Não sei o que aconteceu que de uns tempos pra cá as duas resolveram ficar em casa. Eu sugiro os passeios mais variados como: ir à pracinha levar a Xina, ir ao cinema, ir ao teatro, ir à Pedra Bonita ver o pessoal saltando de asa-delta, ir ao clube, e por aí vai. Não importa a minha criatividade, a resposta tem sido sempre a mesma: "Não, quero ficar em casa".
Tudo bem, acho importante a criança gostar de estar na própria casa, ter um bom tempo dentro de casa para curtir o seu quarto, brincar com os próprios brinquedos, e coisa e tal. Mas a coisa aqui ficou exagerada. Tá parecendo uma síndrome de clausura.
Confesso que com o calor que estava fazendo no Rio eu também andava com uma preguicinha e estava até me aproveitando da vontade das filhas de ficarem em casa. No fundo eu siugeria os passeios, mas não fazia aquela força toda para estimuar.
Nesse final de semana eu resolvi não perguntar. Decidi que almoçaríamos no restaurante japonês, que todos gostam, e depois iríamos os quatro ao cinema. Ouvi um início de reclamação, mas não dei atenção. E lá fomos nós! O filme escolhido foi "Oz, Mágico e Poderoso".
Imagem do site Cinemação
Escolha acertada, pois todos gostaram. O filme começa em preto e branco fazendo uma referência ao clássico "Mágico de OZ" de 1939. A minha percepção, na sessão em que eu estava, é que essa parte pareceu meio chata para as crianças. A Sofia ficava me perguntando a todo momento se o filme não iria ficar colorido. Foi possível perceber que as crianças não estavam quietas e absorvidas pelo filme nesse momento.
Em "Oz, Mágico e Poderoso", que é um prelúdio do "Mágico de OZ", aparecem diversas referências ao clássico de 1939 como: a chegada de Oscar Diggs através de um furacão, a estrada de tijolos amarelos, o leão que perdeu a coragem, os macacos voadores e os espantalhos. Sentimos falta do homem de lata e dos sapatinhos vermelhos.
Fica aqui o trailler oficial legendado.
É importante ficar atento para a indicação do filme. A Sofia que tem sete anos ficou um pouco assustada em algumas cenas. Na sessão que nós fomos tinha muita criança pequena, em torno de quatro, cinco anos e até menores, muitas tiveram medo em algumas cenas e até choraram.
Vi no blog da Clau o projeto 52 Passeios da Juliana do blog Diário de Notas e Fotografias e me animei.


























