sábado, 29 de agosto de 2015

A Semana 81 - Revendo as minhas Pequenas Felicidades - #CurtiCompartilhei


Nesta semana, em um momento sem inspiração para escrever no blog, eu acabei encontrado uma lista dos pequenos prazeres que me fazem bem e daí saiu o post  "Felicidade a meu modo".

O bom de rever essa lista foi perceber que muitos dos meus simples desejos eu pratico semanalmente. Claro que não faço todos em todas as semanas, mas o suficiente para manter o equilíbrio entre os diversos papeis e não aceitar o tédio da rotina.                                          

Nesta semana encontrei amigas, desabafamos, compartilhamos, relembramos o passado, projetamos o futuro e brindamos o presente.


Repeti o almoço no Deli 43, um lugar que conheci na semana passada e que quis desfrutar com outras amigas.


Fiz a minha aula de pintura que me relaxa, me tranquiliza, me faz ter calma para pensar nos detalhes, trabalha a minha criatividade e concentração. Antes da aula pude tomar um café com amiga. Algo bem rapidinho, mas que vale muito a pena. 


Aproveitei para fazer os meu "dever de casa" da pintura junto com a Sofia. Enquanto ela fazia a criatividade dela, eu fazia a minha.

Vi um filme ótimo com as meninas, eu acho que o nome era "Mais mil palavras", não me lembro e não consegui achar novamente na NOW. O filme conta a história de uma família que após perder a sua caçula para uma doença fatal, resolveu construir um hotel infantil. O filme é baseado em história real. Outro filme que vi foi "O Exótico Hotel Marigold 2" . Sensacional como o primeiro.
Fazer a sessão pipoca no sofá é uma das  minhas pequenas felicidades que deixam a minha vida com mais significado e variedade.


Li dois posts que #curticompartilhei:

- Um post da Cynthia Le Bourlegat, do blog "Fala, Mãe!". No post ela fala sobre nossos limites e naqueles momentos em que nos transformamos naquela mãe que não gostaríamos de ser. Ela diz: "Tenho plena consciência de que antes de mudar ou educar os filhos, nós mães temos que nos cuidar primeiro. Respirar, meditar, praticar algum hobby/esporte ou qualquer outra coisa que nos mantenha em equilíbrio". Vale a pena ler o post na íntegra aqui: "Por que minha mãe vira Darth Vader".

- Um post da Helena Sordili, do blog "Eu, ele e as crianças", que também fala da importância de nos cuidarmos para cuidarmos do restante. Ela diz:
"A gente só dá o que tem. É fundamental voltar a se amar, a se cuidar e viver de bem com a auto-estima para cuidar bem dos filhos, da casa, do marido e do trabalho." Vale a pena ler o post na íntegra aqui: "Eu não sou a mãe de calcinha bege".

No livro "Pais e Filhos" de Roberto Shinyashik ele diz que "Pais e mães, ao chegar em casa, precisam encontrar energia para curtir os filhos. Isso tem de ficar muito claro: filho não é obrigação! Aproveitar esses momentos de encontro é uma forma de recarregar as baterias e cumprir um papel que cabe exclusivamente aos pais.".

Eu entendo que pais e mães que trabalham em casa também precisam encontrar essa energia e cuidarem-se para não ficarem envolvidos e consumidos nas obrigações do lar.

Vale a pena não só pensarmos na Felicidade a nosso modo, mas como praticá-la. A Fernanda Reali já falou da felicidade a seu modo no #CurtiCompartilhei dessa semana. E você já pensou na sua?

Este post faz parte da BC #curticompartilhei proposta pela Fernanda Reali. Venham ver o que as outras amigas curtiram e compartilharam nessa semana entrando neste link AQUI.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Ser voluntário é...

Hoje é Dia Nacional do Voluntário e estou me lembrando do nosso Dia de Voluntário no Mutirão #PintouRio450  no Santa Marta.




Hoje eu vi a frase “Ser voluntário é ter histórias para contar”, então vou contar duas histórias:

A primeira foi no mesmo dia do evento da Coral para pintura das paredes do Dona Marta. Saímos de lá cansados e felizes, estávamos caminhando de volta para casa, ainda com a camisa da Coral, e um senhor nos chamou e disse:

“Eu quero muito agradecer por vocês terem ido participar. Vocês não sabem como o trabalho de vocês foi importante para a comunidade. Vocês não sabem o bem que fizeram. Se vocês podem subir o morro e cuidar deles para nós, mostram que a gente pode fazer o mesmo por nós. Muito obrigado por serem voluntários e por mostrarem que a nossa vida pode ser melhor e mais bonita.”

