domingo, 5 de julho de 2020

A Semana 26 de 2020 - Décima Sexta Semana de Quarentena

Gente, quando vai acabar essa contagem de semanas e dias em quarentena? Começou a flexibilização aqui no Rio, porém é uma atitude movida a questões financeiras. Com isso as pessoas estão divididas. Alguns se sentem confortáveis em retomar a vida de maneira irresponsável, outros com algumas restrições e outros ainda se mantendo no isolamento. Eu faço parte do grupo que está mantendo o isolamento e agradecendo porque posso fazer isso. 

Então bora rever o que teve de bom em mais essa semana de isolamento. 

Foi aniversário da minha grande amiga de infância, de todos os anos, de todos os dias, de todos os momentos. Para sentir mais proximidade na comemoração virtual, encomendei o mesmo kit de comidinhas (minibolo, brigadeiros, e shot de vodka com brigadeiro e morango) para nós três que estaríamos nesse momento. Marcamos o nosso encontro com a mesa posta e a live do Skank embalando. Comemos as mesmas coisas e ouvimos a mesma música, isso deu a sensação maior de estarmos realmente juntas. 


Saudade de festa junina, né? Então preparamos uma em casa para acompanhar a live junina do professor de violão da Sofia. Teve milho cozido, salsichão, queijo de coalho com melado, canjica, curau e bolo de aipim. Tudo isso acompanhado de forró da melhor qualidade e ainda algumas modinhas caipiras.


Assisti a primeira temporada da série "This Is Us". Gostei bastante, mas chorei muito. Até quero dar continuidade e assistir as demais temporadas, mas estou em dúvida por causa da choradeira. Talvez eu intercale alguns episódios com algo mais comédia para equilibrar as emoções.


Teve almoço dobradinha com prato não vegano: macarrão de panela.


E prato vegano: quinoa com tudo dentro


Assisti ao drama holandês "Questões de Família". Um filme emocionante, mas ao mesmo tempo leve. Que aborda assuntos sérios, a princípio difíceis, de forma natural. Um bom de assistir. 

Sinopse: As irmãs April, May e June são filhas da mesma mãe, mas com pais distintos. Quando recebem a notícia de que a mãe delas está muito doente e já não tem muito mais tempo de vida, e todas foram chamadas com urgência para vê-la. Além da triste notícia, as irmãs são informadas de mais uma novidade - elas terão que assumir a responsabilidade de cuidar de Jan, irmão delas que vive com a mãe. O detalhe é que John é autista! Confrontadas pelo problema e sabendo do apego da mãe pelo irmão, elas se questionam se realmente estão aptas a assumir a tarefa e, ao refletirem sobre o tempo que passou e os problemas que virão pela frente, percebem que, depois de tantos anos separadas, terão se conhecer novamente.


Enquanto não posso ver o pôr do sol na praia, contemplei a beleza do céu da minha varanda. 


Relaxei, estiquei as costas, aproveitei as boas companhias.





Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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sábado, 4 de julho de 2020

Filme Questões de Família


Na semana passada, em 02 de julho, teve mais estreia na plataforma @cinema.virtual (eu gosto desse lance de ter estreias todas quintas-feiras. Me traz aquela lembrança das salas de cinemas e da expectativa pelos lançamentos). Dessa vez foi um filme holandês, "Questões de Família".



O drama holandês com título original "April, May, June", nome das três filhas de Mies, conta a história dessa família inusitada constituída por uma mãe forte, independente e livre que criou seus quatro filhos, sendo Jan o quarto. Já percebemos o toque de excentricidade de Mies pelos nomes dos filhos que são em homenagem aos meses em que nasceram: três filhas verão e um filho inverno. 

Mies reúne suas três filhas em casa para anunciar sua doença e decisão de, além de não seguir o tratamento, optar pela eutanásia com data marcada para o dia do seu aniversário. A questão que preocupa Mies é quem irá cuidar de Jan, seu filho autista.

São nesses últimos dias de vida de Mies, com o reencontro das três irmãs, cada uma filha de um pai que a família vai se reconectando, mostrando suas fraquezas, seus pontos fortes, suas delicadezas e a importância do apoio e suporte dos laços familiares. 

