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sábado, 6 de agosto de 2016

Pokémon Go - 6 Prós, 6 Contras, 6 Dicas


A Sofia estava em contagem regressiva para a chegada do Pokémon Go ao Brasil. Antes mesmo que eu soubesse que já estava liberado, ela já tinha baixado e estava jogando. E lá fui eu correr atrás para saber do que realmente o jogo se trata, quais os benefícios e quais os riscos.

A parada é mais ou menos a seguinte: criado por uma franquia da Nintendo, Pokémon Go é um jogo de realidade aumentada baseada em GPS para iPhone e Android. Diferentes Pokémons, como porcos, dragões, aves, dinossauros, plantas, etc. aparecem por aí (em locais ao seu redor ou em PokeStops que são locais físicos onde você pode pegar itens gratuitos para o jogo) e os jogadores precisam encontrá-los e capturá-los.



Depois de ter coletado uma quantidade legal de bichinhos virtuais, os jogadores, ou melhor, treinadores, como o jogo chama, podem subir de nível e ter direito a ir em academias para treinar, batalhar, e subir de nível. 






Pelo o que eu soube pode até assumir e reivindicar seu lugar como dono do ginásio (Não sei bem dessa parte porque não chegamos lá).


Na verdade eu não instalei o jogo no meu celular. Sabe, não tô podendo. Mas mostrei o meu interesse em aprender e jogar junto com a Sofia. Apesar de não conhecer muito o jogo ainda, eu percebi:

- alguns pontos positivos, como:

1 - Ajuda na consciência em relação à localização, espaço e ajudam no senso de orientação.

Eu percebo que as minhas filhas andam pelo bairro e pela cidade meio desligadonas e sem sentido de orientação. Sabem o caminho que precisam fazer, mas não sabem se a praia está à direita ou à esquerda, por exemplo.






2 - Estimula a sair de casa já que você precisa capturar os Pokémons que estão espalhados por aí.

Algumas vezes tem sido dureza levar essas adolescentes para um passeio ao ar livre. Andar na Lagoa? Nem pensar. Mas para capturar Pokémon rola até uma volta inteira nos 8 km da Lagoa.

3 - Incentiva colocar o corpo em movimento, já que quanto mais você andar por aí, mais Pokemóns pode encontrar.

Com tantos jogos de celular, séries e filmes disponíveis nos canais anda difícil fazer os filhos saírem do sofá.

4 - Desperta a atenção para alguns pontos do bairro, da cidade que muitas vezes passam despercebidos.

Eu já vi que tem Pokémon dentro de uma igreja que fica no caminho do inglês da Sofia. Eu tenho certeza que ela até hoje não se deu conta da igreja e muito menos se interessou por conhecê-la. Mas assim que perceber que tem “bichinhos” a serem capturados por ali, vai querer entrar.

5 - Promove a interação real entre as pessoas.

Como estamos andando por aí podemos encontrar pessoas e amigos para os PokeStops ou ginásios.

6 - Não tem interação com estranhos dentro do próprio aplicativo. Não existe mensagens, nem conversas entre os jogadores.
Eu sempre fiquei na neura com esses joguinhos que trocam mensagens, que os nomes ficam expostos, que as crianças conversam com outros jogadores. Essa minha neura vem desde a época do Club Penguin.


- alguns pontos negativos:

1 – Pode levar a locais de risco e/ou inadequados para a idade.

Assim como tem o lado positivo de estimular a conhecer a região, isso pode levar a locais perigosos, como prédios abandonados, por exemplo. Então é importante orientar bem as crianças sobre as regras para ir a algum local.

2 – Causar acidentes pela desatenção.

Andar com a atenção apenas na realidade virtual somada a ansiedade de capturar mais um Pokémon, podem não perceber o tráfego dos carros, o sinal fechado, bicicletas nas calçadas, etc.

Eu soube que uma pessoa caiu dentro do canal porque estava olhando a tela. A Sofia mesmo quase atravessou a ciclovia sem perceber porque estava indo atrás de um novo bichinho.

3 – Encontro com estranhos.

Como os jogadores se encaminham para os ginásios, pessoas mal-intencionadas podem estar nesses locais.

4 – Nos afastar do contato com as pessoas.

