domingo, 24 de fevereiro de 2019

Austrália - 6º Dia - Daintree Rainforest

A Austrália oferece uma diversidade enorme de paisagens e cenários. Tem cidades com vida cultural intensa, tem praia, tem cachoeira, tem deserto e tem floresta. E já que estamos de férias por aqui, queremos fazer de tudo um pouco.

Viemos para Far North Queendland, uma região tropical da Austrália, para conhecer um dos patrimônios da humanidade, a Grande Barreira de Corais. Acontece que essa mesma região abriga outro patrimônio da humanidade, o Parque Nacional Daintree. 


 Mossman Gorge

Existe a opção de fazer o passeio no esquema de bate e volta. Mas escolhemos a calma. Resolvemos, então, curtir alguns dias de paz e tranquilidade, isoladas e sem conexão no meio da floresta. Dois dias de caminhada na mata, aventura, contato com a natureza e praias apenas para apreciar.


A chuva caiu e caiu forte no dia que partimos para a nossa aventura. Mas nem todos os dias são de sol e quando estamos viajando e com pouco tempo para conhecer, não dá para deixar para depois. Vai com chuva mesmo e aproveita para se molhar!

Saímos de Cairns cedo, pegamos a estrada em direção a Mossman e Port Douglas ao longo da espetacular Great Barrier Reef Drive. A rota é considerada uma das regiões mais pitorescas da Austrália. Mas com a chuva e o tempo fechado tivemos apenas uma pequena prova do que deve ser estrada que o Mar de Corais. Pela quantidade de mirantes que existem ao longo do percurso já imaginamos quantas vistas deslumbrantes tem por ali. 

Fizemos uma pausa no mais popular deles, o Rex Point Lookout. O mirante  fica a 40 quilômetros ao norte de Cairns e tem uma vista magnífica sobre a praia e o oceano.


A próxima parada foi Mossan George. A recepção no centro de visitantes foi com uma cerimônia aborígene (smoke ceremony) de boas-vindas, informações sobre a vida dos aborígenes e sobre a floresta em si.

 Mossman Gorge

Aí sim iniciamos a nossa caminhada na floresta tropical (Daintree Rainsforest), que é considerada uma das três florestas tropicais mais antigas do mundo.

 Mossman Gorge

A trilha é toda bem demarcada e cheia de surpresas. Muitas plantas e animais que vivem na floresta tropical de Daintree não são encontrados em nenhum outro lugar. Árvores já consideradas extintas por milhões de anos foram encontradas nesta floresta. Novas espécies de insetos ainda estão sendo descobertas aqui. Essa floresta tropical é considerada cem milhões de anos mais velha que a sua "prima" mais famosa, a Amazônia.

 Mossman Gorge

Depois de caminhar bastante pela floresta fomos em busca do trecho do rio bom para mergulho.


 Mossman Gorge

E já que estávamos molhados mesmo, que tal molhar com gosto?! É irresistível mesmo em dias de chuva.

 Mossman Gorge

O passeio pela floresta nos rendeu uma emoção extra. Uma sanguessuga fez a Ana Luiza de hospedeira. Foi assim que ficamos sabendo que não podemos arrancá-la. Temos que deixar a bichinha encher a barriguinha, ficar satisfeita e partir em retirada. As outras formas de retirá-la de você é colocando sal ou fogo. Como a bichinha não faz mal algum, e até é usada em alguns tratamentos, a Ana Luiza resolveu alimentá-la.

Floresta já bem desfrutada seguimos para a próxima etapa do passeio: um cruzeiro pelo Rio Daintree em busca dos crocodilos.

 Mossman Gorge

O dia chuvoso nos proporcionou um outro ponto de vista em relação a beleza da natureza.

 Mossman Gorge

Encontramos quem procurávamos!


Mais uma emoção extra nesse dia de baixa expectativa. Justamente por causa da chuva, esta que estava tentando atrapalhar o nosso passeio, participamos de um resgate de morcegos que, com o peso da água, provocaram a queda do galho da árvore no qual estava pendurados. O estranho, ou a novidade para nós, é que eles não tiveram o reflexo, ou não conseguiram por estarem encharcados, voar. Com isso caíram no rio. Praticamente todos, com esforço, conseguiram nada e voltar para a árvore. Mas um ficou lá se afogando. Conseguimos retirá-lo. Morceguinho salvo!

