quinta-feira, 29 de junho de 2017

Filme "Paris Pode Esperar" - Um roteiro de Cannes a Paris


Sabe aquele filme bom de assistir, leve, que encanta e inspira? Então, foi isso que senti assim que acabei de assistir a "Paris Pode Esperar".

Roteiro Cannes a Paris do filme Paris Pode Esperar


Uma comédia romântica sutil, um delicioso road movie pelo interior da França que nos dá vontade de viajar por aqueles cenários, um walking and talking movie que vai fazendo a gente criar identidade com os personagens. De tudo isso um pouco.

Conta a história de Anne (Diane Lane), uma mulher de aproximadamente 50 anos que é casada com um produtor de cinema conhecido e workaholic. Ela está em um momento da vida de questionamentos, pois a filha de 18 anos saiu de casa para cursar a faculdade, o seu trabalho foi interrompido e o casamento de 20 anos, apesar de estável, anda morno. Mesmo Anne sendo a esposa perfeita e dedicada ao marido e à filha, ela se sente colocada em segundo plano.

É na viagem a Cannes, para acompanhar Michael (Alec Baldwin) ao Festival de Cinema, que ela vê a oportunidade de curtir um momento a dois e quem sabe ser mais notada pelo marido. O plano era o casal seguir para Paris após o festival. Porém o trabalho chama Michael que não consegue se desconectar do celular para se conectar com sua esposa e ele precisa fazer um breve desvio indo a Budapeste.

Anne não consegue embarcar no jatinho por estar com problemas de ouvido. Assim, decide ir direto para Paris e esperar o marido ocupado lá. É nesta hora que o francês charmoso e atencioso Jacques Clément (Arnaud Viard), sócio de Michael, se oferece para levá-la de carro.

A expectativa de Anne era fazer o percurso Cannes - Paris sem paradas e chegar à Cidade Luz ao final da tarde. Mas Jacques gosta de curtir a viagem, apreciar os cenários, a boa culinária e as histórias locais. Além do mais o carro dele é um charmoso Pegeout 504, bem vintage, que sente sede e precisa de água a cada uma hora.

Desta forma a viagem que poderia acontecer em sete horas dura dois dias pelo interior da França, passando por cidades charmosas e lugares encantadores, com paradas para consumir o que a rota tem de melhor para oferecer.

Este é o tempo para Anne que se sente perdida e com a autoestima abalada se rever. Jacques, um homem sedutor e atento aos detalhes, a ajuda nisto.

Durante a viagem e as diversas paradas os dois conversam e vão ficando mais próximos, criando intimidade aos poucos. Jacques questiona Anne sobre seus sentimentos e seus desejos. Mostra o quanto ela é maravilhosa. Enxerga nela talentos que o marido não vê. Ou melhor, o marido não enxerga ou ela, Anne, não mostra? Aos poucos, ao longo do caminho, Anne começa a perceber o quanto ela mesma focou sua energia para atender os papéis de mãe e esposa e se deixou de lado.

Em paralelo o sedutor e charmoso Jacques tem comportamentos que colocam Anne, e nós espectadores, em dúvida sobre seu caráter e real interesse. E aí vale a pena embarcar neste romance proibido?

"Paris Pode Esperar" rende um ótimo post de viagem, tanto quanto de gastronomia ou sobre filmes.

Como eu fiquei encantada com a viagem de Jacques e Anne passando por alguns lugares que eu já conheço, mas fiquei com vontade de retornar, e outros que quero conhecer vou mostrar o percurso deles.

A viagem Cannes - Paris de carro pelo Google Maps poderia ser feita assim:


 filme Paris Pode Esperar



Mas Jacques um profundo conhecedor das maravilhas da França e apreciador de vinhos e da boa gastronomia fez um caminho mais longo, porém literalmente delicioso.


filme Paris Pode Esperar



1 - O ponto de partida é Cannes, uma cidade linda e famosa da Côte D'Azur. A cena na sacada do hotel com a o azul do mediterrâneo ao fundo já dá vontade de comprar uma passagem e partir para a França.




Imagina só abrir a janela pela manhã e ter esta vista a sua frente?!




No caminho para o aeroporto passam pela orla de Cannes e por várias ruas que mostram um pouco da cidade que é cheia de charme e glamour.

