terça-feira, 9 de outubro de 2018

Bolo de Tâmaras, Gengibre e Nozes


Em um domingo como muitos outros eu iria receber as amigas de longas datas para um lanche lá em casa, como fazemos com frequência. 

Apesar de ser algo comum, fazemos sempre isso, sem grandes preparativos, nem planejamento, me deu a vontade de fazer um lanche mais caprichado, com algumas comidinhas diferentes. 

Comecei pelo bolo. Quis experimentar uma combinação que eu não tinha usado ainda: bolo de tâmaras com gengibre e nozes. E não é que ficou muito bom?!


bolo de tâmaras, gengibre e nozes




O que utilizamos:

- 2 xícaras de farinha de trigo integral;
- 1 xícara de farinha de trigo;
- 1 xícara de manteiga derretida (eu usei ghee);
- 2 xícaras de açúcar mascavo;
- 4 ovos;
- 1 colher de sopa de fermento em pó;
- 200g de tâmaras sem caroço e picadas;
- 1 copo de água fervente;
- 1 colher de chá de bicarbonato;
- 2 colheres de chá de gengibre em pó;
- 100 g de nozes picadas.

Como fizemos:

Colocamos as tâmaras na água fervente, acrescentamos o bicarbonato e reservamos.
Em uma tigela peneiramos a farinha e reservamos.
Batemos a manteiga com o açúcar. Juntamos os ovos um a um sempre batendo.
Acrescentamos a farinha peneirada e misturamos bem.
Adicionamos as tâmaras com a água, o gengibre em pó e as nozes. Demos aquela misturada para finalizar e despejamos na forma untada e enfarinhada.
Levamos ao forno pré-aquecido a 180º por aproximada mente 40 minutos.

Esperamos esfriar para desenformar, decorar com flores comestíveis e morangos, e servi para nossas amigas.




Você pode me encontrar também

domingo, 7 de outubro de 2018

A Semana 40 de 2018 - Terminar para começar


A semana foi de pé no freio para organizar as coisas. Eu abri muitas frentes e fiquei cheia de pendências, atividades iniciadas e parada pelo meio do caminho. Esse acúmulo de itens por fazer me deixa ansiosa, me sinto tumultuada e acabo ficando desanimada.

Só de peças pintadas eu tinha quatro quase prontas, mas que não saíam desses status há um bom tempo. Comecei por aí a minha lista de tarefas a serem concluídas. Dediquei o final de semana para finalizar algumas pinturas.

Fiz uma aula extra no sábado para terminar a escadinha que estou fazendo para o meu sobrinho. Toda colorida, cheia de detalhes e de carinho. Pelo visto até a Xina gostou do resultado.


Contei com a ajuda da Ana Luiza para terminar as mesas para as minhas amigas. Ficaram tão lindas que eu até já fiz um post sobre elas antes mesmo de entregá-las: "Pintura - Mesas Portáteis para agradecer".


Concluir uma tarefa a que me propus traz um sentimento de realização que me gera tranquilidade, uma sensação de harmonia, de leveza. 

Concluir as tarefas com a ajuda da filha, depois de passar horas juntas conversando, aí é felicidade total!


No domingo, ainda estava n propósito de continuar finalizando pendências, mas um convite inesperado da Sofia me fez sair dos planos. 

Ela queria ir à praia à tarde. Eu adoro praia no final de tarde. Larguei tudo e lá fomos nós. 

A praia não estava boa. O mar estava mexido, não sei, não estava bonita como de costume. Mas para nossa surpresa estava tendo a Parada Gay na Praia de Copacabana e fomos lá dar uma olhada. 

Dançamos um pouco, observamos as pessoas felizes, o clima de animação e descontração. Depois voltamos para casa rindo. 



Sair do planejado, deixar uma atividade para depois e me permitir o inesperado também me traz uma sensação de alegria, e de realização.

Eu ia começar a escrever os posts sobre a viagem que fiz com a minha mãe, mas me lembrei que ainda não tinha concluído os posts sobre São Paulo, nem sobre Foz do Iguaçu. Voltei então para a minha linha de não abrir mais frentes antes de concluir algumas e foquei em terminar os posts sobre o nosso sábado intenso de mãe e filhas em São Paulo. Consegui! Foi ótimo porque dei uma agitada no blog que ficou parado alguns dias e me senti realizada concluindo a tarefa e grata por poder viver tudo isso com as minhas filhas.

