segunda-feira, 11 de março de 2019

Filme "Um Pequeno Favor"


Nas 28 horas de voo eu tive bastante tempo para dormir e um outro tanto de tempo para assistir a alguns filmes. Um deles, escolhido sem a menor pretensão, apenas por ter um pôster estiloso, duas atrizes conhecidas, ser um thriller com pegada de comédia e acima de tudo ter em português, foi "Um Pequeno Favor", título original "A Simple Favor". Juro que apertei no iniciar achando que iria trocar de filme, mas me surpreendi positivamente.



A história gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se conhecem através dos seus filhos, que estudam juntos. 

Amizade entre mães construída a partir da amizade entre os filhos. Já rola uma identificação aí.

Stephanie (Anna Kendrick) é uma vlogger com dificuldades em fazer amigos, insegura e que faz tudo para agradar a todos, mãe dedicada e perfeitinha. Já Emily (Blake Lively) é uma empresária bem sucedida no mundo da moda, forte, determinada, mãe com pouco tempo para o filho. 

A amizade improvável surge! Entre doses de Martinis as duas trocam confissões. Stephanie, o tipo boazinha, sem amigos e que se voluntariou demais na escola do filho, ao mesmo tempo que fica chocada, se sente estimulada e fica cada vez mais empolgada com a amizade que está surgindo sempre que Emily libera a sua garota malvada.

A constante desculpa e estranheza de Stephanie contrastam com a crueldade do caráter de Emily que lança frases como: "Baby, se você pedir desculpas de novo, vou ter que dar um tapa em você.", incentivando a nova amiga a ser mais segura e firme.

Até o dia em que Emily desaparece sem justificativa, mas deixando rastros que Stephanie segue. Mistérios e segredos vão surgindo, sendo desvendados e a cada vez mais a vlogger percebe o pouco que sabe sobre sua best friend linda e poderosa.

Stephanie com seu jeitinho de estar sempre disponível para ajudar, apoia o marido de Emily, Sean (Henry Golding) com seu filho e família. Logo após o funeral, ela se muda e assume o papel de Emily como esposa e mãe.

Enquanto Stephanie vai se envolvendo com a vida de Emily, buscando pela amiga e pela verdade por trás de seu desaparecimento, ela atualiza seu “vlog”  e sua contagem de seguidores dispara.

A trama, baseada no romance de mesmo nome da autora Darcey Bell, está cheio de drama e reviravoltas inesperadas.

O filme é leve, divertido e alterna bem momentos de comédia e tensão. Vale a pena ser visto!

Foi ótimo para fazer as horas do voo passarem mais rapidamente.


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domingo, 10 de março de 2019

A Semana 10 de 2019 - Últimos dias


Dias de viagem são dias intensos em que queremos aproveitar ao máximo cada minuto, tirar o maior proveito de cada segundo.

Nesta semana tivemos nossos últimos dias na Austrália muito bem desfrutados.

Foi o último dia em Melbourne em que aproveitamos para conhecer o que faltava e revisitar os pontos que mais gostamos. O ponto forte desse último dia foi a visita Biblioteca do Estado de Victoria. Lindíssima! O mais bonito foi ver a biblioteca sendo realmente utilizada para leitura e estudos. 


Biblioteca de Melbourne

Nos despedimos de Melbourne no início da noite e partimos para Sydney, nossa última parada na Austrália. 

Chegamos em Sydney no dia de Mardi Grass e a cidade estava animada, o nosso hostel movimentado e em festa.

Reservamos o primeiro dia em Sydney para curtir praia sem pressa e sem medo de ser feliz. Fomos para Manly Beach, mas acabamos ficando mesmo em Shelly Beach, uma prainha pequena, com águra transparente e calma. 


No segundo dia em Sydney também rolou praia na parte da manhã. Bondi Beach! 


À tarde reservamos para passear pelo Darling Habur e ficamos encantadas com o Jardim Chinês. Um recanto de paz e tranquilidade.



