terça-feira, 24 de maio de 2016

Findi 21 - Cadê as minhas filhas?!



O final de semana foi praticamente sem filhas. Não por escolha minha e do pai, mas por opção delas que foram para casa de amigas.

Depois de deixar a Sofia na casa da amiga eu fui comprar meu material de pintura e aproveitei para passear pelo Largo do Machado, andei pela feira e pelas barracas de flores.




No caminho de volta para casa eu parei na livraria e sabe que fui direto para a área infantil e até acabei lendo um livro bem fofo: “As fantásticas aventuras da Vovó Moderna”. Quando me dei conta estava eu ali na área infantil me lembrando de quando as minhas meninas eram pequenas e eu lia para elas. Ô saudade! Essas garotas está crescendo muito rápido...


Chegando em casa fui à feira com o marido, coisa que raramente fazemos juntos já que enquanto um vai às compras o outro está adiantando alguma outra tarefa com as filhas. Sabe que chegando lá o feirante perguntou pela Sofia, falou que ela está enorme, cresceu rápido e ficou comentando que ela vai lá na barraca desde que era bebê e ficava comendo as frutas no carrinho. Olha o saudosismo tomando conta do feriado...


Bateu um desejo louco de comer o bife de fígado na manteiga do Cervantes, o prato que foi o meu desejo mais desejado durante a gravidez da Ana Luiza. Acho que essa coisa de filhas crescendo, indo cada uma para o seu lado, me fez querer voltar no tempo.


O final do sábado foi em casa vendo filmes no Netflix: “Qual é o nome do bebê?”, uma comédia francesa ótima e que me fez dar boas risadas e “Operações Especiais”, filme de ação nacional bem legal. O marido chegou a sugerir irmos ao teatro, mas beteu uma preguicinha da boa junto com uma vontade danada de ficar em casa.




No domingo, enquanto marido dormia em casa e as filhas nas casas das amigas, eu fui conhecer mais sobre a região do Maracanã, que oficialmente não é um bairro, com o Rolé Carioca. Vou fazer um post sobre o Rolé e o passeio desse mês.

Na volta aproveitei o caminho para recolher as crias.


Ficamos à tarde em casa colocando os assuntos em dia, estudando e pintando a base do meu próximo projeto de pintura.



À noite fomos todos para a cozinha preparar algo gostoso para fechar o domingo. A receita preparada foi muffin de quinoa com shimeji que já foi postada AQUI no blog.


Este post faz parte da BC Coisinhas de Findi proposta pela Camila do Blog CasaMila.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Muffin de Quinoa e Shimeji

Ontem à noite, já fechando o final de semana, bateu uma fome meio que inesperada na galera aqui em casa. E junto com essa fome veio a vontade de comer algo diferente.

Pegamos o celular, colocamos uma música e fomos para cozinha ver o que dava para fazer e o resultado foi muffin de quinoa e shimeji.


Omelete de quinoa com shimeji


Na verdade, esse tal de muffin nada mais é do que o velho e bom omelete feito na forma de cupcake. Só que apresentado assim em formado diferente até parece uma grande novidade, fica com cara de prato especial. Questão de aparência! Mas aparência com sabor.

O que utilizamos:

- 4 ovos orgânicos batidos;
- 1 xícara de quinoa cozida;
- 1 bandeja de cogumelos shimeji; 
- 2 cebolas picadas; 
- 1 dentes de alho picado;
- 1 dente de alho inteiro;
- 1 colher de sopa de molho shoyo light; 
- 1 fio de azeite; 
- 6 folhas de hortelã; 
- 1 tomate cortado em seis fatias; 
- orégano para polvilhar; 
- sal e pimenta-do-reino gosto;

Como fizemos: 

Refogamos a quinoa lavada com um fio de azeite e cebola. Acrescentamos duas xícaras de água, o dente de alho inteiro, as folhas de hortelã e sal a gosto, e deixamos cozinhar em fogo médio, por aproximadamente 15 minutos. Após cozida escorremos a quinoa e reservamos.

Omelete de quinoa com shimeji

Preparamos o shimeji na folha de alumínio da mesma maneira que fizemos para o Trio de Bruschetas.
Pode ver a receita AQUI.


Omelete de quinoa com shimeji



Batemos os ovos, acrescentamos os cogumelos e três colheres de sopa da quinoa cozida. Sobrou quinoa para uma boa salada.

Colocamos na assadeira em formato de muffins untada com óleo de coco, por cima acrescentamos uma fatia de tomate em cada e polvilhamos orégano.

Omelete de quinoa com shimeji


Levamos ao forno aquecido a 200ºC por aproximadamente 20 minutos. Dentro do forno eles cresceram e ficaram lindos.


