domingo, 24 de março de 2019

A Semana 12 de 2018 - Trocando Gentilezas


Gentileza gera gentileza! Essa semana começou cheia de gentilezas. 

Uma amiga me pediu para trazer da Austrália um bumerangue para o marido dela. Coisa simples que a gente encontra em tudo quanto é lojinha, não faz volume, então eu trouxe dois. Um gentileza que a minha amiga merece.

Em retribuição ela nos convidou para um encontrinho na casa dela e para surpresa comprou vinho australiano. Uma noite superagradável que até merecia um post especial.




Depois de vinho australiano, muitos risos, queijos portugueses, muitos risos, pães artesanais, muitos risos, filme "O Dragão Chinês" de 1972 com Bruce Lee e Pink Floyd na trilha sonora, muitos risos, fomos para a cozinha preparar a sobremesa, mais risos, dedo cortado no mandolin, risos, a noite terminou com crumble de maçã, sorvete e vinho do Porto. E mais risos, é claro! Companhia de amigos é assim, tudo é motivo de riso.

Ah, e esse crumble é bom mesmo. Já está se tornando um clássico dos nossos encontros.



Convidei a Ana Luiza, que gentilmente aceitou o convite, para me acompanhar no passeio à Fabrica Bhering, aquela que fazia as Balas Toffee e Balas Boneco da minha infância. Mas não foi para ver a linha de produção já que esta ficou fechada e abandonada por um bom tempo. Foi para ver as artes dos diversos ateliers que hoje funcionam no local. Uma vez por mês os artistas abrem sues ateliers de pintura, moda, arquitetura, fotográficos, livraria, cafés e restaurantes descolados abrem as portas para o público ficar mais perto dos artistas. 

O top é estar por lá no horário do pôr do sol e assistir ao show que sempre rola nesse horário. Dessa vez fui mais cedo, mas deu para curtir as artes, comer um angu maravilhoso enquanto a filha saboreava um hambúrguer artesanal, tudo acompanhado de música. O misto de prédio abandonado com estruturas de ferro e concreto aparentes, maquinário desativado com o toque modernoso dos ateliers dá um clima todo especial ao local.
E tinha balas Toffee!!!

Contei aqui no blog, no post "Fábrica Bhering - sem chocolate, mas com muita arte".
 


Assisti com a Sofia o filme "Megarromântico", lançamento da Netflix, que está muito falado. Achei o filme meio exagerado, apesar da temática da autoestima, autoaceitação, amor próprio. Em alguns momentos achei até meio chatinho, mas deu para divertir em companhia da filha. Estar juntas fazendo companhia é uma gentileza que faz bem. 


E tem gentileza maior do que cozinhar para a família? Pra mim é uma maneira de transmitir todo o meu carinho, amor e cuidado. Escolhi uma receita diferente, nunca testada aqui em casa, e quem tinha a ver com o nosso momento. Fiz esses bolos fofos australianos, os Lamingtons.


Quem me conhece e/ou me acompanha aqui sabe que eu adoro uma comédia francesa. Imagina como eu fiquei quando não pude ir na cabine de imprensa do filme "Um Banho de Vida"?!

Mas não tem nada não... gentilmente eu cedi o meu lugar para a minha amiga Márcia, que tem a página Cine e Ilumine, nos representar. Retornando a gentileza, a Márcia me mandou a crítica, me contou sobre o filme e aí eu fiquei mais em cócegas ainda para conferir. E foi o que eu fiz! Assim que estreou, nesta mesma semana, eu comprei o ingressos para mim e para o marido e apenas comuniquei que ele tinha cinema para ir (muito gentil, eu!). E não me arrependi! "Um Banho de Vida" é uma comédia dramática cheia de alma. É engraçado, inteligente e faz a gente sair do cinema com um sorriso no rosto e envolvidos com a história de vida de cada um dos personagens.