A semana foi de bastante foco no trabalho para concluir uma etapa do projeto. Os almoços foram corridos. Mas reservei dois dias para encontrar as amigas, comer comida saborosa com calma acompanhada de boa conversa. Ter esse fôlego no meio do dia me dá ritmo para continuar o dia com foco em realizar as atividades planejadas.


Fazer pouco para ter a sensação de que fez muito, ter o prazer de sentir a minha capacidade de realização. Realizar para sentir realizada. Foi assim.

Este post faz parte da BC #ReolharAVida proposta pela Elaine Gaspareto que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.




Você pode me encontrar também


Pintura - Mesas Portáteis para agradecer


Sabe aqueles momentos em que você não sabe se casa ou se compra uma bicicleta? Se segue em frente ou se pega o atalho? Pior, aqueles momentos em que você não consegue decidir entre uma coisa ou outra e tudo o que fica sonhando, desejando, é ter um clone para viver as duas experiências ao mesmo tempo? Nessas horas nada como ter amigas.

Amigas que te ajudam a clarear as ideias, amigas que conseguem ver o que você quer quando você ainda não consegue enxergar, amigas que te ouvem e te ajudam a fazer a escolha, a abrir mão de um dos caminhos e seguir o outro com segurança e tranquilidade. 

E eu tenho! Quando as questões são profissionais eu tenho aquelas amigas. Quando as questões são familiares eu tenho outras amigas. Quando a necessidade é só dar boas risadas e relaxar, também tenho. E quando preciso de ombro, de desabafo, de choro, também tenho. Graças a Deus. 

Foi justamente para agradecer a duas amigas que me ajudaram em um momento de dúvida, de decisão importante que eu precisava tomar, que eu pintei com muito carinho essas duas mesas.


Mesas portáteis na decoração

Escolhi as cores, o modelo, o desenho pensando nelas. Pensando no jeito e na personalidade delas.

Mesas portáteis na decoração

Mesas feitas por mim para demonstrar a minha gratidão.

Mesas portáteis na decoração

Para mostrar o quanto as amizades são importantes e valiosas.

Mesas portáteis na decoração

Para mostrar que não precisamos estar juntas o tempo todo, podemos ficar algum tempo sem nos falar, podemos não saber tudo da vida uma da outra, e mesmo assim a amizade é real.

Mesas portáteis na decoração

Para mostrar para quem duvida que mulheres são amigas uma das outras, que acha que são concorrentes, que questiona a lealdade entre as mulheres, que existe sim amizade entre nós.

Mesas portáteis na decoração

Amizade com envolvimento, com sentimento, profunda e ao mesmo tempo leve.

Mesas portáteis na decoração

Amizades variadas, mas igualmente imprescindíveis.

Mesas portáteis na decoração

Essas mesas são especialmente para agradecer a duas amigas por uma ocasião especial. Mas sou gratas a todas as amizades que eu tenho. São elas que me fazem sentir cercada de gente boa, de coisas boas, que me fazem acreditar que o ser humano vale a pena e que me sentir segura nesse mundo inseguro.

Faço as minhas pinturas com a orientação da Odila Freire, do Atelier Odila Freire.



Você pode me encontrar também

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Um sábado em São Paulo com adolescentes


O musical "O Fantasma da Ópera" entraria em cartaz em São Paulo. Fãs que somos de musicais, não poderíamos perder essa oportunidade. Como a maioria desses espetáculos que fazem sucesso em Sampa não veem para Rio, o contrário acontece, teríamos que fazer a ponte aérea. Nada mal para nós que adoramos um passeio por aí.

Essa disposição afeta a mim e as meninas, o pai e marido não se habilita. Logo, seria uma viagem de nós três: mãe e filhas adolescentes. A ideia era irmos na sexta à noite, aproveitar bem o sábado passeando pela nossa vizinha, tão próxima e tão diferente, conferir o musical na noite deste sábado e ainda dar umas voltas no domingo antes de embarcar para o Rio.

