terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Filme "Minha Fama de Mau" - uma história de amor, música e amizade



Esta semana, no dia 14 de fevereiro, estreia nos cinemas o filme "Minha Fama de Mau", uma cinebiografia sobre o Tremendão Erasmo Carlos.

Vou contar pra vocês que sou fã do Erasmo. Gosto das músicas, do jeito dele cantar, aquela parada de balançar o braço como se estivesse tocando guitarra. Sempre gostei. E fiquei muito chateada quando o Erasmo foi vaiado pela tribo metaleira no primeiro Rock in Rio. 

Gostando do Erasmo Carlos, de filmes nacionais e de conhecer mais sobre as histórias da música nacional, é claro que eu já estava de olho na estreia. Mas para minha alegria fui convidada para a pré-estreia e já pude assistir.




A história contada no filme começa com a turma da tijuca. Aquela mesma turma que aparece na história de Tim Maia. Mostra a vontade dos meninos em estourarem na música, em uma época em que tudo era um misto de muita vontade, algum talento e esperteza para se infiltrar no lugar certo e na hora certa.

Passa pela história da Jovem Guarda, com espaço especial na produção, mostrando bem como ela surgiu e acabou. E claro, a relação de amizade e companheirismo do trio de Carlos e Vandeka. 
Eu até percebi uma insinuação de que Erasmo era caidinho pela Vanderléa (Malu Rodrigues), mas segurou a onda da sua paixão por achar que o Roberto (Gabriel Leone) gostava dela. Sei lá, não sei se foi viagem minha, excesso de romantismo da minha parte ou uma quedinha para fofoca, mas achei que algumas cenas sugeriram um clima. 

O filme começa mostrando a força inicial dada por Tim Maia, o início e consolidação da amizade entre Roberto Carlos e Erasmo Carlos, os relacionamentos passageiros até ele encontrar a Narinha. Tudo regado com muita música, embalo, cores e charme, muito bem representados por Chay Suede.  

Como o próprio Erasmo diz ao final do filme essa é a história dele: amor, música e amizade.

Passei o resto do dia cantarolando "Minha Fama de Mau" e te digo pode ir quente assistir ao filme porque Chay Suede está fervendo na pele do Tremendão.

Sinopse:

Na Tijuca dos anos 60, o jovem Erasmo Carlos (Chay Suede) alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis, Bill Haley e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão enquanto vive de sonhos, bicos e pequenas delinquências. Sua fama de roqueiro atrai Roberto Carlos (Gabriel Leone) e logo se tornam parceiros e amigos. Um megassucesso chega com a Jovem Guarda, programa de televisão onde Roberto, Erasmo e Wanderléa (Malu Rodrigues) são a atração principal. “Minha Fama de Mau” é um mergulho emocionante na música e na vida de Erasmo Carlos que, com cabeça de homem e coração de menino, se tornou o Tremendão, símbolo vivo do rock nacional.



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domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Semana 6 de 2019 - Aterrissando


Semana de voar e aterrissar. Voei para São Paulo para a buscar a Sofia que depois de voar para o Canadá, passar um mês fazendo intercâmbio e passeando, iria voar de volta e aterrissar na volta às aulas.

A Sofia chegaria apenas no domingo, mas para não correr risco de atrasar e a minha filha desembarcar sem ter a mamãe esperando ansiosa com os braços abertos para um abraço cheio de saudades, fui no sábado. E já que iria no sábado, fui logo cedo para ter tempo de aproveitar o dia em São Paulo. Eu adoro esses passeios vapt-vupt em Sampa. Eu adoro a Avenida Paulista. Aproveito toda e qualquer oportunidade de decolar no Santos Dumont e aterrissar na terra da garoa. 


Olha, já em São Paulo, eu tentei fazer algo fora da Paulista. Pensei em ir na Pinacoteca, no CCBB, mas devido a um momento "modo mão de vaca"  resolvi fazer o voo com uma escala básica e desnecessária (que acabou se tornando útil) em BH, acabei dando o meu rolé na Paulista mesmo.
Contei esse meu sábado proveitoso em São Paulo com escala desnecessária, porém útil, em BH, no post "São Paulo com escala em BH". Falei dos encontros com as amigas, do vinho à noite, das exposições, do visual. 