Seguimos nosso caminho rumo ao nosso hostel. Isso, iríamos dormir na floresta. No caminho, também por causa da chuva,  encontramos com o tão raro e temido cassowary (casuar em português), considerada a ave mais perigosa do mundo. Ela ataca! Mas na Austrália é assim, tudo é perigoso. E como eles dizem: porque, apesar de na Austrália ter tudo que te mata, não morre um australiano a cada minuto? Conhecimento e respeito!

Ir para Daintree Rainforest e ver um pássaro desse é tipo ir ao Pantanal e ver uma onça pintada.




Chegamos para o almoço o nosso hostel, em Cape Tribulation, no meio da floresta para deixar a experiência mais emocionante. E não é que encontramos outro Cassowary na frente do nosso quarto?! Abrimos a porta e ele estava lá.


Ficamos no Ferntree Rainforest Lodge, um hostel no meio da floreste e totalmente integrado ao ambiente. Farei um post falando dessa experiência de ficar no meio do mato e compartilhar quarto.


Como emoção pouca é bobagem, à noite fomos para um walk night que consiste em fazer uma trilha pela mata. Essa experiência de estar na escuridão total dentro da floresta foi incrível. E relaxante. Dormi superbem.






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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Austrália - 5º Dia - Grande Barreira de Corais

Finalmente chegou o dia sonhado de mergulhar na famosa Barreira de Corais, reino da diversidade marinha, único organismo vivo na Terra que é visível do espaço, e motivo pelo qual viemos para Cairns. 

Acordamos cedo, tomamos o nosso café da manhã na cozinha do hostel, usando os itens que compramos no mercado no dia anterior. Tudo estava lá na geladeira compartilhada sem ser mexido. Barriga forrada, seguimos caminhando para a Marina de Cairns. Após o check-in no balcão do Reef Fleet Terminal, embarcamos no cruzeiro de catamarã com ar condicionado triplo e partimos para o Mar de Coral felizes e cheias de expectativas.

O que fazer em Cairns

Apesar de saber que eu sou chegada a um enjoo com o qualquer leve balanço do mar, preferi não tomar remédio achando que eu estava de boa e iria segurar as marolas. Deixa estar!

O que fazer em Cairns

Navegação, lanchinho no barco, vento nos cabelos, sol na pele. Tudo lindo no caminho rumo a Grande Barreira de Coral, uma das sete maravilhas do mundo natural, que pode ser vista do espaço e nós veríamos de pertinho. De dentro d'água.


O que fazer em Cairns


As opções no passeio que escolhemos eram variadas: snorkel, passeio de barco com fundo de vidro, batismo para quem não tem certificação de mergulho e mergulho para quem tem. Nós queríamos todas as opções de contato com esse oceano em vários tons de azul e esse recife composto por uma abundante vida marinha.


O que fazer em Cairns

E fizemos de tudo! Fizemos snorkeling juntas. Depois a Ana Luiza fez um primeiro mergulho de cilindro, tipo batismo.


O que fazer em Cairns

Enquanto isso eu fiz o passeio no barco com fundo de vidro. Um outro ponto de vista da Barreira de Corais.

O que fazer em Cairns


Mais snorkeling e mergulhamos de cilindro juntas. Uma vez dentro da água, no fundo do mar, pudemos curtir a calmaria e serenidade do ambiente marinho. Os peixes coloridos de todos os tamanhos, tartaruga dorminhoca, arraia camuflada na areia, os recifes de coral levemente balançantes e os gigantescos corais duros que crescem no fundo do mar.

Tempo que passa sem percebermos. Eu não levei a Go Pro e não tinha uma câmera à prova d'água comigo, então não tenho registros físicos nem digitais. Apenas na memória.

Enfim, foram oito horas no mar que passaram rapidamente e muito bem aproveitadas. Teve mergulho de cilindro, mergulho tipo batismo para a Ana Luiza e depois até deixaram ela mergulhar comigo.