Sim, a proposta do jogo pode ter o lado positivo de juntar pessoas nos locais onde os Pokémons se encontram, mas cabeças para baixo, olhos grudados na tela, podem fazer com que os jogadores ignorem seu entorno (focando apenas nos locais onde os Pokémons se encontram) e ficarem isolados no mundo virtual (apesar da proposta de realidade virtual) onde comunicação, contato visual, e atenção não são necessários.

5 – Tornar as pessoas mais conectadas aos seus aparelhos.

O jogo pede que os aparelhos fiquem ligados a fim de receber as recompensas, capturar Pokémon e rastrear a localização. E o celular ligado chama a gente para ficar lá sabendo o que está rolando nas redes, jogando, etc.

6 – Consome a bateria e tem acesso aos dados do Google.


Como tudo tem o seu lado positivo e o seu lado negativo. Então as dicas são:

1 - Buscar informação, entender o jogo, saber os Pokémons que estão ao redor. Assim podemos ficar de olho por onde as crianças estão indo.

2 - Jogar junto com a criança. É uma ótima oportunidade de interação e ainda identificar o quanto a criança está disposta a se arriscar para capturar mais um bichinho.

3 - Dependendo da idade permitir que jogue apenas com a supervisão dos pais.

4 - Orientar bem os adolescentes e chamar a atenção para os riscos.

5 - Estabelecer limites de tempo e regras para o uso e deixar claro que o jogo estimula algumas transgressões (sim, estimula sim. Por exemplo, tem um Pokémon no quintal da casa do vizinho. Aí bate aquela vontade louca de pular o muro ou até perturbar o morador pedindo para entrar) e que não iremos permitir essas atitudes. Tudo tem limite.

6 - Ter cuidado com as compras dentro do app.

Isso foi o que eu percebi em pouco tempo de jogo. Não sou nenhuma fanática por videogames e joguinhos em geral. E vamos ver até onde essa onda vai. 






sexta-feira, 11 de março de 2016

Era lixo, agora é luxo.



Sabe esse cavalinho? Lindo, né? Dá para acreditar que ele saiu do lixo?


Pois é. Esse cavalinho foi um brinquedo que quando novo, com certeza fez a alegria de alguma criança. Ele era assim:






Mas depois de muito uso, imagino eu, ficou velho e foi jogado no lixo. Até que um homem o encontrou e não se conformou com o destino do tal cavalinho que iria ficar anos e anos na natureza até se decompor. 


O cara consertou o brinquedo colocando guidom de bicicleta, que também estava no lixo, e deu injeção de poliuretano para reforçar a rachadura na base. E o brinquedo já ficou em condições de ser utilizado por outra criança de forma segura.


Esse mesmo homem tem uma amiga que é artista plástica, minha professora de pintura do Atelier Odila Freire, e que tem um netinho. Aí ele imaginou que ela poderia refazer a pintura e presentear o neto.

E foi assim que o lixo virou obra de arte que vai alegrar uma criança e uma mãe. Fala sério, ter um brinquedo desse espalhado pela sala vira até objeto de decoração mesmo. 



Ver a transformação desse brinquedo me fez pensar em como na maioria das vezes a gente descarta as coisas sem antes pensar se elas podem ser reaproveitadas ou transformadas por outras pessoas, ou até mesmo por nós. Com uma recauchutagem e uma pintura, muitas peças podem ser reutilizadas, se tornarem presentes bonitos, ganharem novos donos, alegrarem outras pessoas e não danificar a natureza. Simples, né?

Me bateu também uma nostalgia porque as minhas duas filhas tiveram um brinquedo semelhante e se divertiram muito com ele. Pena que eu não conhecia a Odila na época. Imagina ter um brinquedo estiloso como esse? 

Para o meu momento "Recordar é Viver" achei duas fotos da Sofia com o cavalinho dela. 





Será que ele já foi para o lixo ou ainda está por aí divertindo alguma criança?

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Perna de pau, a brincadeira da vez!


Tá certo que nós estamos no país do futebol, mas "perna de pau" não é só aquela pessoa ruim de bola, sem habilidade e sem jeito com a redonda. Pelo contrário, andar em uma perna de pau requer muito equilíbrio e habilidade motora. Também não é só coisa de pirata, com cara de mau, como dizia Braguinha em sua marchinha. Pelo contrário, andar na perna de pau proporciona muitos sorrisos lindos e carinha de satisfação e orgulho pela conquista.

A Sofia descobriu essa brincadeira de criança que também é uma prática circense e só quer saber de andar de perna de pau pra lá e pra cá.