Omelete de quinoa com shimeji

Assim que assaram nós retiramos e eles deram aquela murchadinha básica, mas ficaram ainda bonitos.

Omelete de quinoa com shimeji


Servimos com uma fatia de tomate e uma colher de cogumelos.

Omelete de quinoa com shimeji


Ficou bem gostoso. Rendeu seis muffins e sobrou um pouco da massa e fizemos uma versão na frigideira.

Omelete de quinoa com shimeji


Foi uma boa pedida para fecharmos o nosso domingo sentados à mesa e em família.

sábado, 21 de maio de 2016

A Semana 21 - Tudo a seu tempo


Das coisas boas dessa semana... tive uma manhã livre porque iria trabalhar no turno da noite justamente no dia que a Sofia não teria aula por conta do conselho de classe.

A pedido dela fomos ao Museu do Amanhã. Gente, eu não fiz um post sobre o Museu do Amanhã ainda. Só me toquei disso agora quando fui procurar o link no blog. Só falei do passeio das baratas. Lamentável! Providenciarei isso. 


A hashtag #CidadeOlimpica é irresistível. Tem que subir nas letras.


Já que estávamos ale e tínhamos tempo, passamos no MAR - Museu de Arte do Rio.


Depois de mais de 20 anos sem ir à Casa Paladino fui matar das saudades, recordar os velhos, mas não tão velhos assim, tempos e mostrar para a Sofia o que é um sanduíche de tradição.



Teve momento família na cozinha e fizemos um Creme de Caqui dos Deuses.


Finalmente terminei os pratos giratórios para minhas amigas. Fiquei bem feliz com o resultado e já estou pensando no próximo projeto-pintura.


Fui ao cinema ver o filme "Truman". De suspirar! E não é só pelo Darin não! Pela história que fala de amizade, amor, vida, morte e despedidas. Apesar de tratar de um tema triste o filme tem um humor discreto, tem leveza e grande dose de emoção.


Vimos em casa, no Netflix, o filme "Mãos Talentosas" por indicação da Sofia. Ela viu na escola e quis que víssemos juntos de tanto que gostou. 

O filme conta a história real do neurocirurgião Ben Carson, um menino pobre, a princípio sem muitas chances, que com o incentivo da mãe, muita determinação e fé supera todas as dificuldades e preconceitos tornando-se o melhor neurocirurgião da história. 





Os sentimentos nessa semana ainda estão conturbados, mas melhores do que na semana passada. Procurei me cercar de energia positiva e boas vibrações para me animar, mas respeitando os meus sentimentos que com o tempo vão se acalmando.



Este post faz parte da BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Trilha do Morro Dois Irmãos - sem lixo


Lá no final do Leblon, no início da Avenida Niemeyer, com o Vidigal aos seus pés está o Morro Dois Irmãos, figurinha fácil nas fotos de paisagens do Rio. E já fazia algum tempo que eu queria subir no seu topo e ver o visual lá de cima. 

Trilha do Morro Dois Irmãos

Mas será que eu consigo? Aproveitei um dia de folga, de sol pela manhã, de temperatura agradável de outono e lá fui encarar o desafio e sanar essa dúvida de uma vez por todas.

Combinei o passeio com o guia local conhecido como Russo que nos encontrou no ponto de ônibus em frente ao Sheraton. Tem muita gente que faz a trilha sem guia, mas eu prefiro fazer o turismo nas comunidades com um guia local. Além de ser uma ótima oportunidade para ouvir as histórias locais, ainda é um incentivo ao turismo de inclusão.

De lá caminhamos até a entrada da comunidade e subimos de kombi até a entrada da trilha. Dá para ir de moto-táxi também, ou a pé para quem tem bastante disposição. Eu preferi economizar as minhas pernas.

Existem dois pontos de início para a trilha, sendo que o mais conhecido fica ao lado da quadra da escola, antes do ponto final da van. Mas como estávamos com o guia local fizemos o outro caminho que é mais vazio.


A trilha entre árvores é bem demarcada e praticamente toda na sombra. 


Vamos caminhando, subindo, ouvindo histórias e nos surpreendendo a cada instante. 


Um detalhe: o nosso guia além de ótimo contador de histórias é um bom fotógrafo também. 

Antes do cansaço bater tem um bom motivo para parar e bater um foto.


Os moradores locais estão por toda parte.



E se bater aquela sede louca tem gente vendendo água em dois pontos da trilha, mas a natureza também fornece uma aguinha bem gostosa no coquinho do mato. 



A maior parte da trilha é tem vista para:

- a Pedra da Gávea.

Pedra da Gávea

E enquanto a gente anda e se deslumbra, o gigante tá lá apagadão no seu sono de pedra.


