sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Filme Um Segredo em Paris



Estreou esta semana nos cinemas a comédia romântica francesa "Um Segredo em Paris" que eu tive o prazer de assistir na cabine de imprensa.




O filme conta a trajetória da Mavie (Lolita Chammah), uma garota solitária que sonha em ser escritora. Em busca de seu sonho e de si mesma, Mavie deixa a sua cidade na região de Île D’Aix e se muda, com poucos pertences e seu gato, para a encantadora e cheia de opções Paris.

A princípio, a jovem mulher, se hospeda no apartamento de uma amiga (Virginie Ledoyen). A diferença de temperamento entre as duas amigas torna o que poderia ser uma boa opção para duas mulheres da mesma idade, vindas de uma cidade do interior para a grande capital, um incômodo para a tímida e introspectiva Mavie.

Motivada pelo incômodo causado pelos encontros sexuais e barulhentos da amiga, Mavie parte em busca de uma nova moradia. É neste momento que a aprendiz de escritora e amante da leitura encontra um emprego em uma livraria bagunçada raramente procurada pelos clientes. Junto com o emprego vem a oportunidade de um novo local para morar.

O dono da livraria, Georges (Jean Sorel), tem em torno dos 70 e poucos anos, meio emburradão, esquisito e que esconde um passado misterioso. Apesar das diferenças de idade, de realidade e de temperamentos, a convivência diária dos dois solitários, leva a um sentimento de amor mais conceitual. Eles têm consciência do sentimento que os une, mas acreditam que é impossível concretizá-lo fisicamente.

"Um Segredo em Paris" acompanha o dia a dia de Mavie pelas charmosas ruas da capital francesa, com pausas na cafeteria para anotações de seus pensamentos, passeio silencioso de carro à beira do Sena, um parque escondido. Para dar um toque diferente a todo esse cenário de causar inveja, um mistério curioso está acometendo a cidade luz: gaivotas despencam do ar em pleno voo.

Um filme singelo que fala de um amor improvável, com uma trama tranquila e gostosa de acompanhar e algum mistério de leve.


Sinopse:
Mavie é uma garota de 27 anos, solitária, desajeitada e cheia de dúvidas. Em uma busca incisiva por descobrir que caminho seguir na vida, ela se muda para Paris e conhece George, um velho livreiro solitário e cínico, que não espera mais nada da vida e carrega um passado obscuro. O amor pode assumir diferentes formas e, no caso deles, um jeito não convencional de relacionamento surge e, definitivamente, mudará o caminho de Mavie e seu modo de ver a vida.


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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Elephant Parade Rio 2018



Um dia que tenho em minha memória como um dia simples, mas muito especial, com a Ana Luiza foi quando saímos de bicicleta para ver as vaquinhas da primeira Cow Parade no Rio. Isso em 2007. 

Mas por que esse dia foi tão especial assim? Por ter sido inesperado, sem planejamentos e sem expectativas. Estávamos em casa em um dia de final semana chuvoso, aquela chuva bem fina, que a princípio só atrapalha quando resolvemos tornar aquele tédio em algo divertido. Fomos andar de bicicleta na chuva. Acabou que o nosso passeio de bike na chuva durou praticamente quatro horas com paradas para fotos, para tomar sorvete todas molhadas, muitos risos, a sensação de aventura e de estar fazendo algo fora do normal. Simples assim. 

Sabe como é mãe... os filhos crescem e a gente continua querendo reviver essas experiências. Foi me lembrando desse dia que chamei a Ana Luiza para sairmos em um passeio de bicicleta em busca dos elefatinhos da Elephant Parade Rio 2018.



A Elephant Parade é uma exposição de arte a céu aberto com o objetivo de chamar a atenção do público para os maus tratos que esses animais ainda sofrem ao redor do mundo.

Esse da foto, o Saideira de Renan Cristian, por exemplo, está acorrentado para chamar a atenção para os elefantes que vivem em cativeiro, acorrentados, aprisionados e maltratados. Sim, isso acontece no Brasil.



As esculturas, no tamanho real de um bebê elefante, decoradas por artistas locais estão espalhadas pela cidade em seus principais pontos turísticos. Tanto o Saideira, quanto o "O Silêncio da Noite", de Helder Cavalcante, estão nos Arcos da Lapa.

Já o "Jornal Kimi", de Susi Cantarino, está em plena Rua Jardim Botânico. 


Além de chamar a atenção para a questão dos animais, a exposição é um ótimo estímulo para passear em família para visitar os pontos turísticos da cidade e conhecer toda a manada também!

A orla das praias de Copacabana, Ipanema e Leblon está cheia de deles.


Só em frente ao Copacabana Palace podemos encontrar com seis deles.