Saindo de Cannes eles seguem pela região da Provence passando pelos belíssimos campos de lavanda floridos

filme Paris Pode Esperar

em direção a Aix-en-Provence, conhecida como Ville D'Eau - Ville D'Art, que é apenas citada. No caminho eles passam pela

2 - Montanha Saint-Victoire. Aqui Jacques demonstra ser um ótimo guia turístico, conhecedor da região, culto e interessado em arte. Ele explica que a Saint-Victoire é um ponto turístico famoso de Aix-en-Provence. A paisagem belíssima foi inspiração para o pintor pós-impressionista Paul Cézanne que cresceu na região. No final de sua carreira, ele pintou mais de sessenta versões da montanha que muitos se referem como sua musa.

3 - O próximo destino é a região de Avignon. Tem uma cena em uma estrada cercada de árvores que eu me lembro dela no caminho de Valensole para Avignon. Mas não sei se seguindo de Aix para Avignon passamos por esta parte da estrada ou se eles fizeram uma "quebrada" até Varensole.

Achei a imagem do trecho da estrada no blog "Fuxicos de Viagens" em um post sobre as locações do filme "Paris Pode Esperar". Vale a pena ler "Depressão Pós Viagem - Conselhos Para Recuperar".



4 - Pont Du Gard - Mais um cartão-postal imperdível da Provence. O aqueduto é Patrimônio Mundial da UNESCO. Foi construído pelos romanos e tem uma paisagem ao redor deslumbrante.


POnt du Gard filme Paris Pode Esperar


Pena que eu não fui no verão para aproveitar as águas do Rio Gardon.


filme Paris Pode Esperar


A Pont Du Gard é deslumbrante. É impressionante a engenhosidade da ponte em três níveis que foi construída há mais de 2000 anos. O aqueduto é um dos exemplos mais bem preservado do mundo da antiga arquitetura romana.






Vale muito a pena o passeio. Quando eu fui, saí de Aix e fiz Avignon, Arles e Pont Du Gard em um único dia. Mas fiz isso porque era inverno e não gastaríamos tanto tempo em Pont Du Gard. Em dias bonitos eu acho que ficaria muito corrido, pois o aqueduto iria demandar mais tempo.


5 - O próximo destino é Vienne, que hoje é um importante sítio arqueológico e uma famosa cidade turística por causa de suas ruínas romanas. Em Vienne acontece o badalado festival anual de jazz que é realizado no antigo teatro romano da cidade.





Jacques mostra para Anne a pirâmide romana de Vienne.

Foto obtida no blog Pdhealey


Até este ponto da viagem de Jacques e Anne eu conhecia. Não usei fotos minhas porque eram da época de fotos impressas e infelizmente mofaram. Que tristeza!


6 - Logo depois de Vienne, após apenas 30 km, de estrada eles chegam a Lyon. Como Jacques diz, eles estão no coração da França. A cidade de LYON foi originalmente uma colônia militar romana, a cidade prosperou como um centro intelectual durante o Renascimento e cresceu uma indústria tailandesa próspera tornando-se uma vez a capital de fabricação de seda da Europa. Lyon hoje em dia é considerada um centro intelectual e cultural dedicado a celebrar a culinária e o patrimônio local.Como os dois são envolvidos com a sétima arte chegando a Lyon, Jacques levou Anne para conhecer o Instituto Lumière.





O museu é localizado na casa da família Lumière e celebra o trabalho dos Irmãos Louis e Auguste Lumière criadores da primeira câmera de filme, que eles chamaram de Cinematógrafo, e são considerados os pais do cinema.

Encontrei um post no blog "Mari Pelo Mundo" falando deste museu. Vale a pena ler "Lyon: Instituto e Museu Lumière: Um Museu Imperdível" e ver as fotos lindíssimas.





O tour por Lyon continua com parada no mercado Les Halles de Lyon Paul Bocuse. Eu adoro um mercado. Já está anotado no meu roteiro de quando eu for a Lyon.







Durante o almoço a amiga de Jacques, curadora do Instituto Lumière, descobre a paixão de Anne por tecidos e sugere que ela visite o Musée des Tissus et des Arts décoratifs - Museu dos Tecidos e Artes Decorativas.
O post "O que fazer em Lyon: Roteiro de 2 dias", no blog "Lista de Viagem" dá mais detalhes sobre este museu.




