sábado, 28 de janeiro de 2012

Blogagem Coletiva: Esmalte + Decoração

Sábado é um dia alto astral e nada melhor do que começar com a Blogagem Coletiva de Esmaltes da Fernanda Reali. O tema desse sábado é Esmalte e Objeto de Decoração.

Escolhi o esmalte Hippie Chic da Colorama que ganhei no troca-troca de esmaltes no encontrinho delícia que tive com as amigas esmaltólatras. Quem estava nesse encontro? É só ver AQUI.


 Decorando o quarto da Sofia temos alguns nichos coloridos com bichinhos de pelúcia.
No quarto da Ana Luiza temos várias bruxinhas que a Ana sempre compra na Feira Hippie de Cabo Frio

O objeto de decoração preferido da Sofia, nesse momento, é o móbili de gatinhos do  Bichos de Pano.



Também fazem parte da decoração do quarto das meninas alguns objetos feitos por nós mesmas, como:



Mais uma bolgagem coletiva de esmaltes bem divertida que me mantém no propósito de parar definitivamente de roer as unhas. Na semana que vem tem mais.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sobre ter opções e fazer escolhas

 Esse post, a princípio, era para ser um "comentário resposta" no post Na hora do lanche com Panfi. Como ficou grande demais não coube nos cometários e virou um post.

Adoro receber comentários e os feedbacks são sempre bem recebidos. Principalmente por eu acreditar que todo feedback é construtivo. Eu, pelo menos, faço assim: dou feedback para quem eu tenho a vontade sincera de que o feedback acrescente algo positivo.

Normalmente respondo todos os comentários que recebo aqui no Inventando com a Mamãe no blog da pessoa que comentou ou no e-mail.
Normalmente apago os comentários anônimos sem assinatura.
Resolvi responder ao comentário anônimo por perceber a boa intenção e o cuidado ao deixá-lo aqui.
 
As comidas de baixa caloria são o dia a dia, são o normal. Eu procuro colocar no blog as coisas diferentes que fazemos. E quando o dia a dia tem um toque diferente eu publico aqui como já fiz: postei a dica de saladinha de legumes everduras em forma de flor, frutas em forma de flor, como estimular a beber sucos, arroz cozido na água de beterraba e outras desse gênero. 

Temos, aqui em casa, o acompanhamento e orientação de pediatra e nutricionista que dentre as recomendações passadas está a orientação de, uma vez por semana, ter o dia livre no quesito alimentação. Está entre as orientações desses profissionais que esses itens como açúcar e bolos não são proibidos, devem ser consumidos com equilíbrio e são importantes para a saciedade e satisfação. São liberados dentro do contexto de como as demais refeições são feitas e a frequência dos exercícios físicos durante a semana. (as meninas fazem exercícios físicos 5x na semana. Eu vou e volto a pé do trabalho diariamente, e caminho na esteira). Os bolinhos, doces, chocolates e afins são permitidos inclusive para dar saciedade, satisfação e conscientização para as escolhas seguintes.
Aliás aqui em casa, para mim e a apenas para mim, devido a uma questão no fígado o que é proibido são as frutas. No meu caso, no horário da colação, a fruta é substituída por um sanduíche com queijo e presunto. Na sobremesa a fruta é substituída por um doce diet ou até um picolé Itália de chocolate.
 
