sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Bolo Mesclado


Resolvemos fazer m bolo simples, bem simples mesmo, daqueles que já estavam nos cadernos de receitas da bisa. E mesmo a receita sendo simples, a gente queria dar uma cara diferente para o nosso bolo do lanche da tarde. E pensando em fazer algo diferente, fizemos um bolo mesclado.

Sabemos que esse bolo mesclado que não é nenhuma grande novidade aqui pela internet. Eu mesma já fiquei com água na boca algumas vezes enquanto navegava pelas redes e via imagens dele. Mas sabe aquela coisa que você olha e já acha que é muito difícil e nem tenta? Então, eu achava que fazer um bolo assim era coisa de profissional do forno e foggão, e que nem com a ajuda da Nossa Senhora Protetora das Colheres de Pau eu daria conta.

Acontece que a Sofia é destemida na cozinha e quando eu mostrei a ideia do bolo mesclado ela quis logo encarar. E vou contar que foi bem mais fácil, mas muito mais fácil mesmo do que eu imaginei. E muito lindo!


bolo mesclado

 

Usamos a receita mais simples de bolo que existe. Fizemos duas massas: uma com chocolate e outra sem.

O que utilizamos para a massa de chocolate:

                 
- 2 xícaras de chá de farinha de trigo;
- 1 xícara de chá de açúcar;
- 1 xícara de chá de leite;
- 1 xícara de chá de óleo;
- 2 ovos;
- 1 xícara de chá de Nescau;
- 1 colher de sopa de fermento em pó.

Como fizemos:

Batemos no liquidificar o leite, o óleo e os ovos. Em um recipiente misturamos o açúcar, a farinha e o Nescau. Adicionamos a mistura líquida sempre mexendo. Finalizamos com o fermento em pó.

Fizemos a massa branca com a mesma receita sem o Nescau. 

Untamos uma forma redonda e colocamos uma concha de cada massa por vez. Começamos com a massa de chocolate colocando uma concha bem no centro da forma. Depois colocamos uma concha da massa branca bem no centro da massa de chocolate.

bolo mesclado

Seguimos alternando as camadas até as massas acabarem.


bolo mesclado

Levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos.

Esperamos esfriar e desenformamos. Ficou tão bonito que nem colocamos calda. 

Receita de bolo mesclado


Ficou gostoso, mas eu acho que ficaria mas gostoso se a massa branca fosse feita com laranja. Fica a dica.

Às vezes criamos barreiras para nós mesmos. Colocamos limites pelo simples fato de não tentar, não arriscar. Mas quando estamos dispostos a correr riscos vamos mais longe. Nos surpreendemos.

Simples assim.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Minha filha não gosta de ler. Seria Insuficiência de Convergência?

Eu estimulo e incentivo muito a leitura aqui em casa e entre os meus amigos. Usei com a Sofia e a Ana Luiza os mesmos recursos. A Ana Luiza sempre adorou ler, está constantemente com um livro embaixo do braço, se está estressada vai ler para relaxar, coisas assim. Já a Sofia amava as histórias que eu contava, se interessou por ler enquanto os livros eram pequenos com letras grandes e imagens maiores ainda.

Com a evolução da leitura a Sofia começou a achar cansativo ler, reclamava de ficar cansada, de não consegui se concentrar por muito tempo em um mesmo livro, e coisa e tal.

Eu deixei rolar, afinal temos livros disponíveis em casa, tem os livros de quando a Ana Luiza tinha a idade dela, vamos sempre à livrarias e se ele se interessa por um ou outro trazemos para casa. Teve a fase que ela se empolgou com o "Diário do Minecraft", depois com os livros do Harry Potter, e quando eu achava que a Sofia ia engrenar na paixão pela leitura, ela abandonava os livros de lado e dizia que ler cansa.

