quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Piquenique no Museu


Eu adoro um piquenique que junta amigos compartilhando uma comidinha gostosa, contato com a natureza, crianças brincando e muita descontração. Eu amo passear ao ar livre e desfrutar dos locais lindos que o Rio de Janeiro oferece. E gosto demais de um programa cultural como uma visita ao museu, por exemplo. Agora imagina tudo isso junto e misturado, de uma tacada só!



Foi assim o piquenique oferecido pelo Learning Fun, curso de inglês especializado para crianças, que eu já falei AQUI.




Foi tudo preparado com muito cuidado em todos os detalhes pelas equipes da  Master Mídia e da Learning Fun que dedicaram um carinho especial às nossas crianças que estavam nitidamente bastante felizes.



Começando pela escolha do local, o Museu do Açude. Lugar lindíssimo e que vale muito a visita. Quem quiser saber mais um pouco do que pode encontrar por lá é só entrar AQUI.




O lanche estava uma delícia


com comidinhas para todos os gostos.



As atividades para as crianças foram muito bem elaboradas pela equipe Learning Fun.



As crianças brincaram, exploraram a área do museu e interagiram à vontade.


E dá pra acreditar que mesmo com todo esse espaço, as crianças pararam para uma aula de inglês? 


Isso porque, apesar de serem crianças de idades e interesses diferentes, a aula ao ar livre foi interessante, estimulante, divertida e dentro do contexto do piquenique. Eles falaram de alimentos, mostrando diversos itens da nossa alimentação e depois separando os grupos dos saudáveis e da junk food. 
Ao final da aula, que pra Sofia foi uma brincadeira, ela chegou pra mim dizendo: "Mãe é assim que eu quero aprender inglês. É muito melhor aprender brincando e entendendo tudo.". Pena que não tem esse método perto da minha casa, mas de qualquer forma, depois desse recado, eu vou procurar melhor.

Enquanto a brincadeira rolava solta com as crianças, nós, pais e mães, aproveitamos para observar, conversar e relaxar.

Eu tive a oportunidade de desvirtualizar com a supersimpática Paula, Crônicas da Mamita.


E reencontrar a Osay, Melhor Mãe do Mundo.


Enfim, foi um dia lindo, gostoso, divertido, cheio de aprendizado que eu e a Sofia pudemos desfrutar junto com esse pessoal bem legal. Agradeço a equipe da Leraning Fun e da Master Mídia pela oportunidade dessa vivência e pelo carinho.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Museu do Açude

"Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil" é esse Rio de Janeiro. E um canto que é um encanto nessa cidade é o Museu do Açude no Alto da Boa Vista.

Eu já conhecia esse tesouro da época em que ia lá com o meu pai. Mas ainda não tinha levado as minhas filhas para conhecerem esse museu a céu aberto, em plena Floresta da Tijuca, que vira e mexe serve de locação para alguma produção televisiva. A galera das antigas, mas nem tanto, vai lembrar-se da viúva Porcina passeando por esses jardins e nadando nessa piscina.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

Esse paraíso verde em plena cidade que já foi uma das residências particulares de Raymundo Ottoni de Castro Maya, e hoje em dia está aberta para visitação. Passeando pelos belos jardins muito bem-cuidados podemos encontrar peças de louçaria portuguesa,

Museu do Açude com criança

bancos,

Muses do Rio para visitar com crianças

esculturas,

Museu do Açude com crianças

 e azulejaria portuguesa.

Museus do Rio para levar as crianças

Nas áreas internas podemos apreciar coletâneas variadas com porcelanas de procedências diversas, esculturas chinesas, indianas e indochinesas, itens como cristais franceses.



Museu do Açude no Alto da Boa Vista


E painéis franceses, holandeses e espanhóis.


Museu do Açude no Alto da Boa Vista


A área externa é um deslumbre. A grama é muito bem aparada.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

Flores de cores variadas.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

E espécies nativas como o palmito doce.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

Escadas que nos levam à fontes.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

Cantinhos e caminhos que despertam a curiosidade.

Museu do Açude no Alto da Boa Vista

E de repente nos deparamos com obras de arte contemporânea brasileira de artistas como:  Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Lygia Pape, Nuno Ramos, José Rezende, Helio Oiticica

Seguimos um caminho de pedras entre a mata verde e de repente, por entre as folhagens, surge uma parede revestida de cerâmicas supercoloridas. É a obra Garota de Ipanema, 2005, do artista polonês Piotr Uklanski.
Museu do Açude no Alto da Boa Vista

E é assim um passeio pelo Museu do Açude, cheio de surpresas e encantamento unindo arte e natureza exuberantes. 