Um inclusive, o "O Viajante Imaginário" de Rosângela Vig, é adolescente. Ah, é! Mãe de adolescente reconhece!


Olha só esses olhinhos virados pra cima!


E falando em filhos adolescentes, é claro que as minhas não quiseram fazer o passeio de bike comigo para ver os bichinhos customizados. Nem na chuva, nem no sol. Mais ainda temos tempo até o final do mês.


A manada com 60 estátuas que estão transformando o ambiente urbano da cidade maravilhosa em uma galeria de arte a céu aberto ficará nas ruas até o final do mês de novembro.



Ao final da Elephant Parade, os elefantes são leiloados e parte da quantia arrecada é destinada a projetos de preservação dos elefantes. Inclusive o valor arrecado com as sete esculturas dos elefantinhos acorrentados será destinado ao Santuário de Elefantes Brasil, na Chapada dos Guimarães, para ajudar no resgate de mais elefantes que permanecem em cativeiro de forma precária no Brasil e na América do Sul. 





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domingo, 11 de novembro de 2018

A Semana 45 de 2018 - My genuine news


Finalmente eu apareço aqui no blog para contar a minha semana com um olhar positivo para as coisas simples que me fizeram bem, me tiraram da rotina, me ajudaram a relaxar, recuperar o fôlego, me sentir interessante e com assunto para contar. 

Em tempos de Festival do Rio ficamos cheios de filmes bons para assistir. Eu fui convidada para a cabine de imprensa do filme "Sueño Florianópolis" e aproveitei a oportunidade, é claro. Assim, sábado chuvoso pela manhã, ao invés de ficar de preguiça na cama, eu já estava na sala do cinema. 
"Sueño Florianópolis", que estreia em 15 de Novembro, é um filme leve, descontraído, bem no clima de férias na praia, com uma pegada cômica e divertida ao falar de relações familiares.

Sinopse: Buenos Aires, Argentina, verão de 1990, Pedro (Gustavo Garzón) e Lucrécia (Mercedes Morán), separados após vinte e dois anos de casamento, decidem viajar de férias com seus dois filhos adolescentes rumo ao litoral Sul do Brasil. Motivados pelo câmbio favorável, caem na estrada em um Renault 12, sem ar-condicionado, e viajam 1.750 km até Florianópolis (Santa Catarina). Juntos, porém separados, conhecem Marco (Marco Ricca) e Larissa (Andrea Beltrão). Pouco a pouco vão descobrindo qual é o sonho de cada um.


Festival de Rio 2018


Ainda no ritmo de curtir um cineminha com pipoca e boa companhia, fui ao cinema com o marido, programa a dois, assistir ao emocionante "Bohemian Rhapsody". O filme mostra o sucesso meteórico do Queen e a história icônico Freddie Mercury. Cenas especialmente emocionantes ao rever a apresentação no primeiro Rock in Rio e no Live Aid.

Aquele filme que a gente sai da sessão querendo entrar novamente na fila da próxima.

Ah, e rolou uma matéria dizendo que brasileiros estão vaiando as cenas homossexuais do filme. Eu não vi nada disso. Muito pelo contrário, vi o público vibrando e se emocionando. Aliás, não encontrei com ninguém que tenha presenciado tal cena, ainda bem. A tal matéria está me parecendo, se for verdadeira, que tenha sido um caso isolado ou outro e tomou a proporção maior do que devida.


Fui comemorar o aniversário de uma amiga e tive a companhia da Ana Luiza. Me senti muito feliz em prestigiar a minha amiga.


Pintei, com muito carinho, com a ajuda da Ana Luiza e a companhia da Sofia, mais uma leva de garrafinhas para decorar as mesas dos convidados no chá de fraldas do meu sobrinho que está por vir. Me sinto muito feliz em estar participando de alguma forma e já mostrando pra ele o quanto é bem-vindo e amado.


Quando eu vou a lugar e gosto, quero logo voltar e levar outros amigos para conhecer também. Foi assim que voltei ao Baródromo para almoçar na companhia da equipe de trabalho.


Tô falando que Festival do Rio é muito bom?! São muitos filmes bons e sessões badaladas. Estive com uma amiga na sessão de gala do filme "Simonal", no glamouroso Cine Odeon, na Cinelândia.

"Simonal", o filme, conta história do cantor brasileiro que tinha um carisma surpreendente, um swing único, e que dominou os palcos e a cena musical na época dos anos 70. Foi do sucesso meteórico, em que levantava e animava multidões em seus shows, a um cenário de rejeição e exclusão total.