Fizemos um passeio para Blue Mountains para admirar a natureza do parque que é considerado um Patrimônio Mundial pela UNESCO.


Depois de um dia de trilhas, matas e cachoeiras fomos curtir o final do tarde no The Rocks, um bairro bem charmoso de Sydney.

Gostamos tanto do The Rocks que voltamos à noite para jantar no restaurante alemão e ver os dois cartões-postais mais famosos de Sudney iluminados, a Opera House e a Harbour Bridge.


Esfriou, uma pausa no calor, e previsão de chuva. Resolvemos que iríamos ao shopping. Mas antes passamos na Opera House para comprar ingresso para o tour do backsatge. E já que estávamos ali perto fizemos o passeio de trem no Jardim Botânico para ter uma visão geral do parque. 


Dali fomos para o QVB, shopping lindíssimo, com uma arquitetura deslumbrante, construído em 1890, e que ocupa um quarteirão inteiro.

Além do Queen Victoria Building, esta área tem um complexo de shoppings interligados. Uma loucura!


À noite fomos assistir ao espetáculo "Blanc de Blanc Encore" na Opera House. Um


Retornamos à Opera House dessa vez pela manhã bem cedo para fazer o tour pelo backstage. Muito interessante! Retornamos também ao Jardim Botânico dessa vez para ver as flores. O Jadim Botânico de Sydney estava muito florido! Fomos ver as exposições na Galeria de Arte de New South Wales, passeamos pelo Hyde Park e à noite fomos jantar no Darling Quartier.


Último dia em Sydney. Último dia na Austrália. Escalamos a Harbour Bridge e nos despedimos da cidade do alto, com visão ampla e panorâmica de todos os pontos que conhecemos nesses dias. 

Já de volta ao solo caminhamos pelo The Rocks, passeamos pela feira loca, fomos ao Museu de Arte Contemporânea. circulamos pelo Circular Quay, passamos pela Ópera House e mais uma visita ao Jardim Botânico para cutir a vista da Ópera e da ponte, e visitar a exposição de plantas carnívoras. 


Coração duplamente saudoso, saudades de casa e saudades da cidade que vai ficar na nossa lembrança, embarcamos para o Rio. 



Este post faz parte da BC A Semana que tinha sido substituída pela BC #ReolharAVida em 2019 que veio substituir a BC #52SemanasDeGratidão que em 2017 substituiu a BC A Semana que por sua vez já tinha substituído a BC Pequenas Felicidades.


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domingo, 3 de março de 2019

Austrália - 14º dia - Bondi Beach, Darling Harbour e Sydney Tower Eye


Esse segundo dia em Sydney foi intenso. Daqueles para fazer valer o investimento na viagem. Caminhamos mais de 10 km ao longo do dia entre praias e pontos turísticos da cidade. Tanta coisa pra contar que eu dividi em dois posts no Facebook, mas aqui farei em apenas um porque parte do dia já foi contado com mais detalhes em posts exclusivos.

Começarei pela parte da manhã. Fomos a mais uma praia que é cartão-postal da Austrália, Bondi Beach. Pegamos o "busão", mas não saltamos em Bondi. Paramos em Coogee Beach.



Melhores parias de Sydney

Fizemos a trilha de 6 km com 7 praias no caminho, 1 cemitério, muito sol e muito visual lindo até Bondi Beach.

As melhores praias de Sydney


Eu mostrei todo o Costal Walk no post "Sydney - Caminhada de Bondi até Coogee".

Depois da manhã em Bondai Beach o nosso roteiro para a parte da tarde era explorar o Darling Harbour, a principal área da cidade dedicada ao entretenimento e turismo. Muitos dos cruzeiros no  partem dali. Tem uma variedade de restaurantes, bares, lojas e instalações recreativas. A gente fica até na dúvida do que fazer por lá. 

