terça-feira, 5 de junho de 2018

Parabéns Sofia - minha linda agora é teen!



Hoje a minha pequena, que é a maior da casa, entra oficialmente na fase dos teen. Hoje ela faz 13 anos e a casa toda fica em festa pra ela que chegou trazendo mais alegria para a família.

O meu coração bomba de alegria, pulsa de amor, festeja! Com ela eu nasci pela terceira vez. Sofia é mais do que eu sonhei no meu sonho mais incrível.




Agradeço muito, agradeço todos os dias, por ela ter me escolhido, ter escolhido essa família. Agradeço muito, agradeço todos os dias por ela ser tão ela e me possibilitar ser tão eu.

Amo, amo muito, um amor que não cabe nesse mundo,

Hoje comemoro. Hoje comemoramos. A partir de hoje não tenho mais criança em casa! Nessa casa que acordou em festa, vibrando de alegria. 

Para demonstrar um pouco do muito que esse dia é especial começamos com um café da manhã preparado com muito amor, muita cor.



Com tudo o que a Sofia gosta.



Porque ela merece. 



Nós merecemos.



Mais uma vez, muito obrigada minha linda que não gosta de tirar fotos por fazer da nossa família um quadrado perfeito, por completar a nossa mesa, por encher o nosso coração, por transbordar a nossa alma. 


Mais dessa homenagem no Instagram e no Facebook (só para ficar registrado)



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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Usina Binacional de Itaipu - Passeios em Foz do Iguaçu


Um dos passeios clássicos, tradicionais, tipo obrigatórios, para quem vai a Foz do Iguaçu é conhecer a Usina Binacional de Itaipu.

Considerada uma das Sete Maravilhas da Engenharia do Mundo Moderno (as outras são: Eurotúnel, Torre CN, Empire State Building, Ponte Golden Gate, Afsluitdiijk e Canal do Panamá), Itaipú é a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia.

O que fazer em Foz do Iguaçu


Apesar de todos esses títulos e de sua importância, eu realmente não tinha o menor interesse em visitá-la. Na verdade, mesmo sabendo do recurso que ela gera, eu preferia ter as Sete Quedas para contemplar.

Mas não tem jeito as Sete Quedas, maravilha da natureza, deram lugar a Itaipu, maravilha do homem, e a Ana Luiza, como estudante de engenharia ambiental, queria muito fazer esse passeio. Então, lá fomos nós.

Além da geração de energia em si, a usina oferece o Complexo Turístico de Itaipu com várias atrações. Confesso a minha má vontade com o passeio e por isso não pesquisei antes as opções. Contratei o passeio básico, visita panorâmica, em uma agência de receptivo.  

A visita panorâmica à usina acontece todos os dias da semana, das 08:00 às 17:00, a cada 30 minutos, sem necessidade de agendamento de horário.

A 12 km do centro de Foz do Iguaçu chegamos ao Centro de Recepção de Visitantes, muito bem organizado com lojinha, lanchonete, banheiro e informações. 

A visita inicia no Auditório onde podemos ver maquetes, fotos da construção, réplicas de peças da usina e somos convidados a assistir ao filme "Itaipu, a nova geração".

O filme, exibido a cada 15 minutos é curto, e uma verdadeira aula de marketing. Quem entra ali, como eu, ressentida com a destruição da natureza, questionando a real necessidade daquela construção, quase sai convencida de que no final das contas a construção foi um grande benefício para a natureza. Até entendo que era necessário, mas que foi melhor para a natureza local aí já é meio demais para os meus sais. Bora seguir o passeio.

Saindo do auditório nos encaminhamos para a área de embarque, tipo uma mini estação rodoviária, de ondem partem os ônibus. Tudo muito organizado!

Seguimos no ônibus contemplando a paisagem, observando a enormidade da área e recebendo informações sobre a usina e seus projetos de preservação do meio ambiente e redução do impacto ambiental. Passamos pelo Canal da Piracema, um exemplo desse trabalho, mas apenas o avistamos de longe.

O Canal da Piracema, com 10 km de extensão, foi construído artificialmente para que a barragem da Itaipu não representasse um grande obstáculo à migração dos peixes no Rio Paraná. Ele permite que os peixes migradores cheguem às áreas de reprodução e berçários acima da usina no período da piracema. 

O canal também é usado para esportes como a canoagem e competições.

A primeira parada foi no Mirante Central. Uma área com lanchonete, banheiros, lojinha, onde somos recepcionados pelo Barrageiro - Homem de Aço, uma escultura feita com duas toneladas de sucata. A obra de arte foi construída utilizando apenas peças de maquinários que não serviam mais.