Nem preciso dizer que foi de dar lágrimas nos olhos.

Pois, uma semana depois estava euzinha andando na rua apressada para encontrar uma amiga e um homem me parou e falou:
“Você estava no morro naquele dia, não estava?” Claro que fiz aquela cara de interrogação. Ele percebeu e foi logo explicando que estava se referindo ao dia da pintura e limpeza do Dona Marta. Ah sim, eu estava lá. E aí veio mais um depoimento emocionante de gratidão: “Muito obrigado por ter ido lá. Foi um dia lindo. O morro estava lindo, cheio de pessoas lindas deixando a nossa vida mais bonita.”

Gente, fiquei tão emocionada que nem pensei em fazer uma foto com o morador agradecido.


Com essas duas histórias que eu vivi em um simples ato de voluntariado eu digo que ser voluntário é viver emoções para compartilhar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Palácio Tiradentes

Mais um local daqueles que a gente passa diariamente, até observa a beleza da construção, mas na pressa do dia a dia acaba deixando pra lá. Poucos cariocas fazem a visita ao Palácio Tiradentes. 






Pois o prédio construído no estilo neoclássico e que hoje abriga sede da Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ) tem um programa para receber os visitantes e normalmente tem uma exposição temporária em cartaz por lá.

Um dia desses, eu resolvi dar uma trégua na minha pressa, respirei, subi as escadas e fiz a visita guiada que dura 20 minutinhos e é grátis.


Gostei bastante do que vi nas salas do palácio, no Salão Nobre e no Plenário da Casa.


Aliás, no corredor para chegar à entrada do plenário fica a mostra coletiva “Jardins Cariocas” com fotografias de parques e jardins do Rio que é bem legal. Já fiquei com vontade de sair de lá e ir caminhar em alguns desses jardins.

Bom, voltando ao plenário, no seu interior, a cúpula central com painel de vidro que representa o céu do Brasil na manhã de 15 de Novembro de 1889, dia da Proclamação da República, é linda e já vale a visita.


Mas eu me encantei mesmo foi com as oito pinturas decorativas ao redor de toda a sala. Quatro painéis mais largos que contam a evolução política do país, alternando-se com outros quatro painéis mais estreitos, que se referem ao processo de formação territorial do Brasil.

Começa com o Descobrimento do Brasil, esse painel estreito ao centro da foto.


Em seguida A Catequese, pintura que mostra os indígenas como selvagens e os jesuítas com vestimentas angelicais. Bem como era deturpada a visão mostrada da mossa história.


Finalizando com a Proclamação da República.


De quebra ainda fui dar uma espiadinha na exposição sobre o Chacrinha, mas confesso que me interessei mais pela sala em si.



Valeu a pena o passeio! Saindo de lá vale uma esticadinha até o Paço Imperial.

Serviço:
Rua Primeiro de Março, s/nº, Praça XV,
acesso para cadeirantes pela Rua Dom Manuel, s/nº
Horário: De segunda a sábado, das 10 às 17 horas, domingos e feriados, das 12 às 17 horas.
Entrada gratuita

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Felicidade a meu modo

Eu gosto de fazer as minhas leituras com calma, pensar no que aquele texto reflete em mim, que sentimentos afloram, o que penso a respeito do assunto lido, etc. Algumas vezes eu penso como seria o mesmo texto escrito por mim. Outras vezes até me arrisco a fazer um reconto. Foi assim com a crônica "A felicidade a nosso modo" da Martha Medeiros.   
                                          

Fui além de destacar os trechos que me chamaram a atenção.


Ao ler a lista dos desejos da Martha Medeiros eu fui pensando nos meus desejos naquele momento e rabisquei em um caderno. Sim, mesmo em época de modernidade e de vários aplicativos disponíveis, eu continuo carregando na bolsa o peso dos meus cadernos (e canetinhas coloridas também). Adoro!