Outro foco é a dinâmica da culinária em outros pontos de vista como o psicológico e o social.
Falei em algum local que a culinária aqui em casa funciona para os dois cenários que temos:
1) da pessoa gulosa (eu). O fato de fazer as receitas substitui o prazer de comer. Sempre que faço algo gostoso, diferente, divertido, por incrível que pareça como muito pouco. 
Tornar a refeição um evento, desviar o foco do simples ato de comer para preparar o que vai ser comido, arrumar a mesa e degustar o alimento é, inclusive, um técnica utilizada por endocrinologistas e psiquiatras para tratamento da gula e da compulsão. 
Esse é também o segredo dos franceses para ser um povo tão magro diante a tantas delícias. O foco deles não está em simplesmente comer mas sim preparar um belo prato, apreciar uma bela mesa e apurar os sentidos (tato, paladar e olfato) ao degustar.
2) da pessoa que não come quase nada e não experimenta, que é a Sofia. O fato de fazer as receitas faz com que ela prove as coisas. Foi fazendo o cupcake de espinafre, por exemplo, que ela experimentou e passou a comer espinafre. Foi fazendo as receitas que ela passou a comer ovo pois tinha nojo do cheiro. E por aí vai.

A culinária com as receitas diferentes do dia a dia ainda tem a questão social, do convívio, de receber visitas.
 
Me preocupo com a saúde física e psicológica. Me preocupo com a obesidade como com a anorexia. Me preocupo com qualquer desvio de comportamento.
Me preocupo com extremos pois estes podem causar excessos.
Me preocupo e dar opções e ensinar a fazer as escolhas. 

Apenas um exmplo para ilustrar a questão de ter opções para escolher de forma livre e libertadora: quando estávamos em Gramado fomos à um Café Colonial, uma tradição da região e que, mesmo sendo um lugar de muita quantidade e pouca qualidade, vale a pena conhecer pela questão cultural e histórica. Diante de tanta variedade de pães, salgadinho, doces, bolos, queijos e frios, a Sofia estava livre para fazer o prato dela e fez um prato cheio de morangos e somente morangos. Acredito que isso aconteceu porque nada do que se apresentava ali era uma novidade para ela, nada era proibido, aquela não era uma oportunidade única de experimentar aquelas guloseimas. Ela estava livre da curiosidade e do mistério, livre da ansiedade. 


A Ana Luiza escolher experimentar a comida alemã e fez um prato com salsichas. Escolheu a comida Alemã porque ela não conhecia e queria experimentar.E olha que sa opções tentadoras eram muitas.

 
Acredito que com a brincadeira de culinária, lá em casa, aprendemos muito. Aprendemos a trabalhar em equipe, aprendemos a planejar, aprendemos sobre cooperação e organização. As crianças aprendem questões matemáticas, de química e português (conforme a idade). Aprendemos sobre alimentação, a importância de cada alimento, a colocação deles na pirâmide alimentar, a origem de cada um. Aprendemos a ler embalagens. Aprendemos acima de tudo a fazer escolhas.


Quem não tem opção não tem opções, não tem escolha.
Quem tem duas opções, tem a dúvida
Somente quando temos três ou mais opções é que realmente temos a liberdade de escolha.
 

Ressalto que os bolinhos apresentados no post Na hora do lanche com Panfi são indicados pela nossa nutricionista como uma das muitas opções (ter variedade é importante para um boa alimentação e para a manutenção dessa boa alimentação a longo prazo) para o café da manhã e para a colação.

Agradeço de coração a preocupação, a atenção e a disponibilização do tempo para deixar a opinião aqui no blog. Toda opinião deixada de forma respeitosa será levada em consideração, pensada e repensada.
 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Na hora do lanche com Panfi

Época de férias, época de receber as amigas em casa. Aqui estamos sempre com a casa cheia de crianças. No meio a muitas brincadeiras, muita agitação e muita diversão, bate aquela fominha. Uma ótima opção são os Panfis, bolinhos recheados da Panco.

Os Panfis são uma delícia, eles têm a massa molhadinha e muito fofinha e são caprichados no recheio.
E ainda tem mais, as embalagens trazem uma linha de personagens desenvolvida especialmente para o público infantil. O Reino Encantado da Panco é habitado por seres mágicos como uma princesinha, mago, dinossauro, fadinhas e, há també, Dimitri, um menino que sonha em ser prirata. Assim o lanche com Panfi além de saboroso fica muito divertido.

