sexta-feira, 11 de setembro de 2020

World Trade Center em Nova York

 

Um dia que marcou o século XXI, 11 de setembro de 2001. eu me lembro nitidamente da sensação que senti quando soube da notícia: estarrecimento! Passei a manhã inteira em uma sala de reunião sem saber do que estava acontecendo lá fora. Quando abri a porta, percebi um certo burburinho, as pessoas com caras de chocadas, meio incrédulas, meio assustadas. Fiquei sabendo da notícia. Um atentado havia derrubado as Torres Gêmeas em Nova York. 

O World Trade Center original era um complexo de sete edifícios, entre eles as Torres Gêmeas. O atentado além de derrubar as torres e matar mais de 2.700 pessoas, afetou também a estrutura dos demais edifícios do complexo original. A partir de então o complexo, localizada no extremo sul da cidade, foi todo reconstruído, mostrando a capacidade de recuperação de olhar para o futuro sem esquecer a história e o passado.

O complexo conta com novos seis edifícios e diversas atrações que são extraordinários em seu design, simbolismo e lembrança.Se tornando um ponto turístico obrigatório para quem visita Nova York. 

Quando estivemos na cidade em 2012 parte do complexo já estava reconstruído, mas acabamos não fazendo a visita. Dessa vez, no início de 2020, fizemos o passeio e fomos conhecer esse centro que marcou a história e que estarrece até hoje quem por ali passa.

World Trade Center em Nova York

Nós começamos a nossa experiência no World Trade Center pela "Oculos", a estão ferroviária supermoderna que conecta diversas linhas de metrô e o trem PATH para Jersey.

O espaço que além de estação contempla também uma praça e um shopping é simplesmente imperdível. Com um design único e moderno dá a sensação de que tem um ritmo cadenciada, fácil, que flui. Inspira leveza e fluidez. 

THE OCULUS

O design externo foi feito para se parecer com uma pomba. Eu realmente não sei dizer se fiquei mais impressionada com a parte interior ou o exterior da estação. Eu sei que lá dentro eu me senti como Pinóquio andando no interior da baleia. 

THE OCULUS

Da estação seguimos caminhando para o One World Trade Center, ou Freedon Tower, que foi construído bem ao lado de onde as torres gêmeas se localizavam. O edifício com 541 metros de altura (incluindo a antena) é o arranha-céu mais alto do hemisfério ocidental e o mais alto de Nova York. 

Parar embaixo dele e olhar para o alto dá uma sensação de enormidade uma mistura de céu e concreto. Ver o reflexo das nuvens correndo em suas janelas refletoras dá uma sensação de movimento, de velocidade. É algo que encanta. E dá um frio na barriga saber que podemos estar lá no topo. 

ONE WORLD OBSERVATORY



Sim, no alto do One World Trade Center está o One World Observatory. Esse era o nosso objetivo. Entrar no modernoso edifício e chegar no topo 102º andar pelo Sky Pod e de lá ter a visão 360º da cidade.


ONE WORLD OBSERVATORY

Vamos lá, Sky Pod é o nome do elevador do One World Trade Center. Esse elevador é uma loucura. Aliás, esses elevadores porque são ao todo cinco que vão do térreo até o 102º anda em 60 segundos. Isso, mesmo! São 500 metros em um minutinho apenas. E eu que estava que o reflexo das nuvens na fachada do prédio davam a sensação de velocidade... nem sabia o que me esperava. Mas não rola frio na barriga, não! Durante a subida é exibido um filme com imagens do surgimento do prédios da Big Apple e sua famosa sky line atual. 

Chegando no 102º andar somos levados a uma sala onde é exibido um filminho bem interessante que mostra o ritmo frenético da cidade. Não vou estragar a surpresa, mas esteja preparado (ou não esteja, talvez seja até melhor) para o final do filme. É muito épico.