Nós saltamos no Hyde Park, caminhamos pela Market Street, passamos pelo QVB e finalmente chegamos na Pyrmont Bridge, primeira ponte móvel elétrica do mundo. A excursão a pé pela cidade de Sydney começa nesta ponte registrada como Patrimônio da Humanidade. Ou seja, atravessar essa ponte caminhando, observando as bandeiras balançando ao ventos, as pessoas de várias nacionalidades indo e vindo e olhando tudo o que o Darling Harbour tem para oferecer deve estar na lista de coisas a fazer na região. 

O que fazer em Sydney

Entre as muitas atrações do Darling Harbour estão aquário e o Museu Marítimo Nacional. Como a Ana Luiza tinha dois ingressos para o Sydney Aquarium, foi pra lá que fomos. O Sea Life Aquarium é bem conhecido pela maior coleção de vida aquática australiana do mundo, que inclui dugongos, weedy seadragons, pinguins, tartarugas, tubarões, raias e muito mais. São várias zonas temáticas. É uma oportunidade para conhecer melhor sobre os animais mais marinhos australianos. Achamos legal, mas nem tanto. Para nós seria um passeio dispensável.  Poderíamos aproveitar melhor o nosso tempo lá. 

Nessa área também fica o Sydney Wildlife World que exibe alguns dos animais típicos da região, e o Museu Madame Tussauds que nós pulamos. 

O que fazer em Sydney


Preferimos usar o nosso tempo caminhando no pier, observando a vista pela King Street Warf, um lugar cheio de cafés, barzinhos e restaurantes. O King Street Wharf é uma antiga área industrial marinha, situada na Lime Street. 

O que fazer no Darling Harbour em Sydney


Estávamos dispostas a andar. Então voltamos, em direção ao Jardim Chinês. Passamos pelo Cookie Bay Warf, outro local de frente para a mar e cheio de restaurantes transados. 

O que fazer no Darling Harbour em Sydney



Passamos pelo Tumbalong Park e eu fiquei encantada! O parque possui 5 hectares de parque repleto de áreas de recreação infantil. Grande parte com recursos aquáticos ornamentados. Tudo limpo, organizado, com quedinhas de água e crianças brincando educadamente. Bateu uma invejinha! Deu vontade de ter um desses aqui no Rio. 


O que fazer no Darling Harbour em Sydney


Paramos no Darling Quartier, em frente ao Tumbalong Park, ainda observando as crianças brincado,  para um sorvete. Descansamos as nossas perninhas e seguimos para o belíssimo Chinese Garden. Tão lindo que fiz um post falando só dele, "Chinese Garden of Friendship, em Sydney".

O que fazer no Darling Harbour em Sydney


Depois de passar entre lagos, plantas e cenários coloridos, retornamos em direção a Torre de Sydney para ver a cidade do alto e o pôr do sol. 

The Sydney Tower Eye

Eu acho que poder apreciar uma cidade de cima é sempre impressionante. Estar no ponto mais alto da cidade – a Sydney Tower Eye -, além de ser uma atração turística ajuda muito a nos localizarmos.

Tivemos uma ampla visão do Hyde Park, uma grande área verde no meio da cidade, e de tudo que veríamos na nossa caminhada por ele com St Mary's Cathedral.

O que fazer em Sydney

Até o Memorial Anzac. 

O que fazer em Sydney

Do alto pudemos ver o Queen Victoria Building que já tínhamos visto no nosso caminho em direção a Sydney Tower Eye e o Darling Harbour. 

O que fazer em Sydney

Depois de contemplarmos esta vista privilegiada de 360º da cidade de Sydney e o pôr do sol do alto dos 305 metros descemos e fomos jantar em um restaurante italiano, o Vapiano ali perto. Chegamos no hostel exaustas, felizes e prontas para uma boa noite sono.

Postado originalmente no Facebook aqui e aqui.

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Austrália - 13º Dia - Manly Beach Sydney


A nossa chegada em Sydney foi à noite. Chegar à noite em uma cidade ainda desconhecida é uma aventura a parte. Dá aquela sensação de que não iremos nos encontrar e tal. É um impressão diferente!

