sábado, 15 de fevereiro de 2020

A Semana 6 de 2020 - Imprensada


Foi uma semana imprensada entre dois períodos de férias. Por isso foi uma semana com misto de adaptação pós férias mas, ao mesmo tempo de correria pré férias. E a correria ganhou! Porém consegui alguns momentos de pausa e relaxamento.

No final de semana eu ainda estava na etapa pós férias querendo ficar em casa, calma, sem incluir programação aos meus dias. O único programa foi ir ao cinema do clube para assistir ao filme "Entre Facas e Segredos", um filme de investigação que nos deixa intrigados para descobrir o assassino, com reviravoltas surpreendentes, e um toque de humor ironia, além de um ótimo elenco para personagens bem construídos.

Sinopse: "O renomado romancista Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto logo após seu aniversário de 85 anos. O inquisitivo e charmoso detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é recrutado para investigar. Foi um assassinato? Da família disfuncional de Harlan à sua equipe dedicada, Blanc examina uma rede de mentiras para descobrir a verdade por trás da morte prematura de Harlan. Uma teia de reviravoltas manterá você desconfiado até o final. Com um elenco de estrelas, incluindo Chris Evans, Ana De Armas, Jamie Lee Curtis, Don Johnson, Michael Shannon, Toni Collette, LaKeith Stanfield, Katherine Langford e Jaeden Martell, ‘Entre Facas e Segredos' é uma história de mistério geniosa e espirituosa que garante que o público se mantenha constantemente tentando descobrir quem matou Harlan Thrombey. ".


Eu já estava sentindo falta dos meus almoços culturais em que aproveito o intervalo no trabalho para visitar algum exposição nos muitos centros culturais e museus disponíveis no Centro do Rio. Dessa vez fui ao CRAB conferir a mostra "Que Mestre é Esse?" que traz 190 peças de 62 reconhecidos artesãos brasileiros, todas representando distintas regiões do país. Lindo demais.

Aproveitei para fazer a minha #museumselfie e participar da campanha #MuseumSelfieDay que tem objetivo de aumentar o fluxo de visitas aos museus. A ideia é convidar as pessoas de todas as idades a publicarem fotos dentro de museus com a hashtag #museumselfie. E também para cumprir o meu projeto #100lugaresem1ano. Mesmo já conhecendo o Centro Cultural, vale repetir quando for exposições diferentes. Então tá valendo.


Fui a pré-estreia de "Sonic - O Filme" e me surpreendi. Um filme que naturalmente eu não assistiria, pois não sou de games. Não, talvez eu assistisse sim por causa do Jim Carrey. Mas esperaria entrar em alguma plataforma de streaming. Porém gostei muito do filme de aventura e diversão garantida. O personagem é fofo e tem carismaDeu vontade de apertar. kkk. O elenco é ótimoe o Jim Carrey está bem Jim Carrey mesmo.


Tive almoço de comemoração de aniversário antecipada com a equipe do trabalho. 


Finalmente fui assistir ao premiadíssimo filme, ganhador do Osca 2020, "Parasita". Eu tinha sido convidada para a cabine de imprensa e infelizmente não pude ir. Isso estava me deixando com um certo arrependimento. Resolvi a questão aceitando o convida da Ana Luiza para irmos juntas ao cinema. Sessão de cinema com filha é irrecusável para mim. 

Agora, falando a verdade, eu achei "Parasita" muito chato. É inegável que o filme tecnicamente é perfeito, que o assunto das diferenças sociais e suas consequências é abordado de forma inusitada, tem tensão, tem humor, tem drama, reviravoltas, e tudo o mais. Mas eu achei chato. Saí do cinema com aquela sensação de que eu não entendo nada da sétima arte. Tá não entendo mesmo. Sou apenas uma expectadora que adora filmes. 

Sinopse: "Todos os quatro membros da família Kim estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.".



Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

The Whitney Museum of American Art - Arte com vista em New York


Um dos pontos mais interessantes dessa nossa segunda vez em Nova York, para mim, foi conhecer o Whitney Museun of American Art, ou simplesmente The Whitney. 

O nome desse museu de arte contemporânea é uma homenagem à sua fundadora, Gertrude Vanderbilt Whitney que em 1929 quis doar a sua coleção com mais de 500 obras de arte contemporânea para o tradicional e conceituado Metropolitan Museum of Art. Acontece que o Met foi metido e recusou a doação. Naquela época os queridinhos dos grandes museus eram os artistas europeus. Os artistas americanos, como George Luks, Edward Hopper, Elizabeth Murray, John Storrs, Jasper Johns e Mark Rothko não eram considerados à altura dos museus mais famosos.