Mas não é 102º que está o observatório, descemos para o 101º andar com três restaurantes, todos com vista incrível. Mas nós passamos batidas. Descemos mais um andar. Aí sim chegamos ao deck do observatório. São 360 graus de vista que possibilita reconhecer vários pontos de Manhattan como a Estátua da Liberdade, Nova Jersey, Brooklyn Bridge, Empire State Building, Hudson River, Staten Island, Brooklyn e por aí vai.. Eu adoro essa vista do alto da cidade. É ótimo para nos localizarmos. 

Há também o Sky Portal - um piso de vidro com imagens diretas de uma câmera ao vivo apontada para baixo.

Era tanta vista linda que nem dava vontade de descer. 


ONE WORLD OBSERVATORY

Mas descemos e seguimos o nosso passeio para o Memorial 11 de Setembro com duas enormes piscinas instaladas onde ficavam as Torres Gêmeas. As piscinas com queda d'água infinita. As cascatas simbolizam as lágrimas pelos pelos mortos no atentado. 



E um memorial com os nomes de todos as pessoas que perderam suas vidas em 11.09.2001 e também no primeiro atentado ao WTC, em 26.02.2003. Os nomes estão gravados em placas de bronze. 

É comum encontrarmos rosas brancas como homenagem ao aniversário da pessoa. 

A visita ao memorial emociona, traz muitas reflexões sobre seu significado. Afinal o Memorial está ali para lembrar as perdas, reconhecer a resistência daqueles que sobreviveram, a coragem daqueles que arriscaram suas vidas para salvar outras pessoas e a compaixão de todos que apoiaram que precisava. 



Ali no memorial também está Survival Tree (árvore sobrevivente) que tem uma história bem interessante. Ela foi a única árvore que sobreviveu ao redor do World Trade Center. Foi encontrada pelos bombeiros e levada para tratamento. Resistiu aos destroços e está viva como um milagre da natureza. Está ali representando a resiliência e a esperança. Nós vimos no inverno por isso não estava florida. mas curiosamente ela é sempre a primeira a florescer quando chega a época. 


É impossível estar no World Trade Center e não querer o tempo todo olhar para o alto e contemplar o One Worl Trade Center que é visto de vários pontos da cidade. 


Próxima parada foi no Museu Nacional do 11 de Setembro. Um local em que experimentamos uma montanha-russa de emoções enquanto visitamos o acervo riquíssimo em seus  30 mil m² bem amplos, mais de 20 mil fotos, 10 mil artefatos e 2 mil gravações que tratam de manter viva a história do inesquecível 11 de setembro, o dia que deixou o mundo estarrecido. 


MUSEU NACIONAL DO 11 DE SETEMBRO

Os detalhes do dia são apresentados por meio de tantos meios e visuais comoventes. Estar de frente com a Última Coluna, uma coluna de 36 pés de altura coberta de lembranças, cartazes e outros itens memoriais feitos por trabalhadores e equipes de resgate oferecem lembretes assustadores da devastação, é de tirar o fôlego.


MUSEU NACIONAL DO 11 DE SETEMBRO

Ver o estado que ficou a antena que se localizava no topo de uma das torres faz imaginar o horror daquele dia mesmo para quem estava no hemisfério oposto. 

MUSEU NACIONAL DO 11 DE SETEMBRO

Estar frente a frente com caminhão de bombeiros pertencente à FDNY Ladder Company 3 totalmente mutilado é imaginar o arrepio e a tensão que as pessoas que se dedicaram a ajudar sentiram. É de admirar mais ainda a coragem e entrega dos socorristas que correram em direção ao perigo enquanto outros fugiam. Uma visita realmente impactante. 

MUSEU NACIONAL DO 11 DE SETEMBRO


Ainda circulamos pela área, fomos comer no Eataly que tem ali perto e antes de retornarmos passamos na St Paul's Chapel, uma  pequena e charmosa igreja de 300 anos. O que nos chamou a atenção foi esse prédio antigo contrastando com a modernidade atual da área. Ela parecia coisa de filme com as lápides antigas fincadas na grama verde entre árvores sem folhas. Ficamos curiosas e entramos. 