E a nossa chegada em Sydney foi noturna e divertida. Primeiro logo ao sair do aeroporto eu avistei um táxi inglês, daqueles pretos de filme sabe? Então, quis pegar esse tal táxi. Viver um pouco de Londres em Sydney. Viajar na viagem.

Ao nos aproximarmos do centro de Sydney começamos a ver fogos e muita gente fantasiada. Era o dia da Mardi Grass Parade. E os vestígios dela ainda circulavam animados pelas ruas da cidade.

Chegando próximo ao nosso hoste, o Sydney Central YHA, avistamos uma fila enorme de pessoas fantasiadas e purpurinadas, A fila passava pela entrada do nosso hostel e assim que paramos para desembarcar descobrimos que as pessoas ali alinhadas assim estavam para entrar na boate hostel.

Sim teríamos uma festa de Mardi Grass no nosso hostel! Mas nós não estávamos para festa, nem baladas. Estávamos mais para dormir para aproveitar a praia no dia seguinte. E vou te contar! Dormimos superbem mesmo com a balada rolando lá embaixo.

Depois da nossa chegada que nos gerou expectativas e também risadas, tiramos o primeiro dia em Sydney para curtir a praia. O passeio escolhido foi Manly Beach.



Manly Beach junto com Bondi Beach são as duas praias mais famosas de Sydney. Apesar de suas diferenças, ambas atendem muito bem ao clichê australiano. Então, como escolher entre Manly ou Bondi Beach? Ainda bem que não precisávamos fazer essa escolha. Tínhamos tempos suficiente para as duas!

Resolvemos começar por Manly Beach porque esta nos daria o passeio de ferry pelo Porto de Sydney.

É muito melhor ir à praia pegando um barco do que ônibus, né? Ainda mais quando esse percurso de barco vai te oferecer a vista do mar para dois dos mais icônicos pontos turísticos dessa cidade fabulosa que está na lista das imperdíveis para quem estiver em turnê na Austrália.

Pegamos ferry na Quay Circular, onde ficam os dois cartões-postais de Sydney que falei acima: a Harbour Bridge e a Opera House.

Eu peguei a balsa lá de Darling Harbour e foi um dos mais belos passeios de balsa em que eu estive. Eu tenho uma visão perfeita do horizonte da cidade quando saímos do porto. Eu gostava de ver aviões voando em cima (eu sempre quis ir em um hidroavião!) E diferentes subúrbios da cidade no caminho.

Trinta minutos de passeio de ferry, um dos passeios de balsa mais bonitos que eu já fiz. Encantadas com tudo! Com a visão perfeita do horizonte da cidade quando saímos do porto, os aviões voando por cima, os outros ferries passando por baixo da ponte, o vento batendo no rosto, o sol no corpo, o balanço do mar enquanto os diferentes subúrbios de Sydney passavam no nosso caminho.

Chegamos em Manly Beach. Paramos para uma café da manhã ainda no lado da baía, bem na saída do porto. Isso, Manly tem a baía e o oceano. A baía calma fica apenas a alguns poucos quarteirões do oceano animado! Mas a nossa fome estava apertando e paramos logo na primeira esquina da rua principal, Corso St, uma rua de pedestres cheia de lojinhas, bares e restaurantes.

No caminho para a praia nos deparamos com uma feira de artesanato local. Um grande mercado ao ar livre, vendendo de tudo, desde comida fresca até joias feitas à mão, arte, roupas e tudo mais. Eu amo vasculhar mercados quando estou viajando em diferentes cidades. E até na minha cidade também. Então, me encontrei aqui e quase me perdi da praia em frente. Nessa rua também tem vários restaurantes e cafés com mesinhas na calçada e cheios de charme. Deu vontade de experimentar todos.


Finalmente nos desgarramos do Manly Arts and Craft Market que acontece aos finais de semana na Sydney Road e chegamos ao calçadão arborizado da praia de areias limpas e douradas e águas azul-turquesa com muitos surfistas esperando por aquela onda perfeita, a rainha da série.


Caminhamos por Manly beach e resolvemos seguir à beira-mar em direção ao sul passando por uma piscina artificial no meio do caminho para chegar a Shelly Beach.



