quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Filme De Repente Uma Família



Assisti, junto com a Ana Luiza, ao filme "De Repente Uma Família" na pré-estreia e mesmo já tendo visto estamos ansiosas com a estreia, pois queremos ver de novo. 

Baseado em fatos reais, é aquela comédia que faz a gente chorar de rir e rir do tanto que chorou.

O longa conta a história do casal formado por Ellie (Rose Byrne) e Pete (Mark Wahlberg) que focou na vida profissional adiando a decisão de terem filhos até que sentem o desejo de serem pais, mas se acham velhos para começar do início. Por isso começam a cogitar, meio que "falei por falar", em adotar uma criança e não um bebê como uma alternativa para tirarem o atraso da maternidade/paternidade tardia.

Começam o processo visitando sites de adoção, na verdade acolhimento, e olhando aquelas carinhas fofas pedindo por um lar. Comovidos, mas ainda cheios de incerteza, chegam até a fazer um treinamento ministrado pelas personagens de Octavia Spencer, e Tig Notaro, da série Transparent, que interpretam as assistentes sociais responsáveis pelos processos de adoção. Momento que rende ótimas risadas.



Durante o processo de decisão e escolha eles acabem se encantando com uma adolescente de 15 anos cheia de personalidade, a Lizzie (Isabela Moner). Acontece que é um pacote completo porque Lizzie tem dois irmãos mais novos pelos quais ela se sente responsável. Isso mesmo, Lizzie vem com Juan e Lita. E separar irmãos não é legal, ainda mais irmãos tão fofos.

Pois é, o casal corajoso para uns, louco para outros, revolve assumir o pacote completo e de uma hora para outra encarar a maternidade/paternidade com três crianças muito diferentes em casa e um cachorro. Nem preciso dizer que isso mudar as suas vidas completamente e para sempre.


Ser pai e mãe já não é fácil. São funções cheias de dificuldades mesmo para quem tem o tempo da gestação e começam se adaptando com aquele bebezinho indefeso, passam pelas dificuldades e aprendizado de todo um caminho até chegar à adolescência dos filhos. Tá certo que aí eles se transformam, parece que são substituídos por alguém que você não conhecia... e coisa e tal.

Agora imagina começar toda essa vivência, esses conflitos, esses aprendizados e adaptações já com três crianças que carregam uma história que você não conhece?! 

As dificuldades são enormes! E o legal do filme é que mostra todas essas problemáticas pelo lado positivo com aquele apelo que podemos rir dos nossos problemas e das nossas dificuldades, e que com amor, persistência e boa vontade, no final dá tudo certo. Porque amor de mãe e pai são fundamentais.


Sinopse:
Baseado na história real do diretor, Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne) são um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo, eles acabam se apaixonando pela adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam as suas vidas por inteiro.



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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Garrafas Pintadas para o Chá de Fraldas

Eu serei titia mais uma vez. Uma alegria!



Um amor por uma pessoinha que ainda não conhecemos, mas que já está chegando começa a crescer. Uma vontade de estar perto, de estar envolvida e de poder ajudar desperta.

E foi nessa vontade de ajudar, de mostrar um pouco do que já sinto por esse menino que está para chegar que pintei com muita alegria as letras do nome dele. E também as garrafas para servirem de enfeite de mesa no chá de fraldas.

Centros de mesas para chá de fraldas

Motivada pelo carinho, pela vontade de fazer tudo caprichado pra ele, usei nas garrafas as cores presentes na decoração do quarto do meu sobrinho.

Confesso que tive muita dificuldade com a cor cinza, mas com a ajuda da minha professora de pintura, a Odila Freire, cheguei a uma combinação que me agradou.

Garrafas pintadas para decoração de chá de fraldas

Usando as mesmas cores, variei nos modelos de flores. 

Decoração de chá de fraldas

Por trás de cada pincelada tem carinho, cuidado e capricho. Tem delicadeza e dedicação.


Eu fiquei muito feliz em ver o chá de fraldas arrumado, decorado e com a minha participação ali de alguma forma. 


Um chá de fraldas, chá de bebê, chá de cegonha, ou qualquer outro nome para este evento que é tradição não apenas no Brasil, mas em outros países também, é muito mais do que um festejo para receber presentes e colaboração na preparação do enxoval.




Vai muito além de um encontro entre amigas para uma conversa descontraída, de troca de experiências e curiosidades sobre a maternidade, de planos e sonhos para o novo ciclo. 

O chá de fraldas é uma demonstração de carinho, de atenção, uma forma de mostrar a esse bebê o quanto ele já é bem-vindo, esperado e amado.

Cada garrafa pintada por mim para o chá de fraldas do meu sobrinho Ian estava de carinho, de amor e de sentimentos de boas vindas.