Na verdade o lugar de paz e oração também fez parte da história daquele fatídico 11 de setembro. A capela serviu como refúgio para equipes de resgate que cuidavam do local do World Trade Center. Muitos foram para a St. Paul em busca de comida, abrigo e descanso. 

Um ponto interessante é que a St. Paul's Chapel o viveu à sombra das torres gêmeas, bem próxima e, no entanto, quando elas caíram e abalaram todo o entorno fazendo com que os demais prédios tivessem que ser demolidos, a igreja que é a construção mais antiga de Manhattan se manteve intacta. Nenhuma pedra no pátio da igreja foi danificada, nem um dos vidros se quebrou. Incrível, né?

Parada ali no meio do pátio da igreja enquanto admirava o contraste da resistência do passado com a fragilidade do futuro mais uma vez admirei a beleza o World Trade Center. 


Esse é o 16º post do projeto #100EM1 que consiste em visitar 100 lugares no período de 1 ano e vi no blog Parafraseando com Vanessa. Achei que o projeto é uma ótima oportunidade para nos estimular a sair da rotina, buscar o novo, trazer aprendizado e reflexões. Projeto prejudicado pelo período que estamos vivendo. 


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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Cenas de uma quarentena sem fim

 

A pessoa estava louca de desejo de tomar um determinado sorvete. A vontade mesmo era de sentar em uma mesa da cafeteria com uma amiga para uma boa conversa relaxada entre colheradas do tal geladinho saboroso. Apesar de tal evento estar oficialmente liberado, a referida pessoa ainda não se sente segura e confortável para isso (segue seguindo as orientações da sua médica). Então pediu a entrega de um sorvete em casa. Fato que acalmou o desejo temporariamente. Porém não resolveu. 


No dia seguinte o sabor do tal sorvete continuava rondando os sentidos, memórias e sensações na pessoa. A vontade ficou incontrolável a ponto de fazer valer a pena o terceiro banho e lavada de cabelo do dia (sácômé... saiu, voltou, desinfeta tudo, tira a roupa toda, coloca pra lavar, e vai pro banho). 

Lá foi a pessoa comprar o sorvete na esquina. Comprou. 


O desejo bateu forte. A gula e a neura entraram em conflito: "come agora, andando na rua, já passou álcool na embalagem". "Não abre o sorvete na rua, e a máscara?". 

A gula venceu! A pessoa abriu o sorvete, pegou um colherada, tacou na boca por baixo da máscara. 

A neura atormentou: "cara, espera para comer em casa...". E a pessoa na dúvida, mas totalmente dominada pela gula, mandou pra dentro a segunda colherada, ainda na dúvida, se perguntando se deveria desfrutar do tal desejado sorvete momento de prazer assim andando pela rua sorrateiramente por entre espaços cavados nas laterais da máscara. Eis que antes da terceira colherada... PLOFT! Algo marrom despenca do céu bem no centro do copo com a delícia gelada. 

A pessoa pára e olha incrédula! O que seria aquilo? Uma calda de chocolate enviada dos céus pela Nossa Senhora Protetora das Gulosas Amantes de Sorvetes?! A pessoa olha para o alto e avista um poste e nesse poste, um pombo. Incrédula, porém acreditando nos sinais enviados pela natureza, entende que a neura estava certa. Não era pra tomar o sorvete na rua. 

Mas a gula é forte, tipo brasileira que não desiste nunca. Insiste. Persiste. A pessoa retorna até a tal padoca, compra dessa vez dois copos do tal sorvete para viagem, dá um nó forte na sacola para não cair em tentação no caminho até em casa. Chega na residência com os potes intactos, passa álcool em tudo, tira a roupa, coloca para lavar, toma banho, lava os cabelos e finalmente senta para atender a sua gula. Agora com com a neura já sossegada. 

Saudades de quando era simples e corriqueiro tomar um sorvetinho inocente.




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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Sensações normais no novo normal



"Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito"




Fui pedalar na orla do Leme e Copacabana. Fui bem cedo para evitar a circulação de pessoas e assim manter o distanciamento social.

