sábado, 14 de março de 2020

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos



O Marrocos é um país de cores intensas e coloridos. Grande parte dessa mistura, combinação e composição de cores é por conta dos mosaicos. Eles estão por toda parte fazendo parte da decoração, da arquitetura e da cultura.



Estão presentes desde os portões dos palácios reais


Até nos banheiros das lojas e casas. 


Andar pelos souks (comércios) e ficar enlouquecida com as louças e peças em mosaicos faz parte dos dias de quem está turistando pelo país. Andar pelas ruas e não ser impactado pelo colorido dos mosaicos é impossível.

A arte em mosaico faz parte da cultura marroquina. Logo conhecer esse artesanato é conhecer mais sobre a cultura do local que estamos visitando. Por isso visitar uma fábrica de mosaico e cerâmica em Fes se fez tão especial.

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos

A tradição da cerâmica marroquina vem de Fes, cidade mais antiga do país e cuja medina é patrimônio mundial da UNESCO. A cerâmica esmaltada desenvolveu-se na cidade marroquina de Fes a partir do século XI.

Assim que iniciamos a nossa visita já começamos a aprender sobre o processo desse trabalho artesanal que está por trás de cada peça linda.

Tudo começa com a grés, material cerâmico a base de argila em tom cinza.



Cada peça ganha forma neste pequeno torno. Tudo é feito sem molde contando apenas com a habilidade do artesão. E nós com a simpatia e boa vontade dele em nos mostrar todo o processo. Olha que gentileza!


Depois vão ao forno onde queima em altas temperaturas. Neste processo a cor da peça se modifica, ficando praticamente branca e vitrificada. É um material altamente resistente.


As peças são desenhadas a mão por cada artesão e pintadas com corantes naturais de origem mineral. Não pode usar corantes vegetais ou animais pois esses perdem a coloração quando expostos a alta temperatura.

Outra curiosidade: não existem moldes. Os desenhos e pinturas saem da cabeça dos artesãos direto para as peças. Tu vem do trabalho de criação mental deles. Por isso quem começa a fazer a peça tem que terminar. Só ela conhece a ideia trabalhada na peça.

Depois de pintadas as peças voltam ao forno para fixar a coloração. Aí esses tons pasteis se transformam em cores mais vibrantes.


Já as placas de cerâmicas coloridas e lisas são cortadas para a confecção dos mosaicos.




Uma verdadeira montagem de quebra-cabeça. Um trabalho minucioso, detalhista e delicado.



Algumas peças são embelezadas e enriquecidas com fios de prata.


Esse trabalho manual, artesanal, criativo, sem pressa, resulta em trabalhos realmente lindos. 

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos

Verdadeiras obras de arte. 

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos

É uma arte passada de geração em geração, de pai para filho.

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos


No final da visita, é claro que passamos pela loja que vende as peças produzidas ali. Nesse caminho já entendemos o valor dessas peças, o trabalho manual e criativo envolvido.

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos

É tanto objeto lindo que a gente meio que pira. Dá vontade de trazer vários pedacinhos de Marrocos para casa.

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos

Fazer a visita à Fábrica de Mosaicos e Cerâmicas vai muito além de apenas ver a cerâmica tradicional do Marrocos de perto. É um mergulho na produção dessa arte. É viver a experiência da produção, é pensar na história e nos sentimentos embutidos em cada peça, desde uma tigelinha que cabe na palma da mão, até móveis inteiros e painéis de parede. 

Fábrica de Mosaico e Cerâmica em Fez, no Marrocos




Esse é o décimo primeiro post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.


Outros posts sobre o Marrocos:


Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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sexta-feira, 13 de março de 2020

Cinema - Cinco Estreias da Semana


Trago dicas das estreias da semana que eu e @cineeilumine já conferimos. Tem comédia francesa de rolar de rir, drama excelente c assinatura Polanski, aventura e filme família.





"O Oficial e o Espião"

Filme francês, baseados em fatos históricos e com assinatura Roman Polanski. Isso já basta para me conquistar. Só digo que o filme é intrigante, prende a atenção do início ao fim mesmo com a narrativa lenta. E é justamente essa lentidão que faz a gente torcer para que tudo se resolva logo. Dá aquela agonia, que te prende na cadeira, vendo o tempo passar e nada da solução.

Sinopse: "Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado a portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus.".




"As Primeiras Férias Não se Esquece Jamais"

Comédia francesa de rolar de rir! Traz um olhar leve e descontraído para os preconceitos de cada um e uma certa crítica a alguns tipos de férias.