April, May e June conhecem bem suas histórias e seus respectivos pais. Jan é fruto de um caso eventual de Mies e por isso desconhecido. Nesse momento de fragilidade e insegurança, diante da possibilidade de não ter mais a mãe para cuidar dele, Jan se ressente por não saber nada sobre seu pai. É aí que as três irmãs decidem conhecer mais sobre essa passagem da vida da mãe e ir a procura do pai de Jan. 

Estou gostando muito da seleção de filmes da plataforma Cinema Virtual, com distribuição da A2  Filmes. São ótimas oportunidade para assistirmos produções de outros países, com cenários e culturas diferentes.  Filmes que fogem do padrão e nos trazem novos olhares para o mundo.

"Questão de Família" é um drama que consegue ter leveza e até fazer rir. Mostra bem o lado descontraído, liberal e que encara a diversidade com naturalidade do holandês. Além de mostrar cenários belíssimos do país. Eu gosto de anotar os nomes das cidades onde se passam as cenas dos filmes e depois pesquisar na internet. 

O filme aborda um assunto que é polêmico e cheio de tabus, como a eutanásia. Mas faz isso de forma leve, tranquila e até natural. Uma decisão aceita e respeitada. Fala também de aceitação as diferenças de forma ampla: as formas de amor, opções de vida, sexualidade, deficiência. E da aceitação da morte. Fala de amor, amizade e da importância da união da família. 

Vale a pena!

Sinopse: As irmãs April, May e June são filhas da mesma mãe, mas com pais distintos. Quando recebem a notícia de que a mãe delas está muito doente e já não tem muito mais tempo de vida, e todas foram chamadas com urgência para vê-la. Além da triste notícia, as irmãs são informadas de mais uma novidade - elas terão que assumir a responsabilidade de cuidar de Jan, irmão delas que vive com a mãe. O detalhe é que John é autista! Confrontadas pelo problema e sabendo do apego da mãe pelo irmão, elas se questionam se realmente estão aptas a assumir a tarefa e, ao refletirem sobre o tempo que passou e os problemas que virão pela frente, percebem que, depois de tantos anos separadas, terão se conhecer novamente.




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sexta-feira, 3 de julho de 2020

5 Destinos que eu quero voltar!


A saudade de viajar está grande. E o saudosismo tem sido outro sentimento potencializado nesse isolamento. Enquanto no podemos viajar sonhamos com as que faremos quando tudo isso acabar e voltamos ao passado relembrando e revisitando as viagens já feitas e sua histórias. 

Um post que eu sempre tive vontade de fazer era esse: o que mostrava os lugares que eu já viajei e que gostaria de voltar com as minhas filhas. Até que vi no blog "Pequena Jornalista", da Carol Daxium, o post "5 destinos que voltaria hoje mesmo!" e me inspirei. 

Na verdade eu sou daquelas que tem tanto, mas tanto lugar que quero conhecer que acho meio desperdício retornar a algum já visitado. Mas volto sim. Já retornei em alguns e retornaria mais uma vez. 

Principalmente esses que foram inesquecíveis e que quero repetir com as minhas filhas. Quero experimentar e compartilhar com elas.

Fernando de Noronha 

Estive nesse paraíso na terra por duas vezes. Na primeira passei 10 dias e foquei em mergulhar. Mergulhei praticamente todos os dias. E conheci toda a ilha. Todas as praias. Tive tempo para escolher algumas para simplesmente curtir o dia. Conheci pessoas locais, moradores da ilha, e fiz programa com eles. Visitei o projeto TAMAR. Vi o pôr do sol no Boldró (point da época). Não comi o famoso tubalhau porque o único lugar que vendia a iguaria estava fechado. Fiz loucuras, como subir o Morro do Pico (que já era proibido). Dancei forró. Comi o melhor aipim frito da vida. O aipim que a mãe do Chico plantava, colhido na hora e direto para a frigideira de óleo quente. Dancei forró. Vi a cena em aeroporto mais esdrúxula da vida, de filmes, de contos, de anetodas, etc.: um funcionário correndo pela pista, latindo para espantar as cabras e assim o avião poder aterrissar. Fui embora querendo ficar.