E ela aprendeu rapidinho.

O primeiro cuidado foi na escolha do brinquedo. Selecionamos um adequado ao tamanho e peso dela, que não ficasse muito alta e não fosse presa na perna, pelo menos nesse início.

O segundo cuidado foi ensinar a cair sempre para frente e largando as pernas de pau para os lados. Quem começa com o modelo que é preso às pernas deve utilizar joelheiras e cair para frente de joelhos.


Após os cuidados iniciais e nos certificarmos que o brinquedo estava seguro e estável, a Sofia começou a ensaiar os primeiros passos. Iniciou encostada na parede e comigo na frente dando apoio. Conforme eu ia sentindo que ela estava equilibrada, soltava um pouco. Levamos uns 30 minutos nesse processo e cada vez que a minha filhota caía, se apoiava no meu ombro e de quebra me dava um abraço e alguns beijinhos. Além do carinho recebido ainda me emocionei recordando as fases em que a ensinei a andar de bicicleta sem rodinha e patins.

Bom, emoções à parte, eu fui rapidamente dispensada do meu papel de apoio e passei à fotógrafa e incentivadora.

A Sofia encostava-se à parede, concentrava-se, e quando sentia que estava equilibrada partia. Logo após a primeira caminhada solo, o medo inicial deu lugar a coragem e a satisfação pessoal, e ela falou sorrindo: "Estou me sentindo o máximo!".



Uma brincadeira simples, tradicional (do tipo "das antigas") divertida e que traz muitos benefícios porque trabalha o equilíbrio, a autoestima, concentração, a superação e a satisfação pessoal, proporcionando alegria.

Como uma atividade circense melhora o condicionamento físico de modo geral, ajuda a desenvolver a consciência corporal, aumenta a força das pernas (subir várias vezes na pequena plataforma não é fácil não, as coxas trabalham bastante) e braços (neste modelo da Sofia ela precisa fazer força para cima para a plataforma não desgrudar dos pés),  ajudam no equilíbrio e na postura, e como divertem, substituem o estresse por felicidade. Nossa, depois de pensar e escrever isso vou ali arrumar uma perna de pau para mim.

E outra! Socializa também. As amigas da Sofia já estão vindo para nossa casa para aprenderem a andar na perna de pau também. Juntas elas ensinam, ajudam e cooperam umas com as outras.


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Rainbow Loon, a febre do momento


A febre do momento é o Rainbow Loom, um kit composto por um minitear, elásticos coloridos, um gancho (tipo agulha de crochê) e fechos para as pulseiras.


kit Rainbow Loon

Quando a Sofia me falou do Rainbow Loon eu me lembrei de quando eu tinha a idade dela e passei por uma fase de fazer pulseiras de linha. O meu tear foi feito por um primo que usou um taco de madeira envernizado com quatro pregos em cada extremidade. Com esse "brinquedo" e vários carretéis de linha eu me divertia, fazia várias pulseiras e ainda vendia. Nossa, como é bom me rever nas minhas filhas!

Bom, voltando ao Rainbow Bloon que a Sofia queria. Como a criançada toda esta atrás desta novidade foi difícil encontrar o tal kit. Enquanto isso a Sofia não se apertou, e iniciou a fabricação fazendo uso de garfos. Quem tem criatividade sempre encontra uma solução, né?

Rainbow Loon com garfo

Mas finalmente eu encontrei kit e já vi ali uma oportunidade para desfrutar de bons momentos com a minha filha. Então, comprei o sonhado equipamento pra ela e outro pra mim. Além de brincarmos juntas, eu pude demonstrar interesse pelos interesses dela e isso é uma ótima maneira de manter a proximidade. E o melhor, a Sofia que me ensinou a fazer o primeiro modelo de pulseira.

pulseiras Rainbow Loon

Passamos algumas horas brincando juntas, conversando e ouvindo música. E sabe o que estava tocando no iPhone? "La La La (Brazil 2014) em um clip com a Shakira.


Como não podia ser diferente, a minha primeira produção ficou de presente pra Sofia.

pulseira Rainbow Loon



Estamos gostando tanto da novidade que já queremos aprender a fazer outros modelos de pulseiras e essa capa de celular:

Imagem obtida AQUI



Além de conseguir fazer pulseiras de elásticos com o tal Rainbow Loon, dá pra fazer várias coisinhas interessantes como colares, anéis, elásticos para o cabelo, chaveiros, pendentes, bolsas, etc., e tudo tem tutorial na internet. Neste post AQUI tem 20 ideias para fazer com o Rainbow Loon.