7 - Após tantas paradas Anne está louca para chegar a Paris e insiste para que sigam direto sem mais nem um desvio. Mas ao ver a placa para Vézelay, já na regiaão da Borgonha, a própria Anne pede para fazerem uma visita a catedral.




É que ali tem um certo magnetismo por ser o lugar de descanso das relíquias de Santa Maria Madalena. Além do mais a Basílica Vézelay é Patrimônio Mundial da UNESCO que no século XI serviu de ponto de partida para os peregrinos saírem para as Cruzadas. A Basílica é considerada uma obra-prima da arquitetura românica e acolhe belas obras de arte.

Imagem obtida aqui.

Mais um cenário lindíssimo do filme que serve de pano de fundo para Anne viver emoções contidas e se redescobrir.

8 - Depois de um jantar delicioso e insinuante, os dois finalmente seguem para Paris.


Enfim, um filme que tem uma trama simples e leve, mas com vários elementos que envolvem e encantam o telespectador. Com direito a uma história de romance proibido; uma mulher se renascendo aos 50 anos; um francês extremamente encantador, gourmand e adepto de deixar a vida acontecer; cenários apaixonantes acompanhados de paisagens maravilhosas; história e arquitetura local; uma gastronomia de dar água na boca; música agradável e referências aos artistas famosos, como Cézanne, Manet e Renoir, Cézanne. Um filme para viajar e saborear a fantasia.




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terça-feira, 27 de junho de 2017

Pintura - Escadinha para Suculentas



Sabe quando você faz uma coisa e ama? Tipo... fica babando? Assim que nem criança quando ganha uma bicicleta e fica olhando apaixonada? Como adolescente que ganha aquele tênis que queria muito e fica namorando o dito cujo? Essa sou eu com esta escadinha que eu pintei usando a técnica Odila Freire. Gente, tô muito apaixonada!




A princípio a escadinha seria pintada por mim, com a orientação da professora Odila, para mim. Para ficar na minha varanda.


Organizando as minhas suculentas e os cactos que ficam nas canecas "Inventando com a Mamãe" feitas pela Lily Luz.


E deixando a minha varanda com mais cor e alegria. 


Aconteceu que a quando a escadinha estava apenas com as cores de base, ainda sem nenhum detalhe, a minha mãe me pediu a peça. Daí, sendo presente para alguém, eu acho, ou melhor, eu tenho certeza, que acabo caprichando mais ainda. 


Fazendo cada detalhe com muito carinho.


Pensando na pessoa que vai receber este presente.


E agora que a escadinha está pronta eu fico aqui morrendo de orgulho do trabalho feito e feliz por saber que vou enfeitar e alegrar a casa da minha mãe.


Além da professora Odila Freire que me orientou, tive a ajuda das filhas para pintar as cores da base e a companhia também.



A satisfação de terminar uma peça dessa e sentir o orgulho de ter realizado um trabalho tão bonito não tem preço. É recompensadora! 

Outras peças que pintei com a técnica Odila Freire:


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Relaxando no Salão de Beleza



História postada no Facebook e registrada aqui no blog.


A pessoa é do tipo que gosta de economizar tempo, agilizar as paradas todas.

Aí vai ao salão e marca pé, mão, sobrancelha e escovão na juba tudo junto e misturado. Uma pessoa para cada serviço. Mas a pessoa aqui acha que é pouco e ainda pede uma Revista Caras para ler com um olho só (o outro está lacrimejando a cada fio arrancado) segurando no alto com apenas uma mão (a outra está prestes a ser beliscada a qualquer momento) porque salão sem Caras é tipo cinema sem pipoca que é tipo namorar sem beijar. 

Mas a pessoa se acha aquela malabarista de circo que pode aumentar o nível de dificuldade do espetáculo e coloca o celular no colo, bem ali sobre aquela região mais sensível. Afinal, mesmo estando lendo com um olho só, com o pescoço duro para segurar a cabeça que insiste em ir para trás a cada puxão nos cabelos, um olho lacrimejando a cada fio arrancado, uma mão imobilizada para não ter um bife arrancado, uma perna para cima com os joelhos para dentro para tentar esconder a calcinha que insiste em aparecer (sim, ela foi fazer os pés de vestido mesmo sabendo que isso dificulta a manobra), a pessoa acha que se o telefone tocar ela consegue tranquilamente atender e bater aquele papo gostoso com a amiga e que o barulho do secador nem vai atrapalhar, ou se chegar uma mensagem no WhatsApp ela vai conseguir responder. 