Voltei. Passei mais sete dias. Não mergulhei. Fiz passeio de barco. Vi golfinhos. Assisti ao pôr do sol no Cachorro (point da época). Entrei na água para um mergulho e nadei com tubarão "do bem" ao meu lado,bem ali na altura do joelho. Dancei forró. Comi lagosta em casa de pescador. Aluguei um bugre em que as nossas cabeças ficam acima do para-brisa. Dei a volta em toda a ilha. Fiz menos loucuras. Assisti as palestras no Projeto TAMAR. Adotei uma tartaruga (não trouxe pra casa, é claro. Uma adoção para ajudar a manutenção do projeto.). Fui embora querendo voltar.

Não encontrei as minhas fotos de nem um das duas idas a Fernando de Noronha. A única que sobrou foi essa do banho de balde. A ilha estava sem água e tínhamos apenas um balde por dia para nosso uso. Nas duas vezes em que visitei Fernando de Noronha a infraestrutura ainda era bem rústica. Não tinha pousadas de luxo, nem restaurantes. As pousadas era casas de moradores adaptadas para receber hóspedes. Os restaurantes eram nas varandas de moradores. E esse era o grande charme daquele paraíso. Ia além da beleza da natureza. Quero voltar. Quero muito ir com as minhas filhas. Mas tenho receio de não ter mais o encantamento do rústico e das vivências e histórias que ele proporciona. 



O que seria passar cinco dias dentro de um barco com mais 11 pessoas (9 amigos, 1 marinheiro que cozinhava maravilhosamente bem, 1 dono do barco e instrutor de mergulho), no meio do mar, com apenas cinco pequenas ilhas desabitadas ao redor?! Seria tempo demais? Não! Foi tempo de menos para esse paraíso.

Acordei como sal nascendo. Fiz todas as refeições no barco. Nadei com peixes e tartarugas. Vi corais. Caminhei em duas ilhas. Curti a natureza. Tomei banho no barco. Acordar, comer, ir para a água, voltar para almoçar, voltar para a água, voltar para o barco, apreciar a natureza, ver o pôr do sol, retornar para a água (mergulhar à noite é lindo), voltar pro barco, tomar banho, jantar, dormir, acordar com o sol. Pode parecer uma rotina repetitiva, mas os dias passavam voando. Os cinco dias passaram rapidamente. Voltei para a terra querendo mais mar. Sonhando com mais dias de sonho.


Chapada da Diamantina

Eu sei que o Brasil tem outras chapadas belíssimas e que merecem a visita. Mas a Chapada da Diamantina é deslumbrante. É inesquecível. Nunca senti o poder e a grandeza da natureza de forma tão intensa quanto na Chapada.

Fio uma viagem inesperada e sem planejamento. Estava em Morro de São Paulo e a ideia era ficar por lá um bom tempo. Depois seguir para Barra Grande e Itacaré. Os planos mudaram quando eu estava na Quarta Praia em Morro e apareceu um cara oferecendo voo de asa delta com motor. Topei. Mais alguém que estava por ali também aceitou a aventura. O meu companheiro de aventura estava em lua de mel com a mulher. Depois do voo de cada um ficamos na praia, conversamos, falamos de viagens, fizemos aquela amizade instantânea que só se faz em viagens. Eles iram no dia seguinte para a Chapada. Estavam de carro. Ofereceram carona. Eu não queria ser uma intrusa na lua de mel do casal. Eles insistiram. Ofereceram carona de volta para Morro de São Paulo. Não resisti. Aceitei. Mudei o rumo. Mudei o destino. Foi coisa do destino.

Me deslumbrei com o pôr do sol no Morro do Pai Inácio, a Pratinha, o Rio Roncador, a Cachoeira da Fumaça (que estava com pouquíssima água, mas mesmo assim provoca sensações pela altura), o Poço Azul, Poço Encantado, a cidade de Lençóis, as cachoeiras, o vale e os morros. Um deslumbre.

Cheguei sem esperar, sem expectativas. Saí sem querer, surpreendida. 



Aix en Provence

Ville d'Eau, Ville d'Art. Passei três meses em Aix, que é a capital do Condado da Provance, no Sul da França. Uma região linda. Aix é especialmente linda. Aconchegante. Respira juventude com suas diversas universidades. Respira arte com a sua história. Respira energia com as suas fontes. 

