sábado, 9 de abril de 2022

"Monet a beira d'água" - Minha primeira exposição imersiva

 

Finalmente as exposições imersivas chegaram ao Rio de Janeiro. Depois de ficarmos aqui babando nas imagens dessas exposições pela Europa e por São Paulo, tivemos a oportunidade de conferir essa experiência da era digital.


A minha primeira imersão foi na exposição "Monet a beira d'água", que está rolando na região do Porto Maravilha. 


Foi difícil de escolher as imagens para o post. Como a exposição é um movimento de imagens, acabei fazendo mais vídeos do que fotos. Mesmo assim foram muitas fotos.


Então, escolhi as que mais refletem o meu mergulho no ambiente, me mostram banhada nas imagens.


Por isso abstraiam caras e bocas e foquem em como me misturo às obras (efeito do vestido branco, fica a dica).



A exposição é dividida em oito narrativas audiovisuais em que o visitante tem a oportunidade de mergulhar nas paisagens de Monet e sentir o movimento.



As pinturas são apresentadas em sequências de animações digitais em 2D e 3D.


O espaço é bem amplo, bem geladinho, dá para sentar,


se movimentar,


circular, brincar, dançar. Sim, em alguns momentos me senti em uma festa de cores, sons, luzes e sombras.


Não é uma exposição apenas para contemplar as obras.


Mas se sentir dentro delas.



Essa é a intenção. Fazer um mergulho nas pinceladas de Monet.


Esse post faz parte do projeto #100EM1 de 2022 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei, no início do ano, que o projeto seria uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizados e reflexões. Porém o projeto foi completamente prejudicado pelo período que estamos vivendo.

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sexta-feira, 8 de abril de 2022

Combo Completão das Paineiras

 Um passeio que eu sempre gostei de fazer aqui no Rio é caminhar nas Paineiras. Já fiz um post aqui no blog dando a dica da caminhada nas Paineiras como um ótimo programa de domingo

Mas na verdade tem sido um ótimo passeio de qualquer dia, uma vez que a pista tem ficado fechada para carros diariamente. 


Eu sempre aproveito o percurso de ida ou de volta (normalmente o de ida) para dar aquela passadinha básica no Mirante e no Heliponto Dona Marta. A vista é linda, do tipo que nunca cansa de surpreender o visitante.


O caminho das Paineiras em si, aquele que começa a patir Centro de Visitantes das Paineiras em direção ao Alto da Boa Vista, é lindo! Cercado de mata, a todo momento se abre uma janela para ver o Cristo por um ângulo diferente.




Tem mirante para admirar a cidade.



E duas duchas pra refrescar.




Que o carioca usa para tirar onda de que tomou banho de cachoeira. 


Teve a época do passeio ser de bicicleta, a fase de ir com as crianças, período que ficou meio esquecido, mas sempre volta alguma fase de Paineiras.

Ultimamente estou na fase de completar a caminhada nas Paineiras e banho de ducha e pit stop no Mirante Dona Marta, com passagem pela Casa Roberto Marinho para um café da manhã. 


E visita às exposições. Sempre tem duas em cartaz e o jardim da casa é lindo. Tenho gostado muito desse combo completão. Fica a dica. 


Fica a dica do combo completão das Paineiras

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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Filme "Até a Próxima Vez" - Comédia Romântica Peruana.

Eu estava navegando na Netflix a procura de algo leve e divertido, um bom entretenimento para um momento relaxante. Nessa busca me deparei com o título "Até a Próxima Vez". Pelo título, sinopse e folder eu achei muito clichê.

"Até a Próxima Vez" - Comédia Romântica Peruana.



Sinopse: "O filme contará a história de Salvador Campodónico, um empresário espanhol de sucesso cuja família é proprietária da corporação hoteleira mais importante de toda a Espanha, que para a construção de seu primeiro projeto internacional optará por desembarcar em frente a uma maravilha do mundo: Cusco, o umbigo do mundo. É lá que ele conhece Ariana, uma aventureira mochileira que vive uma vida completamente oposta à sua, livre de laços, que ele vai amar e odiar à medida que vão se conhecendo. Será que eles vão conseguir andar no mesmo caminho? Será que seu amor será suficiente para quebrar os paradigmas do adeus?"

Quando eu já ia partir a procura de um outro título algo me chamou a atenção: primeiro filme peruano do catálogo da Netflix. Além disso as filmagens ocorreram em locações em Cusco, Puno e Paracas. 

Pronto! Ponto para o filme! Gosto de assistir a produções de países diferentes e gosto de filmes que se passam em cidades e cenários que dão vontade de viajar. 

E acabou sendo uma ótima escolha para o meu propósito. Apesar de ser aquele tipo de história que já vimos por aí: o casal com ideologias diferentes acaba se apaixonando, rola uma decepção, um trauma do passado que faz não acreditar no futuro, um acaba partindo em uma jornada para se recuperar (aquela fuga básica para não enfrentar as dores do coração) e aí o outro tem que correr atrás para tentar a reconciliação. 

