sábado, 3 de novembro de 2018

Bolo de Chocolate Irresistível


Eis que estou no aconchego do meu lar desfrutando de uma agradável preguiça de domingo até que o celular dá aviso de que chegou alguma mensagem. Movida pela curiosidade, mas dominada pela lombeira domingueira, peguei lentamente o celular naquela dúvida vejo ou não vejo.

Como a mensagem vinha de uma amiga abri. A foto de um bolo saindo do forno saltou na minha tela e fez a minha boca salivar. Abaixo o convite para ir à casa dela desfrutar de um pedaço de bolo com café e boa conversa.

Convite que normalmente seria irrecusável da minha parte. Mas... a tal preguiça estava me dominando. Agradeci muito e recusei. Recusei, mas salivei.

A partir daí a gula e a preguiça esses dois pedados mundanos ficaram se digladiando na minha mente. Lutando para ver quem vencia. Foi aí que eu percebi que existe rivalidade entre os pecados. E eu que sempre pensei que os sete eram grandes aliados. Mas voltando a luta interna, a gula venceu, mas não totalmente.

Como a preguiça ainda tinha algum poder sobre mim continuei querendo ficar em casa e mantive a minha recusa em me deslocar até a casa da minha amiga, mas pedi a receita do bolo. Coisa que ela enviou prontamente pelo WhatsApp.

Com a ajuda das filhas fomos para a cozinha, afinal a essa altura a vontade de comer bolo já tinha contaminado a todos da família, e colocamos as mãos à obra. Ou melhor, mãos na colher de pau. E saiu esse bolo delicioso para satisfazer a cobiça da gula e fácil de fazer para atender aos desejos da preguiça.


A receita é praticamente a mesma do Bolo Peteleco, que já postamos no blog, apenas com quantidades diferentes.


Ingredientes:

– 2 xícaras de farinha de trigo;
– 1 xícara de açúcar mascavo;
– 1 xícara de Nescau Light;
– 1/2 xícara de chá de óleo;
– 1 xícara de água morna;
– 2 ovos;
– 1 colher de sopa de de fermento em pó.

Como fizemos:

A receita enviada pela minha amiga instruía a fazer no liquidificador, mas a Sofia gosta de fazer bolo na mão, misturando os ingredientes e vendo a transformação em massa, analisando a consistência, cor, textura, cheiro e sabor. 

Assim, ao invés de colocarmos tudo no liquidificador e batermos por 4 minutos fizemos passo a passo.

Em uma vasilha colocamos o óleo e o açúcar e misturamos até estarem totalmente incorporados. Acrescentamos o ovos e continuamos mexendo. Adicionamos a farinha de trigo e o Nescau sempre mexendo. Colocamos a água morna aos poucos para ir testando a consistência da massa. Por último incluímos o fermento, demos aquela misturada básica, e pronto.

Despejamos a massa na forma untada e levamos ao forno pré-aquecido a 180ºC por aproximadamente 40 minutos. 

Enquanto o bolo assava preparamos a cobertura.

Ingredientes:

– 3 colheres de sopa de Nescau;
– 1 colher de sopa de manteiga;
– 4 colheres de sopa de leite;
– 1 lata de leite condensado.

Como fizemos:

Em uma panela colocamos o leite, a manteiga, o Nescau e mexemos lentamente até ferver. Neste momento adicionamos o leite condensado e continuamos a mexer preguiçosamente até ficar cremoso, tipo brigadeiro mole. 

Quando o bolo saiu do forno despejamos a calda ainda quente sobre ele. 



Irresistível!

Aqui no meu ser na luta entre a preguiça e a gula, esta última sempre vence porque como dizia Oscar Wild "Eu posso resistir a tudo menos a tentação"




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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Lanche para a Poncheira (des)necessária


Quanto eu não tenho um motivo especial para comemorar, eu arrumo. Comigo é assim. Bateu aquela vontade de reunir as amigas em casa, jogar conversa fora, rir, relembrar velhas histórias que marcaram a amizade, já são motivos suficientes para marcar a data e a hora, preparar uma comidinhas e arrumar a mesa. 


Mas mesmo assim a gente dá um jeito de ter supostamente uma temática para o tal encontro. Seja ela qual for. 

Alguns objetos da minha sogra vieram para a minha casa. Entre elas uma poncheira das antigas que nunca tinha sido usada. Ainda estava com a etiqueta coladinha no vidro. 