O filme vale a pena para conhecer melhor a história desse carioca cheio charme, swing e talento, ouvir as músicas e refletir sobre temas bem atuais como racismo e o quanto uma fake new pode destruir a vida de uma ou mais pessoas.

Mais responsabilidade ao divulgar qualquer, pufavô! Eu estou naquela onde de que se eu pessoalmente não presenciei o fato, não compartilho. Tipo essa matéria que brasileiros estão vaiando as cenas do filme... Pode até ser publicada por algum veículo supostamente tradicional, mas se não aconteceu na sessão em que eu estava, não divulgo, não compartilho.


Aproveitei o caminho do trabalho até o Cine Odeon para fotografar esses dois elefantinhos que fazem parte da Elephante Parade 2018, exposição a céu aberto com o objetivo de chamar a atenção aos maus tratos que esses animais recebem ao redor do mundo.



Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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domingo, 4 de novembro de 2018

A Semana 44 de 2018 - Cheia de histórias


Se, ao longo dessa semana que passou, eu encontrasse alguém naqueles encontros rápidos que acontecem no metro, na hora do almoço ou no caminho de volta pra casa, e naquela conversa rápida de oi, tudo bem? pra cá e oi tudo bem? pra lá, seguida de: como está a vida?, o que você tem feito? ou quais as novidades?, a minha resposta certamente seria: ih, tenho trabalhado muito, chegado mais cedo e saído mais trade. Ando bem enrolada. 

Nada em clima de reclamação não, porque estou motivada, focada e entendendo os frutos desse esforço. Apenas com a visão restrita e em uma única direção da minha semana.

Hoje ao sentar no computador para separar as fotos do post da semana, enquanto todos dormiam ainda afetados pela mudança do fuso devido ao horário de verão, tive a oportunidade de reolhar os meus dias e ampliar o campo de percepção.

Hoje se após me levantar daqui e for ali na padaria comprar pão para o café da manhã eu encontrar alguém ao acaso, a minha resposta seria bem diferente: tenho trabalhado bastante e, apesar disso, tenho conseguido ter momentos bem felizes em diversas áreas da minha vida. 

A Ana Luiza está começando a dirigir, acabou de tirar carteira. Pois é, o tempo passa rápido. Outro dia era aquele bebê sentado na cadeirinha no banco de trás enquanto eu dirigia tentando focar no trânsito e chegar rápido no meu destino para pegá-lo no colo e acaber com aquele choro. Hoje sou eu que estou no banco do carona, fazendo passeios para ela pegar segurança no volante.

Foi em um desses passeios que paramos no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca, para apreciar a vista e o fim de tarde. Ela, a Ana Luiza, não conhecia essa parte do Rio, e caminhamos no pier, contemplamos o cenário, admiramos a beleza da cidade em que moramos, observamos o movimento das ondas. 


Seguimos o nosso plano de assistir um filme francês por semana para treinar a língua. Aliás, nesta semana assistimos a dois filmes. O primeiro foi "“Un Beau Soleil Interieur” (Deixe A Luz do Sol Entrar, 2017)", com Juliette Binochet e Gérard Depardieu, anunciado como comédia. Prometia!


Na verdade achamos o filme chato, mais para um melodrama que não faz chorar e uma comédia que que não faz rir. As risadas ficaram mesmo por conta da minha irritação com a personagem Isabelle Huppert, uma mulher separada com uma filha e vida profissional que está em busca do amor. Nesta busca ela se envolve com pessoas complicadas. Eu não me contive e dialoguei com Isabelle várias vezes tentando mudar o rumo da história, o que fazia a Ana Luiza rir. 


Retornei à Casa Fundação Roberto Marinho para tomar um café da manhã em família, passear pelos jardins e rever a exposição "Modernos 10, Destaques da Coleção".


Com a ajuda da Ana Luiza acabei de pintar a primeira leva de garrafas para o chá de fraldas do meu sobrinho. As garrafas vão funcionar como centros das mesas dos convidados. 

Centros de mesa para festas

Depois de receber a receita de um bolo que uma amiga tinha acabado de fazer, joguei a preguiça de lado, deixei a gula me dominar e fui para a cozinha com a Sofia para preparar esse bolo de chocolate delicioso, fofinho e prático

Ir para a cozinha em família proporciona momentos agradáveis, conversas boas e muita memória afetiva. 


Falei que assistimos dois filmes, né? O segundo foi a comédia francesa "De Carona Para o Amor". Eu estava louca para assistir a esse filme desde que fui convidada para a cabine de imprensa e não pude ir.

O filme conta a história de Jocelyn, empresário bem-sucedido, um conquistador, mentiroso inveterado, com medo de envelhecer e que valoriza a beleza e o corpo físico. Cansado de ser ele mesmo, acaba seduzindo uma bela e jovem mulher ao se passar por um deficiente físico. Até o dia em que ela lhe apresenta a irmã, também deficiente.