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sábado, 24 de novembro de 2018

Filme Po (A Boy Called Po)


Estreou ontem, dia 22/11, no cinemas brasileiros o filme "PO", no original "A Boy Called PO".
Como eu não pude ir à cabine de imprensa, tive o prazer de receber o link para assistir ao filme em casa. E acabei de fazê-lo. Estou aqui escrevendo este post ainda com os olhos molhados.

Filme A boy called Po


David (Christopher Gorham) é um engenheiro aeroespacial supercapacitado que está envolvido em um projeto inovador no seu trabalho. Além disso, David é um viúvo recente que ficou sozinho cuidando do filho Patrick – que gosta de ser chamado de PO  um garoto autista, de inteligência acima da média e coração maior do que o da maioria das pessoas. 

O filme retrata a dificuldade de David em seguir a sua vida após a perda de esposa e a dificuldade de Po em se manter presente sem a presença da mãe. O trauma pela ausência de sua mãe intensifica os problemas de desenvolvimento que desafiam Po e seu pai, e leva a escola a acreditar que o menino está regredindo, não se recuperando.

Filme Po (A Boy Called Po)


Toda a problemática de cuidar sozinho de um filho com necessidades específicas, administrar a casa, conciliar o tempo entre trabalho e paternidade por si só já seriam suficientes para estressar qualquer pessoa, deixá-la sem paciência e se questionando sobre a própria capacidade de conduzir a vida. 

Mas o filme vai além. Inclui na história, a todo o momento, uma nova barreira para David. Os problemas no trabalho se agravam, dificuldades financeiras se intensificam, confronto com o serviço de assistência social que questiona a capacidade de David de cuidar do próprio filho e recomenda um centro especializado para desenvolvimento de crianças no espectro. Por esse lado achei que houve um certo exagero no tom de dramaticidade do filme. Acho que pesou a mão. 

Por outro lado, o filme abordou questões como a importância da inclusão em ensino regular, a dificuldade da escola em alinhar o discurso da inclusão com a prática efetiva desta. Falou de bullying e da displicência de quem está próximo e faz vista grossa nessas situações.

"Po" é um tanto previsível sim, mas no todo o filme é emocionante porque a história em si, na sua essência, e por isso eu achei exagero o acúmulo de toques dramáticos, é tocante e sensível, faz a gente pensar em inclusão e querer um mundo melhor para essas crianças. Faz a gente pensar sobre empatia. Faz a gente querer ser melhor. E derramar lágrimas. 

E vamos ser bem sinceros, a atuação de Julian Feder, na pele do menino autista de 11 anos que acabou de perder a mãe e encara diariamente crianças da  6a série, é sensacional. O garoto passa credibilidade em cada um dos seus gestos, no jeito de andar e principalmente nos olhares perdidos. Imagino o quanto deve ser difícil se parecer com uma criança autista, quando não se é. E vou te contar, o jeito dele balançar os braços, as mãos meio trincadas e os olhares perdidos  me fizeram, por algum momento, questionar se era somente interpretação.

Filme Po (A Boy Called Po)



Sinopse:

Após a morte de sua esposa, David Wilson (Christopher Gorham) fica com a responsabilidade de cuidar sozinho do seu filho autista, Patrick (Julian Fader). PO, como o garoto gosta de se chamado, é extremamente inteligente, mas enfrenta dificuldades para ser compreendido e aceito pelas pessoas à sua volta e, assim, se afasta cada vez mais do mundo real ao deixar sua mente viajar para um universo de fantasia, onde se sente mais confortável. Enquanto as dificuldades que cada um deles enfrenta em seu próprio mundo ameaçam separá-los permanentemente, pai e filho lutam para lidar com a perda e para se adaptar a essa nova realidade.



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domingo, 18 de novembro de 2018

A Semana 46 de 2018 - (In)utilidades



A semana acabou, aquela de de cinco dias úteis cheios de tarefas, atividades e funções, e temos um final de semana para descansar, recarregar as energias, fazer as coisas que não conseguimos naqueles cinco dias. E aí vem um novo começo, mais um ciclo de cinco dias atribulados e atarefados. 

Sabe, essa coisa de cinco dias úteis, que para muitos parecem inúteis intercalados de dois dias inúteis, esses sim cheios de utilidades?! Eu gosto de dar uma bagunçada nesse ritmo mesmo eu trabalhando nos tais duas úteis. Gosto de colocar um pouco de final de semana nos meus dias de semana e assim não chegar ao sábado e domingo tão desesperada para ter o tal descanso merecido. 

Para conseguir isso eu planejo, me organizo, dou um jeitinho daqui, uma flexibilizada dali. Mas nem sempre dá tudo certo, nem sai como o planejado. 