Bom, já que o utensílio que nunca me foi necessário, até então, ficaria ocupando espaço na minha casa, vamos utilizá-lo né? Já que será utilizada, preenchida com muito líquido, preciso ter gente querida para consumir o conteúdo comigo. 

Taí o motivo para a comemoração: estrear finalmente a poncheira que ficou guardada por quarenta anos. 


Foi assim que chamei as amigas para um ponche com bolo. Que na verdade foi um fim de tarde que se estendeu pelo início da noite, sem entrar pela madrugada, muito divertido e saboroso. 

Depois descobri que acabou sendo uma tarde de Clericot com bolo e outras coisinhas mais. A diferença entre Ponche e Clericot é que ponche leva suco de laranja e Clericot é com vinho branco e água tônica. 

Vou deixar aqui a receita desse Clericot maravilhoso que fiz com a ajuda da Ana Luiza:

  • Clericot

Ingredientes:

- 1 garrafa de vinho branco (usei um Cordilheira Andina Chardonnay);
- 1 garrafa de espumante (usei Casa Perini Moscatel);
- 1 copo de guaraná;
- 1/2 abacaxi cortado em pedaços;
- 3 maçãs picadas em pedaços médios;
- 10 uvas verdes sem caroço cortadas ao meio;
- 10 uvas rubi cortadas ao meio; 
- 10 morangos cortados ao meio;
- gomos de 1 laranja;
- gomos de 2 tangerinas (porque fiquei com preguiça de descascar e retirar a pele dos gomos das laranjas, aí substituí por tangerina que é bem mais fácil);
- 3 pêssegos fatiados (não é necessário, mas como teria pêssego nos aperitivos, coloquei para combinar).

Como fazer:

Cortar as frutas e reservar todas juntas. 
Colocar as bebidas para gelarem.
Misturar tudo aproximadamente meia hora antes de servir para apurar o gosto das frutas. 

O convite foi para um Ponche com bolo. O Ponche já tinha se tornado um Clericot, diferença que as amigas nem iriam perceber. E o bolo tinha que ter! E tinha que ser especial! Fiz uma receita  que ficou bem gostosa e superbonita na mesa. 

Para ver a receita é só clicar no link porque já foi postada aqui no blog.



Para acompanhar os nossos goles de Clericot, a nossa conversa, nossas reflexões e planos, preparei algumas comidinhas no estilo de finger food. Tudo muito rápido de fazer e que causa uma boa impressão e muito sabor.

Já que o bolo era de tâmaras e morangos, fiz:

  • Tâmaras recheadas com queijo de cabra temperado, azeite e nozes

Finger Food com tâmaras

Ingredientes:

- Tâmaras gigantes;
- Queijo de cabra temperado em pasta;
- 1 colher de sopa de azeite;
- Nozes Pecan.

Como eu fiz:

Comprei as tâmaras na feira. Cortei ao comprido, mas sem separar as partes, apenas para abrir espaço para retirar os caroços e preencher com o recheio. 
Compre a queijo de cabra já temperado e em pasta. Como o queijo de cabra é meio seco, apesar de muito saboroso, coloquei uma colher de azeita para hidratar. 
Coloquei uma colher de chá ou duas em cada tâmara, botei a nozes por cima e reguei levemente com um fio de azeite. 

Para dar um toque colorido à travessa, eu cortei algumas tâmaras ao meio e ao comprido. Cortei alguns morangos bem grandões também ao comprido. Coloquei um sobre o outro. Essa combinação de tâmaras com morangos é perfeita. 

Eu estava empolgada com a estreia da poncheira e a Ana Luiza estava disposta a me ajudar. Então, não paramos por aí. Preparamos também algumas torradas já com a cobertura para não dar trabalho às amigas, nem perder tempo e deixar de compartilhar alguma experiência de vida porque estávamos passando pastinha na torrada.

  • Torradas com cream chease, pêssego e nozes

Já que tinha pêssego no Clericot vamos incrementar as torradinhas também.


Ingredientes:

- 2 pacotes de torradas;
- 1 pote de cream chease
- 3 pêssegos cortados em fatias;
- algumas nozes (nós gostamos das nozes pecan);
- fatias de presunto de parma enrolados.

Como fizemos:

Cobrimos as torradas com o cream chease. Alteramos as fatias de pêssego em algumas e os enroladinhos de parma em outras. Colocamos uma noz sobre cada pêssego. Demos aquela regada de azeite bem de leve.