Tô vendo que vamos nos divertir muito por aqui com esse brinquedinho que mais parece uma terapia. Além do mais, eu gostei de me rever na Sofia, de dar a oportunidade dela sentir que me ensinou algo e de compartilhar com ela um mesmo interesse.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Desenho que vira brinquedo - Promoção


Nossa, eu fiquei encantada com essa promoção que a marca Mili está fazendo: você  manda um desenho do seu filho e ele pode virar um brinquedo de verdade, assim bem fofinho como esse.   


Eu fico imaginando como deve ser incrível pra criança brincar com um brinquedo que saiu da imaginação dela. Penso também na emoção de ver que aquele boneco que era um desenho no papel se tornou em um brinquedo no qual ela pode pegar e abraçar. Sensacional, né?

Eu já estou aqui escolhendo qual desenho da Sofia eu vou transformar em um bichinho de pelúcia. Quero fazer uma surpresa e estou na dúvida entre:
- as BFFs que é um desenho dela com as duas melhores amigas,
- da Xina que é a nossa pug. São tantos desenhos da Xina que fica até difícil de escolher.
- esses pôneis fofíssimos.



Estou só imaginando a carinha dela quando receber o desenho transformado em brinquedo. Vai ser uma surpresa e tanto!


Para participar é bem fácil. Basta acessar esse link AQUI, fazer o upload do desenho escolhido e convocar toda família e amigos para votarem. A cada semana, os 10 desenhos mais votados serão transformados em brinquedos (e chegarão na casa dos vencedores em até 30 dias). Serão10 semanas de promoção, o que totaliza 100 brinquedos. E  se  o  desenho  do  seu  filho  não  foi  o  escolhido  da  semana, ele continua lá, participando até o fim!


* Este post é um publieditorial

segunda-feira, 17 de março de 2014

Nossos Momentos: Livros em caixa


Eu estava passeando na Livraria da Travessa e me deparei com várias caixas de cartas com temas variados. Fiquei bem curiosa com esses livros em caixa do autor Paulo Tadeu (ele já fazia sucesso aqui em casa com a série de livros "Proibido para Menores"). Achei a proposta bem interessante e vi neles possibilidades de diversão, descontração e interação familiar. Então resolvi trazer três livros em caixa para casa.


Dica para estimular a conversa entre pais e filhos

Como as duas próximas semanas das minhas filhas serão de provas, passamos este final de semana praticamente dentro de casa. Nos nossos momentos de relaxamento e descanso fizemos um ótimo uso dos livros em caixa e de alguns jogos.

Caixa de sinônimos: são 25 pares de palavras sinônimas que se encaixavam exatamente com os sinônimos que a Sofia precisava estudar. Foi ótimo porque aproveitamos a brincadeira para "matar" esse item de estudo.


Jogo da memória para aprender alguns sinônimos

A brincadeira tipo um Jogo da Verdade começou com as outras duas caixas:

A caixa mágica de perguntas para crianças: são 40 perguntas que estimularam a conversa entre a gente e nos fez dar risadas com algumas respostas. Muito legal para os filhos conhecerem um pouco mais sobre os pais.

Dica para estimular a conversa entre pais e filhos

Papo Teen: são 100 cartas com perguntas que têm a proposta de fazer as pessoas mostrarem o que pensam sobre temas variados. Muito bom para estimular o diálogo com os adolescentes de forma divertida e sem parecer inquérito. Também uma maneira de, nós pais, nos mostrarmos um pouco para eles.

Dica para estimular a conversa entre pais e filhos


Esses momentos de intimidade, diálogo descontraído, diversão e muito carinho foram escolhidos para estarem na Blogagem Coletiva Nossos Momentos proposta pelo blog Recanto das Mamães Blogueiras que tem como objetivo incentivar momentos de convívio familiar. As blogagens acontecem quinzenalmente às segundas






Lembrem-se:


domingo, 6 de outubro de 2013

Blogagem Coletiva: Esmaltes + Brinquedo

Hoje a Blogagem Coletiva de esmaltes proposta pela Fernanda Reali está uma verdadeira brincadeira com o tema esmalte e brinquedo.