Aí o que acontece? O que acontece sempre! Chega uma mensagem, o celular vibra sobre a área sensível, a pessoa se assusta, dá um grito junto com um pulo, chuta a pedicure que enfia o palito no canto da unha do dedão, quase estapeia a manicure que tira um bife do dedo do palavrão, dá um solavanco com a cabeça que faz a esteticista beliscar a pálpebra com a pinça e a cabeleireira queimar o seu couro cabeludo, joga a revista para um lado e o celular para o outro. 

Nem é preciso relatar que todos os olhares neste momento se voltam para a pessoa, né?. 

Bom, depois da cena, a pessoa malabarista de tarefas percebe que era uma mensagem daquele grupo chato 'bagaraio' que ela não sai para não ficar na linha de tiro da fofoca, recoloca o celular no lugar (aquele mesmo lugar), pega a revista e posiciona para cima, todos voltam para as suas posições e a vida no salão segue ao normal. Pelo menos até a próxima mensagem chegar.

E assim se passa o tempo relaxante, descontraído e dedicado para se cuidar da pessoa.

domingo, 25 de junho de 2017

A Semana 25 de 2017 - Chove lá fora



Foi uma semana que dei bastante foco nas minhas pinturas. Fiquei com muitos projetos em paralelo e e fico agoniada quando começo as coisas e não concluo. Adoro concluir tarefas e ticá-las na minha lista.

Comecei a fazer esta escadinha que a princípio sera para eu colocar as minhas suculentas. Mas a minha mãe quis e eu resolvi fazer para ela. Quando faço a pintura para dar para alguém acabo caprichando muito mais. Está quase pronta, mas eu já estou babando nesta pintura que fiz com a orientação da professora Odila Freire.


Eu já tinha iniciado essas duas caixas de pão de forma com a tampa que é uma bandeja, tipo essas que mostrei no post "Pintura - Carinho de Bandeja", para as minhas irmãs. O meu objetivo era concluí-las ainda nesta semana. Mesmo a Ana Luiza e a Sofia tendo me ajudado, ainda não deu. Mas estou quase lá. Só no acabamento.


Fiz, para mim, um jogo americano de seis peças. Concluí cinco delas e já as coloquei em uso. Ficou lindo o nosso café da manhã, né? Mas preciso terminar a sexta peça para fazer uma mesa completa.


Fico grata a Fernanda Reali que me apresentou a professora Odila Freire e trouxe a pintura para os meus dias e para a minha casa. Relaxo pintando, fico feliz em ver a minha casa mais colorida, as minhas filhas admirando e ajudando nas peças que faço e em poder presentear as pessoas que amo com coisas feitas por mim com carinho.

Nesta semana teve muito encontro da família na cozinha com muita conversa, carinho, música e comidinhas gotosas.

A Sofia fez um bolo de brigadeiro que ficou maravilhoso. Ela pegou a receita no canal da Danielle Noce que eu não conhecia, nem sabia que a Sofia seguia. Essa minha filha adora culinária e principalmente doces. 

Esse bolo adoçou e alegrou a nossa semana.


Fico muito grata por ver a minha filha crescendo, desenvolvendo suas habilidades e compartilhando seus interesses com a gente. Muito legal ver que a via começa a ficar de mão dupla. Ao invés de nós pais trazermos sempre as novidades, as filhas nos apresentam muita coisa interessante.

Todo os dias à noite fomos para a cozinha preparar um prato simples, rápido, gostoso e diferente. Sempre com muita música e colaboração. Teve Batata Rostie recheada com a sobra de um salmão do almoço, teve risoto de limão siciliano com presunto de parma, tapioca recheada com queijo de coalho e sobra de tábuas de frios do lanche, talharim com camarão ao forno, espaguete com molho de tomate. Muitas delícias! 


Fico grata por esses momentos de família unida construindo lembranças e reforçando as relações.

Fui convidada para a coletiva de imprensa e abertura da exposição "Nirvana: Taking punk to the masses" e contei aqui no blog. 

A exposição está sensacional e foi muito interessante fazer a visita guiada pelo próprio curador da mostra.