Não sei o que acometeu o trio que o coração amoleceu e bateu aquela "dózinha" de deixar o Antonio sozinho em casa esse tempo todo. Sério, não sei o que deu na gente, mas resolvemos ir no sábado pela manhã, aproveitar bem esse dia e voltar no domingo pela manhã em tempo de um almoço em família. E foi isso que fizemos.

Partimos pela manhã cheias de sono e sem planejamento para o nosso dia. Sabíamos que chegaríamos no nosso hostel na Vila Mariana, deixaríamos a pouca bagagem e partiríamos para o desbravamento da metrópole multifacetada, o mais importante centro econômico do Brasil, a capital da cultura na América Latina, que faz nós cariocas supostamente descoladas nos sentirmos a família Buscapé chegando na cidade grande.

Depois de decolarmos no Santos Dumont em uma manhã de céu limpo sobre a Baía da Guanabara em direção ao Pão de Açúcar e termos a vista do alto da cidade maravilhosa (e que vista!) aterrissamos em Congonhas sobre os arranha-céus bocejando e com os olhos lacrimejando de sonolência.

Pegamos o nosso táxi rumo a Vila Mariana, um bairro com um quê meio vintage e meio modernista, cheio de bares, restaurantes, botecos. Tem uma pegada agitada, mas ao mesmo tempo tranquila.

Bom, a essa altura do campeonato já estávamos torcendo para o quarto no Brazilodge Hostel estar liberado para nos jogarmos nas camas, abandonarmos os planos de passear pela cidade, e abraçarmos os travesseiros e andarmos pelas vias dos sonhos.

Mas graças a Deus nossos pedidos não foram atendidos. O quarto não estava liberado!

A princípio sentamos no sofá e poltronas coloridos da recepção meio desoladas e sem saber o que fazer. A recepcionista começou a dar dicas de vários passeios, pontos turísticos e atrações da cidade: "Está acontecendo a Bienal! Vocês não vieram para a Bienal?". Não! Definitivamente, não!

Até que nos olhamos e a Sofia disse que gostaria de ir ao Beco do Batman, a Ana Luiza queria ir na Liberdade e eu tinha vontade de conhecer a Feira da Benedito Calixto. O que faríamos? Boa mão como sou, é claro que priorizaria as vontades das filhas, né? Mas com jeitinho, disposição e colaboração conseguiríamos fazer tudo. O combinado seria as outras duas aproveitarem o passeio escolhido da vez como se fosse seu. E assim definimos o roteiro:

Beco do Batman

Chegamos ainda cedo ao Beco do Batman, por volta das dez horas da manha, e já tinha movimento. O que mais impressiona quando saímos do Santos do Dumont e aterrissamos em Congonhas é a cor da cidade. São Paulo tem tonalidades próprias e ali no Beco do Batman conseguimos ver esses mais, muito mais, de 50 tons de São Paulo.

Beco do Batman

O Beco do Batman é um lugar para se ver arte de rua, ver muita gente de todas as tribos paulistanas misturadas com os turistas, e também para fazer muitas fotos. Tem a turma que vai produzida para isso.

A minhas adolescentes, naquele dia, resolveram achar que estavam com a cara inchada de sono e se recusaram terminantemente a emprestar as suas imagens para compor qualquer foto que fosse. E não adiante a mãe falar que não tem como uma adolescente com a pele cheia de elastina e o cabelo cheio de queratina não estar bem. Elas podem até não gostar da foto hoje, mas daqui a 20 anos vão olhar a mesma foto e se acharem bonitas, daqui a 30 já estarão lindas na mesma foto e daqui a 40 estarão perfeitamente maravilhosas. E acreditam que o mesmo aconteceu na outra vez que estivemos no Beco do Batman?! A mina teen não quis tirar fotos?!

Já que não convenci as duas, eu mesma me esbaldei posando para as fotos e tirando onda de que sei fazer essas poses tumblr #sqn.  

Beco do Batman

Como combinado, nós três curtimos o passeio escolhido pela Sofia. Menos de duas horas foi o suficiente para ir e vir no Beco do Batman, olhando todos os painéis, fazendo fotos nos preferidos e fazendo fotos de todos.

Dali seguimos para o meu passeio.

Feira da Benedito Calixto

Chegamos à Feira da Benedito Calixto antes do meio dia. Já estava com algum movimento, mas não muito.