O Museu do Açude localizado na Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista, fica aberto todos os dias, exceto as terças, das 11h às 17h e é gratuito às quintas. Vale muito a pena o passeio!

Lembrete: leve repelente!

Outr passeio bem legal é o Sítio Burle Marx.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Bolo integral de cacau com recheio de coco e damasco


Assim que eu vi o "Bolo integral com cara de festa" que a Lia Agio postou no blog da Divitae eu pensei: "Esse eu vou fazer com certeza". Claro que eu não tinha a pretensão de fazê-lo tão lindo quanto a Lia, afinal ela é especialista em gostosuras. As delícias da Lia podem ser encontradas aqui no Tacho da Pepa e no blog da Divitae.

Só que eu tenho um probleminha, eu vejo uma receita e já quero dar aquela adaptadinha. Algumas vezes eu acerto, outras eu erro. Dessa vez eu até que acertei e assim ficou o bolo de cacau integral com recheio de coco e damasco.


O que utilizamos:

- 1/2 xícara de farinha integral;
- 1/4 de xícara de farinha de aveia;
- 3 colheres de sopa de farinha de linhaça;
- 2 colheres de sopa de farinha de chia;
- 1/2 xícara de farinha de trigo;
- 1/4 de xícara de cacau em pó;
- 1/2 xícara de açúcar demerara;
- 1/2 colher de sopa de fermento;
- 1/4 de xícara de óleo de coco;
- 1 ovo;
- 1 xícara de água fervente.


Para o recheio:

- 1 coco fresco;
- 10 damascos secos.

Como fizemos:

Colocamos todos os ingredientes secos, adicionamos o óleo e o ovo, misturamos bem e acrescentamos a água fervente. Mexemos até a massa ficar homogênea e colocamos em forma untada e enfarinhada.
Utilizamos forminhas de molde quadrado.
Levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC por 20 minutos.

O recheio:

Batemos o coco no liquidificador com uma xícara de água morna. Utilizando um pano fino esprememos o coco retirando o excesso de umidade (mas não todo) e fazendo um leite de coco fresco. Batemos no liquidificador o coco ralado levemente umedecido com os damascos.

Montagem:

Cortamos cada bolinho ao meio, umedecemos cada pedaço com uma colher de chá do leite de coco,


recheamos com o beijinho de coco e damasco e fechamos. Decoramos com o damasco no topo.


Rendeu doze bolinhos e foi um sucesso aqui em casa e no trabalho.


Agradeço a Lia Agio pela inspiração e motivação.


sábado, 25 de outubro de 2014

BC A Semana - Post #37

Essa foi a terceira semana de retorno ao trabalho após a cirurgia. E vou te contar... é difícil readaptar a rotina de forma a encaixar tudo o que eu gosto de fazer. Estou sentindo falta de tempo pra ler, ir a um cineminha, teatro, exposição, qualquer programa mais cultural. Mas já, já eu me reorganizo e volto a equilibrar os interesses.

- Tive a liberação do médico para voltar a caminhar. Que bate uma preguiça de sair da cama, bate. Mas é só me lembrar da energia boa que bate depois de fazer um exercício pela manhã. Nossa, o dia flui muito melhor. Tenho me policiado para caminhar todos os dias.


- Fiz um passeio no shopping com a Sofia para comprar umas roupinhas que ela estava precisando. Eu detesto ir ao shopping e fazer compras, mas nesse dia a Sofia estava tão empolgada, tão alegre, que o programa fluiu muito bem. Foi um programa mulherzinha muito gostoso de fazer com a minha pequena.

- Levei a Sofia na tal festa no ônibus. Estavam todos os amigos muito ansiosos e animados com a novidade. Foi uma alegria ver a carinha delas de felicidade.


- Fiz um bolo integral com recheio de coco e damasco que ficou uma delícia, fez sucesso aqui em casa e animou a hora do café lá no trabalho. A receita original é da querida e talentosa Lia Agio e foi postada no blog da Divitae neste post AQUI. Eu fiz algumas pequenas adaptações na receita e ou postá-la na segunda-feira.


- Fiz um pão de abóbora com chia e linhaça que ficou "dos Deuses". A receita é uma versão do pão de batata doce com linhaça. Aproveitei pra começar o dia com comida divertida e mensagem do Charles Chaplin: "Um dia sem rir é um dia desperdiçado.".


- Fui encontrar as amigas blogueiras e desvirtualizar com a linda Renata Montenegro, a Mulher Vitrola. É sempre muito bom encontrar pessoalmente com alguém que a gente já admira virtualmente. Aproveitei pra beijar, abraçar, rir e conversar também com a Rose Misceno, a Mãejestade, e a Rogéria. Infelizmente o meu tempo para o encontro era curto, tive que aproveitar a hora do almoço, e não consegui ver a Mari Hart.