O que fazer em Foz do Iguaçu com crianças

O Mirante Central é o principal ponto de observação da usina, onde se tem a melhor vista da usina e de sua grandiosidade.

O que fazer em Foz do Iguaçu com adolescentes

Dali embarcamos na linha vermelha, ônibus panorâmicos, que dão continuidade ao trajeto.

Assim que o ônibus começa a se movimentar passamos pelo Bosque do Trabalhador, uma área enorme onde os trabalhadores que completam 15 anos de usina plantam uma árvore e deixam uma placa de reconhecimento. Assim a paisagem da usina vai mudando da hidrelétrica, vai ficando mais verde. Mais uma ação de redução do impacto ambiental.

O que fazer em Foz do Iguaçu

A parada seguinte é no Mirante do Vertedouro. O objetivo da parada é observar a estrutura mais famosa da usina, o vertedouro. E por que ele é famosa? Pela grandiosidade e porque ela não gera energia. Serve para escoar o excedente de água do lago.

São poucos os momentos em que o vertedouro está aberto. Dizem que é realmente muito impactante vê-lo aberto com o volume d'água jorrando.

Neste ponto também encontramos o letreiro de Itaipu. Aquele da primeira foto desse post.


O que fazer em Foz do Iguaçu

Voltamos para o ônibus e seguimos para a usina em si. Passamos pelos condutos forçados, por baixo do vertedouro, por cima do vertedouro e temos uma visão ampla da usina enquanto nos direcionamos para o Porto Kattamaram.

Só para ter uma ideia, na foto abaixo, o ônibus passa na frente dos tubos brancos que são dos condutos forçados, e bem em cima da estrutura da barragem, a cota 225. Esse nome vem da altura da barragem que está a 225 metros acima do nível do Rio Paraná.


O que fazer em Foz do Iguaçu

Finalmente chegamos ao Porto Kattamaram onde tem uma vista linda do lago de Itaipu, um restaurante, uma lanchonete e uma lojinha.

Do Porto Kattamaram saem passeios de barco pelo lago, em vários horários, e com duração de duas horas. Eu fiquei bem tentada a fazer esse passeio no horário que desse para ver o pôr do sol, mas acabamos optando por outro passeio de barco que contarei em outro post.

O que fazer em Foz do Iguaçu

Do porto retornarmos para o Centro de Recepção de Visitantes.

Como falei no início eu estava com muita má vontade com esse passeio. Fiquei bem incomodada em alguns momentos. Durante o percursos vamos recebendo informações sobre a usina, o seu papel, a sua importância, os projetos e como foi construída. Enquanto contavam a história da construção, o narrador faz uma contagem regressiva para a abertura do desvio do Rio Paraná. Quando soou a barulho da explosão, eu ouvi aquele som como um tiro nas Sete Quedas. Foi naquele instante que elas morreram, desapareceram para sempre. 

Em outro instante quando estávamos nos aproximado do lago, o narrador fala da beleza do que iremos encontrar, do quanto esse lago inspira artistas, e é recitado um poema inspirado pela beleza do Lago Itaipu ali formado. Só consegui pensar que o tal poema foi encomendado e faz parte da jogada de marketing da usina. 

Me lembrei na hora do poema de Carlos Drumond de Andrade, feito na época em que as Sete Quedas morreram.

“Sete Quedas por nós passaram,
E não soubemos, ah, não soubemos amá-las…
E todas sete foram mortas,
E todas sete somem no ar…
Sete fantasmas, sete crimes,
Dos vivos golpeando a vida,
Que nunca mais renascerá…”
(Carlos Drummond de Andrade)

Bom de qualquer forma o passeio vale muito a pena. Vale para conhecermos melhor a história da usina e do nosso país. Vale para conhecermos a obra esplendorosa da engenharia. Vale para pensarmos no custo da energia que utilizamos e repensarmos a forma como consumimos. Vale para pensarmos cada vez mais em desenvolvimento com menos impacto ambiental. E vale pelo turismo em si.

Na verdade, se eu não tivesse implicado tanto com a visita a Usina de Itaipu, poderia ter me planejado melhor e desfrutado mais. Me arrependi de não ter incluído no roteiro:

- a visita ao Refúgio Biológico Bela Vista, uma unidade de proteção, criada para preservar a fauna e a flora resgatada durante a formação do reservatório da Usina de Itaipu.

- a visita ao Ecomuseu que tem exposições permanentes sobre a região; sobre a construção da Usina de Itaipu e a sua inauguração; e sobre a fauna e a flora da região.

e ao Polo Astronômico que contempla observatório, planetário e uma plataforma de observações a estrelas, planetas e galáxias a olho nu.

