quarta-feira, 9 de maio de 2018

Rocambole de carne recheado com legumes



A foto está feia, mas garanto que o sabor desse rocambole de carne recheado com legumes é delicioso! 


Receita de Rocambole de carne recheado com legumes


Eu fiz para o jantar e não sobrou nem um pedacinho para contar história! Foi um sucesso! Por isso eu resolvi postar com esta foto ruinzinha mesmo. 



O que utilizamos:

- 500 g de carne moída;
- 1 cenoura média ralada;
- 1 abobrinha pequena fatiada;
- 300 g de brócolis bem picadinho;
- 6 dentes de alho picados;
- Tomilho, hortelã, pimenta do reino (usei chimichurri);
- 100 g de queijo parmesão ralado;
- Azeite;

Como fizemos:

Preparamos (ralamos, cortamos, fatiamos) os legumes, temperamos com parte do alho, hortelã, pimenta do reino e azeite, e reservamos.
Temperamos a carne com parte do alho picado, sal e tomilho, mas desta vez preferimos usar o chimuchurri.
Esticamos o papel filme sobre a mesa bancada e distribuímos a carne moída fazendo uma camada ligeiramente fina. 
Espalhamos os legumes e salpicamos com um pouco de queijo parmesão. Enrolamos e levamos à geladeira para descansar.
Colocamos o rocambole em uma forma untada com azeite e cobrimos com papel alumínio. 
Levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC por 40 minutos.
Depois retiramos o papel alumínio e deixamos assar por mais 15 minutos para pegar uma cor. 




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segunda-feira, 7 de maio de 2018

Ilha da Gigóia com Passeio de Barco

Não posso viajar tanto quanto eu gostaria, mas o espírito desbravador e a vontade conhecer um lugar novo, ver um modo de vida diferente, perceber detalhes em ruas por onde pessoas passam todos os dias, me faz querer sair do bairro em que moro, da região em que circulo no dia a dia e me aventurar na minha cidade. Viajar sem sair da cidade, fazer turismo na minha própria cidade.

Foi assim que saí pela manhã, como quem sai para ir à feira, mas cheia de predisposição para a alegria e para o novo, que acabei conhecendo de perto a Ilha da Gigóia.

O que fazer no Rio de Janeiro

Eu já tinha ouvido falar desse refúgio em plena Barra da Tijuca. Já tinha visto fotos. Já tinha estado perto. Mas nunca tinha pisados em suas ruelas cheias de charme e aconchego.

Passeios diferentes no Rio de Janeiro

Nessa manhã ensolarada de sábado enquanto todos ainda dormiam em casa, antes de eu sair para a feira resolvi dar uma espiada no Facebook. Vi que o Sou+Carioca ir fazer um passeio pela Ilha da Gigóia. Passei direto pela feira e segui de metrô até a Barra da Tijuca.

Bem atrás da saída A da estação Jardim Oceânico ficam alguns barqueiros que levam diretamente para as ilhas ou para um passeio entre elas.
Passeios no Rio de Janeiro

A Lagoa da Tijuca anda lamentavelmente bem poluída e com muitas gigoias (plantas que são indício de poluição boiando), mas a vista para o Gigante Adormecido (Pedra da Gávea) desperta o entusiasmo pelo passeio.
O que fazer no Rio de Janeiro

A nossa embarcação já estava reservada e iria fazer um tour pela lagoa mostrando a beleza das ilhas, em meio à vegetação característica de manguezal. Além da ilha da Gigoia e da Ilha Primeira que seriam nossos destinos, tem mais cinco ilhas habitadas: a ilha da Fantasia, Ipê, São Jorge, Garças, ilha da Pesquisa. E mais algumas desabitadas.

Seguimos ouvindo histórias sobre as ilhas, vendo as construções, os diversos bares e restaurantes que fazem dali um complexo turístico e gastronômico.

Passeios no Rio de Janeiro fora do convencional

Nesse hora eu me lembrei do passeio de barco em Miami onde passamos conhecendo ilhas e suas histórias. Ah, se nossa Lagoa da Tijuca fosse limpa, despoluída e tratada com o respeito... esse nosso passeio pelo arquipélago, suas águas e seus mangues deixaria o passeio de Miami no chinelo.

O que fazer no Rio de Janeiro

Seguimos até uma área de mangue que tem uma vegetação com raízes bem altas e aparentes, muitos jacarés e graças. Por isso é conhecida como Pantanal carioca.