Mas em "Até a Próxima Vez" acabei me encantado dentro do clichê. Não sei se motivada pelo cenário, pela simpatia dos personagens ou pelos ideais deles. Ou se por um pouco de tudo isso. E vou falar aqui que o Peru é lindo! As paisagens mostradas me deram vontade de pegar um avião e percorrer os cenários do filme. 


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quarta-feira, 6 de abril de 2022

Caminhada iluminada por Santa Sara

 

Nos dez dias que eu passei no Bairro da Passagem, em Cabo Frio, todos os dias pela manhã eu caminhava na beira do canal.

Um dia observei um objeto, uma estátua, uma escultura, sei lá, algo que não estava ali nos outros dias. Curiosa que sou e sempre em busca de um novo olhar para o mesmo caminhar entrei na água e fui ver de frente aquela peça.



Achei curioso: quem será que o colocou ali? Achei bonito: compôs com o cenário da casa colonial ao fundo. Achei interessante. 

Me aproximei e vi que era uma imagem de Santa Sara. Fotografei e segui o meu caminho.



Chegando na pousada fui pesquisar quem seria Santa Sara. É a santa protetora dos ciganos. Memórias afloraram.

Quando eu era criança eu esperava pelo período do ano em que os ciganos chegavam colorindo a cidade e povoando o imaginário das pessoas com histórias, lendas e mistérios.



Eu adorava o colorido dos vestidos das ciganas. Me lembro nitidamente de uma cigana de vestido amarelo salpicado de flores que entrou na farmácia onde eu estava com a minha mãe e falou que seríamos quatro irmãs. Para mim, somos quatro irmãs.


Eu pedia para minha mãe para procurarmos o acampamento dos ciganos para eu ver o colorido das tendas e o brilho das panelas ao sol.

Encontrar o acampamento dele despertava o meu imaginário de como deveria ser cheia de aventuras aquela vida nômade. 

A mesma caminhada, um olhar para o lado, uma imagem e tantas memórias.  Uma pequena caminhada, mas uma viagem no tempo com as lembranças. 



"...Santa Sara afaste as negatividades que porventura estejam querendo me atingir. Santa Sara, protetora dos ciganos, sempre que estivermos nas estradas do mundo, proteja-nos e ilumine nossas caminhadas. Santa Sara, pela força das águas, pela força da Mãe-Natureza, esteja sempre ao nosso lado com seus mistérios..."

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terça-feira, 5 de abril de 2022

Livro "O Pequeno Café de Copenhague"

 

Eu gosto de livros que me fazem viajar para destinos diferentes. Lugares que eu já fui e revisito através do ponto de vista da história contada e lugares que não conheço ainda. 

Por isso quando vi o título "O Pequeno Café de Copenhague", de Julie Caplin,  já me imaginei visitando as ruas e pontos turísticos da capital da Dinamarca que ainda não conheço e quero muito conhecer pessoalmente. Trouxe o livro pra casa e comecei o meu tour por Copenhague junto com Kate Sinclair e seu grupo eclético de seis jornalistas.


Livro O Pequeno Café de Copenhague


Kate Sinclair mora em Londres e trabalha com relações públicas. A princípio é a única de sua família que está realizando o sonho da mãe e sendo alguém na vida. Para isso batalha e sua muito a camisa para conseguir a tão sonhada promoção. Em paralelo ajuda o pai e os irmãos que digamos não têm profissões muito promissoras.  

Quando a tal promoção está prestes a sair, Kete leva uma puxada de tapete de ninguém mais, ninguém menos do que seu caso amoroso e também companheiro de trabalho, Josh. 

Duplamente abalada e querendo mostrar seu valor na empresa, Kate aceita o desafio de fazer uma ação para um cliente já considerado um caso perdido. 

É aí que Kate parte para a aventura em Compenhague para experimentar o conceito hygge dinamarquês. A viagem a trabalho se torna uma viagem de autoconhecimento, descobertas, novos vínculos criados e forma de ver a vida. 

Um romance clichê sim, mas que me fez, além de viajar pelos cenários dinamarqueses e seus pontos turísticos, conhecer um pouco mais da cultura e hábitos locais. 

Gostei da leitura e já quero ler os demais o volumes da série "Destinos Românticos"

Sinopse: "Em Londres, a assessora de imprensa Kate Sinclair tem tudo que sempre achou que quisesse: sucesso, glamour e um namorado irresistível. Até que esse namorado a apunhala pelas costas e consegue a promoção profissional com que ela tanto sonhava. Com o coração partido e questionando tudo, Kate decide aproveitar uma oportunidade de trabalho para se afastar do ex. Quando topa ciceronear um grupo de jornalistas e influenciadores pela linda Copenhague para atender ao pedido de um cliente importante, Kate não imagina os desafios que terá que enfrentar para conciliar tantos egos e exigências. Ao mesmo tempo, enquanto conhece a capital do 'país mais feliz do mundo', ela descobre as maravilhas da vida à moda dinamarquesa. Do costume de acender velas até os vikings simpáticos, altos e charmosos, passando pela experiência de comer o próprio peso em doces, a cidade ensina Kate a apreciar o significado das pequenas coisas. Agora só depende dela retomar as rédeas do próprio caminho e seguir em direção a seu final feliz.".


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