Sendo assim Gertrude persistiu e abriu o seu próprio museu, o Whitney Museum of American Art que passou por alguns endereços antes de se estabelecer no prédio atual, no Meatpacking District.

Melhores museus de Nova York
Como sou péssima blogueira, é claro que não fiz foto do prédio por fora. Logo usei a foto do site  do museu.

Falando no prédio, ele por si só já é uma obra de arte. Projetado pelo famoso Renzo Piano com amplo interior aberto, juntamente com os terraços em camadas exteriores, fazem do edifício uma obra de arte. 

Melhores museus de Nova York

As paredes de vidro e os terraços nos possibilitam uma visão de uma das regiões mais interessantes de Nova York que vai da High Line ao Hudson River.

Melhores museus de Nova York

É possível ir de um andar ao outro pelas escadas externas. Não fizemos isso por causa do frio. Mas fiquei imaginando como seria em um dia claro e de temperatura mais amena com pessoas fazendo uso dos espaços nos terraços, usando as escadas entre os níveis e curtindo o sol. 

Melhores museus de Nova York

Começamos a nossa visita pelo último andar. Lá tem um café com um ambiente bem agradável e  vista para o terraço. Como já tínhamos almoçado no Chelsea Market, preferimos usar o nosso tempo nas exposições.

Melhores museus de Nova York

O Whitney Museum traz sempre exposições temporárias interessantes.

Melhores museus de Nova York

A arte contemporânea tem essa provocação que às vezes deixa algumas pessoas pensando: está falando sério? Isso é arte? Eu poderia fazer isso e não seria chamado de arte!". E é justamente isso que me encanta. O inesperado, o inusitado, a provocação, e como podemos olhar e desfrutar desse olhar. É isso que a arte deve fazer - criar um sentimento que causa uma reação.

Melhores museus de Nova York

Além das mostras temporárias, o museu tem uma coleção permanente muito rica, sendo uma ótima oportunidade para conhecer arte americana.

Melhores museus de Nova York

As galerias abertas e os amplos espaços quebram um pouco a aparência de museu e trazem uma atmosfera mais para uma galeria elegante. Isso desperta a vontade de explorar.

Melhores museus de Nova York

O espaço amplo, o colorido as obras

Melhores museus de Nova York

o que nos espera na próxima sala

Melhores museus de Nova York

Tudo faz valer a visita.

Melhores museus de Nova York


Esse post é o terceiro do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Sonic - O Filme


Sonic, o ouriço azul mega carismático, pulou das telas de vídeo game para as elonas do cinema. Estreou hoje Sonic - O filme. 


Vou confessar que não sou ligada em games. Joguei um ou outro com as minhas filhas e só. Mesmo não sendo desse meio, eu já conhecia esse porco-espinho (ou ouriço). O bichinho é famoso pelos seu superpoder que é a alta velocidade. 

E sabe como é?! Quem tem superpoder corre riscos! Tem sempre alguém querendo descobrir mais e tirar proveito. Justamente por isso Sonic foi obrigado a usar um anel dourado que abre o portal para outros mundos e fugir de seu planeta encantado para se esconder no Planeta Terra. 

Aqui na Terra, Sonic vive tranquilamente e aparentemente adaptado. Tem um probleminha sim, apesar de se divertir, no fundo no fundo ele se sente um pouco solitário. Em um momento melancólico, o ouriço fofinho, acaba perdendo o controle de seu superpoder e causando um evento muito estranho na Terra. 

As autoridades intrigadas com o ocorrido acabam recorrendo ao esquisitíssimo, porém detentor de conhecimento tecnológico único, vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) para descobrir a causa de tal explosão de energia. 

É aí que Sonic se junta ao herói humano da trama, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Na tentativa de recuperar o saco de anéis dourados e escapar do Dr. Robotnik os dois vivem grandes aventuras. Enquanto seguem a estrada para São Francisco eles reforçam a amizade entre seres diferentes, mas que se completam. 

Mesmo não sendo uma profunda conhecedora do game eu gostei bastante do filme. Dei boas risadas, me diverti com as aventuras e fui conquistada pela fofurice de Sonic. Um filme para toda a família. 




‘SONIC – O Filme’ é uma aventura live-action baseada na franquia mundial de vídeo game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo. O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.