O voo da Sofia atrasou para decolar de Toronto porque, devido ao frio, houve congelamento das asas. Olha que tranquilidade para o coração da mãe saber que fariam um procedimento normal de descongelamento das asas do avião para que este pudesse decolar e cora tranquilamente com a sua filha lá dentro. Tranquilo, né? 

Como o voo ia atrasar e para eu não ficar andando pra lá e pra cá no aeroporto apenas aumentando a minha ansiedade, fui dar mais uma voltinha na Paulista. A carioca gosta mesmo dessa paulista! E vi uma exposição muito fofa, criativa e cheia de inovação na Japan House, "Arquitetura para cães". Merece um post. Vou providenciar!


Depois da exposição com o coração saltitando, entrando no site de minuto em minuto para acompanhar o voo da Sofia, me mandei para o terminal 3 de Guarulhos. Para ajudar o tempo passar (pessoas ansiosas acham que comer acelera o movimento de rotação da Terra) fui me sentir em Orlando e almocei no Oliver Garden. Tô dizendo que São Paulo é outro mundo... Tem Oliver Garden sim!


Finalmente a Sofia desembarcou cansada e cheia de histórias. Abracei muito, beijei muito e corremos muito para pegar o nosso voo, sem crise de mão de vaca da mãe, ou seja sem escala dessa vez, de volta para Rio. 


De volta a nossa cidade, de volta à realidade, hora de começar a semana, retornar as aulas, as atividades, rever os amigos e contar com as redes sociais para amenizar a falta dos outros amigos que ficaram no caminho.

Para relaxar colocamos o colchão no são da sala, umas comidinhas e bebidinhas em um banco (a casa está em obra, uma zona, tudo entulhado, sem sofá, sem mesa, mas damos o nosso jeito) e assistimos a "dramédia" da Netflix "Tal Pai, Tal Filha". Vi a dica no post da Clau, no Mãe Literatura.

Um filme leve que fala da reaproximação de pai e filha, da importância dessa relação, dos reflexos do abandono, fala também sobre o vício em redes sociais, sobre estar conectada o tempo todo e não estar presente, e trata da questão da mulher equilibrar vida pessoal com a vida profissional. Em relação ao último tema eu achei a abordagem do filme com uma tendência a tornar o lado profissional da mulher como vilão da relação, sendo o casamento mais importante. Tá certo que o equilíbrio é fundamental.

De qualquer forma o filme diverte, a dupla tem carisma, as cenas no navio são lindas e o visual é daqueles que dá vontade de embarcar pra Jamaica já no Carnaval.



A Sofia ganhou da família canadense que a hospedou no intercâmbio uma garrafinha de Mapple Syrup. Isso foi motivo para nos relembrarmos da receita das panquecas americanas que estavam esquecidas. Passamos momentos literalmente gostosos preparando panquecas para o café da manhã e para o lanche. Fizemos juntas a receita e dividimos a tarefa de fritar as panquecas. Cada uma com a sua frigideira, em cada ponta do fogão. Trabalho em grupo, com muita conversa, animação, histórias e criando memória afetiva
Usamos a receita do GShow e postei no Isntagram e na página no Facebook


Foi uma semana cheia de pré-estreias e cabines de impressa. Teve a pré-estreia de Vergel, que estreou no dia 07 de fevereiro nos cinemas, com a presença da diretora e tudo.

Sinopse: "Um luto repentino leva uma mulher à beira da loucura. Trâmites funerários, calor e uma vizinha que vem regar as plantas, se juntam em um périplo emocional no qual é impossível distinguir o real do irreal.".

Apesar de falar de um tema pesado, faz isso no enfoque da reconstrução a partir desse sentimento. Um filme com belas imagens.


Outra pré-estreia foi "Minha Fama de Mau" que estreia dia 14 de fevereiro e conta a história do Tremendão Erasmo Carlos. Saí do filme com a música grudada na minha mente e com vontade de dançar e ouvir as músicas da Jovem Guarda. Vou fazer um post sobre o filme!