Teve muito snorkel, passeio de barco com fundo de vidro, muita vida marinha, muita emoção. Teve vento, sol, água do mar.

E teve enjoo da minha parte também. Mas isso é normal. É o meu lado maternal e caridoso que me faz querer alimentar os peixes. Sempre acontece, mas mergulhar é tão bom que vale a pena. Senti saudades da época que eu mergulhava sempre. Fiquei feliz por a Ana Luiza ter gostado do passeio, dos mergulhos, do dia.


O que fazer em Cairns


Depois de oito horas de mar nós ainda queríamos mais. Então, paramos na praia artificial de Cairns para colocar mais sal na pele. À noite eu resolvi dar um up nessa nossa viagem universitária e nada de hambúrguer de oito dólares, nem smoothie que bebemos no caminho, nem macarrão com ovo na cozinha do hostel. Fomos a um restaurante legal, na marina, de frente para os decks com as embarcações.


Onde comer em Cairns

Nos permitimos entradinha de lagosta, prato principal com frutos do mar e sobremesa.

Onde comer em Cairns

Neste dia fui dormir feliz e ainda incrédula por ter realizado um sonho. E o melhor, realizei junto com a minha filha. Fui de me deitar ainda sem acreditar que estive tão perto, tão junto, tão dentro, da espetacular Grande Barreira de Corais. Só estando ali para ver com os próprios olhos para sentir sua grandeza.


Dica extra para quem vai mergulhar em qualquer local que tenha corais lindos e tentadores: Por mais que a gente se sinta tentado a tocar os corais, por favor, não devemos fazê-lo. Os corais são compostos de milhares de minúsculos organismos vivos que são muito frágeis, onde até mesmo um ligeiro toque humano afetará seu crescimento e longevidade. Além disso, eles são o lar e a fonte de alimento para uma grande variedade de espécies marinhas. Assim, tenha em mente que os recifes de corais são fundamentais para o ecossistema marinho; qualquer pequena destruição em um pedacinho deles, causa um efeito dominó de destruição em tudo no oceano.

Nós usamos um macacão para mergulhar por dois motivos: evitar o contato com águas-vivas e com os corais




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Barreira de Corais, Barreiras Culturais

Barreira de Corais, na Austrália. Um destino mundialmente famoso. O barco para um dia de mergulhos nesse paraíso natural famoso pela diversidade de vida embaixo d'água trazia a diversidade dentro dele. Em torno de sessenta pessoas de várias idades, de diversos países dos cinco continentes e idiomas variados. Nessa Torre de Babel flutuante de semelhantes na diversidade, uma mulher parecia ser a única "diferente", o único peixe fora d'água. Estava ela em seu traje preto que deixava apenas os olhos de fora. Me lembrou aqueles envelopes com janela de plastificada que do conteúdo nos permite conhecer apenas o destinatário.

As pessoas ali na embarcação se cruzavam, trocavam olhares, se cumprimentam, pediam licença, abriam espaço, trocavam palavras e comentários. Em torno da mulher e seu marido o espaço sobrava, ninguém se aproximava, nem trocavam amabilidades iniciais típicas de quem está no mesmo barco.
Por algum momento eu desviei o meu olhar da janela que me abria aquele mar azul conhecido com Mar de Corais e olhei pra janela daquele niqab (corrigido após a explicação da minha amiga Sonja Leser​) e pensei se ela ali estava se sentindo 'diferente', se estava percebendo a diferença na aproximação das pessoas, se teria vontade de participar mais de perto daquele encontro e muitas outras curiosidades me passaram pela cabeça. Tive vontade de me sentar mais próxima e ocupar o espaço vago ao lado dela. Eu gosto dessas aproximações, das trocas que podem surgir deles e das histórias interessantes que podem ser compartilhadas. Mas fiquei com receio de estar infringindo alguma regra da religião ou desrespeitando algum valor da cultura daquela mulher. Deixei pra lá, parei de pensar nas barreiras culturais e voltei a pensar na Barreira de Corais.

Fiz o brief do meu mergulho, mergulhei, fiz snorkeling, nadei, vi peixes e muita diversidade harmônica no fundo do mar. Me distrai.

