca, através de suas janelas circulares,  temos uma uma vista de 360º de cidade de Washington.




9 - Biblioteca da Universidade de Copenhague - Dinamarca

Mais uma biblioteca belíssima e com história interessante. Esta biblioteca hoje é considerada uma biblioteca embalsamada já que os livros em suas prateleiras não podem ser consultados pelos visitantes. Isso porque eles não são catalogados, nem classificados e por isso são chamados de livros mortos. A utilização do espaço é feita por estudantes que utilizam as mesas para fazer trabalhos e pesquisas em seus tablets, ou por visitantes apenas para contemplar a construção.


Vale muito a pena visitar a exposição e viajar pelas bibliotecas do mundo e pelo livro "Biblioteca à Noite" do escritor argentino Alberto Manguel. Vale também se inspirar e visitar as nossa bibliotecas aqui no Rio: O Real Gabinete Português e a Biblioteca Nacional. 

Serviço:

"A Biblioteca à Noite"
Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160
Data: De 12 de setembro de 2019 a 26 de janeiro de 2020
Dias: de terça (exclusivas para agendamento de grupos) a domingo
Horários: das 9h30 às 20h
Entrada Gratuita (a visitação será somente mediante agendamento prévio pelo
site www.sescrio.org.br)




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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio - Darwin: Origens e Evolução

Eu fico sempre impressionada como nós cariocas conhecemos pouco a nossa cidade. O Museu do Meio Ambiente, por exemplo é desconhecido da maioria, apesar de estar localizado em um dos pontos turísticos mais conhecidos e visitados da cidade, o Jardim Botânico.

O que fazer no Jardim no Botânico do Rio

Tá certo que ele é relativamente novo, pois foi inaugurado, em 2008, à época das comemorações dos 200 anos do Jardim Botânico. Mas, de qualquer forma, ele é vem visível já está localizado de frente para a Rua Jardim Botânico bem na entrada do parque que leva ao Centro de Visitantes

O que fazer no Jardim no Botânico



Além do mais, o museu é espaço bem interessante, pioneiro dedicado à temática socioambiental, é agradável de visitar, amplo e com janelas com vista para o jardim, gratuito, e sempre tem uma exposição interessante.


O que fazer no Jardim no Botânico

Neste momento, até dia 30 de outubro, está em cartaz a exposição "Darwin Origens & Evolução" em homenagem aos 160 anos do lançamento do livro da Teoria da Evolução.

A exposição contempla 295 peças – entre fotos, ilustrações, fósseis, obras de arte, animais empalhados, coleções de acervos principais museus de Ciência da cidade. Tem uma sala com peças dos acervo do Museu Nacional (foto abaixo). Uma outra sala com peças do Museu de Ciências da Terra.



Museus do Rio de Janeiro




Ao todo a exposição é composta de quatro salas: a primeira aborda  a ciência antes de Darwin, quando o homem era o centro do Universo. Para os habitantes dessa época, tudo existia em função do homem. Será que só naquela época?

O que fazer no Rio


A segunda, traz as descobertas geológicas e paleontológicas que prepararam o terreno para as teorias de Darwin. Nesta sala que estão as peças do Museu de Ciências da Terra.

A terceira mostra  a viagem de Darwin a bordo do HMS Beagle, de 1831 a 1836, percorrendo várias partes do mundo. 

E a quarta que traz a Teoria da Evolução. 



A exposição está muito bem montada trazendo insights que apesar de antigos parecem ainda muito necessários nos tempos atuais: o ser humano não é especial, nem está acima dos demais seres vivos.

Museus do Rio de Janeiro

E depois da visita ao Museu do Meio Ambiente sempre vale um passeio pelo Jardim Botânica

O que fazer no Rio



Serviço:
Rua Jardim Botânico, 1008 Jardim Botânico CEP: 22460-000 
Horário de funcionamento: Segunda, das 12h às 17h. De terça a domingo, de 09h às 17h.
Gratuito




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quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Livro Como Se Encontrar na Escrita


Um programa que eu gosto de fazer de vez em quando é entrar em uma livraria especial, passar pelas bancadas da entrada com os livros expostos, olhando meio de soslaio para os livros e passar a mão naquele que mais me chamara atenção por algum motivo qualquer. Seja pela cor da capa, por uma ilustração específica, pelo título ou pelo autor. Mas o objetivo é pegar um livro fora do planejado, do pensado, sem muito busca. Um livro que me atraia meio que pelo acaso.