Então né vamos respeitar o gosto dela, deixar o tempo dela, afinal a Sofia é mesmo muito agitada, é bem mais de atividades físicas e agitadas do que intelectuais e calmas. Ela prefere andar de patins na Lagoa a ir ao cinema, prefere pular corda no play a ler um livro. De qualquer forma os livros estão aqui presentes e ela tem o exemplo da mãe, do pai e da irmã que leem bastante. Relaxei.

Esse ano com o aumento do volume de conteúdo para estudar a Sofia começou a reclamar que tinha muita matéria para ler e que ela ficava cansada. No princípio falei que era treino e com o tempo se acostumaria. Mas com o tempo a reclamação passou a ser de dores de cabeça, na testa, acima dos olhos sempre que lia muito.

As duas, a Ana Luiza e a Sofia, fazem revisão com o oftalmologista uma vez por ano, já tinham feito nesse ano e estava tudo bem. Mas diante das reclamações levamos novamente. E aí foi identificada a causa desse cansaço todo para ler: insuficiência de convergência.


  • Mas o quê que é isso ou what porra is this?


É simples, é a dificuldade de ambos os olhos em acompanhar um objeto próximo dirigindo-se a raiz do seu nariz, sendo que um ou ambos, podem desviar em direção oposta. Ou seja, sabe aquela brincadeira de ficar vesgo? Aquela de olhar para a ponta do dedo e ir aproximando-o da ponta do nariz até ficar vesgo? Aquela que diziam que se batesse um vento a gente ficaria vesgo para sempre? Então, a pessoa com dificuldade de convergência não curte muito essa brincadeira porque não consegue ficar vesgo dos dois olhos ao mesmo tempo. O engraçado é que às vezes consegue o mais difícil: ficar vesgo de um olho só. 

  • Quais são os sintomas?

Muitos, como:

- Dificuldade de concentração;
- Ficar cansado ao ler;
- Ter sonolência; 
- Sensação de que as palavras movem-se;

No caso da Sofia, esses acima me confundiram com a falta de gosto pela leitura e na verdade eles é que causavam o desinteresse.

- Pular linha na leitura e por isso fazer uso do dedo quando lê;
- Olhos pesados;
- Cerrar ou esfregar os olhos;
- Fechar de um dos olhos para ler;
- Enjoos;
- Dores de cabeça.

Somente quando a Sofia apresentou os sintomas mais físicos, digamos assim, como dor de cabeça, enjoo e esfregação dos olhos é que nos atentamos para a possibilidade de "não gostar de ler" poder ser uma questão de problema nos olhos. 

  • Qual foi o tratamento?
Aqui em casa a recomendação foram exercícios de terapia visual feitos em casa. Muito simples, mas que precisam de disciplina. A Sofia fez direitinho e o resultado foi muito rápido.


O primeiro foi esse com os pontos vermelhos. A parte do X fica na boca e deve ficar os olhos nos três pontos vermelhos começando do mais distante da boca para o mais próximo. Repetir o movimento durante cinco minutos duas vezes por dia.

Ao fazer o exercício o que vemos em cada ponto é mais ou menos assim.



Após dois meses fazendo este primeiro exercício, a Sofia teve uma consulta de revisão e já tinha evoluído bastante. O exercício, então foi alterado para o da linha preta com as três bolinhas. O processo é praticamente o mesmo, porém dessa vez o exercício deve ser executar durante um mês, parar por 15 dias, fazer mais um mês, parar por 15 dias e fazer a revisão. O que deve ser visto ao executar o exercício é o que está explicado em preto.


Normalmente quando a criança vai ser alfabetizada a escola pede o exame de vista. As minhas duas filhas fizeram nesta época e:
- a Ana Luiza apresentou dificuldade de convergência. A recomendação inicial foi avisar na escola que se ela precisasse usar o dedo para acompanhar a leitura era para deixar, e acompanhar. Ela não precisou do dedo, não teve problemas para ler e não apresentou nenhum sintoma.
- a Sofia não apresentou dificuldade de convergência. Os sintomas apareceram mas inicialmente não percebemos. Somente quando vieram as dores de cabeça é que nos demos conta.