Ficamos em Shelly Beach, uma praia pequena, que me lembrou João Fernandinho em Búzios. Não é à toa que é considerada uma verdadeira joia de praia pelo povo de Sydney. Shelly tem um clima aconchegante, oferece refúgio do agito de Manly, proporciona uma vista linda da praia vizinha famosinha e tem a encosta ótima para a prática de snorkeling.




Passamos o dia ali só curtindo o sol, o mar e o vento. No final da tarde pegamos nosso caminho de volta à Manly Beach, passamos novamente pela feirinha e paramos almoçamos em um dos muitos restaurantes em frente a praia de Manly.


Ficamos ali sentadas literalmente saboreando a vida. Comendo uma comidinha gostosa com calma, observando o vai e vem das pessoas, conversando sobre a nossa viagem, deixando o tempo fluir sem pressa.


Pegamos o ferry de volta no horário ideal para termos o deslumbre do pôr do sol no retorno ao centro de Sydney.




Deixamos Manly, um a mistura de praias, com uma atmosfera cosmopolita, uma animada zona de lojas e restaurantes que torna este subúrbio de Sydney tão popular entre os visitantes de todo o mundo, na lembrança, nas fotos e no coração.




Ainda aproveitamos para dar uma volta por Quay Circular e ver a Opera House de perto.


Postado originalmente no Facebook

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sábado, 2 de março de 2019

Austrália - 12º Dia - Melbourne

Dia de despedida de Melbourne. Primeiramente, muito quente. Mas muito quente mesmo. Calor de rachar os lábios. Nunca senti calor assim, nem no Hell de Janeiro.

Mas deixa o calor pra lá, carrega a garrafa de água e vamos que temos muito o que aproveitar, ver e rever na cidade.

Começamos com um café da manhã descolado no Operator 25, na 25 Wills Stum lugar agradável e acolhedor, não muito grande, com mesas do lado de dentro e na parte de fora, e comida muito gostosa. Dizem que o ponto forte são os Ube Waffles, mas eu estava com desejo de toast com abacate e ovo.  Acho que neste exato momento em que escrevo este post estou arrependida por não ter encarado o tal waffle. Mas tudo certo! O café da manhã no Operator 25 vale a pena e eu voltaria. 

Onde tomar café da manhã em Melbourne

Alimentadas, seguimos nossa caminhada para o Victoria Market (poderíamos ter feito o café da manhã ali, mas preferimos conhecer o Operator 25). Eu amo um mercado local. É uma ótima oportunidade para conhecer mais dos hábitos e tradições do lugar. 

O Queen Vic, como os locais carinhosamente chamam, é um grande mercado antigo que tem de tudo! E aberto todos praticamente todos os dias, exceto às segundas e quartas-feiras.



Ficamos doidas andando pelos diversos corredores cercados de barracas e bugigangas. É ótimo para quem gosta de uma barganha ou mesmo quiser fazer um piquenique, ou, como nós, apenas olhar por curiosidade e diversão. Lá encontramos frutas e vegetais frescos, comidas gourmet, roupas e lembranças. Ótimo lugar para encontrar algumas verdadeiras lembranças australianas, de botas de pele de carneiro quentes (chamadas Uggs) a camisetas, chaveiros e brinquedos de canguru fofinhos, e bumerangues com arte aborígene. Também é um ótimo lugar para almoçar. Há uma praça de alimentação que tem uma grande variedade de cozinhas, incluindo italiana, turca, francesa e até indiana.



Na Austrália tem um lema que se você não conhece, não toca. Isso porque tudo por lá pode ser perigoso. Pois é, eu pequei essa inocente frutinha diferente e saí com pelo menos 20 espinhos em cada um dos 20 dedos. Ao longo do dia tinha espinho na minha barriga, nos meus lábios, mas tudo certo. Bom pra lembrar. 