Equilibra tranquilidade com agitação, modernismo com tradição. Tem cultura, tem arte, tem feiras, tem gastronomia, tem charme, tem fontes. É impossível dissociar a cidade de Aix-en-Provence de suas fontes e centenas de fontes. Cada praça, cada esquina, cada rua estreita revela uma joia de fonte.

E tem todos os arredores da Provence que é encantador. Deixei Aix com sensação de saudade. Com medo de nunca mais voltar. Quero voltar. Quero andar novamente naquelas ruas, me deparar com as fontes. Quero descer a Cours Mirabeau, avistar a Rotonde, sentar em um dos muitos cafés. Quero explorar a Vieille Villea andando sem rumo por suas ruazinhas apertadas abertas as surpresas que elas me reservam. Visitar o atelier de Cézanne, passear pelas muitas praças e igrejas. E claro ir em uma das muitas feiras que acontecem por lá.



Portugal

Passei apenas uma semana em Lisboa e me encantei. Me deslumbrei. Além de conhecer Lisboa, fiz vários passeios de vai e volta. Sintra, Cascais, Óbidos, Nazaré, Batalha, Fátima, Coimbra. Cada local com seu encantamento. Quero voltar. Quero passar um mês em Portugal. Quero muito retornar em alguns lugares que fui e ir a outros ainda não visitados. 



Enquanto não posso viajar por aqui, por aí, por ali, por qualquer lugar, viajo nas viagens que já fiz. Nas memórias que já criei, nas histórias que já acumulei, nas lembranças que tenho e nas emoções que senti.

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Roosevelt Island em Nova York




Não fazia parte do nosso roteiro de oito dias em Nova York visitar a Roosevelt Island. A grande maioria dos turistas não colocam a ilha na sua lista de prioridades ou nem sabem que ela existe.


Para ser bem franca eu sabia da existência do tal bondinho que foi cenário de uma cena do filme do Homem-Aranha, mas só tinha ouvido falar do passeio do bondinho em si. Tipo ir e voltar. Assim, não vi muita vantagem em incluir o passeio no meu roteiro, diante de tantas outras opções que a Big Apple oferece. Nem mesmo sendo a nossa segunda vez na cidade que nunca dorme.


Mas estava no meu roteiro encontrar com um amigo de infância que mora por lá. Nesse dia de encontro com o Adriano ele sugeriu caminharmos por Rossevelt Island, apesar do frio. 


O passeio de bondinho é uma atração em si. Não vou negar. O visual sobre o East River é fantástico e o bondinho passa ao lado da Queensboro Bridge.



Mas além do bondinho essa simpática ilha oferece outros atrativos que fazem valer a visita.
Seguimos nosso passeio beirando o rio e caminhando em direção à ponta sul da ilha. É um trajeto que nos dá a oportunidade de ver Manhattan por um outro ponto de vista.


Podemos contemplar Upper East Side e ver prédios famosinhos, alguns já visitados por nós, como o Chrysler Building, Empire State, o prédio da ONU e até o One World Trade Center.


Todo esse percurso beirando o rio é  cheio de árvores que na época estavam secas, apenas os galho. O que deixa um visual interessante também. Mas fiquei imaginando o mesmo caminho em épocas em que as árvores estejam floridas. Também tem banquinhos para quem quiser sentar e relaxar contemplando o fluxo do rio.

Seguindo o nosso caminho chegamos a um dos pontos turísticos de Roosevelt Island,  ruínas do antigo Smallpox Hospital



O Smallpox Hospital, que tem muita história já tendo até sofrido com incêndios, em meados dos século 19 era famoso pela ala psiquiátrica com mais de cem leitos. Depois virou quartel de quarenta para imigrantes e escola de enfermagem.
Ficar parada em frente a essas ruínas, sabendo o que ali já foi, faz a imaginação ir longe. Ficamos ali, eu e meu amigo, conversando, imaginando histórias, angústias e alegrias vividas naquele local.

Seguindo em frente caminhamos com tranquilidade em direção a outro ponto turístico de Roosevelt Isaland, o Four Freedons Park.





É um parque construído em homenagem ao presidente Franklin D. Roosevelt. Tem uma escadaria, uma pegada moderna e um visual incrível do rio. É de lá que dá para avistar  o icônico letreiro da Pepsi, que fica em Long Island City.