A primeira sensação ao caminhar entre as primeiras barracas de artesanato e antiguidades é que estávamos em um evento bem parecido com a Feira do Lavradio, no Rio. Aquela sensação de "ôps, estou em casa!". Mas caminhando mais, observando mais, sentindo mais a energia que ronda a praça ocupada por muitos paulistanos e alguns turistas, voltamos a sentir São Paulo.

São Paulo, mesmo em uma feira de descolada e descontraída, tem um ar de compostura que contrasta com o clima de descompostura do Rio.


Outra coisa que São Paulo tem é uma moda própria. Uma moda que podemos sim usar em outros lugares, mas temos que ficar atentos porque tem também uma moda que só fica boa, que só cai bem, que só combina com São Paulo. 

E foi empolgada com essa moda que eu me apaixonei por um caso que vi na feira. As filha me avisaram: "Mãe, você tem certeza de que gostou disso?! Você não vai usar esse caso no Rio, nem em outro lugar que não seja São Paulo.". Eu não me convenci e comprei o tal casacão paulistano lindão que assim que aterrissou no Rio se transformou, entrou no armário e nunca mais saiu.

Depois de darmos toda a volta na feira, pararmos para comer um paste na área de alimentação, comprarmos uma coisinha ou outra, e como combinado curtimos o passeio como se fosse escolhido pelas três, pegamos um Uber em direção a próxima parada, a escolhida pela Ana Luiza.  

Liberdade

São Paulo tem diversidade, é uma cidade plural, e isso pode ser sentido a flor da pela na Liberdade. Ali também somos envolvidos pelo som e pelo cheiro de São Paulo.

Caminhamos calmamente em meio ao burburinho e vai e vem das apressadas. Paramos com calma nas vitrines que no interessavam, nas barracas dos ambulantes que chamavam a nossa atenção, em frente aos músicos que tocam nas calçadas e despertavam nossos ouvidos, e dos pontos de comidinhas que nos faziam salivar.


Foram umas três horas percorrendo a principal rua da Liberdade, meio que viajando dentro da própria viagem. Estar na Liberdade é como sair de São Paulo sem sair de São Paulo.

Estávamos cansadas? Um pouco. Mas queríamos sugar tudo que pudéssemos nesse único dia na nossa Nova Iorque brasileira. Empolgadas com a cultura oriental, fui apresentar a Japan House para a Ana Luiza que neste dia estava realmente interessada na cultura japonesa.

Japan House

Não é à toa que Sampa é também conhecida como a capital cultural da América Latina. São muitas as opções culturais disponíveis. A Avenida Paulista é top neste sentido. Eu adoro caminhar fazendo zig zag por suas calçadas movimentadas, cruzando a avenida só para entrar naquele outro centro cultural que fica do outro la da via.

Nos alimentamos mais um pouco com a cultura japonesa e com os sabores da culinária oriental na exposição que estava em cartaz, "aromas e sabores".




Restaurante Pasta Nostra - Vila Mariana

Depois de tanto perambular e absorver São Paulo, o pastel saboreado na Benedito Calixto e o crepe japones na Liberdade já tinham sido devidamente digeridos e a barriga dava sinais de que is começar a roncar com força. Retornamos ao nosso charmoso bairro Vila Mariana tão bem servido de bares, restaurantes, botecos e padocas para todos os gostos.

Escolhemos um restaurante de massa, afinal já estávamos bem de sabores orientais, e estando em São Paulo podemos aproveitar mais da diversidade que a cidade oferece caindo dentro de um bom prato italiano, mesmo não estando no Bexiga.


A essa hora a nossa refeição já foi um almojanta que ficou mais saboroso com a companhia da minha Adriana, que mora ali no bairro, bem na esquina, e nos deu o prazer e a alegria de uma conversa entre garfadas saborosas. 

Fome saciada e pernas descansadas, nós merecíamos e precisávamos de um bom banho antes de nos arrumarmos para o evento que foi o motivador de pegarmos a ponte aérea e desembarcamos na conhecidíssima terra da garoa para um sábado intenso.  

O Fantasma da Ópera

Muitos musicais com nível de qualidade igual e até superior aos "famosérrimos" parentes da Broadway entram em cartaz em São Paulo e não dão ar da graça nos palcos vizinhos. Por isso nós cariocas que amamos musicais temos que vez ou outra fazer esse brave viagem até ali ao lado. E vale a pena. Valeu quando fomos assistir "Wicked" e valeu agora quando fomos assistir ao "Fantasma da Ópera".