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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

The Frick Collection - Mansão, arte e calmaria em Nova York

Um dos pontos de visitação que foi novidade para nós nessa segunda viagem para Nova York foi o museu The Frick Collection. Apesar de não termos o incluído no nosso roteiro de primeira vez, acredito que é um ponto imperdível e mesmo quem está fazendo a sua estreia na Big Apple deveria reservar um tempo para conhecê-lo.


Quais museus visitar em Nova York

Se trata de uma espetacular coleção de arte que fica em uma mansão construída pelo magnata do aço Henry Clay Frick, na Quinta Avenida, bem de frente para o Central Park, na área antes era chamada de Linha dos Milionários.

A história do The Frick Collection me lembra a história da Casa Fundação Roberto Marinho. Henry Clay Frick, falecido em 1919, tinha o desejo que o casarão fosse disponibilizado para visitação ao público com todo o seu conteúdo, incluindo obras de arte, mobiliário e objetos decorativos. Porém a sua esposa Adelaide Howard Childs Frick continuou residindo na mansão com sua filha Helen. Somente após o falecimento de Adelaide Frick morreu, em 1931, o sonho do magnata foi realizado. A casa se tornou museu e foi aberta ao deleite do público em 1935.
Quais museus visitar em Nova York

Tudo no The Flick Collection nos encanta. A começar pelo jardim interno. Única área em que é permitido fotografar. Confesso que eu gosto de fazer fotos as obras de arte que vejo nos museus, mas apreciar um exposição sem brigar com fotógrafos afoitos, celulares e paus de selfie, tem o seu valor.

Ali já sentimos que a vibe do Flick é diferente. Tem um clima de tranquilidade e calmaria bem diferente das ruas e outros museus de Nova York. Esse museu é mais vazio, bem mais silencioso, as pessoas visitam com calma e até param algum tempo simplesmente relaxando no jardim. Como se ali tivessem todo o tempo do mundo.

Quais museus visitar em Nova York

A coleção em si é de cair o queixo! O museu tem mais de uma dúzia de salas esplêndidas, apresentando obras de pinturas de grandes artistas europeus como Vermeer (o mestre da iluminação), Gilbert Stuart, El Greco, Joshua Reynolds, Van Dyck e Rembrandt. Além de esculturas e cerâmicas

Quais museus visitar em Nova York

Um espetáculo a parte está no móveis franceses do século XVIII, tapetes orientais e relógios que também estão em exibição. Tudo original da família Flick. Era assim que eles viviam. Tudo combina, tudo harmoniza perfeitamente. Enquanto andamos pelas salas de exibição vale dar uma espiada pelas janelas e contemplar, entre as cortinas, o jardim lá fora.


Quais museus visitar em Nova York


Sem dúvida, The Frick Collection se tornou um dos meus lugares favoritos para passar um tempo na cidade de Nova York. Não fizemos a visita na primeira vez que estivemos na metrópole, pois o museu não aceita crianças abaixo dos 10 anos. Mas é com certeza um lugar que eu faria um favor a mim mesma de conferir todas as vezes que estivesse em New York.

Combinamos a nossa visita ao Flick com um passeio ao Central Park pela manhã: Central Park - Flick - Central Park - almoço tailandês. 

Quais museus visitar em Nova York

Esse post é o terceiro do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Metropolitan Museum of Art - O Met de Nova York



O MET, apelido fofo para o Metropolitam Museum of Art, um dos maiores museus do mundo. Ou seja, visita obrigatória e imperdível em qualquer viagem para Nova York.

Uma das vantagens de visitar o Met, sem dúvida, é a localização: Quinta Avenida com seus apartamentos caros, uma das ruas mais bonitas da cidade, cheia de points famosos e cenários de filmes. A própria escadaria do museu é figurinha fácil nas telas. A Sofia, por exemplo, queria ir na escada que fez parte de diversas cenas de Gossip Girls. Era ali no The Metropolitan Museum of Art que Blair e suas amigas iam tomar iogurte na hora do intervalo da escola.



E o pior, não fizemos uma foto descente da escada e da fachada. E olha que merece muito, pois o edifício em si já é magnífico.

Assim que chagamos as meninas foram para a escada fazer algumas fotos e eu fui para a fila. Mas a performance de um homem vestido de preto com roupa no estilo mulher muçulmana fazendo poses e fotos no chafariz que estava desligado nos distraiu. Quando percebemos já estávamos entrando no museu. Então fica aqui uma foto melhorzinha da nossa visita ao MET em 2012.