O pantanal carioca

Poderia ser! Tinha tudo para ser! Não fosse o descaso. A poluição no local dá vontade de chorar! Mas isso não invalida o passeio. Precisamos ver de perto para termos consciência da nossa parcela de culpa.

Com esse misto de encantamento e decepção seguimos observando as ilhas, a vegetação, a vida que corre tranquila, longe dos engarrafamentos, buzinas, sinais de trânsito.
O que fazer no Rio de Janeiro


Até que desembarcamos na Ilha da Gigóia, a maior e mais populada das ilhas.

Mesmo sendo a maior, esse pequeno espaço de terra cercado por água por todos os lados pode ser atravessado em no máximo 20 minutos a pé.

Mesmo sendo a mais habitada, tem 4.000 moradores atualmente, continua com o seu jeitinho de vilarejo praiano. Me lembrou um pouco Caraívas.

Pequenos detalhes encantam e refletem o clima de aconchego do local, como esse cantinho para gatos e cachorros na porta de uma casa. Ali tem potes com comida, água e casinhas para os animais.



Outros detalhes nos fazem sentir a sensação de segurança, civilidade, respeito e tranquilidade, como este sebo ao ar livre em que o dono apenas deixa os livros expostos, um pote para o dinheiro ser colocado, uma placa informando que qualquer livro custa dez reais e um sino para quem quiser chamá-lo. Ah ele informa também que aceita doação de livros.



Já me sentindo praticamente em um mundo paralelo, após uma pausa para comer uma, ou melhor, duas empadas deliciosas segui caminhando pelas ruas estreitas onde não circulam carros, apenas pedestres e algumas bicicletas e me encantando com os detalhes.



Chegamos ao acesso para a Ilha Primeira. O charme mora ali naquele final de rua que desemboca na lagoa. A criatividade paira no ar.


Por apenas um real pegamos um barquinho e em um minuto estamos na Ilha Primeira.


A Ilha Primeira é bem menor do que a Ilha da Gigóia, mas ali está um dos bares mais famosos da região, o Bar do Cícero. Sabe aquele ambiente simples, mas totalmente acolhedor, agradável e com vista direta para a lagoa.

Contagiada pela sossego do lugar segui andando sem pressa, contemplando e deixando o tempo passar mais devagar, afinal o sentimento de urgência não existe ali.



Engraçado como a sensação de estar desacelerada faz a gente ver mais beleza nas coisas simples, como essa pequena flor rosa em frente a um portão amarelo. 



A quietação que aquelas pequenas ruas estreitas transmitem nos faz ver harmonia nas sutilezas.


Além do Bar do Cícero, das casas charmosas, dos detalhes adoráveis, da ruas calmas, do clima pacato, na Ilha Primeira, está o espaço Semear que vale muito a pena ser visitado.


Depois de caminhar pelas duas ilhas, as duas empadas já tinham sido digeridas. Hora de fazer o caminho de volta até o acesso da Ilha Primeira, pegar o barco, chegar na Ilha da Gigóia, fazer o caminho de volta e parar para almoçar. O nosso escolhido foi o Ilha Gourmet de comida simples, saborosa e baratinha.

As opções de bares e restaurantes são muitas.

Visitar esse lugarzinho calmo, tranquilo e pra lá de agradável vale muito a pena. Seja para passear, almoçar, curtir que no fim da tarde, comer uma pizza no forno a lenha ao entardecer, ou simplesmente para experimentar um pouco de todo esse clima de sossego, harmonia e suavidade.
Serviço:

como chegar à Ilha da Gigóia: balsa na rua que fica entre a Unimed e o Shopping Barra Point, na Barra da Tijuca. Ou atrás da saída A da estão do metrô Jardim Oceânico.
valor: aproximadamente R$5 por pessoa, dependendo do destino final. 
horário: os barcos fazem a travessia 24h por dia. O tempo de espera varia de acordo com a demanda.




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domingo, 6 de maio de 2018

A Semana 18 de 2018 - Viajar

Semana com a oportunidade de prolongar o feriado. Aproveitei para viajar! Decidi em cima da hora e escolhi um destino que estava na minha wishlist há um bom tempo, Foz do Iguaçu. Para ser mais precisa, o objetivo maior era conhecer as famosas Cataratas. Mas como toda viagem, quando estamos abertos a experimentar o novo, conhecemos muito mais. Muito mais do lugar, de nós mesmas, de quem estava ao nosso lado.