A o nosso dia a dia, a nossa vida, fica tão melhor, tão mais fácil, quando nos cercamos de gentilezas... E essas gentilizas podem e devem ser em todo lugar e com todos: no trânsito, nas filas, no entra e sai do metrô, nos meios de transporte, etc. Ah, como faz a diferença...

Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.



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sábado, 23 de março de 2019

Filme Um Banho de Vida

Quem me conhece e/ou me acompanha aqui sabe que eu adoro uma comédia francesa. Imagina como eu fiquei quando não pude ir na cabine de imprensa do filme "Um Banho de Vida"?!

Mas não tem nada não... a minha amiga Márcia, que tem a página Cine e Ilumine, foi nos representando, me mandou a crítica, me contou sobre o filme e aí eu fiquei mais em cócegas ainda para conferir. E foi o que eu fiz! Assim que estreou, nesta mesma semana, eu comprei o ingressos para mim e para o marido e apenas comuniquei que ele tinha cinema para ir. E não me arrependi! "Um Banho de Vida" é uma comédia dramática cheia de alma. É engraçado, inteligente e faz a gente sair do cinema com um sorriso no rosto e envolvidos com a história de vida de cada um dos personagens.

Filme Um Banho de Vida




Aqui a crítica da Márcia.

“ Um Banho de Vida" - "Le grand bain" 118 min - 14 anos

Sinopse: Bertrand (Mathieu Amalric) está no “auge” dos seus quarenta anos, está desempregado e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes a sua. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculina, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine (Virginie Efira), uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do campeonato mundial de nado sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

O ator francês Gilles Lellouche ("Os Infiéis"), que virou diretor, faz uma comédia dramática que lembra em alguns aspectos o grande sucesso do cinema de 1997 "Ou tudo ou nada" ("Full Mounty"). Ambos os filmes falam da redescoberta do poder de cada um em confronto com uma crise existencial, ou econômica ou simplesmente depressão onde os personagens são impelidos a situações constrangedoras e cômicas. Neste filme, com muito coração, o elenco de estrelas brilha e se envolve dando credibilidade necessária a história.

Todos os homens estão lutando de alguma forma. Marcus (Benoît Poelvoorde) é um homem de negócios arrogante, mas fracassado - ironicamente ele vende piscinas, mas não tem clientes e deve milhares. Laurent (Guillaume Canet) é um gerente de fábrica tenso com muita raiva de si mesmo, de sua mãe doente e de seu filho gago. Thierry (Philip Katerine) está desesperado por uma parceira e um propósito, sua solidão é bem representada no trabalho na piscina. Simon (o ótimo Jean-Hugues Anglade) é cantor de rock que nunca fez sucesso, vive num trailer e se aflige para impressionar sua filha. John (Félix Moati) é jovem e ansioso, mas pode prender a respiração por longos períodos. Basile (Alban Ivanov) e Avanish (Balasingham Thamilchelvan) são personagens que completam a equipe mas não são aprofundados.

Entre as mulheres, Delphine (Virginie Efira) e Amanda (Leïla Bekhti) são treinadoras da equipe, enquanto a primeira impõe treinamento mais relaxado, a outra estabelece treinamento rigoroso quase militar. As duas estão ótimas e são responsáveis pelas cenas mais engraçadas.

A trilha sonora pop dos anos 80 - Tears for Fears, The Notorious B.I.G., Phil Collins & Phil Bailey e outros - dão ritmo correto ao filme.

Na abertura do longa, o protagonista Bertrand conta como o brinquedo de encaixes é uma metáfora da vida. Na cena, um bebê se frusta e chora quando não consegue colocar um objeto quadrado num buraco redondo e vice-versa. No decorrer do filme, as experiências frustantes de cada personagem são reveladas e o final do filme conclui de forma graciosa a possibilidade, mesmo que previsível, de resolver esses fracassos, como o encaixe de objetos.