Ao atravessar a grande entrada somos transportados para o que parece um oásis arquitetônico repleto de história por trás de suas portas e escadarias. Realmente incrível!



São diversas coleções permanentes que levariam dias para serem visitadas por completo, além de exposições temporárias igualmente inspiradoras. Assim Metropolitan Museum of Art tem arte para para todos gostos, até para quem não é muito fã de museu vai encontrar algo interessante por lá.

As galerias grega / romana, egípcia e armaduras são as mais populares. Mas são muitas opções e o museu é enorme. Podemos passar horas explorando as galerias. Na nossa primeira viagem a New York fizemos isso. Reservamos uma tarde inteira para o museu. Percorremos todas as galerias, mas vimos tudo muito rapidamente. Dessa vez focamos o nosso objetivo nas pinturas europeias e nas cinco telas do Vermeer. Pegamos o mapa no museu mesmo e traçamos o nosso caminho.

Começamos no primeiro andar com o objetivo de pegar o elevador para o segundo andar (linha verde do mapa)


Mas por que não subimos logo a escadaria a nossa frente? Porque eu queria passa na ala da arte egípcia para ver essa instalação que fez parte de uma das cenas do filme "Um Dia de Chuva em Nova York". E já que estávamos passando por ali aproveitamos para apreciar as artes no nosso caminho.


Chegamos ao segundo andar e fizemos o nossa trajeto pelas galerias de arte asiática (linha verde no mapa)


E mais uma vez fizemos o percurso com calma absorvendo toda a beleza e encantamento ao nosso redor.


Finalmente chegamos ao nosso primeiro objeto: pinturas e esculturas europeias dos séculos XIX e XX, com o mapa detalhado da área em mãos para não perdermos nada.


Entramos em cada sala, paramos em cada obra com calma e contemplamos

Degas


Monet



Van Gogh - o meu preferido - vontade de postar as fotos de todos os quadros dele. 


Paul Signac - Notre Dame de La Garde - Me lembrou a minha visita a Marseille, minhas caminhadas pelo porto a beira do mar mediterrâneo com o céu azul turquesa.



Vejam os detalhes das cores e pinceladas. 


Auguste Renoir - "By the Seashore" - a modelo Aline Charigot se tornou esposa do pintor


Matisse - "Odalisque with Gray Trousers"


Pablo Picasso - o preferido da Ana Luiza



E muito mais! Queria postar aqui, mas fica com foto demais no post. 

Saímos dessa área passamos rapidamente nos Caravaggios que ficam na galeria de pinturas europeias de 1250-1800. Seguimos o caminho rosa do mapa em direção aos cinco quadros do Vermeer, o mestre da iluminação. 



Eu sei que é quase uma maldade colocar os cinco assim juntos em uma única edição, sei que quando eu olhar esse post depois vou achar isso horrível. Mas o post já está com muitas fotos, eu estou cansada e essa foi a maneira para não deixá-las de fora.

Como eu disse no início, o MET é muito grande e nem todos possuem disponibilidade de tempo para vários dias de visita ao mesmo local, nem todo mundo vai gostar de visitar por dias. Mas se você está em uma visita à Big Apple, não vejo como poderia dar errado alocando um mínimo de três horas ao Metropolitan Museum of Art. E o ideal é planejar a visita, escolher o que mais tem interesse em ver para aproveitar melhor o tempo.


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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

A Semana 4 de 2020 - NY com Filhas


O planejamento para esse ano de 2020 era atualizar o blog com mais frequência. Algo que já comecei furando e não cumprindo. Primeiro motivo por problemas na internet em casa. Já o segundo tem uma ótima justificativa: estávamos viajando em férias. O destino? Nova York! Nove dias na metrópole mais cobiçada do mundo.

O post da semana 04 de 2020 que se passou em "New York, New York"  sai bem atrasado, mas com muita novidade. Na verdade Apenas repassando para esse espaço, que luta para sobreviver às demais redes sociais, o que contei dia a dia no Instagram e no Facebook.



