Finalmente as exposições imersivas chegaram ao Rio de Janeiro. Depois de ficarmos aqui babando nas imagens dessas exposições pela Europa e por São Paulo, tivemos a oportunidade de conferir essa experiência da era digital.
Finalmente as exposições imersivas chegaram ao Rio de Janeiro. Depois de ficarmos aqui babando nas imagens dessas exposições pela Europa e por São Paulo, tivemos a oportunidade de conferir essa experiência da era digital.
Um passeio que eu sempre gostei de fazer aqui no Rio é caminhar nas Paineiras. Já fiz um post aqui no blog dando a dica da caminhada nas Paineiras como um ótimo programa de domingo.
Mas na verdade tem sido um ótimo passeio de qualquer dia, uma vez que a pista tem ficado fechada para carros diariamente.
Fica a dica do combo completão das Paineiras
Nos dez dias que eu passei no Bairro da Passagem, em Cabo Frio, todos os dias pela manhã eu caminhava na beira do canal.
Um dia observei um objeto, uma estátua, uma escultura, sei lá, algo que não estava ali nos outros dias. Curiosa que sou e sempre em busca de um novo olhar para o mesmo caminhar entrei na água e fui ver de frente aquela peça.
Achei curioso: quem será que o colocou ali? Achei bonito: compôs com o cenário da casa colonial ao fundo. Achei interessante.
Me aproximei e vi que era uma imagem de Santa Sara. Fotografei e segui o meu caminho.
Quando eu era criança eu esperava pelo período do ano em que os ciganos chegavam colorindo a cidade e povoando o imaginário das pessoas com histórias, lendas e mistérios.
Eu adorava o colorido dos vestidos das ciganas. Me lembro nitidamente de uma cigana de vestido amarelo salpicado de flores que entrou na farmácia onde eu estava com a minha mãe e falou que seríamos quatro irmãs. Para mim, somos quatro irmãs.
Eu pedia para minha mãe para procurarmos o acampamento dos ciganos para eu ver o colorido das tendas e o brilho das panelas ao sol.
Encontrar o acampamento dele despertava o meu imaginário de como deveria ser cheia de aventuras aquela vida nômade.
A mesma caminhada, um olhar para o lado, uma imagem e tantas memórias. Uma pequena caminhada, mas uma viagem no tempo com as lembranças.
"...Santa Sara afaste as negatividades que porventura estejam querendo me atingir. Santa Sara, protetora dos ciganos, sempre que estivermos nas estradas do mundo, proteja-nos e ilumine nossas caminhadas. Santa Sara, pela força das águas, pela força da Mãe-Natureza, esteja sempre ao nosso lado com seus mistérios..."
Eu gosto de livros que me fazem viajar para destinos diferentes. Lugares que eu já fui e revisito através do ponto de vista da história contada e lugares que não conheço ainda.
Por isso quando vi o título "O Pequeno Café de Copenhague", de Julie Caplin, já me imaginei visitando as ruas e pontos turísticos da capital da Dinamarca que ainda não conheço e quero muito conhecer pessoalmente. Trouxe o livro pra casa e comecei o meu tour por Copenhague junto com Kate Sinclair e seu grupo eclético de seis jornalistas.
Kate Sinclair mora em Londres e trabalha com relações públicas. A princípio é a única de sua família que está realizando o sonho da mãe e sendo alguém na vida. Para isso batalha e sua muito a camisa para conseguir a tão sonhada promoção. Em paralelo ajuda o pai e os irmãos que digamos não têm profissões muito promissoras.
Quando a tal promoção está prestes a sair, Kete leva uma puxada de tapete de ninguém mais, ninguém menos do que seu caso amoroso e também companheiro de trabalho, Josh.
Duplamente abalada e querendo mostrar seu valor na empresa, Kate aceita o desafio de fazer uma ação para um cliente já considerado um caso perdido.
É aí que Kate parte para a aventura em Compenhague para experimentar o conceito hygge dinamarquês. A viagem a trabalho se torna uma viagem de autoconhecimento, descobertas, novos vínculos criados e forma de ver a vida.
Um romance clichê sim, mas que me fez, além de viajar pelos cenários dinamarqueses e seus pontos turísticos, conhecer um pouco mais da cultura e hábitos locais.
Gostei da leitura e já quero ler os demais o volumes da série "Destinos Românticos"
Sinopse: "Em Londres, a assessora de imprensa Kate Sinclair tem tudo que sempre achou que quisesse: sucesso, glamour e um namorado irresistível. Até que esse namorado a apunhala pelas costas e consegue a promoção profissional com que ela tanto sonhava. Com o coração partido e questionando tudo, Kate decide aproveitar uma oportunidade de trabalho para se afastar do ex. Quando topa ciceronear um grupo de jornalistas e influenciadores pela linda Copenhague para atender ao pedido de um cliente importante, Kate não imagina os desafios que terá que enfrentar para conciliar tantos egos e exigências. Ao mesmo tempo, enquanto conhece a capital do 'país mais feliz do mundo', ela descobre as maravilhas da vida à moda dinamarquesa. Do costume de acender velas até os vikings simpáticos, altos e charmosos, passando pela experiência de comer o próprio peso em doces, a cidade ensina Kate a apreciar o significado das pequenas coisas. Agora só depende dela retomar as rédeas do próprio caminho e seguir em direção a seu final feliz.".