Mostrando postagens com marcador Lomografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lomografia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Fotos na Fujifilm Instax


Quando criança, ou melhor já pré-adolescente, eu era louca pra ter uma Polaroid. Eu achava muito mágico aquele negócio da foto ir se revelando ali na nossa frente. Bom, mas eu nunca tive a tão sonhada Polaroid.

Agora, ou há pouco tempo, na onda das câmeras Lomo, a Fuji lançou a Instax e a Ana Luiza quis uma. Eu aproveitei para realizar o meu sonho junto com ela.

A máquina é fácil de manusear e as fotos saem bem legais. A "grande onda" dessa câmera é tirar fotos de alguns momentos com os amigos e presenteá-los. Mas mesmo assim sobram fotos em casa que precisam ser organizadas. Algumas estão formando um painel de fotos na parede. Para as restantes eu resolvi fazer uma caixinha para cada filha.

Usei duas caixas de MDF e uma placa de coração.


Pintei as caixas.


Decorei os corações com tecido e colei na tampa das caixas.


Cortei folhas de papel A4 na gramatura de 180g (para ficar mais firme). A ideia é que a foto seja guardada com alguma mensagem que elas mesmas ou a pessoa clicada vão escrever.



Outra ideia é que ao presentear os amigos com as fotos também se escreva uma mensagem do tipo: "Foi muito legal receber você aqui em casa.", "Me diverti demais com você hoje.", etc. 


 O único problema é que o filme é carinho e difícil de achar, então não podem abusar da brincadeira. Tem que ser uma foto por amiga e de momentos bem especiais. Não tem essa de sair clicando.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Lomografia - Sprocket Rocket, a primeira revelação


Desde a nossa primeira revelação das fotos com as toy cameras analógicas Lomography que aprendemos a alinhar as expectativas e esperar uma grande brincadeira com efeitos totalmente singulares e inusitados. Ou seja, nada de esperar por fotos perfeitinhas.

Dessa forma nos surpreendemos muito positivamente com a primeira revelação das fotos panorâmicas resultantes do nosso workshop com a Sprocket Rocket.

As fotos foram clicadas em um dia de sol usando filme Asa 200 e saíram todas as poses batidas: 18 na máquina usada pela Ana Luiza e 18 na minha câmera. Por ter apenas dois ajustes de distância as fotos saíram todas com foco legal. Como as toy cameras não possuem fotômetro a maior dificuldade fica mesmo por conta das condições de luz.

A Sprocket Rocket tem a alternativa de se fotografar sem os sprocket holes (esses “buraquinhos do filme”) para isso é necessário utilizar uma máscara que se encaixa no interior da câmera. Mas eu acho que o charme da brincadeira é justamente os sprocket holes.

Então, ficam aqui algumas fotos da nossa primeira experiência com essa "lomo".

A Sprocket Rocket posando para foto.

Lomography Sprocket Rocket

A transparência do mar e a Pedra do Arpoador ao fundo.

Lomography Sprocket Rocket

Praia de Ipanema e Morro Dois Irmãos ao fundo.

Lomography Sprocket Rocket

Mais uma vez a transparência do mar.

Lomography Sprocket Rocket

Será que a água está gelada?

Lomography Sprocket Rocket

Areia da Praia de Ipanema e a Perdra do Arpoadr ao fundo.

Lomography Sprocket Rocket

Lomography Sprocket Rocket

Lomography Sprocket Rocket

Praia do Diabo e Pão de Açúcar ao fundo.

Lomography Sprocket Rocket

Ilhas Cagarras ao fundo.



Lomography Sprocket Rocket

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lomografia: Conhecendo a Sprocket Rocket no Arpoador

Já falei aqui em alguns posts que a Ana Luiza está interessada em lomografia. E eu estou aproveitando para curtir esse hobby com ela. Afinal, conforme os filhos vão crescendo vão ficando independentes e cada vez mais querendo fazer as coisas sozinhos. Pelo menos eu tenho sentido isso com a adolescência da Ana Luiza. Então eu aproveito cada oportunidade que tenho para estar junto dela desfrutando de algum interesse em comum e estreitando a nossa relação.