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quinta-feira, 21 de março de 2019

Sydney - Escalamos a Harbour Bridge e nos superamos!



A Harbour Bridge é um dos mais icônicos pontos turísticos de Sydney, competindo saudavelmente com a sua companheira de frente, a Opera House. Os dois pontos ficam em lados opostos, frente a frente, no Quay.

Passamos os dias da nossa semana em Sydney contemplando a Habour Bridge do mar, no ferry que nos levava às praias, de baixo dela em caminhada pelo The Rocks, de frente quando estávamos na Opera House, de dia brilhando com o sol e à noite com as luzes acesas.

E sempre vendo grupos de pessoas que se aventuraram na escalada da estrutura de ferro de arcos cinzentos e radiantes. Pensávamos: será que a gente encara? Será que a gente aguenta?

A Ana Luiza com medo de altura que em determinadas situações a deixa tonta e com sensação de que vai desmaiar. Eu com receio de não ter fôlego já que diziam ser 1.300 degraus.

Resolvemos encarar! Deixamos para o último dia da nossa viagem de 20 dias pela Austrália. Foi como fechar com chave de ouro.


Vale a pena escalar a Harbour Bridge em Sydney?

Marcamos para a parte da manhã bem cedo. Demos sorte de ser uma manhã de sol e com a temperatura boa, sem calor demais.

Na chegada ao escritório na Cumberland Street, The Rocks, eu fizemos o check-in na recepção e subimos as escadas para aguardar e conhecer o nosso grupo. Já nesse primeiro lance de subida as minhas dúvidas sobre o meu preparo físico para aguentar a escalada aumentaram.

Ali sentada vi algumas fotos de pessoas que já se aventuraram sobre os arcos da ponte. Observei no povo mais velho e com físicos não atléticos. Fiquei feliz que vi várias pessoas de várias idades, desde crianças até terceira idade. Relaxei um pouco.

Em seguida entramos e passamos pelos procedimentos de segurança, teste de respiração e tal, onde também recebemos a roupa apropriada para a escalada. Aí dei uma relaxada, apesar de achar que iria desidratar dentro daquele macacão cinza e azul.

Já monidas de todo o equipamento: mosquetão, fones de ouvido, boné, e o tal macacão fomos fazer o treinamento para a parte íngreme da ponte. Isso mesmo. Como o início da subida envolve a subida de alguns degraus muito íngremes até o arco, há uma área montada dentro do prédio para se ter uma prática prévia. Se você achar que pode não conseguir, terá a opção de cancelar sua escalada.

Euzinha já imaginei que a subida dos tais 1.300 degraus seria nesse top e achei que iria morrer no meio do percurso, mas preferi morrer com essa experiência para contar para os anjos, e segui em frente.

O nosso grupo era composto por uma família canadense com pai super empolgado, mãe cheia de disposição e duas crianças cheias de energia, um casal novinho nodo animadinho, a Ana Luiza com as pernas tremendo com o medo da altura e eu com a respiração ofegante só pelo treino. Aparentemente todos prontos, lá fomos nós!

A Ana Luiza foi na frente e eu em seguida. Assim que começamos o trajeto pela para inferior da ponte, embaixo do arco principal, com o tráfego abaixo de nós, a minha preocupação ficou voltada para a Ana Luiza, em seguida começamos a ouvir sobre a história da construção da ponte, observar a estrutura e contemplar o visual. Assim fomos relaxando e esquecendo nossos medos.

Passamos com louvor pela parte íngreme com 120 degraus totalmente na vertical, separados em blocos de 20, abertos para que possamos ver tudo ao redor e abaixo de nós. O corrimão e o fato de estarmos presas nos faz sentir seguros. Tranquilo. A subida é feita lentamente, sem pressa, com tempo para cada um. Uma pessoa pode vez em cada lance.