Sinopse: "Os parisienses Marion e Ben, ambos na casa dos trinta anos de idade, se conhecem pelo Tinder. E isso é tudo o que eles têm em comum. Mas os opostos se atraem e, depois de um ótimo primeiro encontro, eles decidem, na manhã seguinte, sair juntos de férias, apesar dos conselhos daqueles que os rodeiam – e os conhecem muito bem. Finalmente, o novo casal escolhe o destino de suas primeiras férias juntos: eles irão para a Bulgária! Eles pensam que o lugar seria ótimo, pois está no meio do caminho dos destinos dos seus sonhos: Beirute para Marion, Biarritz para Ben. Sem planejamento e, como descobrirão rapidamente, com concepções muito diferentes do que deve ser umas férias de sonho, eles iniciam uma jornada que certamente mudará suas vidas.".




"Tel Aviv em Chamas"

Uma comédia sobre um assunto tenso como é o conflito israelense-palestino. Ao mesmo tempo que o filme parece ser leve, é extremamente engraçado.

Sinopse: "O palestino Salam trabalha como assistente de produção de uma popular novela árabe, "Tel Aviv em Chamas". Todos os dias, após o trabalho, ele tem que passar pelo posto de controle na fronteira entre Israel e Palestina. Nesse trajeto, ele conhece o General israelense Assi, cuja esposa é muito fã da novela. Para impressioná-la, Assi acaba chantageando Salam para alterar o roteiro do programa, o que acaba garantindo ao jovem palestino uma inesperada promoção como roteirista. A carreira de Salam como escritor acaba decolando, mas seu maior desafio será elaborar o final da trama."



"Terremoto"

Tenso. Pra mim é tenso! O tipo do filme que eu dou vários pulos na cadeira.

Sinopse: "Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?".





"Aprendiz de Espiã"

Filme família que garante a diversão da criançada.

Sinopse: "Com direção de Peter Segal (“Agente 86”), o longa traz Bautista no papel de JJ, um agente durão da CIA que se vê à mercê de Sophie (Coleman), uma menina de 9 anos cuja família ele foi designado a vigiar.
Quando ela descobre a operação de vigilância em seu apartamento, usa seu poder de persuasão para convencer JJ a ensiná-la a ser uma espiã, em troca de não entregar seu disfarce. Relutante a princípio, ele descobre que não é páreo para o charme e a inteligência da menina.".








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terça-feira, 10 de março de 2020

Medina de Chefchaouen - A Pérola Azul do Marrocos

Já vou avisando que vou pirar neste post. Não tem como economizar nas fotos. Não tem como ser sensata e selecionar apenas algumas. Não adianta! Eu pirei na Medina de Chefchaouen.


Chefchaouen, a cidade azul do Marrocos é aquele tipo de destino que tem que fazer parte de qualquer roteiro pelo país. É imperdível! Não é à toa que é uma das cidades mais famosas entre os turistas.

No nosso caminho de Tanger para Rabat tinha uma "Pérola Azul" Marroquina, a cidade de Chefchaouen. Eu já imaginava pelas fotos que tinha visto que seria realmente um lugar belo. Mas eu realmente não fazia ideia do que me esperava. Porém, algo no caminho já me sinalizava que o dia seria de ótimas surpresas. 



Assim que pisamos em Chefchaouen e começamos a caminhar pela cidade, os meus olhos sorriram instantaneamente. Encantada e meio hipnotizada com os tons de azul das construções.


Os pés de laranjas pelas calçadas, as carrocinhas padronizadas que vendia suco da fruta, as flores nas jardineiras, as pinturas nas pardes, as placas de sinalização em árabe, as pessoas circulando nas ruas, o cheiro de peixe de uma barraca de feira, o cheio do chá de menta na porta de um bar. Tudo era sensação despertada.


Praticamente todas as cidades do Marrocos possuem a parte antiga. Chaouen, para os íntimos (e eu já queria ser íntima daquele pedaço de céu na Terra) está dentro dessa estatística. Era para lá que nos direcionávamos, a Medina Chefchaouen. A nossa entrada foi pela Bab El-Ain, uma das portas da ao longo da muralha que delimita a Medina, construída no reinado de Muley Ali Ben entre 1471 e 1511. Tem tempo isso! E tem muita história por essa porta.




Mas vou confessar, eu já estava tão encantada com a parte nova de Chefchaouen e o tanto de coisas que tínhamos para explorar do lado de fora da Medina, que a minha primeira sensação entrar nesse arco foi de "puxa vida!".

Toda essa sensação de quero ficar mais tempo lá fora se transformou em quero ficar aqui dentro e explorar cada cantinho assim que ultrapassei a porta, avistei a primeira fonte e o que se abria ali dentro.


Um mundo azul decorado com detalhes que encantam.



Tudo, simplesmente tudo na Medina de Chefchaouen é tingido de azul. Paredes, portas, janelas, chão, etc.