Fica o aprendizado para mim: nada de implicâncias com passeios em viagens. O negócio é abrir a mente e o coração e aproveitar porque sempre tem um aprendizado para trazermos na bagagem.

Serviço:
Informações de horários e valores no site Turismo Itaipu – https://www.turismoitaipu.com.br/


Outros passeios que fizemos em Foz do Iguaçu:

- Parque das Aves em Foz do Iguaçu;
- Backstage Experience no Parque das Aves;
- Feirinha de Puerto Iguazu;


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domingo, 3 de junho de 2018

A Semana 22 - Fez bem!

Natureza, família, comida boa, amigos, das coisas que fazem os dias mais especiais, a vida com mais significado.

Na minha semana teve passeio no Jardim Botânico, um dos melhores lugares do Rio de Janeiro na minha opinião. Um passeio que fez bem para a mente.


Preparei um almoço de domingo para a família. Fiz uma picanha assada no forno com chimichurri que a Ana Luiza estava desejando desde que voltamos de Foz do Iguaçu. Ficou um espetáculo de boa. Um almoço que fez bem para o corpo.


Passei o feriado na casa de uma amiga. Fizemos um almoço para comemorar o aniversário de outra amiga. Curtimos o dia no sol. Conversamos. Rimos.


Cozinhamos e comemos. Preparei um risoto de alho poró com limão siciliano com todo carinho. Um dia que fez bem para a pele e para o espírito.


Ajudei a Ana Luiza pintar o presente para o namorado dela. Fizemos uma caixa com o escudo do Capitão América. Mais do que uma simples pintura, uma simples atividade que fizemos juntas, para mim significou um momento de muita cumplicidade. Uma atividade que fez bem para o coração. 


Aproveitei a hora do almoço para ter um tempo de lazer no meio da semana. Fui ao Real Gabinete Português de Leitura. Lugar belíssimo! Um passeio rápido e de muito encantamento.


Emendei o passeio com a pausa para o almoço. Almocei sozinha, curtindo a minha companhia, saboreando com tranquilidade, me sentindo merecedora. 


A semana curta foi curtida desfrutando com simplicidade as oportunidades

O almoço foi em um bistrô dentro de uma livraria supercharmosa e aconchegante. Uma hora de almoço que alimentou o corpo e a alma.


Cada nova semana é motivo para renovar os sonhos, fazer diferente, superar obstáculos, buscar as atitudes que nos faz bem. Cada nova semana pode e deve ser recheada de momentos simples, mas que fazem bem ao corpo, a alma, a mente, ao espírito. 

O olhar positivo para esta nova semana dará espaço coisas que nos faz bem.  

Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.






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sábado, 2 de junho de 2018

Caixa do Capitão América com muito amor


Coisa boa é ver que a filha cresceu e que a cumplicidade entre você e ela se transformou e continua presente na relação mãe e filha.

Como é om perceber isso nas pequenas coisas! Como é bom sentir isso em gestos simples! Como é bom desfrutar desses momentos!

Pintar essa caixa de madeira com o escudo do Capitão América junto com a Ana Luiza foi um desses momentos. 

Escudo do Capitão América

Mas como uma coisa tão simples pode ser tão significativa? Vou contar!

Aniversário do namorado da Ana Luiza, o primeiro mais assumido, e ela queria dar um presente diferenciado, com um toque pessoal e algo que refletisse o gosto dele. Um presente que o valor estivesse no significado, no gesto de presentear.

Foi assim que ela pensou em pintar uma caixa com algo que remetesse aos super-heróis dos "Vingadores". O escolhido foi o Capitão América.


escudo do capitão américa pintado a mão

E para pintar a caixa pediu a minha ajuda. Aliás, ela já tinha pedido a minha ajuda desde o início da escolha do presente.

Apesar de achar que eu não daria conta de fazer o tal escudo à mão livre, sem molde, resolvi encarar o desafio e me divertir junto com ela.

Saímos juntas para comprar a caixa, expliquei como ela preparava a base (duas camadas de tinta branca, lixa e começa a pintar na cor de base). Desenhamos a estrela no PowerPoint, tentamos vários tamanhos até chegarmos na medida ideal para a caixa. Medimos daqui, medimos dali, fizemos os círculos com compasso. Tudo juntas, nos divertindo, uma incentivando a outra.

A todo instante a Ana Luiza me estimulava falando do quanto é bom fazermos algo diferente, algo fora do que estamos acostumados, algo que não faríamos normalmente. Isso poque este tipo de pintura é bem diferente do estilo que eu pinto.