Fica o post como dica caso esteja passando por alguns dos sintomas apontados. O legal é procurar o oculista e se tiver que fazer o tratamento, é tranquilo.  

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Findi 34 - Lanche Olímpico

Os posts dos findis ficaram suspensos por um período. Gente, o último foi o Findi 30, pode? Pode sim. Nesse período de Jogos Olímpicos os meus finais de semana ficaram por conta de trabalho ou descanso por muito trabalho. Rolaram coisas interessantes sim, como o esnsaio geral da cerimônia de abertura dos Jogos Rio2016, mas eu não podia contar. Tinha que manter o segredo e a surpresa.

Neste final de semana eu também trabalhei, mas além da saudade de fazer o post do final de semana, da vontade de deixar os bons momentos registrados, rolou um lanche olímpico na casa de uma amiga para assistirmos a cerimônia de encerramento juntas. Daí o post saiu.



A mesa que a Simone fez ficou superlinda, simples e bem criativa. Fica a dica para fazer um lanche divertido e aproveitar as Paralimpíadas que estão por vir.

As bandeirinhas dos países foram obtidas na internet, impressas em papel normal e coladas nos palitos de churrasco. Simples assim!



Os copos que foram sucesso nas arenas de competição foram usados na decoração e como porta-guardanapos. E o prato de campo de futebol é uma graça, né? A bandeira da Alemanha ficou ali bem embaixo do campo.


Teve queijo para relembrar a França e os copos ganhos na Casa da França, conhecida como Club France.


Presunto e azeites espanhóis.


Chouriço e vinho portugueses.



Pão italiano.


Castanha-de-caju, queijo de coalho e geleia de pimenta do nosso Brasil varonil.


O sabor do Japão foi representado pelo shitaki em conserva para comer com biscoitinho.


Coca-Cola para os Estados Unidos. 


Cerveja Belga para quem é de cerveja.


Tudo uma delícia e acompanhado de muita emoção.


A cerimônia de encerramento foi linda, emocionante e mais uma vez mostrou o nosso melhor. Mostrou quem somos. Mostrou mais uma vez quem é o Brasil, quem é o Rio. Encerrou com mais um banho de autoestima.

Este post faz parte da BC Coisinhas de Findi.


domingo, 21 de agosto de 2016

A Semana 34 - Vivendo os Jogos Rio2016 III


Mas uma semana no clima olímpico com muito trabalho, cansaço, alegria e emoções intensas. A cidade estava linda, movimentada, cheia de atividades voltadas para os Jogos Olímpicos e competições acontecendo nos quatro cantos da cidade. A vontade de ir a tudo, ver tudo, aproveitar cada instante é enorme. Não dá para aproveitar tudo, mas eu consegui ver e fazer algumas coisas que me deixaram bem felizes.

Fiz um passeio pela orla de Ipanema ao Leme passando pelas casas temáticas de alguns países. Contei no blog no post “5 Países do Leme ao Leblon”. 






Fui ao Maracanã ver o jogo do Brasil contra Honduras. Eu já fui ao Maraca algumas vezes, fui no antigo Maracanã da época da geral (eu não fui na geral), fui no novo Maracanã, já assisti clássicos tradicionais como Fla X Flu, já vi finais e sempre achei superemocionante. Só em entrar no estado ver o gramado e sentir a vibração da torcida já arrepia. Mas nunca tinha ido a um jogo do Brasil. Gente, é uma emoção indescritível, o coração bate em um compasso diferente, pulsa no ritmo que a torcida conduz. Aliás, a torcida... o que é a torcida... dá um show! Um show de alegria e de criatividade. As músicas provocando a Argentina, a canção mostrando que o 7 X 1 está engasgado, a OLA, o coro quando o gol quase sai e a explosão na hora do gol, tudo empolga, vibra no peito. É lindo, é imperdível!



