sexta-feira, 21 de setembro de 2012

É Primavera no Vida de Mãe!

Hoje eu estou no Blog Vida de Mãe da Nestlé com dicas para curtir a primavera com as crianças. Vou ficar muito feliz de encontrar vocês por lá. Venham nos visitar! Basta clicar na imagem abaixo.


Pequenas Felicidades: Post #31

Mais uma semana corrida, repleta de funções a serem realizadas o que poderia deixá-la aparentemente chata. Mas quando paro para rever as Pequenas Felicidades junto com a Rita Corrêa, do blog Botõezinhos, reconheço que eu escolho ser feliz e tenho muito a agradecer.








- Passear com a família, aproveitar para relembrar momentos felizes, compartilhar histórias, curtir um dia lindo, admirar a natureza nos deixa com a alma sorrindo.




- Sair com a Ana Luiza, minha adolescente, passar o dia juntas fazendo um programinha bem mulherzinha tipo salão e shopping nos deixa felizes com a cumplicidade.


- Tirar umas horinhas, depois de um dia de trabalho, para jogar conversa fora, falar besteira, tomar um vinho e rir com uma amiga me deixa leve.



- Ir à casa do meu pai encontrar com a minha irmã e fazermos os planos da nossa próxima viagem me fez sonhar.

- Fazer várias sessões de cineminha em casa com filme para todos os gostos me deixou tranquila e com uma sensação de aconchego.

 Com a Sofia.


Com a Ana Luiza.

Com o marido.

- Receber a minha amiga Gisele aqui em casa, conversar, rir, rever as fotos antigas, contar das nossas aventuras e viagens para a Ana Luiza e a Sofia me deu a certeza de já ter vivido muitos momentos que valeram a pena. 

Eu com a blusa de Abrolhos, uma viagem inesquecível que quero refazer com as minhas filhas.

- Brincar com as filhas com as brincadeiras que eu fazia com o meu pai (bicicleta com as solas dos pés encostadas sem poder deixar soltar), jogar imagem e ação e desenhar muito me fez sentir recompensada.
 

Sim, eu levanto o dedo: escolho ser feliz!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sorteio de lançamento da fan page


Lançamos a Fan Page do Inventando com a Mamãe  no Facebook e queremos presentear um de nossos visitantes.
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Para concorrer:
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Sorteio
Resultado dia 24/09

Boa sorte :)




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Como parar de roer as unhas



Eu fiz esse post no Recanto das Mamães Blogueiras , em 16 de agosto de 2012, falando do meu vício de roer as unhas, como eu consegui finalmente parar e do vício da Ana Luiza e das tentativas frustradas, ate o momento, para ela parar com esse hábito.


Eu tinha o vício de roer as unhas desde criança. Nunca as roí a ponto de me machucar, de ter infecções bacterianas na área das cutículas, nem dos dedos e nem do contorno da boca. A minha onicofagia também não prejudicou a minha arcada dentária. E na verdade ela não me incomodava muito. Incomodava, sim, a minha mãe que vivia reclamando, dizendo que eu ficaria com dedo de cabeça de cobra, com verminose, etc...

Diante de tantas reclamações eu fiz diversas tentativas para deixar as unhas crescerem:

- estar com elas sempre esmaltadas;
- passar base com sabor amargo;
- substituir o hábito de roer as unhas por chiclete;
- estar sempre com uma lixa na bolsa pronta para acertar qualquer pontinha.

Eu consegui ter as unhas decentes por diversas vezes, mas assim que surgia alguma situação de angústia, de nervosismo ou apreensão, eu retornava ao velho hábito.

Quando a Ana Luiza, minha filha mais velha, estava com dois anos ela começou a roer as unhas. Eu corri na psicóloga que, para meu desespero, me informou que naquela idade a criança não tem sentimentos como ansiedade, angústia, insegurança, timidez ou baixa autoestima associados ao ato de roer as unhas. Muito provavelmente a Ana Luiza estava roendo as unhas como um gesto de imitação. Nessa hora quase que eu sentei em cima das minhas mãos.

Bom, fui para casa decidida a parar de roer as unhas. E assim eu fiz por mais de um ano. Por amor aos filhos mãe consegue fazer qualquer coisa, né? Porém, o meu esforço não trouxe resultados para a Ana Luiza que continuou roendo as unhas e eu acabei voltando com esse péssimo hábito. Sempre parando durante um tempo e depois retornando.

Agora, há um ano, a dentista da Ana Luiza nos informou que o hábito de roer as unhas está afetando a arcada dentária dela. Tá aí um motivo forte para conseguirmos vencer esse vício. Começamos juntas todas as tentativas:

- fazer as unhas frequentemente. Não adiantou, a Ana Luiza come o esmalte e as unhas.
- passar base com sabor amargo. Não adiantou, a Ana Luiza se acostumou com o sabor.
- eu ficar atenta e sempre falar para ela tirar a mão da boca. Não adianta porque ela não está o tempo inteiro comigo.

Juro que cheguei ao cúmulo de enrolar os dedos dela com esparadrapo enquanto ela está em casa. Não adiantou, o tempo em que está na escola é suficiente para comer todas as unhas.