Ficamos uns quatro dias nesse brincadeira de fazermos juntas a caixa do Capitão América para o namorado. Um gesto simples, momentos simples vividos na varanda da nossa casa, mas que para mim foram de uma intensidade difícil de explicar em palavras. Só sei que senti dentro do meu peito toda a cumplicidade que temos. E fiquei feliz em participar de mais esse momento da vida da minha filha. De estar perto em mais essa primeira vez da minha filha. Como eu disse em um texto publicado na coluna Confessionário do site Bebe.com.br da Abril, "Primeira vez para mãe não tem fim".

escudo do capitão américa




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quinta-feira, 31 de maio de 2018

A Semana 21 - Concentração


Multitarefada eu sou. Sempre fui. Algumas vezes por necessidade, para dar conta de tudo, outras por exigência das pressões, e muitas tantas por escolha mesmo. Aquela coisa de não conseguir fazer apenas uma coisa. 

Sento para pintar, passo uma camada de tinta e enquanto a tinta seca vou ali na cozinha preparar um bolo. Enquanto o bolo está no forno volto para mais uma camada de tinta e enquanto a tinta seca e o bolo assa, sento no computador para escrever um texto. Como vou falar sobre multitarefas ou concentração em apenas uma atividade X produtividade, resolvo ler um capítulo de um livro que está na estante e que aborda o assunto. Antes do fim da leitura me levanto, tiro o bolo do forno, passo mais uma camada de tinta, volto para o computador com o livro ao lado. Ufa! Bem assim! No final o post fica pronto, o bolo vai para a mesa e a pintura foi adiantada. Tudo certo!

Acontece que nas últimas semana eu tenho sentido vontade de desacelerar, focar em uma atividade apenas, ficar mais concentrada e ver se isso me traz mais tranquilidade e me deixa mais perceptiva ao meu entorno. 

Mas a verdade é que nesta tentativa eu ainda não encontrei o equilíbrio. Ao invés de fazer uma coisa de cada vez, em casa, tem momentos que faço é nada. Fico lá de bobeira, fazendo nada. Mas está sendo bom também, apesar de me dar a sensação de "pô, estou preguiçosa". 

Tão preguiçosa que já praticamente no final desta semana é que estou sentada fazendo o post da semana passada. E fazendo apenas ele. Mais nada. Será que o post vai sair com menos erros de digitação?

Comemoramos o aniversário da minha irmã em um restaurante que não conhecíamos. Momento gostoso, tranquilo em família, sem pressa, sem nenhum compromisso além de estar ali presente e participativa. 


Depois dei uma esticadinha com a Sofia no shopping para ela fazer mais um furo na orelha. Também sem pressa, sem desvios, apenas para este objetivo. 

Resolvi iniciar a segunda temporada de "13 Reasons Why" e maratonei. Aí foi concentração e foco total. As séries possuem em mim esse poder de me abduzir e absorver o máximo da minha concentração. 

A história é pesada, tem cenas fortes, bem fortes, aborda temas difíceis, mas que acontecem no mundo, como abuso sexual, bullying, rejeição, etc. Mas acima de tudo fala do problema de comunicação que temos. Das consequências de não deixarmos claro os nossos sentimentos e não ouvirmos com atenção quem está ao nosso redor. Fala da importância de sermos empáticos com quem passa pela nossa vida e de termos pessoas empáticas ao nosso redor. 


Para relaxar, assisti com a Sofia, e fazendo apenas isso, sem o celular na mão, ao filme teen "A Lista de Honra". 

Um drama bem com a pegada teen que conta a história de três ex-melhores amigas voltam a se reaproximarem após a morte da quarta integrante do antigo grupo de BFFs. 
Enquanto eram amigas do peito, irmãs camaradas, ainda no primeiro ano do ensino médio, elas fizeram uma lista de desejos e esconderam no fundo do lago. Agora, com a morte inesperada da amiga, elas resolvem atender o desejo dela e realizar todos os itens da lista. O filme fala de amizade, das feridas que todos possuem e guardam em segredos, e de amadurecimento. Muito bom para assistir com filhos adolescentes.



De resto a semana foi de tranquilidade em casa sem inventar receitas novas, indo para o trabalho observando o percurso, voltando para casa e curtindo um aconchego e concentrada em "fazer o que desse vontade" uma coisa de cada vez.


A semana foi bem focada no momento do trabalho. Tive poucos encontros com amigos e uma rotina mais trabalho-casa-trabalho. Buscando um mente mais concentrada. Vamos ver se eu consigo!


Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.





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