Uma comédia leve, divertida que fala sobre deficiência, amor e dar valor ao que realmente é importante.



Fiz a minha terapia semanal, da qual não quero ter alta, com as amigas. Um encontro para brindar as amizades, aos caminhos de vida que se cruzam, tomam rumos diferentes, mas continuam no mesmo mapa.


Uma simples saída para comprar duas cervejas para o marido se tornou um passeio divertido e com destino inesperado. Tá certo que a cerveja demorou muito mais para chegar, mas quando isso aconteceu veio com algo a mais. Veio com história.


Porque sempre temos histórias para contar. Criamos as nossas histórias a cada momento que vivemos, a cada caminho que percorremos, a cada encontro, e até a cada história de outros que ouvimos.

Aquela semana que parece ter apenas uma história pode ter um repertório maior e mais rico do que inicialmente percebemos, basta olhar com atenção.

Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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sábado, 3 de novembro de 2018

Bolo de Chocolate Irresistível


Eis que estou no aconchego do meu lar desfrutando de uma agradável preguiça de domingo até que o celular dá aviso de que chegou alguma mensagem. Movida pela curiosidade, mas dominada pela lombeira domingueira, peguei lentamente o celular naquela dúvida vejo ou não vejo.

Como a mensagem vinha de uma amiga abri. A foto de um bolo saindo do forno saltou na minha tela e fez a minha boca salivar. Abaixo o convite para ir à casa dela desfrutar de um pedaço de bolo com café e boa conversa.

Convite que normalmente seria irrecusável da minha parte. Mas... a tal preguiça estava me dominando. Agradeci muito e recusei. Recusei, mas salivei.

A partir daí a gula e a preguiça esses dois pedados mundanos ficaram se digladiando na minha mente. Lutando para ver quem vencia. Foi aí que eu percebi que existe rivalidade entre os pecados. E eu que sempre pensei que os sete eram grandes aliados. Mas voltando a luta interna, a gula venceu, mas não totalmente.

Como a preguiça ainda tinha algum poder sobre mim continuei querendo ficar em casa e mantive a minha recusa em me deslocar até a casa da minha amiga, mas pedi a receita do bolo. Coisa que ela enviou prontamente pelo WhatsApp.

Com a ajuda das filhas fomos para a cozinha, afinal a essa altura a vontade de comer bolo já tinha contaminado a todos da família, e colocamos as mãos à obra. Ou melhor, mãos na colher de pau. E saiu esse bolo delicioso para satisfazer a cobiça da gula e fácil de fazer para atender aos desejos da preguiça.


A receita é praticamente a mesma do Bolo Peteleco, que já postamos no blog, apenas com quantidades diferentes.


Ingredientes:

– 2 xícaras de farinha de trigo;
– 1 xícara de açúcar mascavo;
– 1 xícara de Nescau Light;
– 1/2 xícara de chá de óleo;
– 1 xícara de água morna;
– 2 ovos;
– 1 colher de sopa de de fermento em pó.

Como fizemos:

A receita enviada pela minha amiga instruía a fazer no liquidificador, mas a Sofia gosta de fazer bolo na mão, misturando os ingredientes e vendo a transformação em massa, analisando a consistência, cor, textura, cheiro e sabor. 

Assim, ao invés de colocarmos tudo no liquidificador e batermos por 4 minutos fizemos passo a passo.

Em uma vasilha colocamos o óleo e o açúcar e misturamos até estarem totalmente incorporados. Acrescentamos o ovos e continuamos mexendo. Adicionamos a farinha de trigo e o Nescau sempre mexendo. Colocamos a água morna aos poucos para ir testando a consistência da massa. Por último incluímos o fermento, demos aquela misturada básica, e pronto.

Despejamos a massa na forma untada e levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos. 

Enquanto o bolo assava preparamos a cobertura.

Ingredientes:

– 3 colheres de sopa de Nescau;
– 1 colher de sopa de manteiga;
– 4 colheres de sopa de leite;
– 1 lata de leite condensado.

Como fizemos:

Em uma panela colocamos o leite, a manteiga, o Nescau e mexemos lentamente até ferver. Neste momento adicionamos o leite condensado e continuamos a mexer preguiçosamente até ficar cremoso, tipo brigadeiro mole. 

Quando o bolo saiu do forno despejamos a calda ainda quente sobre ele. 



Irresistível!

Aqui no meu ser na luta entre a preguiça e a gula, esta última sempre vence porque como dizia Oscar Wild "Eu posso resistir a tudo menos a tentação"




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