Como diz a Martha Medeiros no livro "Um lugar na janela": "Viajando é que descobrimos nossa coragem e atrevimento, nosso instinto de sobrevivência e nossa capacidade de respeitar novos códigos de conduta.".

Viajando nos tornamos mais flexíveis, mais elásticos, mais dispostos a sair da formatação imposta pela rotina. Aprimoramos a nossa capacidade de nos adaptarmos para sobreviver.


Viajar desperta os sentidos, nos faz olhar o mundo com outros olhos, abrir a mente para o encantamento.


Viajar nos predispõe a nos maravilharmos. O encantamento está ao longo de todo o percurso e não apenas no destino final.

Quando que no nosso dia a dia, no caminho para o trabalho, vamos parar para contemplar uma borboleta?!


Mas na trilha para a cachoeira, todas as borboletas, plantas, flores, cheiros, sons nos despertam o interesse à contemplação.


Em viagens registramos em fotos o que vemos, mas registramos na memória, na alma, no coração, o que experimentamos e vivenciamos.


Viajar abre novas possibilidades, desperta curiosidades, desperta a nossa disposição para experimentar o novo, para saborear a vida. 


Viajar nos permite um novo olhar para as pessoas, para as culturas, para a vida, para o mundo.


Viajar nos traz de volta para casa mais leves, mais livres, mais elásticos. 

Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Backstage experience no Parque das Aves

Começamos os nossos dias em Foz do Iguaçu com o pé direito, no Parque das Aves. Gostamos tanto que resolvemos fechar a nossa estadia por lá com chave de ouro e retornamos ao Parque das Aves. Dessa vez para experimentar o Backstage Experience, uma atração opcional oferecida aos visitantes do parque.

Backstage experience no Parque das Aves

O Backstage Experience é um passeio exclusivo em que temos a oportunidade de vivenciar os bastidores do trabalho lindo que é realizado no Parque das Aves.

O passeio consta de um tour de 1h30 guiado por um dos biólogos no parque onde passamos por áreas restritas, temos a oportunidade única de entrar em contato com algumas aves e entender melhor todo esse trabalho de preservação e recuperação. 

O nosso passeio teve início no Centro de Condicionamento de Psitacídeos responsável pela reintegração dos animais que chegam ali prejudicados pela vida em cativeiro e maus-tratos.

Presenciamos o trabalho de fisioterapia feito com as aves para que elas recuperem movimentos perdidos, tenham melhor qualidade de vida e menos estresse.

Essa é a Jurema. A foto mostra que ela já sobe na balança voluntariamente tornando assim os cuidados com ela mais tranquilo e sem estresse para o animal.


O que fazer em Foz do Iguaçu com crianças

Em seguida alimentamos esses pássaros que parecem corujas, mas não são. É uma ave rara do Pantanal conhecida como Mãe-da-lua, ou também chamado de Urutau-gigante. Uma ave rara de ser vista devido a sua inigualável camuflagem em tons e detalhes quase que idênticos aos das texturas das árvores.

O que fazer com adolescentes em Foz do Iguaçu

Esses dois bebês chegaram ao Parque das Aves com as asas quebradas devido a uma lenda de que quando as corujas cantam perto de casa é sinal de mau agouro. Movidas por esse tipo de crendices, preconceitos e a falta de informação, as pessoas jogam pedras, atiram, fazem qualquer coisa para afastar o animal. Uma tristeza!

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Dali, seguimos para conhecer de perto, mas bem de perto mesmo, alguns viveiros do parque. Ficamos literalmente por dentro de algumas rotinas, vivenciando um pouco da lida com os pássaros.

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Entramos no viveiro conhecido como Árvore da Vida para alimentar as crianças. É que este viveiro abriga os pássaros crescidinhos vindos da Sala dos Filhotes. Eles ficam ali até poderem ser removidos para outras áreas.

Muito fofo esse pelicano que veio se alimentar com a gente!

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Ele comia um pouco e levantava a cabeça me olhando para eu ver que ele estava comendo. É assim que eles fazem quando as mães estão por perto. Me derreti toda! Queria passar a minha vida ali alimentando aquelas crianças.

Parque das Aves em Foz do Iguaçu

Caminhamos tranquilamente pelas trilhas do parque que ainda estava fechado, apreciando a natureza e recebendo informações, como tudo ali é reaproveitado.