Eu fico muito grata por todas essas oportunidades que o blog me traz. 

Em um dia de temporal aqui no Rio a chuva me pegou de jeito. Não dava para seguir caminho mesmo sem eu me importar em me molhar. As ruas estavam alagadas. Então entrei em uma livraria, peguei um livro, pedi uma Burrata e uma Soda Morangada e fiquei ali "imersa nos meus pensamentos". Aproveitando o tempo em minha companhia. Deixando a chuva cair lá fora e lavando a minha alma aqui dentro.


Fico grata por ser uma boa companhia para mim mesma.

Foi uma semana de chuvosa, de dias nublados e frios aqui no Rio, mas fizemos desta uma semana aconchegante e cheia de carinho com momentos simples, mas calorosos.


Este post faz parte da BC #52SemanasDeGratidão proposta pela Elaine Gaspareto que neste ano vai substituir a BC A Semana que aqui no blog substituiu a BC Pequenas Felicidades.




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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Mostra Aedes Aegypti com atividades interativas e tecnologia


Se tem um lugar que eu sempre estou de olho na programação é a Casa da Ciência da UFRJ, ali bem em frente a lateral do Rio Sul e ao lado do antigo Canecão.

As exposição que acontecem lá são sempre muito interessantes, educativas e bem apresentadas. Normalmente são guiadas por alunos da própria UFRJ que fazem a monitoria com dedicação, interesse e disposição.

Na semana passada inaugurou mais uma mostra bem legal. Além do assunto ser importante de ser apresentado, a mostra está cheia de atividades interativas e usando tecnologia de ponta para atrair o visitante, principalmente a criançada.

Exposição Aedes na Casa da Ciência


A exposição "Aedes: que mosquito é esse?" é uma parceria entre a Fiocruz e a Sanofi e é apresentada em seis módulos que trazem informações sobre esse danado desse mosquito que transmite a dengue, a zika e a chikungunya.

Já na entrada a escultura gigante de um mosquito fêmea chama a atenção.

Exposição Aedes na Casa da Ciência

Com uma lupa gigante as crianças podem observar partes do mosquito. É só apontar a lupa em determinadas áreas que a imagem em detalhes com textos, imagens e animações, é exibida na tela fundo, enquanto a monitora atenciosa dá explicações. É que a escultura criada pelo artista plástico Ricardo Fernandes, a em sensores que projetam as informações na tela sempre que a lupa é aproximada.


Exposição Aedes na Casa da Ciência


Outro módulo disputado pelas crianças é o jogo "Detetive da Dengue". O jogo está disponível em uma bancada com alguns Tablets onde o objetivo é identificar nos cenários os possíveis criadouros de mosquitos da dengue e eliminá-los.

A bancada com microscópios para observar Aedes é sucesso total!

Exposição Aedes na Casa da Ciência


s expondo pesquisas do perigoso mosquito através de lupas, microscópios e realidade virtual.

A mostra em cartaz na Casa da Ciência promete explorar com detalhes o transmissor da dengue, zika e chikungunya. Enquanto os pequenos passeiam pelas atividades interativas, monitores atenciosos vão explicar sobre os vírus transmitidos, históricos das doenças no Brasil e pesquisas em andamento para controlar a reprodução e criadouros do vetor. Uma verdadeira caça conscientizadora ao mosquito!

O "Quintal Interativo" é muito fofo, por ser um refúgio mais artesanal dentro de uma exposição bem tecnológica.

Exposição Aedes na Casa da Ciência

Nesta área é possível observar, com lupas, o ciclo de vida do Aedes aegypti e as fases ovo, larva, pupa e alada (adulto). 

Exposição Aedes na Casa da Ciência


Ali o visitante encontra potenciais criadouros do vetor, como pneus, caixas d’água destampadas e garrafas armazenadas de maneira incorreta, calhas, entre outros locais.

E ainda tem uma área de realidade virtual que as crianças piram. 

Exposição Aedes na Casa da Ciência


A mostra ainda oferece várias atividades, como oficinas gratuitas de máscaras, gravuras em isopor, gifs animados, etc. Vale conferir a programação completa e mais detalhes aqui.