Vale pelo espetáculo em sim, pela emoção, por estar na noite paulistana e até pelo frio e pela oportunidade de usar aquele casaco que compramos na feira da Benedito Calixto e só fica bem em São Paulo.





Um sábado intenso, divertido e de muita cumplicidade vivido em São Paulo. 


Você pode me encontrar também

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Carioca em São Paulo - Beco do Batman


O nosso sábado de mãe e filhas adolescentes turistando em São Paulo começou com a escolha da Sofia: o Beco do Batman.

Eu e a Ana Luiza já tínhamos feito esse passeio em 2016 quando fomos para São Paulo para assistir ao musical Wicked. Mostrei o que vimos naquele dia no post "Beco do Batman em São Paulo - Arte de Rua para todas as idades". 

A rotatividade de artistas e obras no Beco do Batman é muito grande, isso torna a visita por ali sempre diferente, então eu e a Ana Luiza até curtimos a oportunidade de voltar e ver o quanto mudou.


O que fazer com adolescentes em São Paulo

Além de ver os novos painéis, ouvimos também uma outra história para o nome do beco. Bem em frente a este prédio que tem o símbolo do homem-morcego encontramos um senhorzinho que nos contou o seguinte:

Este prédio era uma antiga fábrica de vidro e o dono dela transformou o seu carro em uma réplica do batmóvel. O excêntrico dono da fábrica, com certeza fão do Bruce Waynefazia seus rolezinhos pela vila madalena montado em seu batmóvel.

Sir Michael Philip Jagger, mais conhecido como Mick Jagger, famoso vocalista da Banda Rolling Stones e também famoso pé frio, conheceu a história do Batman vidraceiro da Vila Madalena e seu carrinho de estimação e ao visitar São Paulo passou por lá para dar uma voltinha no possante, ou não, Batmobile.

Depois desse dia, o dono da fábrica espalhou desenhos com a logo do batman e da boca do rolling stones por todo o beco.

Foram essas pinturas que logo depois inspiraram os artistas a ocuparem os muros do beco com suas artes.

O desenho original já saiu de cena faz um bom tempo, mas as referências ao super-herói estão espalhadas pelo beco com seu nome. E prestando bem a atenção encontramos algumas bocas do Rolling Stones por ali também.

Os melhores passeios em São Paulo com adolescentes

Depois de ouvir a história do beco seguimos percorrendo a travessa, que fica entre as ruas Gonçalo Afonso e Medeiros de Albuquerque, tranquilamente a pé.

O que fazer em São Paulo com adolescentes

Observando as artes com calma.

Passeios em São Paulo com adolescentes

Como fomos em um sábado, apesar de ser cedo, o lugar já estava um pouco cheio e encontramos filas para fotografar alguns painéis.
Dicas para visitar o Beco do Batman em São Paulo

Mas não tínhamos pressa. Aliás não dá para ter pressa ali. É bom ter umas duas horas reservadas para o passeio para poder prestar atenção aos detalhes.

Beco do Batman em São Paulo

Fazer fotos nas obras.

Passeios em São Paulo com adolescentes

E das obras.

Beco do Batman em São Paulo

Legal reservar um tempo para percorrer os arredores do Beco do Batman, pois as artes já espalharam pelo entorno. 

Melhores passeios em São Paulo com adolescentes

Um ótimo passeio para ir com os filhos adolescentes e eles fazerem muitas fotos Tumblr para postarem nas redes sociais. 

É bem fácil de chegar ao Beco do Batman. Nós fomos com um motorista que trabalha no hostel que nos hospedamos, o Brazilodge. Dá para ir de Uber ou de carro com a ajuda do gps. Basta colocar “Beco do Batman” que o gps se encarrega do trabalho. 

Se for de metrô a melhor opção é descer na estação Sumaré e seguir caminhado por cerca de 15 minutos e já ir curtindo as artes espalhadas pelas ruas da Vila Mariana.

Outros passeios em São Paulo com adolescentes:

- Feira da Benedito Calixto;
- Liberdade;
- Avenida Paulista, um passeio cultural;




Você pode me encontrar também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pin It button on image hover
▲ Topo