Vejam só o que as fadinhas Dora, Kimy e Nina prepararam para a crinçada aqui em casa.
Irresistível ...


E quando as férias acabarem os bolinhos Panfi podem estar na lancheira das criaças. Eles são ideais para o lanche escolar pois, são comercializados em versões com 2 unidades, embaladas individualmente.
Os Panfis estão disponíveis em vários sabores: Massa de Baunilha com recheio de morango, Massa de baunilha com recheio de chocolate, Massa de baunilha com recheio de doce de leite, Massa de chocolate com recheio de chocolate, Massa de baunilha com recheio de brigadeiro e Massa Chocoboy (mesclada de chocolate e coco) com recheio de baunilha.



Para maiores informações sobre esse produto, é só acessar o site da Panco. Aproveite e visite o espaço Kids, tem joguinhos, dicas de brincadeiras, receitas e informações.

* Esse post é um publieditorial.

Desprendimento? Não. AMOR.

No final do ano passado a Ana Luiza me trouxe uma vontade: queria ir para o acampamento nas férias.
De cara achei ótima a notícia, principalmente por vir da Ana Luiza que tem um temperamento mais reservado, mais tímido.

Daí fui verificar o lugar que seria o Rancho Santa Mônica. Busquei informações e  as referências foram ótimas, sempre muito recomendado. Vi quais amigas também iriam e conversei com as mães. Fiquei tranquila e segura de que seria uma ótima oportunidade para a Ana Luiza.

O próximo passo seria convencer o pai. Bom, mas eu tinha bastante tempo para fazer o meu trabalho de formiguinha. Olha, tava difícil convencer o homem de liberar a menininha do coração dele. A sorte foi a termos a consulta na pediatra que reforçou tudo o que eu já estava careca de falar:
"O rancho é um lugar muito confiável, eles fazem um trabalho bem bacana e com muita responsabilidade."
"É importante começar a soltar os filhos na hora certa e no lugar certo."
"Esse tipo de autonomia é importante para a Ana Luiza principalmente pelo temperamento tímido."
E por aí foi. Tudo o que eu já tinha dito mas não tinha convencido. Agora com a opinião de uma profissional e não de uma mãe movida pelo sentimento de fazer a filha feliz, o homem estava convencido. Ida ao Rancho garantida!

Ouvi a minha mãe falar de todas as preocupações, fazer mil e uma recomendações, levantar 9999 possibilidades negativas e se espantar com o meu desprendimento.
Ouvi amigas dizendo que não tinham coragem de deixar as filhas irem por mais 9999 motivos de perigo e mais uma vez se espantarem com o meu desprendimento.

Respeito muito todas essas opiniões.  Claro que eu tinha as mesmas preocupações, que o meu coração iria ficar apertado de saudade. Claro que eu queria manter a minha menina perto de mim e de preferência no meu colo. Mas eu estava convencida de que seria uma ótima oportunidade para a autoestima e autoconfiança da Ana Luiza. Então a ajudei a arrumar a mala, passei o máximo de tranquilidade e segurança que eu pude e embarquei a minha filha naquele ônibus. Eu com o coração apertado por mais esse corte no cordão umbilical mas ao mesmo tempo cheio de alegria por ver a minha pequena crescendo. Ela com o coração palpitando de ansiedade e emoção.

Fiquei aqui, uma semana sem poder falar com a Ana Luiza já que na colônia não era permitido levar celular, buscando as fotos no site e ficando feliz a cada imagem do sorriso da Ana Luiza que eu encontrava.

Finalmente a Ana Luiza voltou. Chegou com alergia na perna, machucado no tornozelo, as roupas sujas de terra mas nada disso é mais importante do que a carinha de felicidade, o ar de confiança, o jeitinho mais independente, os planos para o futuro e as novas amizades que ela trouxe na bagagem.

Fotos do fotógrafo do Rancho






Ver essa carinha feliz não tem preço.