Primeiro dia em New York. Chegamos, eu e a Sofia, com um pequeno atraso no voo. Fomos para o hotel e a boa surpresa foi que conseguimos entrar logo no quarto e ver a vista da nossa janela. Só deixamos as malas no quarto e saímos. Não nos intimidamos com a chuva, nem com o frio, mas confesso que "Um dia de chuva em Nova York" é bem mais charmoso no filme do Woody Allen do que na real. Nosso primeiro destino foi o restaurante vegano que a Sofia queria experimentar, o By Chloe. Mais uma ótima. Muito gostoso! Passamos pelo Rockefeller Center para ver a pista de patinação no gelo. Somente duas crianças se aventuravam a patinar no gelo e na chuva. Deixamos para outro dia. Seguimos para o Museu de História Natural e esticamos o passeio com uma visita ao Planetário. Depois da visita completa fomos em direção ao mercado orgânico que a Sofia queria conhecer e escolher alguns produtos. No caminho mais uma surpresa. Em uma esquina vi o Alice' Tea Cup. Um lugar supercharmoso para aquecer o corpo e a barriga ligeiramente faminta. Entramos no Trader Joe's, o mercado orgânico cheio de produtos legais e com fila maior do que a do Mundial em dia de promoção. Mas fila em NY é chique, né? #sqn Voltamos para o hotel para esperar a Ana Luiza que estava com o voo superatrasado com escala inesperada e não planejada para abastecer o avião. Sério isso!
O jantar foi no quarto do hotel com as compras feitas no mercado.



Segundo dia em NY foi reservado para visitar a área do World Trade Center. A primeira parada foi na World Trade Center Station, projetada pelo arquiteto Santiago Calatrava, uma construção que chama a atenção por sua estrutura com um salão de forma ovalada, chamado Oculus, que mede 111 metros de comprimento e é "coroado" por vigas que apontam para o céu. A ideia é parecer uma ave abrindo as asas para levantar voo. Mas lá dentro em me senti como Pinocchio dentro de uma baleia. Dali subimos ao topo do World Trade Center, One World Observatory para ter uma visão do alto de Manhatan. Descemos, passamos pelo memorial 11 de Setembro e completamos com a visita ao Museu Nacional 11 de Setembro. A fome bateu e fomos ao Eataly para aquecer o corpo com uma massa e risoto vegano. A ideia era finalizar o passeio com a visita a Estátua da Liberdade, mas percebemos que nossas roupas não estavam adequadas para segurar a onda frio. O jeito foi replanejar. Fomos passear pela Times Square e Broadway. Subimos o Empire State Building para ver o por do sol e as luzes da cidade acenderem. Na volta ainda paramos no Bryant Park para comer, ver a patinação no gelo e uma silent party. Aí só nos descansar para o próximo dia em NY.



Terceiro dia em NY, devidamente agasalhadas, fomos visitar a Estátua da Liberdade. Compramos o ingresso na hora e por isso não conseguimos subir lá na coroa. Mas encaramos o ferry na parte aberta, com vento e sensação térmica de -1°C, aproveitando o visual tanto da chegada ao monumento, quanto do skyline de Manhatam que ficava para trás. Passeamos pela Ilha da Estátua, subimos ao pé dela, fizemos um lanche no café e muitas fotos. Na volta não descemos em Ellis Island, onde fica o museu da imigração, pois queríamos mais tempo no nosso próximo ponto de visita: o Brooklyn. Descenos na Battery Park e a ideia inicial era caminhar pela Wall Street até chegar a Ponte do Brooklyn. Mas levando em consideração o frio, o fato de já conhecermos essa área e o tanto.que ainda iríamos andar no resto do dia, preferimos ir de metrô até a entrada da ponte. Fizemos a travessia da ponte no sentido do Brooklyn a pé mais uma vez curtindo todo o visual ao nosso redor. Já no Brooklyn passeamos pelo DUMBO, um bairro supercharmoso e cheio de lugares aconchegantes e gostosos. Paramos para foto, em uma cafeteria, na One Girl Cookie com cookies e bolos maravilhosos (e opções veganas), no mercado Time Out Market que tem opções maravilhosas para comer entre elas uma Avocateria, e na sorveteria Oddfellows (lavar o cabelo no frio de 4°C a gente não lava, mas sorvete a gente toma 🙄). Completamos o nosso passeio no Brooklyn Bridge Park com vista para a ponte. Voltamos de metrô já no fim da tarde em cima da hora para assistir ao musical "Aladdin".