As câmeras lomográficas são muitas, com funções diferentes e todas lindas e coloridas. A vontade é de ter uma de cada, só que não dá. Temos que escolher. E para poder conhecer as câmeras antes de decidir por qual vamos optar fazemos workshops com elas. O primeiro foi para conhecer a Diana F+, o segundo para aprender sobre a La Sardina e agora foi a vez de experimentarmos a Sprocket Rocket.


lomografia câmera sprocket rocket

Essa toy câmera tem o objetivo de tirar fotos panorâmicas e por isso consome mais filme. Ou seja, um rolo de filme 35 mm com 36 poses bate em torno de 18 fotos. A princípio, em teoria (digo isso porque não vi ainda o resultado da revelação), é uma máquina fácil de manusear. Tem apenas dois ajustes de foco (0.6 a 1m e 1m a infinito); duas aberturas (sol e nublado) e duas velocidades (normal e longa exposição). A Sprocket Rocket não possui flash embutido, mas aceita flashes de outras câmeras como o da Diana F+, por exemplo.

lomografia câmera sprocket rocket

O sistema de avanço de filme não possui travas e permite retroceder. Essa é a ideia da brincadeira com essa câmera: viajar no tempo como um foguete indo e voltando no filme e com isso fazer múltiplas exposições bem loucas. Mas nessa nossa primeira experiência nós não vamos ousar tanto e vamos apenas explorar o basicão mesmo.

Depois que recebemos as informações sobre a câmera e o manuseio da mesma partimos para mais uma nossa aventura em busca de imagens em fotos analógicas. O passeio foi no Arpoador, um cenário lindo dessa cidade maravilhosa. A Praia de Ipanema com o Morro Dois Irmãos ao fundo é cena de cartão-postal.

Praia de Ipanema e Morro Dois Irmãos

Estava um típico dia de outono com o céu azul e a temperatura agradável. O mar estava forte, mas convidativo pela transparência da água. Eu adoro quando a praia forma essas piscininhas na beira da água. Mas estávamos ali para fotografar e não para mergulhar.

Lomografia câmera Sprocket Rocket


Seguimos caminhando e buscando momentos que congelados dariam belas imagens. E isso é o que não falta por ali. Seguimos até o final do Arpoador.


Subimos a Pedra do Arpoador que nos possibilita contemplar o mar imenso em uma vista de 180º e com muitas possibilidades de boas fotos.

câmera Sprocket Rocket

À direita a Praia de Ipanema com o Morro Dois Irmãos ao fundo.

Praia de Ipanema e Morro Dois Irmãos

 Em frente o mar e as Ilhas Cagarras.

Pedra do Arpoador

À esquerda a Praia do Diabo, o Forte Copacabana e o Morro do Pão de Açúcar.

Praia do Diabo

Nesse cenário deslumbrante foi muito fácil acabar com as 18 poses dos nossos filmes. Agora é só esperar a revelação para ver como nos saímos. Aliás, já estou devendo aqui o post com a primeira revelação da La Sardina. Mas vou atualizar tudo e postar também como foi a primeira revelação da Sprocket Rocket.

Para ver um pouco mais das belezas e encantos desse cantinho do Rio de Janeiro basta entrar nesse post da Fernanda Reali: Passeando com as crianças no Rio de Janeiro - Ipanema e Arpoador.

Para quem tiver interesse em experimentar essa brincadeira fotográfica e fazer um workshop veja a programação na Lomography Galery Store.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Lagoa na lente da Fisheye

Contei de um dos nossos dias especiais na Lagoa Rodrigo de Freitas nesse post AQUI. Nele falei que eu e a Ana Luiza nos divertimos fotografando com uma das nossas toy cameras. Quem foi passear com a gente dessa vez foi a Fisheye. Como a máquina é analógica e usa filme precisamos aguardar ansiosas pela revelação. E aí estão algumas fotos que mostram a Lagoa através do nosso olhar divertido com uma câmera Lomo.







Deu até para brincar com a sobreposição. 



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lomografia - Diana F+, a revelação



Lomografia – A revelação

Revelamos o nosso primeiro filme da Diana F+, aquele do workshop.

Primeiro veio a enorme ansiedade da espera, na verdade, a ansiedade por não saber o que esperar já que não tem essa paradinha de ver como a foto ficou nem antes nem depois. Não dá pra ver a foto antes porque o visor da máquina não está interligado com a lente, ou seja, temos uma noção, uma orientação apenas, do que estamos focando.

Segundo a decepção. Quando eu e a Ana Luiza vimos as fotos achamos que ficaram muito ruins. Eu até disse pra Ana Luiza que não ficaram tão ruins assim, que eram apenas as primeiras, que os erros seriam importantes pra gente aprender e melhorar e coisa e tal. Até que é verdade, mas o meu objetivo era incentivá-la a continuar experimentando e arriscando.

Depois fui rever as fotos com a Ana Luiza, pesquisamos na internet, vimos outras fotos feitas com a mesma máquina, lemos sobre outras experiências e começamos a achar que até que nós fomos bem demais pra primeira experiência.

Fica mais fácil da gente entender melhor o ar retrô das fotos lomográficas conhecendo as 10 “regras de ouro” que são base do estilo lomo.

1 - Leve a sua Lomo onde você for.