Eu estava tão entretida em atualizar o papo com o meu amigo que nem fiz fotos dessa parte. Também estava bastante frio nesse dia. A vontade de deixar as mãos aquecidas dentro do bolso era tanta que dava até preguiça de fotografar. 



Engana-se quem pensa que o passeio termina na estação do bondinho na Roosevelt Island.




A ilha que foi durante o século XIX uma espécie de ilha-hospital, com algumas instituições para tratamento de varíola, o  hospital psiquiátrico que hoje é ponto turístico psiquiátrico e também asilos,  e que depois de uma temporada meio abandonada e a partir de 1970 começou a se tornar a ilha residencial que é hoje, tem seus atrativos. Um deles é a tranquilidade. Totalmente o oposto de Manhattan. É uma fuga para observar aquele burburinho de longe e recuperar o fôlego. 

Ah, seguindo para a ponta norte da ilha está o Lighthouse Park, com um farol e mais visual deslumbrante. Mesmo tendo ônibus gratuitos que circulam na ilha disponíveis, preferimos voltar para Manhattan e tomar um café quentinho na casa do meu amigo, agradecer o passeio e o carinho dele.


Esse é o 13º post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Dessa vez conheci um local novo dentro de um já conhecido.


Outros posts sobre Nova York:


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domingo, 28 de junho de 2020

A Semana 25 de 2020 - Décima Quinta Semana de Quarentena


Nessa semana andei mais nostálgica, vendo fotos antigas, lembrando de histórias e viagens que já fiz. Encontrei a frase abaixo no Instaram Tempo Feio que combinou perfeitamente com o meu humor.


A memória traz de volta o que realmente importa. Acho que por isso os bolos, a confort food que para mim é a que mais remete a lembranças, tem sido tão presente e constante nessa quarentena. Ao mesmo tempo que traz à tona emoções, lembranças, histórias ao mesmo tempo que nos ajuda a criar novos momentos ao seu entorno.  O Bolo de Bolo dessa semana foi de frutas vermelhas. Caprichamos na framboesa, amora e blueberry.


Assisti a dois filmes baseados em fatos reais que contam e registram histórias vividas por outras pessoas e que podem vir a fazer parte das nossas lembranças, dos nossos momentos compartilhados, sentir emoções experimentadas através do olhar do outro e até reviver algumas de nossas lembranças.

O Filme "Milagres do Amor" foi uma ótima surpresa. Trata dom delicadeza questões de preconceito, deficiência, superação, amor, amizade e querer fazer o bem.

Sinopse: "Esta é a complexa história do casal Mizgin e Aziz. Ele é um homem com limitações físicas causadas por uma severa deficiência, e ela, a garota mais bonita do vilarejo, que, com muito amor e carinho, encontrou nele um companheiro de vida. Cansados dos problemas que tiveram em sua aldeia, o casal se instala em uma cidade no oeste. Em um mundo em que pessoas más e preconceituosas existem em todos os lugares, Aziz e Mizgin aprenderão a sobreviver sozinhos, a se apegar à vida, a se esforçar e trabalhar. Aziz começa a lutar com grande determinação para se livrar de seus defeitos e obstáculos para sua esposa, a quem ele ama, possa realizar o sonho de ser mãe.".




“Wasp Network: Rede de Espiões”, inspirado no livro de Fernando Morais “Os Últimos Soldados Da Guerra Fria”,  é baseado na história verídica de cinco agentes dos serviços secretos cubanos que viviam na Flórida, simulando terem desertado de Cuba em busca do sonho de liberdade americano. Porém atuavam a favor do governo cubano e contra grupo terroristas que investiam em ações para enfraquecer o governo de Fidel.

O filme mostra pontos de vistas dessa fase da história e tem um elenco latino de peso.


Assisti a segunda temporada da série "Coisa Mais Linda". Maravilhosa. Uma série brasileira que aborda o feminismo e racismo de forma brilhante. A história se passa nos anos 60 e, mesmo com algumas vitórias e melhorias no decorrer do tempo, se mostra bem atual.


Fechei a semana com um encontro virtual com amigas que foram do trabalho e se tornaram amigas de todos os lugares e horas. O encontro foi acompanhado de vinho e da live #festadogil. Encontro cheio de memórias, de histórias, risadas, relembrando emoções e criando novas lembranças e registros nesse "novo normal totalmente anormal".





Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.

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