Sinopse: "Na Tijuca dos anos 60, o jovem Erasmo Carlos (Chay Suede) alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis, Bill Haley e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão enquanto vive de sonhos, bicos e pequenas delinquências. Sua fama de roqueiro atrai Roberto Carlos (Gabriel Leone) e logo se tornam parceiros e amigos. Um megassucesso chega com a Jovem Guarda, programa de televisão onde Roberto, Erasmo e Wanderléa (Malu Rodrigues) são a atração principal. "Minha Fama de Mau" é um mergulho emocionante na música e na vida de Erasmo Carlos que, com cabeça de homem e coração de menino, se tornou o Tremendão, símbolo vivo do rock nacional.".


O horário de almoço nos dias de semana foram praticamente focados para resolver problemas em banco, consultas médicas, etc. Corridos e com pouco tempo para relaxar, comer algo gostoso, conversar com pessoas, e assim recarregar as energias para o segundo turmo. Mas consegui reservar um desses dias para relaxar.

Fui ver a exposição "Mulheres, A Hora e a Voz - Direitos, Conquistas e Desafios" no Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), localizado no Antigo Palácio da Justiça.

A mostra tem como foco principal celebrar a ativa participação das mulheres na Constituinte.

A vista vale pela exposição em si e para conheccer o antigo Palácio da Justiça.



Já deitada na cama para dormir, fui dar aquela navegada no Facebook para ver as dicas legais que os amigos postam. Foi aí que me deparei com uma amiga dizendo que o documentário tinha sido a coisa mais insana que ela já assistiu. Li os comentários no post dela. Mesmo já sendo tarde e eu me preparando para dormir, fiquei curiosa com essa tal bizarrice e corri para a #Netfilx para assistir ao documentário "Sequestro à luz do dia" que conta a história real de uma família que foi manipulada e enfeitiçada pelo vizinho carismático e aparentemente melhor amigo. Apesar de ser um sociopata louco e pedófilo, o vizinho conseguiu esconder isso, conquistar a confiança e envolver a família. Acabou sequestrando a filha de 12 anos por duas vezes e se livrando das acusações. Uma história real e muito louca. Chocante. Por um lado a perplexidade em como a família foi tão cega a ponto de não enxergar o que estava acontecendo, de permitir que o medo de expor os próprios segredo afetasse a segurança da filha. Por outro lado o alerta para a proximidade em que os casos de pedofilia ocorrem.
Alguém assistiu? O que achou?

Abducted in Plain Sight


Entre decolagens e aterrissagens o importante é construir histórias, memórias, experiências e aprendizados. Assim decolando para viagens e aterrissando no nosso dia a dia, ou voando em histórias e aventuras na nossa rotina, vamos dando cores, incluindo peças e retirando outras da nossa história.



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sábado, 9 de fevereiro de 2019

São Paulo com escala em Belo Horizonte

A pessoa aqui é, na maioria das vezes, do tipo tranquilona, bem-humorada, paz e amor. Mas, vez ou outra, uma nuvem passageira que com o vento se vai (nossa, essa é das antigas. Como me lembrei dela agora?!) cobre o meu sol em aquário e "garro" na irritação, no mau humor e no ódio.
 
Fico irritada, no minuto seguinte fico irritada por estar irritada, em seguida me esqueço porque estou irritada, mais um minuto e nem me lembro que fiquei irritada.

Foi assim que me peguei super relax, no maior bom humor, tendo certeza de que a vida é boa, sentada no quarto do hostel em São Paulo comendo doce de leite mineiro, com queijo de minas mineiro e gelatina de cachaça mineira (compras feitas na escala em Belo Horizonte), depois de...



Beber vinho com a amiga Adriana do blog MaterniARTE, que o mundo dos blogs me apresentou. Depois de...


Fazer uma pausa para um café, muita conversa, fotos e um passeio entre as flores no jardim Casa das Rosas com a amiga Claudia do blog Mãe Literatura, outra amiga que o mundo dos blogs me trouxe. Depois de...


Encontrar a Clau em frente ao SESC da Paulista e subirmos ao terraço para contemplar a vista da Paulista e fazermos várias fotos, é claro.
Depois de...


Ter feito um passeio solo no MASP com direito a visitar tranquilamente a exposição permanente do museu.