Enfim chegamos ao início do aro. Lindo! Aqui a subida se torna menos íngreme, os degraus são mais largos e mais fechados, e o visual é espetacular. Empolgação total. Nessa hora eu fiquei mais empolgada do que o pai, mais cheia de disposição do que a mãe, com mais energia do que as crianças e mais animada do que o casal. E a Ana Luiza estava de boa, sem medo.

O que fazer em Sydney


Fomos subindo em direção ao todo do arco calmamente e com paradas estratégicas para ouvir histórias da cidade e da ponte.

As fotos são feitas pelo guia (por isso as fotos com dedinhos de positivo), no nosso caso pela guia, já que não podemos levar nada com a gente durante a escalada. Nem celular, nem máquina fotográfica, nem garrafa de água. Tem três pontos com bebedouro durante a subida que são mais do que suficientes. O único item permitido são os óculos e eles fornecem uma cordinha para prendê-los.

A cada lance que subimos a vista fica melhor e melhor.


 O que fazer em Sydney

Ao chegarmos ao topo do arco, a 134 metros acima do mar, o visual fica deslumbrante. Dá vontade de morar em Sydney pra sempre! Tivemos tempo suficiente para absorver o panorama de 360 ​​graus da cidade, localizar os pontos que já tínhamos visitado e identificar outros que apenas passamos por ele. A vista alcança até as Blue Mountains!


O que fazer em Sydney


Atravessamos o topo da Habour Bridge para iniciar a nossa descida com a sensação maravilhosa estar no topo de um edifício tão icônico com um visual incrível e mais ainda, com a sensação maravilhosa de superação, de conseguimos, de que bom que persistimos e não desistimos diante dos nossos medos. Encarar o desafio foi mais do que recompensador, foi uma injeção de "sou capaz" na nossa autoestima.

Diário dos 20 dias na Austrália:

quarta-feira, 20 de março de 2019

Lamingtons, bolos fofos australianos


Eu ando em um vibe bem australiana. Também, a viagem foi tão boa que é difícil desapegar daquele lugar

Essa semana me deu vontade de fazer um bolo (faz um bom tempo que não trago receitas de bolo por aqui) e fazer um bolo diferente. Foi aí que me lembrei dos Lamingtons, bolos fofos australianos cobertos de ganache de chocolate e coco.

Lamington, o bolo australiano

A receita é bem simples, o bolo nada mais é do que uma massa de pão de ló de baunilha coberta de calda de chocolate com coco ralada polvilhado.

O que utilizamos:

Para a massa

- 1 xícara de farinha de trigo;
- 1 colher de chá de fermento em pó;
- 1/2 colher de chá de sal;
- 1 xícara de açúcar;
- 3 ovos separados;
- 8 colheres de sopa de manteiga sem sal derretida;
- 1 colher de chá de baunilha.

Para a cobertura 

- 450 gramas de chocolate ao leite;
- 1 xícara de creme de leite fresco;
- 225 gramas de coco ralado.


Lamington, o bolo australiano

Como fizemos:

Separamos as claras, colocamos a pitada de sal (essa é uma dica para deixar as massas de bolo mais fofas: colocar uma pitada de sal ao bater os ovos) e batemos a ponto de ficar claras em neve. Acrescentamos o açúcar sempre batendo. Adicionamos as gemas e a baunilha.

Em um recipiente misturamos a farina e o fermento e incorporamos a mistura molhada.

Lamington, o bolo australiano

Colocamos em um forma retangular pequena já untada e enfarinhada. Coloquei na menor forma que eu tenho em casa, mas ainda assim foi pouca massa para o tamanho da forma. Eu devia ter dobrado a receita ou encontrado uma forma menor. Mas deu certo no final. 

Levamos ao forno pré-aquecido a 180º por aproximadamente 30 minutos. 

Enquanto o bolo estava no forno, preparamos a calda derretendo o chocolate em banho maria, aquecendo o creme de leite em fogo baixo e misturando os dois. 