Essa montagem eu "roubei" daqui da página da Rê Vitrola,

- Fui ao lançamento do livro "Pitadinhas da Rita" e vou fazer muito mais receitinhas. Aguardem.



Este post faz parte da Blogagem Coletiva "A Semana" proposta pela Fernanda Reali. Passe lá para ver como foi a semana das outras amigas participantes. Essa blogagem é um estímulo a aproveitarmos mais as nossas semanas.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dança aérea essa é a parada



A gente sabe da importância da criança praticar alguma atividade física que ela goste. Desde pequena a Ana Luiza experimentou algumas, mas fora a natação, nenhuma das atividades testadas se tornou uma paixão.

Ela começou a natação com sete meses, comigo dentro da piscina, e esse foi um esporte que ela praticou gostando, com prazer, com vontade de ir, até os 10 anos. Nesse período a Ana Luiza também teve interesse em fazer balé, judô e capoeira. Atividades que ela gostou durante um tempo, mas nenhuma  se tornou aquele esporte pra chamar de meu.

Depois que a natação perdeu a graça começamos a busca por um exercício substituto. Mas qual era a parada da Ana Luiza? Precisávamos descobrir! Retornou ao balé, tentou street dance, pensou em alguma luta, cogitou o tênis e o vôlei, fez handebol e nada da paixão rolar. Até que ela entrou para uma escola de musicais e lá tinha aulas de canto, teatro, dança, sapateado e circo. Foi nas aulas de circo que a Ana Luiza se apaixonou pelo trapézio.





Assim que concluiu o primeiro ano da escola de musicais ela já sabia qual era a parada dela e quis buscar uma aula específica de trapézio. Procura daqui, procura dali até que encontramos a dança aérea e a Ana Luiza encontrou a sua paixão.

A dança aérea normalmente se concentra no tecido acrobático, mas achamos um local em que as aulas de dança aérea contemplam os três aéreos circenses:

- o tecido acrobático onde os movimentos são praticados em um tecido duplo.
- a lira acrobática em que as coreografias são executadas em um aro de metal, uma variação do trapézio.
 - trapézio que é a modalidade mais antiga de aéreo circense e queridinho da Ana Luiza.

Claro que antes conversei com a pediatra sobre essas modalidades de exercícios para saber se tinha alguma restrição médica, se a prática era adequada à idade da Ana Luiza e coisa e tal. E sim, são atividades que podem ser praticadas desde criança, por pessoas de todas as idades (inclusive eu estou pensando seriamente em experimentar) e que trazem muitos benefícios.

A minha preocupação inicial foi porque os aéreos trabalham muito a musculatura e eu sabia que antes dos 16 anos a musculação não é recomendada, mas diferente da musculação a acrobacia aérea trabalha todos os grupamentos musculares ao mesmo tempo. Na musculação cada parte do corpo, como o abdômen, glúteo, braços e pernas são trabalhados separadamente. Já nos aéreos o trabalho muscular é todo executado ao mesmo tempo e não tem aquela repetição da musculação. 

Além de tonificar os músculos, os aéreos trazem vários outros benefícios como o equilíbrio, flexibilidade e correção postural. E queima gordura também! Eu li que duas horas seguidas de prática desses aéreos correspondem a dois dias de treino de musculação, será?

Eu percebo que esse quase um ano de dança aérea trouxe também mais elegância e graciosidade pra Ana Luiza, além de autoconfiança. Ela chega das aulas sempre contente, contando um movimento novo que conseguiu fazer e isso é uma conquista a cada aula, uma superação, um desafio cumprido. Já pra ela o maior benefício é o alívio no estresse do dia a dia dos estudos.

Tá benefícios tem. E os riscos? E o coração da mãe não fica apertado quando vê a filha pendurada lá nas alturas? Fica sim. E claro que me informei sobre tudo isso, né? O risco de quedas existe sim e é prevenido nos próprios movimentos que são executados com traves de segurança. Além disso, tem colchões para amortecer as quedas que acontecem de vez em quando, os professores ficam bem atentos e a evolução nos exercícios é gradual de acordo com a habilidade de cada aluno. Normalmente rolam alguns hematomas, mas nada grave. E às vezes pintam umas dores musculares, mas nada que uma massagem de mãe não resolva.

Fico com frio na barriga sim, mas fico feliz de ver a minha filha tão feliz e realizada porque encontrou a atividade física pra chamar de sua parada.








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