Ontem, estava eu sem inspiração para escrever no blog, fui folhear um caderno do ano passado para ver se tinha alguma anotação para um post e logo nas primeiras páginas eu me deparei com a lista dos meus pequenos prazeres. Aquela que eu rabisquei ao ler as páginas 89 e 90 do livro "Trem Bala". 

Reli os meu pequenos deleites e me vi ali. Mesmo tendo sido rabiscados em janeiro de 2014, continuam atuais. São praticamente os mesmos.

Quero tomar banho no escuro, dormir sem hora para acordar em um dia de semana (mas estou às 6h35 escrevendo este post), conversar mais com as minhas filhas, ir ao cinema com o marido, ver mais exposições, caminhar de manhã cedinho, ver o sol nascer, viajar, rir com as amigas, fazer massagem uma vez por semana, beber mais água, dar uma pausa no meio do dia para uma leitura, fazer um prato especial pelo menos uma vez por semana, caminhar no Jardim Botânico no meio da semana, andar com calma mesmo estando atrasada, respirar fundo quando estiver irritada (ou seria melhor desejar não ficar irritada nunquinha da silva?), beijar muito (marido, filhas, família e amigos. Só para deixar claro. Vai que alguém entende que eu desejo montar uma barraquinha de beijos na quermesse, né?), tomar banho de cachoeira, chegar em casa e jogar os sapatos para o alto, acordar com sol brilhante, acordar com o barulho da chuva (se puder voltar pra cama, melhor ainda), receber aquele abraço apertado, dar aquele abraço apertado, tomar café da manhã com uma amiga, fazer um piquenique. Saborear cada dia.

Como disse a Martha Medeiros na crônica: "Trata-se de incorporar ao nosso dia a dia pequenos deleites que registrem nossa identidade. Os grandes prazeres são imperativos e comuns a todos (...). Os pequenos prazeres, ao contrário, nos individualiza, revelam a nossa maneira de estar no mundo. É o nosso jeito.".



Sei lá, escrever aquele que seria o último parágrafo me deu vontade de incluir na minha lista de pequenos deleites comer pão com mortadela. 


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Findi 34 - Comilança e Carinho


 
Foi um final de semana caseiro, mas cheio de novidades e de muito carinho.
 
Finalmente eu encontrei a batata doce roxa na feira e ela nos animou a fazer experimentos na cozinha. Usamos a receita de focaccia de batata doce sem trigo, que é deliciosa diga-se de passagem, substituímos a batata doce por abóbora e por batata doce roxa. Ficaram perfeitas, cheirosas, saborosas, com um colorido sensacional e nos acompanharam o final de semana todo.

 
 

O tempo de descanso da cozinha foi para cuidar do Billy Brownie, limpar a gaiola, brincar e dar carinho. Enquanto isso eu aproveitei para brincar de fotógrafa.


Aí foi a vez da Xina que tomou banho, recebeu carinho e muita brincadeira. E eu lá só registrando os momentos.


A Sofia estava animada e quis fazer uns cupcakes para aproveitar as bananas que estavam passando do prazo de validade. Saiu mais uma receita de cupcake de banana. Essa ficou tão boa que já veio para o blog. Está aqui ó, é só clicar no link: Cupcake de banana, castanha e quinoa.
 


Família em casa significa Xina coladinha na gente. Faz companhia à Sofia enquanto ela joga, fica no pé do papai enquanto ele lê o jornal, volta pro colo da Sofia na hora de brincar no computador e dorme com a Ana Luiza que capotou e nem viu o final da sessão pipoca no sofá.


No domingo o nosso dia começou com muitas gostosuras preparadas em casa: as focaccias e os cupcakes da Sofia.
Eu fui dar uma voltinha na Junta Virtual de Inverno e trouxe para casa várias delícias da gastronomia artesanal: abrojela (uma conserva de abobrinha e berinjela que ficou perfeitas nas nossas focaccias), chutney de carambola que eu quero experimentar no peixe, molho pesto de pinhão, qieijo parmesão fresco da fazenda, entre otras cositas mas.
Preparei um espaguete com molho pesto de pinhão, tomates cereja e amêndoas em lascas torradas que ficou de comer rezando.



E lá se foi o final de semana que nos renovou para iniciarmos mais uma semana com disposição, energia positiva e fé.


Este post faz parte da BC Coisinhas de Findi proposta pela Camila do Blog CasaMila.

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