Este senhor, que é um dos responsáveis pela limpeza do parque, por exemplo, só usa vassoura feita por ele com folhas de espinheira-santa caídas que ele mesmo recolhe.



Como se não bastasse todo encantamento pela beleza ao nosso redor  e pela possibilidade de ir além do tradicional, ainda tínhamos mais emoção para experimentar e beleza para contemplar. 



Entramos no Viveiro Aves de Rios e Mangues para alimentar os tucanos com as nossas próprias mãos.

Os tucanos têm a capacidade de usar a ponta do bico para pegar insetos ou frutos ainda no ar. Por isso recebemos potinhos de ração especial. A nossa missão era lançar uma a uma, de baixo para cima, na direção dos bicos dos tucanos. 

Não é que eles são bons mesmo nessa parada de pegar coisas nos ar?! Ou será que nós é que somos boas de mira?! Um pouco dos dois!



Caminhamos mais pelo parque ainda vazio, passamos por um jardim enorme e belíssimo, florido, localizado atrás do borboletário, destinado a beija-flores e borboletas livres na natureza.

Nesta área restrita, além de recebermos bastante informação sobre a importância desses animais para o equilíbrio ambiental, vivenciamos uma experiência sensorial. Tivemos lagartas de borboletas-coruja passeando em nossas mãos. Arrepio? Não! Cosquinha!


A nossa backstage experience estava terminando e nós queríamos mais. Não queríamos que acabasse.

Para nossa surpresa, o final do passeio foi ainda mais especial. Uma verdadeira despedida com um café da manhã preparado com cuidado e carinho.


A companhia de algumas araras e muitas histórias sobre esses animais, sobre os cuidados com eles, a natureza e a preservação.


Passamos pelo deck das araras ainda vazio.


E nos despedimos de Foz do Iguaçu e do Parque das Aves.


O passeio é realmente incrível e cheio de aprendizado, onde o bem-estar animal é a prioridade absoluta do Parque das Aves em todas as atividades disponíveis. Por isso o conteúdo dos tours varia bastante.

Serviço:
Parque das Aves
Rodovia das Cataratas, 12450, Foz do Iguaçu – PR, 85855-750
Aberto todos os dias, das 8h30 às 17h
Consulte no site os valores atualizados e os horários de funcionamento no Website oficial.

O Backstage Experience

Idiomas: português e inglês
Horários: 7h30, 10h30, 14h e 16h
O tour das 7h30, foi este que nós fizemos, ocorre quando o Parque das Aves ainda está fechado para o público, proporcionando aos participantes do Backstage Experience uma tranquilidade total.
Duração: 1h30
Valores: R$ 200 por pessoa

O Parque das Aves oferece outra opção de experiência:

- Forest Experience, esse não fizemos, pois só é permitido para maiores de 16 anos se acompanhados dos pais. A Ana Luzia queria fazer, mas a Sofia tem apenas 12 anos. Através do Forest Experience, os Guaranis convidam você a vivenciar esta experiência, realizando uma breve imersão em sua cultura, em meio à Mata Atlântica, à noite, ao redor de uma fogueira, acompanhada de um jantar tradicional compartilhado com eles.


Outros passeios que fizemos em Foz do Iguaçu:

- Parque das Aves em Foz do Iguaçu;


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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Parque das Aves em Foz do Iguaçu


Parque das Aves, que lugar gostoso! Que lugar lindo! Que lugar inspirador!

Melhores passeios em Foz do Iguaçu

O Parque das Aves foi o nosso primeiro passeio em Foz do Iguaçu e foi ótimo para abaixar a agitação da viagem e a ansiedade inicial por tudo o que teríamos pela frente. O lugar inspira tranquilidade, mesmo estando relativamente movimentado.


O Parque das Aves é muito mais do que um Zoo, é um centro de recuperação e conservação de aves, internacionalmente reconhecido, que faz um trabalho lindo e que envolve muito amor e dedicação.

Os animais ali cuidados e tratados foram recebidos vindos do tráfico (ali na área de fronteira com o Paraguai isso acontece muito) e de maus-tratos. Eles são reabilitados e treinados para retornarem à natureza sempre que possível. Infelizmente nem todos conseguem.

O passeio pelo Parque das Aves é mais do que um momento de lazer e contemplação, é uma oportunidade para melhorarmos a nossa educação ambiental e conscientização.


O Parque das Aves é vizinho ao Parque Nacional do Iguaçu, bem pertinho mesmo. Por isso dá para conciliar os dois passeios em um mesmo dia.