Visitar também as outras três exposições temporárias que estavam em cartaz: "Construções Afro-Atlânticas" de Rubem Valentim, "Ainda Assim Me Levanto" de Sonia Gomes, "Vizinhança" de Lucia Laguna e "Nostalgias Africanas" de Pedro Figari. E ainda me sentar no restaurante do museu e comer com tranquilidade e com vista para as obras de arte.
Depois de...


Ter chegado ao Brazilodge Hostel tomado um banho, relaxado e me deliciado com a sensação de ter um um quarto só pra mim, uma cama só pra mim, uma TV (que eu nem liguei) só pra mim, um banheiro só pra mim, eu só pra mim por um dia.
Depois de...


Ter feito dois voos tranquilos, confortáveis e com visual de um dia lindo. Com uma pausa em Belo Horizonte com tempo para comprar umas guloseimas mineiras (já que eu tinha economizado nas passagens podia aproveitar, né?) e comido um pão de queijo mineiro com recheio de doce de leite mineiro com calma mineira. Lá embaixo a Orla Niemeyer em Niterói na decolagem do Santos Dumont. 
Depois de...



Ter ficado irritada, mal-humorada e com raiva ao me lembrar que tinha me esquecido da irritação, mal-humor e raiva que fiquei da Azul na última vez que voei pela companhia e da promessa de  nunca mais voar Azul. Como se não bastasse, em um momento desvairado de economia burra, ter comprado o voo Rio-São Paulo com escala de 40 minutos em Belo Horizonte. Gente, quem faz isso?!

Mas assim que o primeiro voo decolou do Rio de Janeiro na hora marcada e eu me vi sentada no meu lugar na janela com um pacote de batata chips e um suco de laranja gentilmente servidos pela simpática aeromoça, com a TV individual a minha frente me mostrando paisagens lindas de Fernando de Noronha, olhando pela janela e apreciando o visual, o vento já tinha levado a nuvem que encobria o meu sol aquariano e eu estava totalmente de boa. Já era o minuto seguinte e eu já tinha me esquecido até que tinha ficado irritada, mal-humorada e com raiva. 


E para falar bem a verdade, sentada na cama do hostel me lembrando do meu dia até pensei em na próxima vez pegar uma escala em Recife e comprar Bolo de Rolo. Ou seria melhor uma escala em Salvador para comprar umas cocadas e uns camarões secos?!

Bora deixar o vento levar as nuvens que encobrem os sóis porque vale a pena deixar a vida ser boa.




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domingo, 3 de fevereiro de 2019

A Semana 5 de 2019 - Contemplação


A semana começou com cara de repeteco. Mas o que é bom deve ser repetido mesmo. Voltamos a Casa Fundação Roberto Marinho para um café da manhã e rever a exposição Abstração Informal.


Fomos assistir ao maravilhoso e imperdível filme "Green Book". Até já fiz o post sobre o filme.


No dia seguinte fui com uma amiga assistir ao filme israelense e emocionante, "O Confeiteiro". é um filme de poucos diálogo, muitas expressões. Um filme mais contemplativo.


Durante a semana, em meio a correria de trabalho mais mil e uma coisas para resolver, fui com tranquilidade me sentar em um bistro na companhia de uma amiga e apreciar a conversa, a companhia, a comida. Simplesmente conteplar o momento.


Aproveitei o horário do almoço para onferir a primeira exposição do Museu Nacional após o incendio, "Antártica - Quando nem tudo era gelo". Essa também já tem post no blog.


Como estar com amigas é sempre uma boa oportunidade para ficar com o riso mais solto e a alma mais leve, aceitei prontamente o convite de uma amiga muito querida e fui conhecer um restaurante novo. A comida japonesa estava maravilhosa.


Terminei de repaginar a bendeja de uma amiga. A peça estava velha, desbotada, mas não precisa ir para o lixo, né? Com cores e capricho ela ganha cara de nova. Adorei o resultado. Espero que a minha amiga também goste.


Em um dia corrido em que eu estava me sentindo agitada por fora e por dentro, ficando meio sem foco e me deixando envolver pela pressão, resolvi me presentear com um tempo comigo e para mim. Fui almoçar em uma livraria que eu adoro. Peguei um livro, li,  comi, bebi, respirei e apenas contemplei o meu redor. Segui com mais clama. 






Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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