Eu nunca fui muito de brincar com os brinquedos prontos, ou seja, os fabricados. Sempre preferi uma brincadeira de rua ou fazer os próprios brinquedos. Quando eu era criança os meus brinquedos favoritos eram bonecas de papel e bicicleta.

Com as minhas filhas eu sempre estimulei os brinquedos educativos, as brincadeiras antigas como corda, amarelinha, elástico, bambolê, pé de lata e etc., além dos brinquedos feitos por nós mesmas. Já fizemos muitos brinquedos de sucata que podem ser vistos AQUI.

Mas é claro que não dispensamos os brinquedos industrializados completamente e já nos divertimos e aprendemos muito com eles.

O único problema é que eu sempre tive certa dificuldade para brincar de bonecas, principalmente com as Barbies. Não sei explicar, mas a minha criatividade se apaga completamente com aquelas bonecas. A única coisa que sei fazer é pentear os cabelos delas. Uma vez a Ana Luiza até fez o seguinte comentário enquanto brincávamos de Barbie:

- Mãe, se você gosta tanto de pentear as bonecas por que que está sempre descabelada?
(Vou confessar aqui bem baixinho: eu não gosto de pentear o cabelo. Nem tenho escova! Só passo um pente quando eu lavo e mesmo assim não é sempre)

Voltando às Barbies, a Sofia nunca foi muito interessada por essas bonecas, apesar de ter herdado todas da irmã. E nesse mês a era da Barbie foi definitivamente encerrada aqui em casa. A Sofia doou todas para o Dia das Crianças no orfanato.

Mas as tais das Monster High são uma verdadeira febre por aqui. A Sofia faz até coleção!


Coleção de Bonecas Monster High


Bonecas Monster High


Fora essas monstrengas os outros brinquedos que ainda brincamos bastante são os jogos de tabuleiro; os aplicativos no celular e iPad, Wii e Just Dance; brinquedos reciclados, porque a diversão está mais na confecção do brinquedo, e os brinquedos como bola, patins, skate e bicicleta.

Ah! E não rola só brinquedo de menina não! Já tivemos pistas de hot wheels e o Beyblade. E o papai agradece!

Brinquedo e brincadeira é o que não falta por aqui.


Para essa blogagem coletiva eu aproveitei a linha de esmalte das bonecas Monster High que eu mostrei AQUI na Blogagem Coletiva de Halloween. Como a Cléo do Nilo é a minha preferida eu não poderia deixar de usar o esmalte dela. O problema é que ele é apenas um glitter.


Monster High Cléo do Nilo


Então resolvi fazer uma misturinha usando o esmalte roxo da Lobinha que é bem consistente e tem ótima cobertura.

Monster High Lobinha

E o resultado foi esse:

Bonecas Monster High Cleo do Nilo e Lobinha


Esmaltes Monster High

esmaltes Monster High

Falo muito sobre brinquedos, brincadeiras e brinquedos de sucata aqui no blog. Que quiser ver as nossas sugestões basta entrar nos links acima ou nas tags na lateral do blog.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Nossos Momentos: Beyblade

Eu já falei algumas vezes de como prezo e percebo a importância de ter o meu momento de convivência com cada membro da família, assim como as experiências vividas na família como um todo.

"É nos momentos de convivência um a um que desempenhamos a maior parte da função real da família. É quando se pode nutrir o coração e a alma de modo mais profundo."
Stephen R. Covey em Os 7 hábitos das famílias altamente eficazes.


Então, é claro que eu adorei a Blogagem Coletiva "Nossos Momentos" sugerida pelo Recanto das Mamães Blogueiras que tem por objetivo incentivar e registrar os momentos alegres de convívio familiar.




As pessoas, principalmente as crianças pequenas, esperam por experiências familiares que as aproximem. Um ingrediente fundamental para reforçar o vínculo e a proximidade familiar é o entretenimento, pois proporciona alegria, traz prazer em estar juntos e demonstra que todos gostam uns dos outros.

E para a gente se divertir com uma criança ou com quem a gente gosta não precisamos de muito, nem de nada muito elaborado. Atitudes simples podem proporcionar essa satisfação em estar juntos.

Nesse final de semana entre as muitas coisas que fizemos juntos uma eu percebi que foi especialmente divertida para a Sofia. Foi tão divertida que ela mesma pediu para que eu colocasse no blog. Foi quando sentamos no chão da varanda para brincar de Beyblade, um pião moderno.