Com esse livro em mãos subo para o bistrô, me sento sozinha, solicito uma bebida e algo para comer, e fico ali saboreando com o paladar, com os olhos, com os ouvidos, com a pele. Depois de algum tempo e de algumas página lidas eu resolvo se levo o livro para casa ou se o deixo de volta na prateleira. Normalmente levo pra casa. Foi o caso de “Como se encontrar na escrita”, de Ana Holanda


Neste caso o que captou o meu olhar de soslaio e atraiu a minha mão como um ímã foi o título “Como se encontrar na escrita”, mas o que atraiu o meu coração foi a chamada para uma escrita afetuosa. Eu sinto que eu preciso jogar mais emoção quando escrevo. Eu tenho vontade de mergulhar mais nos sentimentos envolvidos nas histórias que eu conto. E acho que faço pouco isso.

Eu gosto de contar histórias, eu gosto de ouvir histórias. Me lembro desde sempre que quando me deito na cama, naquele momento de desligamento para pegar no sono, eu aproveitar para recontar para mim mesma as minhas histórias do dia, para pensar nas histórias que eu gostaria de viver.

Essas histórias sempre ficaram na minha cabeça, naquele momento, e ao longo da noite, durante o sono, algumas ganhavam mais cores e detalhes nos sonhos, outras ficavam mais nebulosas e confusas, e muitas simplesmente fluíam para o universo.

Nunca fui muito de escreve. Sempre gostei de matemática e, apesar de ser muito boa (na época) em português também, caí na armadilha do ou se é um, ou se é outro. Ou se é de exatas, ou se é de humanas. Entrei nessa balela imposta a partir de muito tempo, mesmo lá atrás, há mais tempo ainda essa divisão não existir. Os grandes artistas eram matemáticos, os grandes filósofos era físicos. Humanos e exatos e criando muito conhecimento. Mas em algum momento a educação foi dividida em dois mundos. Como eu nasci e cresci nesse mundo dividido acreditei por muito tempo que sou de exatas e por isso não escrevo bem. Nem devo tentar. Ou melhor, só na redação do ENEM.

Mas nunca me conformei, gostei e acreditei verdadeiramente nesse ou. Na minha álgebra essa deveria ser uma sentença com e. Podemos sim ser humanamente exatos e exatamente de humanas. Penso isso. Acredito na junção dos dois mundos. Mas de qualquer forma a limitação inserida desde sempre ainda tem as suas raízes em mim.


Eu percebo que naturalmente as minhas histórias são contadas com mais narrativa, relatando os fatos em si, o movimento, as cores. Mas falando pouco dos arrepios, das lágrimas, dos apertos no coração, da carga de emoção envolvida. Para isso preciso mergulhar mais, buscar palavras no fundo da sacola. 



Essa vontade constante de aproximar, juntar e misturar esses dois lados que me fez pegar o livro “Como se encontrar na escrita”, levá-lo para a triagem no café, me encantar e seguir com ele para casa. Li com atenção e com emoção. Eu gostei muito de como a autora coloca toda a questão de experimentar o texto, de se atirar na escrita. A cada capítulo são sugeridos exercícios que estimulam o nosso sentir. 



As páginas estimulam o nosso olhar.


Os capítulos nos estimulam a escrever com afeto e com entrega.


E acima de tudo nos encorajam a mostrar a nossa alma, a nossa essência, sem medo de julgamentos.


Não sei ainda se consigo a escrever com toda a alma que gostaria, com toda a carga de emoções que sinto. Mas o livro me mostrou muitos olhares e caminhos para refletir sobre os meus sentimentos contidos naquela história. Mesmo que esses não transbordem ainda para os textos, já estão sendo movimentados e mexidos dentro de mim. Fazendo com que a escrita aqui no blog já além de organizar as minhas ideias, servir de memória, incentivo a outras pessoas, compartilhar a vida. A escrita aqui no blog sirva mais do que para um contato com os outros, para um contato mais íntimo comigo mesma.



Sinopse: "Um texto escrito de maneira visceral é capaz de transformar, mudar, aproximar, afetar. Na verdade, é o que para mim faz mais sentido. Caso contrário, vamos seguir escrevendo os mesmos textos de sempre, a partir do olhar e do ponto de vista de sempre. Vamos seguir fingindo que estamos conversando com o outro por meio das palavras quando, na verdade, não estamos interagindo com ninguém a não ser com a gente mesmo. É uma conversa solitária. Mas dá para mudar isso."

Neste livro, Ana Holanda conduz o leitor numa jornada sobre a descoberta da Escrita Afetuosa. Longe de querer ditar regras ou se basear em truques, o objetivo aqui é fazer com que cada um encontre a própria voz, identifique a melhor forma de colocá-la no papel e, por fim, perca o medo de compartilhar o resultado.".

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