Deixamos o mercado e suas excentricidades para trás, afinal era dia de despedidas, e caminhamos até a Biblioteca de Melbourne. Lindíssima! O mais bonito é ver todas as mesas (não dessa área fotografada) ocupadas, com pessoas lendo, fazendo grupo de estudos, realmente utilizando a biblioteca. 

Admiramos a arquitetura do prédio que é maravilhosa e passeamos pelas exposições. As exposições
A State Library Victoria está constantemente mudando as exibições de classe mundial. Quando estávamos fazendo a nossa visita, fizemos check-out em duas exposições, as quais eram gratuitas e maravilhosas para explorar: "World of the Book" que apresentou a história do design, produção e ilustração de livros desde a Idade Média até os dias de hoje e a "A mudança do rosto de Victoria", que compartilhou as histórias das pessoas, lugares e eventos que moldaram Victoria.

Biblioteca de Melbourne

Dali fomos para o outro lado do Yarra River, mas no caminho vimos que bem perto da biblioteca estava China Town. Saltamos ou voltamos depois? Decidimos voltar depois se tivéssemos tempo.
Seguimos os nossos planos e paramos no Shrine of Remembrance, Santuário da Recordação. Um monumento para aqueles que lutaram, sofreram e entregaram ajuda em todas as guerras em que a Austrália participou. De sua varanda, o santuário oferece uma vista esplêndida do horizonte de Melbourne. Aproveitamos a entrada gratuita e fizemos a visita interna.

Monumento Shrine of Remembrance

 
Do outro lado da rua, bem ao lado do Shrine of Remembrance, fica a entrada para o Jardim Botânico de Melbourne. Eu adoro um Jardim Botânico. Adoro esse contato com o verde, esse respiro no meio da cidade, esse oásis de tranquilidade no meio da agitação e o alívio verdejante que esses parques proporcionam. 

Fizemos o nosso caminho de volta atravessando todo o Jardim Botânico de Melbourne, passando por uma variedade enorme de plantas com seções especiais, como o Australian Forest Walk, o Tropical Glasshouse e o Arid Garden. Outra área popular, e que eu achei muito fofa, é o Jardim das Crianças da Fundação Ian Potter, que possui plantas e caminhos projetados especificamente para as crianças se divertirem.

Jardim Botânico de Melbourne


Passeamos pelos caminhos sinuosos tranquilamente reservando tempo para admirar as extensas coleções de plantas, flores coloridas e o Lago Ornamental. 

Jardim Botânico de Melbourne


Nos despedimos do Jardim Botânico de Melbourne pela saída G, passamos pelo  Parque Kings Domain e mais uma vez o Queen Victoria Gardens (visitamos no nosso primeiro dia em Melbourne) até a Galeria Nacional de Arte. 



Voltamos lá para ver a exposição Escher X Nendo. Essa foi a primeira exposição mundial entre dois mundos | Escher X Nendo, sendo a peça central da Galeria Nacional da temporada de primavera / verão 2018/19 de Victoria. São mais de 160 impressões e desenhos extraordinários do artista holandês M.C. Escher, apresentado em um ambiente imersivo criado pelo aclamado estúdio de design japonês nendo entrelaçando os mundos do artista e do designer.

Almoçamos no café da galeria de arte aproveitando para descansar as pernas e refrescar no ar condicionado.



Seguimos nossas despedidas, caminhando pelas ruas, absorvendo a arquitetura, contemplando tudo. Passamos centro de arte de Melbourne. 


Como o calor estava intenso fomos dar uma volta pela City de tran que é gratuito e uma boa opção para circular o centro. Passamos em Chinatown, uma pequena área, mas muito característica com a vistosa sinalização vermelha dos restaurantes chineses, as comidas exóticas para nós, os cheiros das iguarias, o barulho alto de conversas em uma mistura de diferentes idiomas que não entendemos absolutamente nada, como vietnamita, mandarim, coreano e cantonês.




 Retornarmos ao hotel, pegamos nossas malas e nos direcionamos para o aeroporto. Finalizamos os nossos dias em Melbourne. Voamos para Sydney.




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