Enquanto eu estava nos plantões as minhas filhas rodaram o mundo sem sair do Rio.. Viagem essa que eu acompanhei recebendo fotos pelo WhatsAPP. Uma hora estava na Casa da Coréia e logo depois Casa da Rússia. Em um instante uma estava indo para a Casa da Áustria e a outra voltando de lá. Quando eu pensava que estavam na Casa da Áustria já tinham partido para a Casa da Dinamarca e finalmente eu recebia foto da Casa da Alemanha. Uma delícia viver essa diversidade cultural. Um delícia chegar em casa e ouvis as histórias delas. Uma delícia ouvir Sofia dizer “eu me senti muito bem porque eu entendi tudo o que ele falou comigo” quando estava contando que o instrutor da Casa da Áustria falava com ela em inglês.


 

Fui com a minha amiga fazer uma oficina de mosaico na Cosmonauta Mosaicos, no Morro da Conceição. A escadaria do Morro da Conceição, ponto histórico da região da Praça Mauá, será revestida com arte em mosaico. Esta é uma das três iniciativas Passaporte Verde e Rio 2016 com o apoio da Cisco Do Brasil no região. Para que o público participe da intervenção estão sendo promovidas oficinas gratuitas, para pessoas acima de 12 anos, na @cosmonautamosaicos até o dia 04 de setembro, de quarta a domingo, das 10h às 12h30 e das 14h30 às 17h. É só se inscrever e ir lá fazer um pedacinho do mosaico que vai cobrir o corrimão da escada de acesso à Ladeira João Homem.

Esse que já é um ponto turístico da cidade vai ficar mais lindo. E vai ter um dedinho meu nesta intervenção urbana. Imagina só que orgulho que vai dar saber que contribuí para deixar a nossa cidade mais bonita? Imagina só que satisfação cada vez que uma foto da escadaria for postada e eu saber que tem uma parcela de contribuição minha ali?
Já tô doida para ver o resultado final.

 


Almocei no Bar Imaculada no Morro da Conceição. Um lugar gostoso, com decoração legal, ambiente descontraído e comida muito boa. Esse bolinho de arroz, feijão e carnes de fejoado é maravilhoso. A geléia de pimenta dá um toque todo especial. 


Como o oorpo e a mente estavam precisando de um pouco de descanso fz uma sessão de cinema no sofá. Vi o filme "Casamento Grego 2" e amei. Contei no blog porque eu recomendo para todas as mães de adolescentes no post "Casamento Grego - Um filme para mães de adoelscentes".



Que esse clima de entusiasmo que as olimpíadas trouxeram nos façam perceber o quanto temos de bom e o quanto podemos ser melhores. Que a gente use a nossa energia positiva para gerar mais positividade. Que a nossa autoestima nos mostre que somos capazes e merecemos mais. 

Este post faz parte da BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.

sábado, 20 de agosto de 2016

Casamento Grego 2 - Um filme para mães de adolescentes



Ontem finalmente eu consegui assistir filme “Casamento Grego 2”. Eu amei a primeiro filme, uma comédia romântica da melhor qualidade, que foi sucesso em 2002. Quando vi o anúncio de que “Casamento Grego” teria da sequência eu tive a certeza de que não perderia. Como eu não consegui ver no cinema e fiquei aguardando ansiosa a liberação no NOW ou na Netflix. Enquanto isso aproveitei para rever a história engraçadíssima de Toula, uma mulher de uma tradicional família grega que se apaixona por homem não grego.

“Casamento Grego 2” tem os mesmos atores do elenco original e os personagens divertidos já conhecidos. Apesar de focar menos no romance, e até falar da falta dele, o filme é tão bom quanto o primeiro e igualmente engraçado. Dei ótimas risadas e adorei o truque do pescoço na hora de tirar fotos. Vou adotar com as minhas amigas.





Mas o que mais me identificou com o filme foi o fato de no filme, Toula (Nia Vardalos), a noiva do primeiro filme, ter uma filha de 17 anos e estar passando por desafios de comunicação com ela.