Quarto dia em NY. Saímos do hotel com o nosso dia de turismo planejado. Primeira parada para o café da manhã no By Chloe (vegano). O primeiro destino foi o MoMA, mas no caminho passamos na St Patrick's Cathedral e no Rockefeller Center. Visita ao MoMa rolando e dia fluindo conforme o planejado até que o meu amigo de infância lá de São Pedro d'Aldeia entra em contato e sugere nos encontrarmos. Aceitamos na hora! Mudança de planos inesperada e totalmente desejada. Pegamos o Tramway para Roosevelt Island. Aquele bondinho vermelho do filme do Homem Aranha, sabem? Vista linda! Passeamos pela ilha a beira do East River e contemplando o visual da skyline de Manhatam. Delícia de passeio. Foi muito bom fazer algo que não estava no nosso roteiro. Depois de uma visita rápida para conhecer a casa do meu amigo, voltamos ao nosso plano inicial. Seguimos ao Bryant Park na intenção de patinar no gelo, mas a pista estava fechada para um evento particular. No problem! Comemos no park e seguimos para a Central Station. No caminho resolvemos entrar na Biblioteca Pública de NY que também não estava no nosso roteiro inicial. Da Central Station fizemos um lanche no "Shake Shack" para satisfazer a parte não vegana da família e fomos assistir ao musical "Frozen". Um dia cheio de ótimas surpresas! 



O quinto dia em NY foi reservado para um bate e volta a Washington. Saímos cedo e a primeira parada foi no Cemitério de Arlington onde estão os túmulos dos Kennedy. De lá seguimos para National Mall, parque onde estão os monumentos de Washington. Visitamos o Memorial Lincoln, o Memorial dos Veteranos da Guerra da Coréia, Memorial dos Veteranos da Guerra do Vietnã, vista para o Monumento a Washington com a piscina da cena icônica de Forest Gump. A parada seguinte foi na Casa Branca. Dali fomos para a área dos museus Smithsonian. Visitamos o Museu Nacional do Ar e do Espaço. A última parada foi no Capitólio. Valeu o passeio para dar uma geral de Washington.



Sexto dia em NY foi o dia mais frio da nossa viagem. Mas também o dia de céu mai limpo e sol aparecendo. E já que estamos no frio vamos congelar. Fomos passear no Central Park. Atravessamos o park curtindo o visual, passando por pontos turísticos clássicos e curtindo os lagos congelados. Dali fomos ao Frick Collection, um museu repleto de artes maravilhosas que fica em uma mansão antiga. Lindo demais. Depois de aquecidas voltamos ao Central Park para congelar mais um pouquinho dessa vez na pista de patinação no gelo. Encontramos o meu amigo dos tempos de infância e adolescência em São Pedro d'Aldeia e almoçamos em um restaurante tailandês maravilhoso, o Wondee Siam. De lá as filhas foram perambular pelas lojas e vitrines da 5a Avenida e Times Square enquanto eu fui passear na companhia do amigo, atualizando as nossas histórias, reativando memórias. Enquanto flanávamos pela cidade passamos na St Paul Cathedral, visitamos a Ópera, paramos em um café em uma esquina qualquer. Tempo sem programação, nem planejamento. Apenas deixando acontecer. À noite fomos jantar no Oliver Garden que tem cardápio para veganos e não veganos. 
 




Sétimo dia em NY foi um dia de novidade e andança. Fomos conhecer o famosinho The Vessel, prédio de escadarias interligadas, no bairro mais novo de Manhatan, o Hudson Yards. Para termos energia pra subir as escadas fizemos o nosso café da manhã no Little Spain, um food hall com comidas e decoração tipica espanhola. Bem legal. Após o café da manhã espanhol, aí sim subimos a escadaria e contemplamos a vista ao redor. Demos uma volta rápida no Hudson Yards Mall e seguimos caminhando pela High Line, o jardim suspenso de NY. Ótimo para fazer fotos. Fizemos o percurso do Vessel até o Chelsea Market onde paramos para descansar as pernas e almoçar. A próxima parada foi no Whitney Museum of American Art. Sensacional. Ótimas obras expostas, café, lojinha e vista. Visita ao museu concluída seguimos para caminhar pelo bairro Greenwich Village com destaque para a praça do Stonewall National Monument, no Christopher Park. Dali iniciamos o nosso caminho de volta caminhando em direção a Washington Square. Pausa para sentir o lyfe style novaiorquino. Continuamos andando pela 5a Avenida ate a Madison Square Park com direito a foto do Flatiron Building, o famosinho prédio triangular. Depois disso eu me arrastei para o hotel e as meninas ainda ficaram vendo as lojas da Broadway e Times Square. Já um.pouco recuperada e faminta, fomos jantar um Tailandês honesto com ambiente descolado, o Room Service. 

Os dois últimos dias da viagem serão contados no post da próxima semana.

Essa foi a nossa segunda viagem a Nova York, o roteiro da primeira está no post "New York - A realização de um sonho". Conhecemos alguns lugares novos, repetimos outros, mas com outro foco e olhar. 


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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