Serviço:

Casa da Ciência da UFRJ - Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo, RJ
Período: 14 de junho a 27 de agosto de 2017
Terça a sexta das 9 às 20h 
Sábados, domingos e feriados das 10 às 20h 
fechada às segundas-feiras
Entrada gratuita
Classificação Etária: sem restrição

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Exposição "Nirvana: Taking punk to the masses"


Hoje foi a abertura para o público da exposição "Nirvana: Taking punk to the masses", que ficará até 22 de agosto no Museu Histórico Nacional.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

E euzinha aqui estive na coletiva de imprensa e já conferi a mostra que está punk! 

A iniciativa é promovida pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada às exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria com o Ministério da Cultura e realização do Instituto Dançar.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

A exposição "Nirvana: Taking punk to the masses" ficou em cartaz por seis anos em Seattle onde foi vista por mais de três milhões de pessoas. Agora chegou ao Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro. Êta privilégio nosso!

Hoje, no lançamento, o curador da exposição, Jacob McMurray estava presente, não apenas na coletiva de imprensa onde contou sobre a exposição, quanto para fazer uma visita guiada com a gente. Êta privilégio meu poder ver a exposição guiada pelo próprio curador e tendo Philippe Seabra, vocalista da banda Plebe Rude, como intérprete.



Durante a coletiva Jacob McMurray disse que é maravilhoso, para ele, ter a oportunidade de compartilhar esta exposição com os fãs do Brasil, onde o Nirvana tocou para seu maior público na história da banda.

Explicou também que a abordagem da exposição é bem pessoal, com itens pessoais, humanizada.

O próprio Jacob abriu a exposição com direito a cortar fita, imprensa ansiosa, e tudo mais.


Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

Nem todos os itens expostos em Seattle puderam vir para o Brasil, pois alguns são emprestados e seus donos ficaram receosos com possíveis danos, devido à viagem. 


Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

Mas de qualquer forma a exposição está bem completa, um verdadeiro passeio na trajetória da banda.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

Conta com itens preciosos, como a primeira guitarra quebrada por Kurt Cobain (1967-1994). Inclusive esta é a peça preferida do próprio curador. Jacob McMurray explicou que esta guitarra foi quebrada em um show para 25 pessoas em uma época que Kurt não tinha dinheiro nem para pagar o aluguel do quarto, muito menos para comprar outra guitarra. E nem era nenhum famoso para quebrar guitarra. Isso reflete bem o espírito do Nirvana.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

Tem fotos, muitas fotos, inclusive fotos da viagem deles para o Brasil. Estas fotos não foram ampliadas, justamente para dar essa pegada mais humanizada à exposição.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


Tem a foto original da icônica capa de Nevermind, que o diretor de arte enviou para a banda dizendo: "A capa pode ser assim. Se vocês quiserem eu posso tirar a piscina. Se alguém tiver problema com pênis, pode ser retirado também.".

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


Bom problema com pênis ninguém tinha, mas o fundo da piscina foi retirado.


Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional



Também estão expostos o violão colorido usado por Pat Smear no registro em Nova York e o baixo acústico de Novoselic.
Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


Tem curiosidades, como o desenho de um casal punk feito por Kurt ainda adolescente.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


E muito mais. São ao todo 200 itens entre discos, roupas, instrumentos (alguns quebrados), vídeos, fotos originais, desenhos, escritos, setlists escritos à mão por Dave Grohl dos shows no Hollywood Rock (saudade dos Hollywood Rocks), tanto no Rio, quanto em São Paulo, em 1993, a primeira entrevista gravada em vídeo, fita cassete original, e muitas preciosidades que contam a história da banda. 

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional

Depois disso tudo ainda tem uma área interativa bem divertida


Nesta parte, nós visitantes, podemos fazer um vídeo simulando que estamos cantando e dançando sucessos da banda, assistir um show neste clima intimista.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


E até tentar ser capa de Nevermind (1991) reproduzindo a foto na piscina com a nota de dólar à frente.

Exposição Nirvana no Museu Histórico Nacional


Serviço:

Museu Histórico Nacional 
Praça Marechal. Âncora, s/n, Centro (3299-0324). 
De terça a sexta, das 10h às 17h30; 
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h; 
Até 22 de agosto.

Ingressos:
De terça a quinta-feira: R$ 25,00 (R$12,50 meia-entrada)
De Sexta a domingo: R$ 35,00 (R$17,50 meia-entrada)
Compra de ingresso online neste link

Classificação: 16 anos

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