Logo nas primeiras cenas em seus pensamentos Toula diz: “falo em nome das outras mães de adolescentes ao perguntar. Passa?”, se referindo ao mal humor típico dessa fase.

Eu sempre digo que eu tenho muito o que agradecer porque para adolescente até que a minha é ótima, mas mesmo assim esse tal mal humor teen impera, e preciso respirar fundo várias vezes. Às vezes eu acho até que vou hiperventilar.

Mais adiante Toula sente saudades dos beijos e abraços da filha. Pois é, eu também. Os momentos de beijos e abraços com a minha adolescente estão mais eventuais e às vezes até me bate cum carência... Ainda bem que eu não economizei colo, beijos e abraços quando ela era criança. E não economizo. Mesmo hoje, os momentos raros em que ela senta no meu colo, eu fico ali esmagada, com as pernas dormentes, mas feliz.

Em outra cena Toula se pergunta: “quando o meu nome mudou de mamãe para mãe?” Mesmo o nosso amor pelos filhos não mudando, mesmo que nós mães não tenhamos mudado quem somos, em algum momento quando chega a adolescência, o nossos filhos nos enxergam de outra maneira. Assistindo ao filme e pensando nessas questões colocadas pela personagem eu me lembrei do post que eu fiz “Mãe de adolescente desde do pedestal” em que falei de forma divertido sobre essa mudança de olhar.

A Toula ainda refletindo sobre os problemas que enfrenta com a filha adolescente ela conclui que “quando a minha filha começou a se afastar eu devia ter recuado”. Aí está o ponto é perceber exatamente quando os filhos mudam a forma como nos enxergam e saber dosar a nossa presença, a nossa participação. Saber quando nossos abraços sufocam. É duro, mas em algum momento a quantidade de abraços, de carinho, de amor, de participação passam a sufocar.

O filme que nesta continuação gira em torno do casamento de Gus e Maris – pais de Toula – traz muitas mensagens sobre a relação familiar e sobre a mulher que esquece de si para cuidar dos filhos. Da geração de supermães que quando os filhos crescem, querem ganhar asas e conquistar o mundo, elas não sabem mais cuidar de si, não sabem mais namorar o marido e ficam perdidas, sentindo-se sem sentido.

Sim, ficamos no maior dilema. Por um lado queremos aproveitar ao máximo os filhos enquanto pequenos porque eles irão crescer e nos olhar de outra forma, sentimos que não podemos perder esse tempo, perder esse passo. Por outro lado temos que encontrar tempo para cuidarmos de nós, dos nossos outros papeis para não ficarmos sem significado quando os filhos quiserem ganhar asas.

Em algum momento do filme a filha adolescente de 17 anos fala para a mãe: “Porque os pais mandam os filhos sonharem alto se não querem que seja tão alto assim”.

Daí a importância de encontramos outras funções para nós além de ser mãe, de buscarmos um tempo para nós e nos cuidarmos (já falei disso aqui no blog em alguns posts, mas me lembrei especificamente deste: “Culpa? Eu?”). É para nos sentirmos completas (ou quase) a ponto de permitir que filhos voem.



Enfim, acabei gostando mais do segundo filme do que do primeiro por esse identificação e por essas reflexões. O interessante é que Nia, a roteirista da história, explicou a razão da demora da continução de “Casamento Grego”, apesar do grande sucesso do filme, foi porque ela não queria fazer uma sequência, porque no final do primeiro filme escrevi que os dois tinham se tornado pais. Ela não poderia escrever sobre emoções que não conhecia porque não era mãe. A inspiração veio após ter Nia e o marido terem adotado uma menina em 2008. Taí a explicação da identificação. São sentimentos reais de uma mãe.

Um ótimo filme para mães de adolescentes assistirem e se identificarem. E ótimo para os filhos adolescente verem que nem pagam tanto mico assim. 
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