Em uma pausa, quando subi para o barco com o intuito de descansar um pouco, alguém me avisou que o barco com fundo de vidro estava saindo para um rolezinho sobre os corais: tem vaga, vai sair agora, quer ir?, anda rápido.

Entrei no barco, como quem está em um passeio de dia inteiro de mergulho: de biquíni, descalça, descabelada, apenas com os óculos escuros. Andei rápido, me sentei no único espaço vazio que era no sol. Ou melhor, quiquei pois o barco era de metal e estava muito quente. Mal toquei as nádegas no assento (na pressa nem me lembrei do risco de micose na bunda), gritei um 'ui' e me levantei.
Nessa hora a nossa amiga de passeio dos olhos de fora me chamou para sentar ao seu lado. A única pessoa que tinha espaço ao lado. Cheguei, me sentei, ela chegou mais para o lado e me falou para ficar mais perto dela para eu não pegar sol.

Ficamos ali lada a lado, ela só com os olhos de fora e eu praticamente só de óculos escuros.
Começamos a conversar, ela era do Zimbábue, eu do Brasil, as duas na Austrália. Ela falava um dialeto que não me lembro o nome, eu, português, as duas, inglês. Ela me perguntou sobre viver no Brasil, eu perguntei  sobre o Zimbábue. Falamos de viagens, de lugares bonitos, mostrei um cardume de peixes pequenos para ela, ela me mostrou coral que abria e fechava.

Ali, uma só com os olhos a mostra e a outra só com os olhos cobertos, naqueles quarenta minutos, tivemos tantos assuntos e tantas semelhanças. As duas com as unhas pintadas de marrom. Eu com esmalte de nome "Três Pulinhos" (não resisti quando vi esse nome) e com algo tipo henna.
Fiquei imaginando nós duas, uma ao lado da outra, tão diferentes na forma de expor o corpo, naquele papo animado e trocando sorrisos. Fiquei com vontade de pedir para tirar uma foto com ela que me mostrou tanto de diversidade em tão pouco tempo, quanto o fundo do Mar Corais, barreiras cheias de vida. Mas fiquei com receio de ultrapassar alguma barreira cultural com esse pedido. Então fiz uma foto meio roubada.



Viajar é isso: sair da zona de conforto, aprender com o dos outros, valorizar o nosso, abrir portas, quebrar barreiras. Conhecer e compartilhar.

Postado no Facebook em 23 de fevereiro de 2019

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Austrália - 4º Dia - Cairns


A Austrália é um país de natureza bem diversificada - também pudera, são de 7,69 milhões de quilômetros quadrados - e apesar de ainda termos muito o que fazer em Brisbane e nos arredores, partimos para outro destino.

Destino Cairns. Na verdade a grande atração de Cairns é a Grande Barreira de Corais e por isso fomos para lá. 

Uma tática para aproveitar ao máximo cada local é sempre fazer o deslocamento pela manhã bem cedo ou à noite o mais tarde possível. Assim não perdemos o dia com o deslocamento. Fomos para Cairns bem cedo. 


Já que teríamos um dia na cidade, bora aproveitar né? Depois de um voo tranquilo, chegamos cheias de de fome. Deixamos as coisas no hostel, colocamos o biquíni, pegamos a canga e fomos curtir the aussie life style. Pausa para um café da manhã sem pressa de frente pra praia.

Mas deixa eu contar... No trajeto hostel, Cairns Central YHA, até a Esplanade, passamos em frente a Biblioteca Pública de Cairns, uma quarteirão bem arborizado. Chegando perto ouvimos um barulho bem alto e pensamos: nossa, essas árvores são cheias de pássaros! Mas quando olhamos para cima nos deparamos com morcegos! Isso mesmo, muitos morcegos! Tipo uns vinte por galho de cada árvore! Mas seguimos nosso caminho olhando para cima, com a barriga roncando e a curiosidade aguçada para conhecer a cidade.


Fomos para Esplanade Lagoon, uma praia artificial em frente a praia. Um local popular para relaxar, repleto de moradores, galera em férias, famílias, estudantes que acabaram de sair da aula e mochileiros, todos aproveitando o sol e boas vibrações.