Beyblade

Ficamos ali horas entregues à brincadeira, rindo, curtindo o momento, presentes. Experimentamos rodar os beyblades em outras superfícies, e até o skate entrou na brincadeira. A cada nova experiência, mais risos.


E assim um momento simples se tornou especial porque estávamos entregues, disponíveis e presentes.

Já com a Ana Luiza eu percebi que o "Nosso Momento", aquele mais especial do dia, tem sido à noite, antes de dormir, quando eu penteio o cabelo dela. Fico ali desembaraçando, escovando, conversando, relaxando. Esse momento de carinho, dela se sentir cuidada e eu me sentir cuidadora, tem sido muito gostoso para nós duas e eu percebo a força que a proximidade traz para o nosso relacionamento.

Os "Nossos Momentos" me faz cada vez mais ter a certeza de que doar o meu tempo para as minhas filhas é a melhor coisa que faço para que elas se sintam valorizadas por mim. É quando eu estou presente e entregue que elas se sentem mais amadas.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Aproveitamos uma ideia, reaproveitamos as embalagens e embalamos na brincadeira

Quando eu vi no Facebook a imagem dessas casinhas feitas com reciclagem de embalagens de material de limpeza eu fiquei louquinha para fazer com as minhas filhas.


Assim que mostrei a ideia para a Sofia ela quis fazer. Então pegamos algumas embalagens que tínhamos em casa e começamos a nossa brincadeira.

O que utilizamos:

- 3 embalagens de material de limpeza bem lavadas;
- estilete;
- canetinhas para CD;
- tecidos;
- cola;
- adesivos.

Como fizemos:

Marcamos as portas e janelas com a caneta.


Cortei a parte marcada com o estilete. A parte cortada pode ser aproveitada para fazer bancadinhas ou pontes.


Depois foi só começar a decorar as casinhas. Com os tecidos fizemos tapetes e cortinas que foram fixados utilizando cola.



Com as canetinhas fizemos o contorno das janelas e das portas. Desenhamos jardineiras sob as janelas.



Usamos fita, laços e adesivos para completar a decoração das casinhas.
Aí foi só montar a vila e brincar pra valer.


Aproveitamos uma ideia, reaproveitamos as embalagens e embalamos na brincadeira.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Nossos desenhos agora são bonecas

Quando eu vi o trabalho da artesã Raquel Bouchardet, do blog Ateliê da Serra, eu fiquei maravilhada. Queria pegar todos os desenhos das minhas filhas e enviar para a Raquel transformar em bonecos de pano. Mas eu precisava selecionar, né? Então resolvi fazer uma surpresa para a Sofia. Enviei o desenho da Monstrina, uma monstrinha que nos ajudou na fase do medo de monstros. A história de como a Monstrina surgiu e permaneceu nas nossas vidas está nesse post AQUI.

A nossa encomenda ficou pronta, a Raquel publicou no blog do Ateliê da Serra e eu fiquei ansiosa esperando a chegada da boneca. Às vezes penso que eu me divirto mais com essas coisas do que as meninas.




Nessa semana a Monstrina, na versão boneca de pano, chegou aqui em casa. 
Eu não disse nada, continuei guardando a surpresa, apenas peguei a embalagem e coloquei em cima da cama da Sofia. A felicidade dela ao encontrar a boneca e reconhecer a Monstrina foi indescritível.
A partir de então a Sofia dorme com a Monstrina. Fica abraçada, agarrada com a boneca o tempo todo.


Eu adoro observar até onde vai a imaginação das minhas filhas e até que ponto elas mergulham na fantasia. No fundo a Sofia sabe que fui eu quem deu um jeito da boneca aparecer aqui em casa, mas ela prefere acreditar que foi a Monstrina que trouxe a boneca para ela. A Sofia ainda curte essa brincadeira com o imaginário que a gente faz. E eu me divirto junto.

Bom, eu não resisti e pedi para a Raquel fazer as bonequinhas do Inventando com a Mamãe e estas também chegaram aqui em casa lindas, fofas e cheias de charme.

Quem quiser visitar o Ateliê da Serra e ver os trabalhos lindos da Raquel basta entrar nesse link: http://www.ateliedaserra.blogspot.com.br/.

Vale muito a pena conhecer essa artesã maravilhosa que traz uma proposta de profunda sensibilidade e enorme sabedoria.



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