Então eu resolvi participar da Blogagem Coletiva de Esmaltes, promovida pela Fernanda Reali, como um estímulo para pararmos juntas de roer as unhas. Para mim a blogagem foi um sucesso. Desde o meu primeiro post nessa blogagem eu nunca mais roí nem um pedacinho de unha. E nem tenho vontade.

 Unhas na primeira participação na Blogagem Coletiva de Esmaltes.


Agora eu só penso em fazer as unhas, experimentar novos esmaltes, conhecer as cores dos lançamentos, etc. Meu vício agora são os esmaltes.

Unhas hoje com quase um ano de participação na Blogagem Coletiva de Esmaltes.



A Ana Luiza participou na nossa primeira blogagem, mas não deu continuidade e continuou com a onicofagia.

Aqui, em 16 de agosto de 2012, eu disse que a minha próxima tentativa para alcançar o objetivo de fazer a Ana Luiza parar de comer as unhas seria colocar umas unhas postiças bem pequenas, adequadas ao tamanho e idade dela.

E fizemos exatamente isso nesse final de semana. Aplicamos unhas de acrigel, bem pequenas, nada exagerado.


A mãozinha da minha adolescente ficou mais linda ainda.



Assim espero que as unhas da Ana Luiza cresçam, que ela se sinta estimulada a mantê-las bonitas, deixe de lado esse hábito que está prejudicando os dentes dela e, quem sabe, participe das Blogagens Coletivas de Esmaltes com mais frequência.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Depois do susto, a meleca de chocolate


Eu estive na palestra do Mães em Ação na prevenção de acidentes e, claro, ouvimos muito sobre como prevenir os acidentes. E conversamos também sobre a importância de saber agir quando acontece algum imprevisto. A dica número um foi unanimidade: manter a calma.

Passei por uma situação que me mostrou bem a diferença entre manter a calma e entrar em pânico.

Sintam o drama da situação!

Estávamos nos encaminhando para embarcar para Aracaju, faltando apenas 30 minutos para o avião decolar, quando passamos em frente a uma loja de chocolate e a Sofia me pediu um Chumbinho que ela adora.

Comprei o chocolate para a minha filhota já pensando que este renderia um bom tempo de distração durante o voo.




Já estávamos na fila para embarcar, a Sofia abre a caixa do famigerado chocolate, enche a mão com as bolinhas deliciosas e...


Leva a mão à boca.


Olha pra mim e diz:

- Mãe entrou um chumbinho no meu nariz, está doendo e eu não consigo respirar.
- Calma, filha. Puxa o ar pela boca e solta pelo nariz com força. Não puxa o ar pelo nariz.

O perigo era a maldita bolinha entrar, ir para o pulmão, a criança engasgar e coisa e tal.  Nessa hora o pai fica nervoso e fala:

- Não vamos mais poder viajar! Vamos para o hospital! Não posso embarcar com a criança com uma bola no nariz! Qual o pronto socorro que tem otorrino?! E blá, blá, blá.

A Sofia fica mais nervosa, começa a chorar porque quer viajar, quer respirar e quer parar de sentir dor.

- Sofia, por favor, não chora, a gente vai resolver e vai viajar. E se chorar não funga, por favor!

A Ana Luiza com toda a impaciência e intolerância provinda dos hormônios da adolescência fica irritada e começa:

- Agora eu não vou poder viajar porque essa pirralha fez besteira! E as minas roupas? E a minha mala que já está no avião? Não posso sair do aeroporto e deixar as minhas roupas! Que saco!

Gente, vocês não têm noção! Um tumulto geral que aconteceu em fração de segundos! Aqui eu estou escrevendo cada diálogo de uma vez, mas lá eram todos falando junto e ao mesmo tempo e ainda misturado com choro.

Eu pensei: a bolinha é de chocolate e vai derreter com o calor do corpo. Só não pode e ser inalada antes disso! Chamei a Sofia para um canto com o objetivo de afastá-la da tensão.

- Sofia, vamos ali embaixo da luz para eu ver essa bolinha.

Nessa hora o "paizinho querido do meu coração" falou:

- Não adianta ir embaixo da luz, a bola é escura, o nariz é escuro, você não vai ver nada e dá para ver a bola por fora. Não tá vendo o caroço enorme que está ali.

 Claro que esse comentário não ajudou em nada e só deixou a Sofia mais apavorada.
Saí dali, cheguei embaixo da tal luz, com os polegares eu tampei os ouvidos da Sofia, pedi para ela abrir a boca e com um dos meus dedos indicadores eu tampei a narina que estava sem a bolinha e falei:

- Sofia levanta um pouco a cabeça para eu ver dentro do seu nariz!

Bem rapidamente eu encaixei a minha boca na da Sofia e dei uma soprada bem forte. Com isso a tal bolinha de chocolate voou longe junto com todo o ar que eu coloquei pra dentro da criança. Nós retornamos para a fila de embarque, felizes e faceiras, mostrando a  prova do crime e voamos para Aracaju

No final ficou tudo bem, só uma história pra contar e motivos para risadas. Mas só consegui isso porque mantive a calma e não entrei na pilha do estresse familiar.

No dia seguinte a Sofia fala:

- Ih, a minha meleca está com gosto de chocolate!

Ecaaaaa! Não acredito! Agora eu vou estressar!


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