Essa é fácil. Eu sempre levo a minha máquina fotográfica para onde eu vou. Sou tão doida com esse negócio de foto que levo duas máquinas para o caso de perder uma. Nunca tiro todas as fotos de um passeio em uma única câmera. Pior do que perder a máquina é perder todas as imagens. A questão é que agora tenho mais uma máquina na bolsa: a digital e a analógica.

2 - Fotografe durante todo o tempo, em qualquer hora, seja dia ou noite.

Essa também é fácil. Já fotografo a qualquer momento, ou a todo momento. Um mesmo caminho que faço diariamente pode se tornar totalmente diferente quando olhado por outro ponto de vista. A máquina fotográfica me estimula a procurar ver os detalhes, observar por outro ângulo.

3 - A lomografia não interfere na sua vida, ela é parte dela.

Aqui não sei se chego lá, apesar de estar curtindo muito essa novidade que a Ana Luiza me apresentou.

4 - Aproxime-se o máximo que puder de seu objeto de desejo lomográfico.

Essa também é fácil. Eu já experimentava essa proximidade antes e com as fotos analógicas estou tornando isso mais frequente. Quanto mais próxima das coisas, mais percebemos os detalhes. O problema vai ser quando eu for no Zoológico.

5 - Não pense.

Essa regra tá difícil por enquanto. Como não pensar se tenho que calcular o enquadramento do que eu quero fotografar já que o visor não está interligado à lente? Como não pensar se tenho que me lembrar da asa do filme que estou usando e se esta está adequada para a claridade? Como não pensar se preciso verificar se a distância está conforme o foco ajustado na câmera? Bom, com o tempo isso vai estar no sangue e aí vamos poder ser só instinto.

6 - Seja rápido.

Como eu sei que um segundinho apenas pode mudar completamente o cenário a ser fotografado, o momento que queremos capturar (principalmente quando fotografamos crianças), já deixo a máquina preparada. No caso das máquinas analógicas já rodo o filme assim que bato a foto, é bom criar um método. Como não estou muito adaptada, por enquanto, e ajusto o foco para a série de fotos, me posiciono conforme o foco ajustado para não perder tempo manuseando a máquina.

7 - Você não precisa saber antes o que fotografou.

Essa tá difícil. Depois dos visores das máquinas digitais que mostram a imagem que está sendo clicada é difícil deixar o instinto fazer o enquadramento. Mas é uma questão de adaptação pra Ana Luiza e readaptação pra mim.

8 - Nem depois.

Essa tá muito difícil. Segurar a ansiedade, não dar um segundo e terceiro click para garantir a foto (estamos com filmes de rolo que tem uma quantidade muito limitada de poses) e esperar a surpresa está sendo uma experiência e tanto. Mas até que é divertido.

9 - Fotografe sem olhar no visor.

Essa tá muito, muito difícil. Mas com o tempo, com a experimentação e o conhecimento vamos trazer o visor para a nossa cabeça e vamos conseguir imaginar o enquadramento.

10 - Não se preocupe com as regras.

Essa é a melhor de todas! Ela possibilita a brincadeira.

E foi com essa última regra que passamos a gostar das nossas primeiras fotos com a Diana F+. O importante é a diversão.

Então vamos às imagens:

Para essas primeiras fotos, em um dia de sol, usamos o filme lomography color e regulamos a câmera posicionando no sol. 

A Ana Luiza foi de ISO 400 no modo 16 poses. Saíram 13 fotos, algumas ficaram escuras e outras boas. E de primeira ela já brincou com a sobreposição de imagens.



Eu fui de ISO 100 no modo 12 poses. Saíram todas as fotos, mas a maioria ficou com o reflexo da marcação do filme. 



A Ana Luiza está brincando bastante com a sobreposição.


E eu até que não estou tão ruim assim no enquadramento.


Bom, levando em consideração que essas foram as primeiras fotos analógicas da vida da Ana Luiza, as minhas primeiras fotos com câmeras lomo, nos lembramos do estilo lomo em que a "foto não é um espelho do momento e sim um leitura dele" e interpretamos que a nossa leitura até que foi divertida. Vamos continuar experimentando, arriscando e quebrando as regras.

AQUI nós falamos pela primeira vez sobre a Diana F+ e sobre o workshop. 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Lomografia: conhecendo a La Sardina

Conforme falei nesse post AQUI a Ana Luiza agora está apaixonada pela lomografia e eu estou aprendendo com ela. Aliás, estou reaprendendo a fotografar com câmeras totalmente manuais. E estamos juntas pegando o jeito lomográfico de registrar os momentos e torná-los únicos, diferentes eespeciais.

Agora foi a vez de conhecermos a câmera La Sardina, uma grande angular em formato de lata de sardinha, muito fofa e com uns modelitos superfashions. Estou até ficando meio teen querendo combinar a máquina com o esmalte. Pode?