Mas por que uma praia artificial em frente a praia? É que a praia em Cairns, apesar de estar no Mar de Corais, não é própria pra banho por ser barrenta, ter muitas águas-vivas e até crocodilo de água salgada.


Estendemos a nossa canga embaixo das árvores e passamos o dia ali mergulhando, relaxando, deixando o dia acontecer sem pressa e sem preocupação. Aliás, essa é a melhor parte: deixar a mochila no gramado, ou em algumas das mesas de piquenique e ir mergulhar sem medo. Tudo que é seu estará lá seguro!


Deu até para dar uma dormida à sombra das árvores. Uma delícia!


Já no final da tarde fomos andar pela Esplanade e paramos no primeiro restaurante que achamos mais gelado e mais simpático para um 'almojanta'. O escolhido foi Rattle N' Hum, um barzinho bem animado.


Dali continuamos caminhando pela cidade, paramos para um sorvete, fomos ao mercado comprar umas coisinhas para deixar na geladeira, paramos no Night Market para dar uma olhada nos produtos locais, arte aborígene, comidinhas, etc. Eu adoro um mercado!


Seguimos caminhando pelas ruas sem destino. Eu até quis parar na Galeria de Arte, mas a Ana Luiza preferiu parar em uma loja de departamentos daqui para olhar a variedade de produtos.



A cidade costeira de Cairns, no norte tropical de Queensland. Situada no nordeste da Austrália, Cairns não é apenas a porta de entrada para uma das sete maravilhas do mundo natural - A Grande Barreira de Corais, também abriga algumas cachoeiras espetaculares e belezas naturais da Floresta Tropical (que estavam nos nosso planos). A cidade possui outros atrativos, como um aquário, museu, galeria de arte, restaurantes e praias próprias para banho. Mas neste dia preferimos desacelerar, ficar na calma, aproveitando o dia sem pressa, sem horários, sem planejamento.


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Austrália - 3º Dia - Brisbane

Depois de um dia de praia em Gold Coast, voltamos para aproveitar os atrativos de Brisbane.
Nosso dia começou cedo com mais um smothie corridinho e ônibus para o Mt Coo-tha, um parque ecológico que fica em uma montanha e por isso oferece uma vista panorâmica da cidade.


O parque tem várias trilhas bem marcadas, mas neste dia preferimos menos aventura, apensa curtir o visual, nos encantarmos com as cacatuas nas árvores, o verde ao redor.


Depois de fazermos várias fotos descemos para o Jardim Botânico de Brisbane que fica no pé do Mt. Coo-tha junto com o Planetário.


O Jardim Botânico de Brisbane é bem bonito e agradável, com áreas temáticas, jardim japonês, casa de bonsais. Demos uma boa suada no Tropical Dome, uma estufa de plantas tropicais e nossas conhecidas. Bem linda!




Eu adoro o contato com a natureza e este dia estava perfeito. O Jardim Botânico de Brisbane, fica mais interessante ainda por ter amostras de espécies nativas existentes somente em países asiáticos. Ainda conferimos as delicadas samambaias na Fern House.

Um passeio para transportar os sentidos enquanto você respiramos os perfumes e aromas deste paraíso tropical.


Depois de andar bastante, voltamos para a cidade para encontrar a Letícia, filha da Claudia Marini Leonardi. O ponto de encontro foi na Reddacliff Place, em frente ao prédio do Cassino.



Almoçamos um bom bifão em ótima companhia, ali mesmo.


Na mesma praça está a Brisbane Square Library. Fomos conhecer a biblioteca. Como e Lelê disse é um lugar perfeito. Tem ar condicionado, wi-fi grátis e livro. Eu acrescento que ainda tem uma vista bem bonita rio Brisbane e South Bank.


E o melhor, é muito utilizada. As pessoas realmente ocupam o espaço lendo e estudando. Outro ponto bem interessante é a programação. Tem até encontros de conversação para as pessoas de outros países praticarem o inglês,


Depois ainda fomos dar umas voltas pela Queen Street Mall e cair na tentação com itens de papelaria e cosméticos naturais.




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