Assim que o bolo passou no teste do palito, retiramos do forno, esperamos esfriar e cortamos em quadradinhos. 


Lamington, o bolo australiano

Depois foi só mergulhar os pedaços na ganache de chocolate e passar no coco ralado.

Lamington, o bolo australiano

Deixamos alguns pedaços sem o coco porque tem gente aqui em casa que não gosta de coco. 

Reza a lenda que esse bolo Lamington é daquela receitas que resultaram de um erro na cozinha.

Aparentemente, Gallard, o chef francês do governador de Lord Lamington, então governador de Queensland, foi convidado a produzir comida quando convidados inesperados chegaram durante as celebrações da Federação em 1901. Ele encontrou o pão-de-ló de baunilha e sem querer deixou cair um pedaço na calda de chocolate. Aí para dar um graça e tentar corrigir o problema deixando o bolo mais atraente colocou no coco ralado. Deu certo!



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segunda-feira, 18 de março de 2019

Fábrica Bhering - sem chocolate mas com muita arte

Balas Toffee delícias da Bhering que me lembram os desejos da infância. A primeira fábrica de chocolates do Brasil, que fazia essas maravilhosas balas, ficava no Rio de Janeiro, no Santo Cristo.


O que fazer no Rio

Quem pegava ônibus da Zona Sul para a Rodoviária, no caso a pessoa aqui, passava em frente a esse reduto de sabores. E a minha boca salivava e a curiosidade de conhecer a fábrica por dentro despertava a minha imaginação. Eu imaginava um mundo fantástico ali dentro cheio de sons, sabores e aromas. Mas a fábrica fechou, as Balas Toffee ficaram raras nas prateleiras de guloseimas dos mercados. O prédio ficou abandonado. Por um tempo eu ainda passava por ali e lamentava, depois ao mesmo tempo em que o meu caminho para as viagens deixou de ser pela rodoviária, fui me esquecendo da tal fábrica dos sonhos e satisfação de desejos. Mas não me esqueci das Balas Toffee e nem das Balas de Boneco da minha infância.


Aí anunciaram que a tal fabrica abandonada dos sonhos viraria Museu do Chocolate. Me animei. Adoro museu e adoro chocolate. Seria a combinação perfeita. Esperei ansiosa a minha oportunidade de entrar na Fábrica Bhering.

Até  que, inspirado em ocupações artísticas de fábricas em outros país como Berlim, Londres e Paris, (viajar é sempre bom, inspirador e fábrica de novas ideias) o dono da Bhering inovou e deu nova utilidade à fábrica desativada.


Alugou o espaço amplo para artistas descolados, também com espírito inovador, montarem seus ateliês em uma área diferente, fora do previsível núcleo da Zona Sul.


Com a mesma aparência antiga o espaço ganhou cara nova! Diversos ateliês de pintura, moda, arquitetura, livraria, cafés e restaurantes descolados invadiram a área. E mais uma vez eu voltei a me lembrar da fábrica dos sonhos e a vontade de conhecer o local voltou.


O lugar ficou tão legal que resolveram movimentar mais e aproveitá-lo melhor ainda. Uma vez por mês os ateliês abrem as portas para o público ficar mais perto dos artistas. Taí a minha oportunidade!

O top é estar por lá no horário do pôr do sol e assistir ao show que sempre rola nesse horário. Dessa vez fui mais cedo, mas deu para curtir as artes, comer um angu maravilhoso enquanto a filha saboreava um hambúrguer artesanal, tudo acompanhado de música.


O misto de prédio abandonado com estruturas de ferro e concreto aparentes, maquinário desativado com o toque modernoso dos ateliês dá um clima todo especial ao local.  Pra ter uma ideia, a Ana Luiza chegou dizendo: "eu não sei como eu ainda topo os seus programas..." e saiu querendo fazer uma tatoo e voltar no próximo mês.


E tinha balas Toffee!!! Que agora são produzidas em Varginha.





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