Repito as palavras da Martha Medeiros em uma das colunas da Revista de Domingo:
"... Não se trata de desprendimento, mas de amor, o mesmo que todas as mães sentem e que cada uma manifesta ao seu modo. Algumas prendem suas crias, outras soltam e a maioria faz as duas coisas, conforme a exigência do momento."

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Cupcake de Laranja com casca e tudo

A brincadeira de culinária, aqui em casa, é uma constante. Nada de brincar de panelinha e comidinha de mentirinha. Elas querem brincadeira pra valer. E nessa brincadeira supervisionada, a Sofia e a Amiga Malu fizeram um bolo pra lá de gostoso. Um bolo de laranja com casca e tudo.


O que utilizaram:

- 1 xícara de óleo;
- 4 ovos;
- 2 xícaras de açúcar;
- 1 laranja seleta bem lavada e cortada com casca e tudo;
- 2 xícaras de farinha de trigo;
- 1 colher de sopa de fermento.


Como fizeram:

Bateram no liquidificador o óleo, os ovos, o açúcar e a laranja. Depois de bem batido colocaram em um recipiente, acrescentaram a farinha de trigo e mexeram.


Quando a mistura ficou homogênea adicionaram o fermento. Depois arrumaram nas forminhas e eu coloquei no forno preaquecido a 180ºC por 40 minutos, aproximadamente.


Aí foi só esperar esfriar para se deliciar.


A receita rendeu 12 cupcakes grandes mais 4 bolinhos em outra forma. Ficou fofinho, cheiroso e muito gostoso. Bem fácil de fazer, afinal as meninas com 6 anos deram conta do recado.

Crise Aguda de Meninice Precoce

Na semana passada a Sofia começou a dar uns chiliques, querer fazer valer a vontade dela na base do choro e da pirraça. Conversei bastante com ela e em todas essas conversas saíram a frases do tipo:
 
- Sofia, você é uma menina grande, já vai fazer 7 anos, já sabe ler, essa bobeira não combina com o seu tamanho.
 
Bom, a Sofia dormiu e acordou convencida de que era uma menina grande. E parece que tirou o dia para me horrorizar.
 
Fomos à piscina e ela:
 
- Mãe eu vou deitar aqui para pegar um bronze.
- Ahnnnnn .... Sofia, vem brincar de mergulhar, pular, nadar. Nada de ficar aí esturricando no sol.
- Mas mãe eu gosto de ficar com a pela bronzeada.

Onde já se viu uma pirralhote dessas querendo se bronzear? Pensei.
- Tá, mas o bronze mais bonito é esse que as crianças pegam brincando dentro d’água.
- Ah é? Então vamos brincar.
 
Ufa, a minha mocinha continua uma menininha
 
Voltamos para casa e a Sofia lança outra novidade:
 
- Pai, por que você não faz uma tatuagem bem aqui (apontou para a lateral do tronco)?
- Eu não gosto muito de tatuagem. Você gosta?
- Eu gosto de homem com tatuagem.
 
Hor-ro-ri-zei! Como assim, essa guriazinha gosta de homem com tatuagem?  Ai Jesus, o que me espera?
 
E a crise de precocidade não parou por aí. Algum tempinho depois.
 
- Mãe, cansei de ter cabelo comprido. Quero cortar o cabelo bem curto.
- Mas Sofia o seu cabelo é tão lindo ...
- Mas eu cansei desse cabelo comprido e com franja. Coisa de menina pequena.
- Nada disso cabelo curto que é coisa de menina bem pequena que o cabelo ainda nem cresceu.
- Ah é? Então quero cortar o cabelo no ombro.
- Tá legal. No ombro vai ficar ótimo
 
Que bom que a minha argumentação funcionou. Já estava imaginando a minha menina com um corte modernoso e radical.


 
Logo em seguida a Sofia saiu com mais uma novidade.
 