Mas a mesa ainda tinha espaço, eu e a Ana Luiza ainda tínhamos tempo e vontade de fazer mais coisinhas, e achamos que a barriga ia pedir mais alguma gostosura. 

Por isso ainda preparamos:

  • Maçã com pasta de atum e cramberries


- 2 maçãs verdes grandes cortada em fatias;
- 1 lata de atum em pedaços no óleo;
- 4 colheres de sopa de maionese;
- 1/2 cebola ralalda;
- um pouco de cebolinha bem picada.
- 100 g de crambery.

Como fizemos:

Retiramos o óleo do atum para deixá-lo menos úmido e assim a pasta ficar consistente e não esparramar ao colocarmos sobre as fatias de maçã. Misturamos o atum, a cebola ralada e a maionese aos poucos e sempre provando para sentir a necessidade de cada ingrediente. No final colocamos a cebolinha picada.

Fatiamos as maçãs com o fatiador no nível 3. Cortamos cada fatia ao meio e pingamos algumas gotas de limão para não escurecer. 

Colocamos uma colher de sobremesa de pasta de atum em cada pedaço de maçã. Enfeitamos com os cramberries. 

É sempre bom a gente se hidratar, beber bastante água, inclusive quando estamos ingerindo bebidas com álcool. Água já é bom e faz bem, água saborizada fica melhor ainda. Preparei uma combinação que acho deliciosa e que tem um nome de batismo:

  • Soda Morangada


Ingredientes:

- 1 1/2 litro de água com gás;
- 1/2 limão fatiado fino;
- algumas folhas de hortelã;
- 10 morangos.

Como fizemos:

Maceramos cinco morangos lavados no fundo da jarra. Acrescentamos o suco de meio limão espremido. Adicionamos a água gasosa bem gelada. Colocamos os outros cinco morangos fatiadas, as fatias do limão restante e as folhas de hortelã. 

Ainda pintei três garrafas para enfeitar, colorir e florir a mesa. A ideia é que as amigas fossem presenteadas um uma garrafa com flor ao final da nossa comemoração. 




Comemorar por tudo ou por nada. Celebrar a vida, a família, as amizades, as pequenas conquistas e até as derrotas que trazem aprendizado. Tudo e qualquer coisa pode ser motivo. E estar nesse clima comemoração traz mais leveza, alegria, sensação de nos sentirmos importantes para aquelas pessoas que estão ao nosso redor e o prazer de fazer algo bom para ela. Compartilhar momentos, histórias, lembranças, planos, reflexões e ideias, nos preenche, enriquece e aumenta o nosso repertório. Por isso e muito mais vale sempre a pena comemorar, mesmo que seja só a estreia de uma poncheira que parecia desnecessária.



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domingo, 28 de outubro de 2018

A Semana 43 de 2018 - Doses de terapia



Em tempos de muita apreensão, avalanche de fake news, pessimismo em relação ao futuro e relações sendo estremecidas por conta do cenário político, aliado com trabalho intenso, a forma de cuidar de mim, de me blindar, foi reservar tempo e foco para momentos que funcionam como terapia e perceber coisas boas nos pequenos detalhes.

Acabei de pintar a escadinha para presentear o meu sobrinho no seu aniversário de anos. Fazer arte acalma, desliga, muda o foco completamente, além da sensação de satisfação e orgulho com o resultado. Fazer arte para alguém que a gente ama é uma verdadeira terapia. 



Aproveitamos que a minha mãe estava aqui no Rio e a levamos para um café da manhã na Casa Fundação Roberto Marinho. Estar em família, mesmo com diferenças de pensamentos, aproveitando momentos agradáveis, saborosos e tranquilos, é ótimo para manter o afeto e não se afetar pela polarização que está no ar.


Cheguei no trabalho e depois de um café da manhã preparado para a equipe e uma palestra enriquecedora, ainda receber um mimo estimulando a inovação e incentivando a criatividade. Inspirador e motivador.



Fui com uma amiga alimentar a alma na hora do almoço. Almoçamos no Centro Cultural Banco do Brasil visitando Mostra de Jean-Michel Basquiat .  Estar próximo da arte renova, relaxa, muda o foco e aumenta o repertório. Por algum tempo nos sentimos de férias.