Que saudade que eu estava de sentir a brisa do mar, de olhar o oceano e sua imensidão, de sentir o cheiro da maresia e ouvir o barulho das ondas. Mesmo sem pisar na areia, sem mergulhar, foi bom estar de frente para o mar e pensar que ele é como eu queria ser: bonito, misterioso, selvagem e livre. Foi um carinho na alma.

Que saudade eu estou de fazer isso tranquilamente, naturalmente e sem receio.




Aproveitei o momento exercício físico e mental matinal e encontrei a amiga @fernandareali, nós duas de máscaras iguais (confecção da @mulhervitrola) - foto na sequência. Não pudemos nos abraçar, tivemos que conversar de longe, o tempo todo passando álcool nas mãos e de máscaras, mas já foi um carinho no coração.

Que saudades eu estava de estar com uma amiga, de trocar, de olhar nos olhos, ouvir e ser ouvida.

Que saudade eu estou de estar com as amigas com proximidade, de tocar, de ver o sorriso inteiro, de gargalhar sem medo.

Praia do Leme



"Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo

Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre"



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domingo, 6 de setembro de 2020

A Semana 35 de 2020 - Vigésima Quinta Semana de Quarentena

Eu vi uma imagem no Instagram @museudoisolamento com a legenda "Saudade Desgasta". E como desgasta. Eu me sinto cansada e tenho certeza que grande parte desse cansaço vem da saudade de estar com pessoas que eu gosto, de ir a lugares que quero conhecer e/ou rever, de fazer coisas que tenho vontade. Saudades de pessoas, de sensações, de emoções, de sabores, de cheiros, de sons. 

Sigo aproveitando como posso, com cuidado, dentro das normas de segurança para não me expor, nem ser risco para os outros. 

A saudade de meter o pé na estrada no espírito "Fé na estrada e pé na vida", assim ao contrário mesmo, de forma proposital, bateu forte. Fui com o marido em um bate e volta até Saquarema, mesmo sabendo que veríamos a cidade da janela do carro e não poderíamos desfrutar do que ela tem de melhor que são as praias. Mas já valeu muito a pena a sensação de liberdade e de mudar o cenário.



Começou a 8 1/2 Festa do Cinema Italiano totalmente online e gratuita com 20 filmes disponíveis até 10 de setembro, na Plataforma Looke. Claro que eu fui aproveitar logo na estreia. O primeiro filme que escolhi foi o drama "Fortunata". Um ótimo filme que retrata de forma íntima e pessoal a busca de uma mulher sobrecarregada pela liberdade e pela felicidade

Filme Fortunata

 Eu sinto que o meu corpo meio que atrofiou nesse período de isolamento longo que passamos. A minha capacidade respiratória também ficou bem prejudicada. Colocar o corpo em movimento, estar em céu aberto e em contato com a natureza me faz bem. Tenho reservado um tempo do meu dia para caminhar ou pedalar, seja pela manhã antes de iniciar a rotina de home office ou no horário do almoço. Busco sempre os horários e locais mais vazios que possibilitem o distanciamento social adequado. 


Às vezes saio sem o destino certo. Vou observando como está o fluxo de pessoas para me direcionar para o lado mais tranquilo. E percebo que assim que começo a andar pelo caminho, o caminho aparece. 


Por indicação da Pedrita, do blog Mata Hari, assisti ao filme nacional "Vou Nadar Até Você". Um filme lindo, com uma fotografia belíssima e que mostra vários cenários do litoral paulista e do norte do Rio. Vale a pena conferir.

Sinopse: "A jovem fotógrafa Ophelia acredita ter descoberto quem é seu pai e, determinada, sai de Santos, a nado, rumo a Ubatuba, onde espera encontrá-lo. Antes de partir, envia-lhe uma carta avisando que está a caminho.".

Filme Vou Nadar Até Você

Pedalei por entre árvores e suas raízes. Não canso de me impressionar com a quantidade de maritacas felizes, cantantes e saltitantes que temos no Aterro do Flamengo. Um espaço que nos possibilita um infinidade de olhares. Que nos faz sentir a paz da natureza e pensar que o segredo dela é a paciência.