- Mãe, eu gosto de piercing na sobrancelha e na orelha. Mas não gosto de piercing na língua.
- Ah, eu também não gosto de piercing na língua, não!
- Eu quero colocar um piercing na orelha. Você acha que vai doer?
- Dói sim porque nessa parte tem cartilagem (nem sei se o piercing fura a cartilagem).
- Mas dói muito?
- Pelo o que eu sei dói muito, as vezes inflama, incha ...
- Ãããããããã ... então vou esperar um pouco para colocar o piercing.
 
Ai Meus Deus do céu! O que deu nessa menina hoje? Vai esperar um pouco, não. Vai esperar muito.
 
- E tatuagem? Eu posso fazer uma tatuagem aqui? (apontou para o pulso)
- Pode, pega lá as suas tatuagens e escolhe uma para colocar aí.
- Não mãe, eu quero aquelas que não saem.
- Mas crianças não fazem essas tatuagens definitivas.
- Por que? (Por que sempre tem um por que?)
- Porque a sua pele vai crescer, vai esticar e a tatuagem vai ficar toda desbotada.
 
Aí tive a ideia de demonstrar em um bola, papo ou bexiga, sei lá. (A essa altura do campeonato eu já não não estava sabendo de nada. Estava só esperando qual seria a próxima ....)

Desenhei uma borboleta na bola meio vazia e expliquei que assim seria a tatuagem quando a criança ainda era pequena.


Expliquei que conforme a criança cresce a pele estica e olha como ficaria a tatuagem.



A Sofia se animou com a brincadeira da bola e deixou a tatuagem para muito depois.

Bom, a crise aguda de meninice precoce passou. Durou só um dia. Ainda bem.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Lanche Prático: Lasanha de Pão

Pleno feriado, a mamãe aqui que estava querendo sombra e água fresca já tinha ido à piscina, feito Jogo da Velha Reciclado, ido ao shopping para filha e marido cortarem o cabelo, voltado para piscina e quando pensou que finalmente teria a sua tão esperada sombra e água fresca, surpresa! A filha vem dizer que está com fome e quer fazer um lanche diferente. Mamãe .... bota a cabecinha para funcionar, verifica o que tem em casa, pensa  em uma receitinha rápida, prática e fácil de modo que uma criança de 6 anos possa fazer. Pensa, pensa e pensa. Tá vindo uma ideia ...  Lasanha de Pão!


O que utilizamos:
- azeite;
- pão de forma Panco sem casca;
- molho de tomate;
- queijo prato light fatiado;
- presunto light fatiado;
- molho branco pronto (lembrem-se que a mamãe queria sombra e água fresca)
- queijo ralado

ps: não coloquei as medidas pois usamos um pirex pequeno. A quantidade varia com o tamanho do pirex escolhido.



Como fizemos:

A Sofia retirou a casca das fatias de pão e reservou. Untamos o pirex com um fio azeite. Forramos com fatias de pão, passamos o molho de tomate, forramos com o queijo, depois o presunto, mais uma camada de pão, cobrimos com o molho branco e polvilhamos com o queijo ralado.


Olha só o flagrante ... Sofia enquanto prepara a receita aproveita para experimentar os ingredientes. Tem um pedaço de presunto na boca. 



Levamos ao forno preaquecido a 200º por aproximadamente 20 minutos.  Aí foi só servir.



E como não gostamos de desperdiçar, aproveitei para fazer uns petisquinhos com a casca do pão.

O que utilizei:

- lascas de casca de pão de forma;
- uma porção de azeite;
- uma pitada de sal;
- um punhado de orégano.

Como fiz:

Misturei o azeite, sal e orégano e reservei. Coloquei as cascas de pão em uma forma. Espalhei a mistura sobre as lascas de pão e levei ao forno para torrar. 


Ficou bem gostosinho e o marido aproveitou para tomar uma cervejinha. Aí eu me esparramei no sofá e tive o meu descanso.





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