- a Praia de São Conrado.

Gigante Adormecido


- e para a Rocinha que impressiona. Vista de cima ela é ainda bem maior.


Seguindo pelo verde bem preservado pelo trabalho de reflorestamento e manutenção feito pela comunidade, ainda sofre com a irresponsabilidade de poucos. Vimos uma área que foi queimada por um sinalizador lançado por um turista inconsequente. Lamentável.


Mas a natureza é guerreira e insiste em sobreviver. Lindo de ver.


Olhando para baixo, além de termos noção de que já subimos "bagaraio", podemos avistar a comunidade do Vidigal com sua vista privilegiada para o mar.


E ali perdidas entre o céu e o mar, no meio da névoa típica das manhãs de outono do Rio, podemos ver as Ilhas Cagarras.


E quando a gente menos espera, assim se se dar conta de que já estamos a 500 metros de altura, chegamos ao topo.


Que como todo bom topo tem o seu marco.


E uma vista de tirar o fôlego.


E de encantar com a Lagoa Rodrigo de Freitas em formato de coração (é muito amô), O Cristo Redentor, as praias do Leblon, Ipanema (com a Pedra do Arpoador), Copacabana e o Pão de Açúcar. Em um dia sem névoa a vista alcança até o contorno da Serra dos Órgãos. 

É muito deslumbre em um lugar só! Vale a pena, e como vale a pena a subida.

E pensar que poucos anos atrás isso tudo era inacessível para os turistas cariocas e estrangeiros devido ao domínio do tráfico...

Como não basta apenas desfrutar, temos também que preservar, não só guardamos a nossa garrafa de água, como recolhemos o lixo que encontramos no caminho.


É gente, é um absurdo, eu sei, eu concordo com você que é inacreditável que tem gente que vai desfrutar desse contato com a natureza, e mesmo assim destrói deixando o seu lixo pelo caminho. 


É meio incompreensível, né? A princípio quem se propõe a fazer uma trilha no meio da mata é porque gosta de natureza, não? E como, mesmo assim, consegue deixar tanto lixo? É tão simples colocar o lixinho na bolsa e quando chegar no final da trilha jogar no lixo...


É fácil sim. Se nós conseguimos carregar o nosso lixo e de outros mal educados que passaram por lá, todos conseguem carregar o próprio lixo. Ah, conseguem...


Se você for fazer o passeio seguem algumas dicas:

- levar água, 
- passar repelente e protetor solar,
- usar tênis e roupas leves,
- recolher o próprio lixo.

Se for contactar um guia, entre na página do Vidigal Trilhas / Guia Russo.

Na descida eu estava tão animada com o passeio que ainda aproveitei para:

- conhecer mais da comunidade - pura inspiração pelas ruas do Vidigal.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Creme de Caqui


Aqui somos todos fãs de caqui e quando chega a época dessa fruta com gelatina dentro, como dizia a Sofia, a gente aproveita.

O caqui é tão gostoso, mas tão gostoso, que é só comê-lo do jeitinho que ele vem da natureza. Sá dar uma lavadinha antes, né? Nunca tinha pensado em fazer um doce com ele. Mas eu recebi de uma amiga da aula de pintura em um pedaço de papel escrito à mão um receita de creme de caqui que me deu aquele vontade de experimentar.


melhor Doce de caqui


Vai dizer que não é um charme receber uma receita assim? Em tempos de comunicação digital, receitas pelo WhatsApp, ou "pega no site tal", esta recebia em mãos e escrita à mão tem que ser guardada no caderninho.


Eu fiz a metade da receita e rendeu seis taças. Aliás alterar as medidas das receitas é uma ótima maneira de trabalhar o conceito de proporções com as crianças. Do tipo estudar matemática na prática.

O que utilizamos:

- 3 caquis;
- 1 laranja;
- 1 cravo;
- 1/2 xícara de açúcar;
- 1/2 lata de creme de leite sem soro;
- 1 colher de sopa de limão;
- raspas de limão.

Seguimos a receita.

Colocamos três caquis sem pele, sem semente e cortados em gomos em uma panela, acrescentamos o suco de uma laranja, a meia xícara de açúcar e o cravo.

melhor Doce de caqui


Levamos ao fogo médio até ferver e deixamos por mais 5 minutos. Desligamos, deixamos esfriar e retiramos o cravo.

melhor Doce de caqui

Batemos no liquidificador os caquis com o creme de leite, a colher de suco de limão,  as raspinhas de limão.

melhor Doce de caqui

Colocamos nas taças e levamos à geladeira por aproximadamente quatro horas.

melhor Doce de caqui

Fica bem consistente e é uma delícia!
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