Nesta semana, por exemplo, planejei resolver umas pendências com a Sofia no sábado. E fomos! Mas não conseguimos resolver o que tínhamos planejado e ainda atrasamos para voltar em tempo de preparar o almoço. O que fizemos então? Aproveitamos para passear, almoçar em um restaurante legal, fazer um caminho diferente e dar uma pausa para turistar na nossa cidade.

Desde que o Mirante do Joá tinha sido revitalizado em 2012 que eu não dava uma parada ali para apreciar a vista maravilhosa para a Praia de São Conrado, pro Morro Dois Irmãos e o Clube Costa Brava.

O espaço pequeno ficou super charmoso com o mosaico de azulejos, bancos de madeira e a caixa do "Livro Livre". Deu até vontade de pegar um livro e ficar sentada por ali mesmo, sentindo o vento, apreciando a vista e lendo uma boa história.

A pendência continuou pendente. mas a frustração foi substituída pela leveza do passeio em família.


Combinei com uma amiga de sairmos para tomar um café, conversar, rir, compartilhar as experiências da semana, e coisa e tal. Mas não rolou na hora combinada, pois cada uma teve um imprevisto. Acabamos deixando para um sorvete mais tarde. E fomos! E no caminho do nosso sorvete encontramos vários elefantinhos da Elephant Parade Rio 2018.

O café frustrado se transformou em um sorvete com arte e pôr do sol.


Essa coisa de encontrar a manada da Elephant Parade me empolgou e resolvi voltar a pedalar pela manhã. O objetivo era ir até à Urca e aproveitar para encontrar as três esculturas que estão por lá.

Comecei o primeiro dia útil da semana acordando cedo e saindo da cama. Não permiti que o conforto do travesseiro macio vencesse o banco duro da bicicleta. Já fazia um tempinho que eu estava deixando a preguiça me dominar e ficava rolando na cama até o limite da hora pra levantar. Naquela segunda, incentivada pela vontade de encontrar as peças da exposição ao céu aberto, decidi fazer diferente. 

Pedalei até a Urca, rodei por lá e nada dos elefantes. Eles estão no Pão de Açúcar! 

Frustração?! Que nada! Foi muito proveitoso e gratificante. Ainda aproveitei para fazer uma "investigação" sobre um vídeo bem fake que rolou pela internet. Mas isso eu conto depois. 

Espero me lembrar dessa sensação maravilhosa todas as manhã e pular da cama cedo pra ter um dia com mais disposição.


Recebi o convite para a cabine de imprensa do filme "Um Segredo em Paris" e nessa eu pude ir. A maioria das cabines, por serem no horário de expediente, quem vai no meu lugar é a minha amiga do @cineeilumine.

Pelo título eu esperava um filme mais movimentado. E na verdade eu gostei da tranquilidade e da calma com que a trama se desenrola. Saí do cinema com a sensação de que devagar, com calma, aproveitando a caminhada, conseguimos chegar onde precisamos. 


Como a semana tida como útil seria pra lá de útil, cheia de trabalho, coisas da família para resolver e ainda curso para fazer, eu senti necessidade de colocar um pouco de arte na hora do meu almoço. 

Voltei ao CCBB para rever com calma parte da Mostra de Jean-Michel Basquiat já que um pedaço dela eu passei meio apressada. Mas resolvi primeiro dar uma passada rápida no segundo andar para espiar a exposição "100 Anos de Athos Bulcão". Me deliciei. Me envolvi com as as formas e cores e me perdi no tempo. Quando me dei conta já estava na hora de voltar. Rever Basquiat ficou para outro dia.

Planejei de um jeito, aconteceu de outro e foi melhor do que a expectativa.


Retornei à sala de aula para fazer um curso rápido de um mês. O curso tem bastante atividade prática e confesso que sair às 21 horas, após um dia de trabalho e algumas horas de aula, para fazer entrevistas na rua estava me desanimando. Na verdade fui me arrastando, pensando em dar uma desculpa, empurrada mesmo pela tal responsabilidade. Eu imagina encontrar pessoas apressadas, cansadas e doidas para chegarem em casa. 

Vou contar uma coisa: foi ótimo! Encontrei receptividade, histórias inesperadas e bem diferentes, senti o verbo cooperar sendo conjugado com facilidade. Depois vou contar essa experiência. Voltei pra casa cheia de energia, alegria e com essas histórias para contar. 


Era dia da minha aula de pintura. Aquela que eu adoro, que me relaxa, me desconecta e reconecta, me transporta. Mas recebi o convite para a pré-estreia do filme "de repente uma família". E a Ana Luiza queria ir comigo. Foi hora de flexibilizar! Faltei a aula de pintura e fui ao cinema com a minha filha assistir a essa comédia baseada em fatos reais. Chorei de rir e ri do tanto que chorei. Vou fazer um post sobre o filme que estreia em 29 de novembro. 