Câmera La Sradina Lomograpy

Para conhecer a La Sardina eu e a Ana Luiza fomos fazer um workshop na Lomography Gallery Store. O legal de fazer o workshop é que podemos ter o primeiro contato com a máquina sem precisar comprá-la. Vejam quantos modelitos lindos pra gente escolher.

Câmera La Sradina Lomograpy



Primeiro recebemos uma explicação sobre a fotografia analógica, os tipos de filme, a câmera que vamos usar e rua! Vamos praticar! Nós fomos, eu e a Ana Luiza junto com o grupo, para o Leme fazer as nossas primeiras fotos com a La Sardina.

Fotogrando com a câmera La Sardina


Passeamos, trocamos ideias sobre o que fotografar, qual ângulo experimentar, curtimos o visual lindo da nossa cidade e tivemos um tempo só nosso para compartilhar do mesmo interesse.

Fizemos várias fotos do "carioca way of life" experimentando a La Sardina, a máquina Fisheye e o high tech celular.

Minhas Havaianas

Praia do Leme no Rio de Janeiro

Vendedor de biscoito O Globo nas praias do Rio

Câmera La Sardina


Câmera La Sardina

As fotos neste post são do celular. As fotos manuais precisam que os filmes sejam revelados. Essa tem sido a maior ansiedade e readaptação aos velhos tempos. Esperar a revelação e aguardar a surpresa.

Vou fazer um post mostrando o resultado das revelações de cada máquina"lomo" que já experimentamos (Diana F+, Fisheye e La Sardina) e o filme utilizado. Tchan, tchan, tchan... será que saiu alguma foto? Será que ficaram boas? Ai que friozinho na barriga!

Veja AQUI o nosso primeiro workshop com a Diana F+.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Nossos Momentos: Lomografia - Aprendendo com a filha

Mais uma segunda-feira para compartilhar os nossos momentos especiais de convívio em família na Blogagem Coletiva Nossos Momentos do Recanto das Mamães Blogueiras. Tivemos vários momentos especiais neste final de semana, mas o que mais me marcou foi vivido e experimentado com a minha filhota mais velha.

A Ana Luiza é quem sempre me apresenta as novidades tecnológicas. Foi ela quem me trouxe o MSN, Orkut, Blog, Facebook e aplicativos para iPhone e iPad.

Agora ela chegou com uma novidade que na verdade nada contra a corrente digital e retorna ao mundo analógico: a lomografia.

A Ana Luiza adora fotografia, como eu, e quis comprar uma câmera Diana F+. Até aí tudo bem! Ela economizou o dinheiro e conseguiu comprar a máquina lindinha, fofinha, superfashion.

Acontece que quando a máquina chegou aqui em casa a Ana Luiza achava que eu sabia mexer. Na verdade eu nem sabia que a tal câmera era analógica, que utilizava filme de 120 e coisa e tal. Sabia muito menos que era uma máquina LOMO, aliás, eu não sabia nem o que era essa tal de lomografia. Resultado: inscrevi nós duas num workshop de lomografia com foco na câmera Diana F+ e lá fomos nós duas aprendermos a fotografar com a máquina nova.

Lomografia Máquina  Diana F+

Fiquei encantada com a variedade de máquinas, cada uma mais linda do que a outra, e que a Ana Luiza conhecia todas.

Essa aqui é uma Fisheye que tem 170º de visão e possibilita uma distorção incrível das imagens.


Depois de ouvirmos algumas dicas sobre fotografar com uma lomo saímos para a prática em um passeio por Copacabana para fazer algumas fotos.

Ana Luiza buscando um outro ponto de vista do calçadão de Copacabana.
Calçadão da Praia de Copacabana

Escultura em Areia na Praia de Copacabana Cristo Redentor


Foi uma delícia conhecer coisas novas e rever experiências já vividas através da Ana Luiza. Foi maravilhoso sentir a alegria da Ana Luiza por estar comigo nesse momento, curtindo o mesmo hobby: a fotografia. Foi sensacional perceber a empolgação dela me mostrando as máquinas, as lentes, falando dos efeitos de cada e planejando os próximos workshops que vamos fazer juntas.

Assim que estivermos bem nas fotos com a Diana e Fisheye vamos experimentar a La Sardina que é equipada com uma lente grande angular.

Lomografia Máquina fotográfica La Sardina

As fotos que estão neste post são da máquina digital, pois as fotos analógicas utilizam filme de rolo e precisam ser reveladas. Aguenta a ansiedade! Quando as fotos chegarem vou fazer um post falando um pouco mais do conceito de Lomografia que estou aprendendo com a Ana Luiza.




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pin It button on image hover
▲ Topo