Dentro da Medina, com suas milhares de vielas estreitas e casas caiadas os tons de azul se intensificam.
 


E os outros detalhes se destacam.
 


Descobrir becos e escadas.
 


Observando cada detalhe azul desse paraíso é como se perder no tempo. Não sei se a tranquilidade que o local emana vem do azul, ou se realmente ali o tempo passa mais devagar.



É impressionante como os moradores locais dão um toque de arte com simplicidade e criatividade a cada cantinho. Um simples canteiro ganha charme com pedaços de azulejos.




As portas e entradas das casas são um convite a imaginar como a vida segue lá dentro.
   



Será que é com a mesma tranquilidade que segue do lado de fora?

 



Já em outra viela o acesso a uma casa inspira um certo mistério. Quem vive naquela porta entreaberta no topo dessa escada estreita?

   


Azulejos, vasos, tapetes, tudo é usado para compor o cenário e colorir esse pedaço de céu.
   


Mais uma porta belíssima e aberta. Será que é um convite para entrarmos? Eu não arrisquei.

   


Assim como a cor azul, os gatos são figurinhas fáceis nos caminhos da Medina.

   


Os Souks (lojinhas de tudo que é tipo de produto) também estão espalhados pelas vielas. O azul parece que intensifica e destaca as cores dos produtos expostos e pendurados pelas paredes.

   


Um convite para uma foto.

   


Aliás, a Medina como um todo é um convite para fotos, muitas fotos. Isso justifica este post está cheio delas, né?
   




Passear pelas Medinas das cidades do Marrocos é sempre interessante, divertido, um estímulo a todos os nossos sentidos. Mas a Medina de Chefchaouen se torna especial, única, justamente por causa do azul.

Reza a lenda que todo esse azul da medina de Chefchaouen foi utilizada inicialmente pelos judeus, que faziam alusão aos objetos sagrados do Velho Testamento, que eram tingidos de azul, servindo assim como lembrança do poder de Deus sobre os judeus. Outra lenda sobre a motivação do azul é que a cor azul simbolize o próprio paraíso. E a terceira hipótese é que a cor azul tenha sido usada para espantar mosquitos. Será? Realmente eu não senti nenhum mosquito por lá.

Foi realmente maravilhoso explorar a Medina de Chefchaouen, o melhor passeio a fazer na cidade. Durante a nossa caminhada fizemos uma pausa para almoço no restaurante Casa Andaluz com decoração e comida típica, e atendimento gentil e espirituoso como é comum no Marrocos.




Depois de muito caminharmos e ouvirmos histórias sobre Chefchaouen seguimos nosso caminho em direção a Rabat. Já na estrada olhei para trás como quem queria absorver um pouco mais daquele lugar que vai deixar saudade e talvez eu nunca retorne,

Ali no alto da cidade de Chefchaouen, no topo da montanha deu para avistar a Medina Azul fundada em 1471 por mouros vindos de Andaluzia após a Reconquista, cidade que acolheu também, judeus de diversas partes da Espanha que fugiam da Inquisição Espanhola. E que hoje acolhe seus moradores e os turistas que ali chegam cheios de curiosidades. 



Esse é o décimo post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.

Outros posts sobre o Marrocos:

- Pra cá de Marrakech;
- Jardim Majorelle;

domingo, 8 de março de 2020

A Semana 9 de 2020 - Voltando pra casa outra vez


Semana de retorno da viagem incrível pelo Marrocos. Viajar é bom, muito bom. Voltar pra casa cheia de histórias e aprendizados, também é.

Deixamos Casablanca no Marrocos e fizemos escala em Madri. Poucas horas para estar na cidade, mas o suficiente para me fazer querer deixar o hotel perto do aeroporto e dar um volta pela cidade. 

Cheias de fome fomos ao maravilhoso e charmoso Mercado de San Miguel. O único mercado de ferro sobrevivente merece ser visitado. E como merece. E não é só pela beleza arquitetônica, não. A variedade de comidinhas e sabores espanhóis é de dar água na boca. Caímos dentro dos presuntos, queijos, vinhos, empanadas e famosos tapas espanhóis.





Como o Mercado de San Miguel está localizado bem no centro histórico de Madrid, demos uma esticadinha até a vizinha Plaza Mayor. Pena que o cansaço bateu forte e a noite começou a cair, e desistimos de ir até a Puerta del Sol. Tái, bateu um arrependimento de ter sucumbido ao cansaço.

O retorno ao Rio foram em onze horas de voo diurno! Assisti a dois filmes que ajudaram muito a fazer essas horas passarem.