Na onda de colocar (in)utilidades no meio dos meus dias uteis e ainda querendo encontrar com todos as esculturas de babies elefantinhos, usei a minha hora do almoço para passa na Caixa Cultural, pois ali teria um perdido da manada. Seria coisa rápida encontrar a escultura, fazer umas fotos, ver o colorido, achar fofinho e ainda daria tempo para comer algo. 

Mas cadê o bichinho? Fugiu ou a informação estava errada? Não sei. Só sei que acabei dentro da exposição "Labirinto de amor". Uma exposição agradável de ver. Colorida, que utiliza materiais comuns que facilmente reconhecemos e que despertam a memória. Tive a sensação de que as peças estavam me contando histórias e quando me dava conta eu estava ali mentalmente contando as minhas histórias para elas. Muito interessante! Teve um momento que fotografei os versos de uma música que estavam bordados em uma das peças para mandar para duas amigas. Queria que elas revivessem aquela história comigo.

Mais uma vez foi melhor do que o planejado.


Às vezes, no meio desses dias úteis rola um feriado que é esperado com contagem regressiva. Aconteceu nessa semana. Um feriado emendado para todos da família, menos para euzinha. Tudo bem! Fomos todos para Cabo Frio, passamos o dia na praia. Nada como um mergulho na água salgada, pular ondas, furar outras, sentir a água gelada no rosto, o borbulhar da espuma na pele, o ar ao colocar a cabeça para fora, o cabelo com água escorrendo nas costas, a sensação de liberdade, para dar disposição, trazer paz de espírito, proporcionar satisfação. 

Valeu! Os mergulhos valeram pegar estrada para ir com a família, pegar estrada para voltar para trabalhar enquanto eles ficavam lá, pegar estrada para retornar para encontrar a família e dar outro mergulho nesse mar. 



Muitas vezes sobrecarregamos os nosso dias com utilidades inúteis e nos esquecemos da inutilidades tão úteis. Nos deixamos frustrar porque o planejado não aconteceu conforme a nossa expectativa e não percebemos que foi até bem melhor assim. 

Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Filme Um Segredo em Paris



Estreou esta semana nos cinemas a comédia romântica francesa "Um Segredo em Paris" que eu tive o prazer de assistir na cabine de imprensa.




O filme conta a trajetória da Mavie (Lolita Chammah), uma garota solitária que sonha em ser escritora. Em busca de seu sonho e de si mesma, Mavie deixa a sua cidade na região de Île D’Aix e se muda, com poucos pertences e seu gato, para a encantadora e cheia de opções Paris.

A princípio, a jovem mulher, se hospeda no apartamento de uma amiga (Virginie Ledoyen). A diferença de temperamento entre as duas amigas torna o que poderia ser uma boa opção para duas mulheres da mesma idade, vindas de uma cidade do interior para a grande capital, um incômodo para a tímida e introspectiva Mavie.

Motivada pelo incômodo causado pelos encontros sexuais e barulhentos da amiga, Mavie parte em busca de uma nova moradia. É neste momento que a aprendiz de escritora e amante da leitura encontra um emprego em uma livraria bagunçada raramente procurada pelos clientes. Junto com o emprego vem a oportunidade de um novo local para morar.

O dono da livraria, Georges (Jean Sorel), tem em torno dos 70 e poucos anos, meio emburradão, esquisito e que esconde um passado misterioso. Apesar das diferenças de idade, de realidade e de temperamentos, a convivência diária dos dois solitários, leva a um sentimento de amor mais conceitual. Eles têm consciência do sentimento que os une, mas acreditam que é impossível concretizá-lo fisicamente.

"Um Segredo em Paris" acompanha o dia a dia de Mavie pelas charmosas ruas da capital francesa, com pausas na cafeteria para anotações de seus pensamentos, passeio silencioso de carro à beira do Sena, um parque escondido. Para dar um toque diferente a todo esse cenário de causar inveja, um mistério curioso está acometendo a cidade luz: gaivotas despencam do ar em pleno voo.

Um filme singelo que fala de um amor improvável, com uma trama tranquila e gostosa de acompanhar e algum mistério de leve.


Sinopse:
Mavie é uma garota de 27 anos, solitária, desajeitada e cheia de dúvidas. Em uma busca incisiva por descobrir que caminho seguir na vida, ela se muda para Paris e conhece George, um velho livreiro solitário e cínico, que não espera mais nada da vida e carrega um passado obscuro. O amor pode assumir diferentes formas e, no caso deles, um jeito não convencional de relacionamento surge e, definitivamente, mudará o caminho de Mavie e seu modo de ver a vida.


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