Por indicação de uma amiga assisti ao filme "Escalada". Uma história real muito louca. Sério, o filme é baseado no fato real de um francês que parte para uma jornada de subir o Everest sem nenhuma experiência. O filme traz cenários belíssimos, é descontraído e emocionante. Uma gostosa aventura que fala em determinação e seguir em frente. "Numa escalada, não importa a velocidade. O mais importante é não parar.".

Sinopse: "Samy é um francês negro que mora no subúrbio, Setor 93, e vive encantado por sua linda amiga de infância, Nádia. Sem dar segurança a moça que gosta dele mas não demonstra e que teme por sua instabilidade econômica, Samy faz uma promessa maluca de subir o Everest para conquistar o amor de Nádia, ou… um beijo.".

Filme Escalada

Rolou muito chamego dentro de casa porque essa convivência 24X7 exige muita compreensão, carinho, paciência e flexibilidade. 


Assisti ao drama espanhol com um "q" de comédia ou a comédia com pitada de drama "Nossos Amantes". O que me chamou a atenção para o filme foi o fato de a história começar em um livraria. Um filme divertido, com uma história interessante e diálogos inteligentes. Gostei também dos cenários de Saragoça escolhidos para o filme: livraria, cafeteria, museu, praças. 

Sinopse: "Um homem e uma mulher desiludidos no amor se conhecem no bar de uma livraria e começam a namorar, mas somente lá - e sem saber nada um do outro.".

Filme Nossos Amantes

Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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sábado, 5 de setembro de 2020

Jardim Botânico - Região Amazônica

 

Hoje é dia da Floresta Amazônica que eu sou louca pra conhecer de perto. Ver seus rios, a mata riquíssima, os animais, a biodiversidade, ouvi seus sons, sentir seus cheiros, ouvir suas histórias. 

Mas enquanto não consigo fazer essa viagem, fico com o pedacinho carioca da Amazônia no nosso Jardim Botânico.


Jardim Botânico  - Região Amazônica

Sim, o Jardim Botânico do Rio tem uma área dedicada à Região Amazônica que é bem pouco explorada pelos visitantes que acabam focando nas partes mais famosas, como o Lago Frei Leandro, a aléia das palmeiras centenárias com o chafariz, o orquidário, o cactário, entre outras mais exploradas.

Um dos atrativos da Região Amazônica do Rio de Janeiro é o Lado do Pescador. A cabana tem as características das moradias amazônicas tradicionais.

Jardim Botânico  - Região Amazônica

Tem o pescador simbolizando o caboclo.

Jardim Botânico  - Região Amazônica

A área foi toda reformada em 2017, mas eu gosto dessas fotos antigas. Não sei, mas me dar um "q" de Van Gogh, nessa foto. Meio doida eu, né?

Também fazem parte desse conjunto o trapiche que dá acesso à cabana. No interior da moradia encontramos uma exposição com objetos e fotografias sobre os saberes e fazeres da população ribeirinha.

Jardim Botânico  - Região Amazônica


A coleção de planta teve início na década de 1920, na administração de Pacheco Leão. 

Jardim Botânico  - Região Amazônica

Os tons de verde, o colorido, a variedade encanta. 

Jardim Botânico  - Região Amazônica


Espécies como o Pau-Mulato que impressionam pela altura que atingem (20 a 40 m), pelo tronco reto e liso com casca na cor parda quase bronze e que ramificam apenas nas pontas. 


Jardim Botânico  - Região Amazônica

As Samaúmas que encantam pela imponência. Podem alcançar até 60 m de altura por 210 cm de diâmetro, com enormes raízes tabulares (sapopemas) que atingem até 5 m. As raízes são a grande atração dessas árvores. Rendem belas fotos. 

Jardim Botânico  - Região Amazônica

Além de outras espécies como seringueira, açaizeiro, andiroba e até o mogno e a castanheira, ameaçadas de extinção, ganham merecido destaque no roteiro de visitação. Os cacaueiros também são lindos de ver. 









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