"Rainhas do Crime" (Kitchen)  me chamou a atenção entre tantos disponíveis principalmente pelo elenco. É um filme estrelado! E também pela história de três mulheres que fazem o papel de esposas de homens da máfia irlandesa no violento bairro Hells Kitchen, Nova York, década de 1970. Mulheres submissas, vivendo relações abusivas e submissas vêm seus papéis se invertendo quando os maridos são presos pelo FBI. 
A máfia tem aquele lema que a família cuida da família. Porém os homens que ficaram no poder não estavam fazendo esse papel devidamente. Não estavam cuidando dessas mulheres com deveriam. Machismo? As três, cada uma com a sua própria motivação, se unem e assumem as posições de comando dentro do esquema. 
Mostram como lidam com a força, a violência, o poder e mesmo assim dão um toque feminino e mais humano dentro daquele cenário de salve-se quem puder. A mulher tem no instinto a questão do cuidar e de querer salvar a todos. 



Sinopse: "Nova York, janeiro de 1978. Kathy (Melissa McCarthy), Ruby (Tiffany Haddish) e Claire (Elisabeth Moss) são casadas com mafiosos irlandeses, que comandam os negócios em Hell's Kitchen. Quando eles são presos pela polícia, o trio fica a mercê de Little Jackie (Myk Watford), o novo chefão local, que se recusa a lhes dar o dinheiro necessário para seu sustento. Com isso, Kathy, Ruby e Claire decidem unir forças para criar sua própria "família", oferecendo apoio e proteção a pequenos comerciantes locais. Com o tempo, o poder das mulheres cresce ao ponto não só de incomodar Little Jackie, mas também chamar a atenção da máfia italiana."

O segundo filme que me chamou a atenção foi "Consequências" (Aftermath). Acho que estou em uma fase atraída por filmes que relatam a Segunda Guerra. No voo de ida eu escolhi "Jojo Rabbit". 
Bom, "Consequências" fala do pós-guerra imediato. A guerra acaba, todos comemoram e agradecem o seu fim, mas se leva muito tempo para restaurar os danos materiais e principalmente emocionais. O ódio pode permanecer nos alemães vencidos e nos aliados vencedores. Estes últimos, por vezes, têm atitudes tão ditadoras e violentas quanto os nazistas. Mais um filme para mostrar que na guerra todos perdem.



Sinopse: "Recém-chegada em Hamburg, Rachel Morgan (Keira Knightley) é afetada de imediato pelo clima sombrio que a cidade conserva depois de ter sido inteiramente destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Seu marido, o coronel britânico Lewis (Jason Clarke), foi encarregado de coordenar a reconstrução da região por tempo indeterminado. Em uma decisão unilateral, Lewis estabelece que o casal ficará hospedado na casa de um viúvo alemão, provocando sentimentos conflituosos em sua esposa.".

Chegando em casa eu precisei passar a semana de quarentena por causa do Corona vírus. Assim o retorno ao trabalho foi em home office. 

Como eu estava viajando e não pude comparecer na cabine de imprensa do filme "Meu Nome É Sara", gentilmente recebi o link para ver em casa. Mais um filme que relata o período da Segunda Guerra Mundial, seus horrores e luta pela sobrevivência. Não tô dizendo que estou na fase que estou sendo atraída por esse tipo de filme?! 



Sinopse: "Baseado em fatos reais, MEU NOME É SARA traz para o cinema a vida de Sara Góralnik, uma polonesa, judia, cuja família inteira foi morta pelos nazistas quanto ela tinha apenas 13 anos de idade. Depois de fugir para a Ucrânia, usando a identidade roubada de uma amiga, ela é acolhida por um casal de fazendeiros em uma pequena vila. Tudo parece correr bem para o recomeço de Sara, mas ela descobre que seus novos amigos possuem segredos sombrios e, para manter seu disfarce e sobreviver, ela terá que lidar com toda a tensão da situação.".

Aproveitei que estava trabalhando em casa e fui almoçar com amigas que nem sempre têm disponibilidade para irem ao Centro do Rio. 


Consegui assistir ao filme "O Oficial e o Espião" que estreia em 12 de março. Um filmaço! Também, né?! Roman Polanski! Essa assinatura já diz tudo. 



Sinopse: "Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado a portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus.".

Ainda usufruindo do fato de estar trabalhando de casa e que mesmo em home office temos direito a pausa para o almoço, fui desfrutar essa pausa com um alço leve, divertido e descontraído com uma amiga que estava de passagem por aqui.



Pra finalizar a semana fui assistir a comédia musical "O Meu Sangue Ferve Por Você". Ri demais e já contei no blog.


O retorno pra casa foi cheio de lembranças da viagem que já deixou saudades e de momentos que tornam os meus dias com a sensação de terem sido bem-vividos. 

Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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