 


Ele fica localizado em meio à rica e exuberante Mata Atlântica, mas quem vê aquele espaço lindo e cheio de vegetação não imagina que ali era um terreno com detritos acumulados ao longo dos anos e repleto de vegetação invasora.

A Mata Atlântica exuberante que encontramos ali é fruto de reflorestamento.


O Parque das Aves abriga uma área de 16,5 hectares de Mata Atlântica mantida para formar o melhor habitat para nossos animais. Mas a área destinada para os visitantes não é grande demais. São 1,5 km de trilha que podemos percorrer em uma hora / uma hora em meia com tranquilidade, apreciando o entorno e fazendo muitas fotos.

O espaço abriga mais de 1400 aves, abrangendo cerca de 150 espécies diferentes. Muita beleza e encantamento em um só lugar.


Tem beleza para todos os lados. Na primeira parte do passeio, passamos pela sala dos filhos que estava sem filhotes, pois não estávamos na época da reprodução. Os filhotes já estavam crescidinhos e tinham sido transferidos para o viveiro das crianças, a Árvore da Vida. Passamos pelos papagaios e pelos flamingos.

Os flamingos machos já estavam cheios de más intenções, começando com a dança do acasalamento.

Um lance interessante nesta área dos flamingos é que ela é cercada por espelhos em formato de meia-lua. Mas por que isso?

Porque os flamingos gostam de viver em bandos. Quanto maior o bando, mais seguros eles se sentem. Os espelhos têm a função de dar aos flamingos a sensação de que o bando é maior e assim sentirem-se seguros. Acredita que antes de colocarem os espelhos os flamingos não se reproduziam ali? Após a colocação, começaram a ficar animadinhos e os filhotes vieram.


Além dos viveiros específicos para as aves, tem os viveiros enormes em que os visitantes, ou seja, nós, entramos no ambiente e podemos ficar bem próximos aos animais, respeitando o limite deles, é claro. Nada de tocar nos bichinhos, mesmo que a tentação seja grande.


O parque todo é superinterativo, possui placas identificando as espécies, além de informações educativas.


É lindo ver o trabalho de recuperação e preservação de espécies. Mas é triste saber que algumas delas já estão extintas da natureza pela maldade e ignorância do ser humano, como é o caso do mutum-de-alagoas. 


Passamos pelo viveiro dos belíssimos tucanos e das araras.

Sabe que este é um dos maiores viveiros de araras da América Latina? E 50% delas foram resgatadas de maus-tratos e tráfico e 43% nasceram lá.


Além das aves de diversas espécies, o parque também abriga alguns répteis e um borboletário encantador.


A grande maioria das espécies encontradas e contempladas no parque é nativa do Brasil, mas encontramos alguns estrangeiros, como o cuasar que é australiano.


Ao final da trilha pela qual percorremos esse santuário chegamos a um espaço com lanchonete, banheiros, loja de souvenirs, uma praça bem agradável para descansar e curtir um pouco mais do cenário. Ali também fica a área de interação com as araras em que um adestrador coloca uma arara no seu braço para fazer fotos.

Realmente um passeio incrível, uma experiência única de contato com a natureza para começar com o pé direito os nossos dias em Foz do Iguaçu.



O Parque das Aves oferece mais duas opções de passeios:

- O backstage Experience, que nós fizemos e irei contar no próximo post. A experiência inclui acesso a áreas restritas e a oportunidade privilegiada de entrar em contato com algumas aves, alimentar tucanos e outras espécies, e entender mais sobre o trabalho de conservação e recuperação que o Parque das Aves realiza.

- Forest Experience, esse não fizemos, pois só é permitido para maiores de 16 anos se acompanhados dos pais. A Ana Luzia queria fazer, mas a Sofia tem apenas 12 anos. Através do Forest Experience, os Guaranis convidam você a vivenciar esta experiência, realizando uma breve imersão em sua cultura, em meio à Mata Atlântica, à noite, ao redor de uma fogueira, acompanhada de um jantar tradicional compartilhado com eles.

Serviço:

Rodovia das Cataratas, 12450, Foz do Iguaçu – PR, 85855-750
Aberto todos os dias, das 8h30 às 17h
Consulte no site os valores atualizados e os horários de funcionamento no Website oficial.

Outros passeios que fizemos em Foz do Iguaçu:

- Backstage Experience no Parque das Aves;

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