Retornei ao CRAB, dessa vez na companhia da minha irmã. Na semana anterior eu visitei a exposição "Casa Bordada" e fiquei tão envolvida com o ambiente que a hora do almoço passou e eu não consegui ver a exposição que está na sala ao lado. Por isso voltei lá para conferir as peças do artesanato brasileiro expostas na "Galeria Pop Up do CRAB". E olhem quem eu encontrei por lá!? Basquiat!


Saí com as amigas para um encontro comemorativo regado a espumante, muita história, lembranças, planos, risadas e espumante. Aproveitei para finalmente entrega a caixa que pintei especialmente para uma delas: a caixa de mensagem com libélulas. Estar com amigas independente dos pontos de vista de cada uma e confirmar que a base da nossa amizade é sólida e respeitosa o suficiente é reconfortante e enriquecedor. 


Recebi o convite para a estreia do Festival Curta Cinema e levei uma amiga. Aliás, na verdade, ela foi mais me representar. Eu apenas cheguei para a abertura, conversei um pouco, rimos, circulamos, mas eu não pude ficar. Precisava estar em casa para atender as demandas da família. É muito bom saber que as filhas contam comigo para conversar, trocar ideias, estar presente.



Falando em estar com as filhas... uma das dificuldades de mãe de adolescente é conseguir uma foto com as filhas. E eu adoro fotos! Já que eu consegui esta, vou postar. Aliás já postei no Instagram e elas odiaram, é claro.  Nosso momento beleza e diversão no nosso Spa Night com as máscaras Sephora para brilho e detox. Rimos muito imaginando no susto que daríamos no pai delas, que estava dormindo, se chegássemos devagar no quarto escuro e ficássemos olhando pra ele até acordar. Mas não tivemos coragem de executar o plano, nos contentamos em rir muito com a suposta reação. Só sei dizer que a qualidade das máscaras aliada com o momento diversão e relaxamento fez muito bem pra minha pele. E o momento em si fez muito bem para minha alma. 



Fui almoçar com algumas pessoas do meu trabalho de equipes diferentes formando um grupo bem diverso e variado. Fomos ao Baródromo, na Lapa. Eu já conhecia o restaurante da Praça Onze, da época em que trabalhei no Rio2016, mas neste da Rua do Lavradio eu tinha apenas passado em frente, visto a decoração e ficado com vontade de conhecer. Satisfiz a minha vontade e estive com pessoas esperançosas. 


Uma amiga mandou uma mensagem com a seguinte frase: "estou precisando de pizza, vinho e de vocês.". Hora de largar tudo, reprogramar, replanejar e estar presente. Vinho, pizza e amigas têm o poder de transformar o drama do dia a dia e comédia. Relaxar e rir dos problemas pode ser um ótimo caminho para enxergar caminhos que antes estavam escondidos. 


Semana regada de pequenas, mas poderosas doses de terapia diária para mudar o foco, ampliar a visão, e cuidar do que realmente é importante, 



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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Café da Manhã na Casa Roberto Marinho



Um programa que eu gosto muito é sair pra tomar um café da manhã tranquilo, variado, com tempo para saborear não somente os itens, mas todo o contexto.

Faço isso, às vezes, durante a semana sozinha para quebrar a rotina e começar o dia com o clima de um dia diferente. Faço isso, outras vezes, nos finais de semana com a família.



Recentemente, em uma visita à Casa Roberto Marinho, descobri um novo cantinho para fazer a primeira refeição do dia, a cafeteria Metiers. 


Um lugar tranquilo, ainda sem filas pela manhã, com vista para o jardim projetado por Burle Marx que certa a famosa mansão rosa.


Tem opções de combos de café da manhã, lanchinhos para a tarde, sanduíches, cafés e vinhos. Comidinhas para todos os horários.


Mas falando de café da manhã as porções são delicadas e satisfazem.


Tem frutas com granola e mel que dessa última vez, por sugestão do marido, eu complementei com iogurte, granola e geleia.


Pãezinhos variados com manteiga e/ou requeijão, a sua escolha. 


Frios que aquecem o sabor dos pães.


Ovos mexidos com toque de queijo parmesão.


Café com leite pra quem quiser. Eu prefiro os sucos e acabo sempre indo no de laranja.


O bolo de cenoura com a a calda de chocolate é de dar água na boca.


Fui a primeira vez com a Ana Luiza e gostamos bastante. Resolvemos voltar para mostrar o lugar para a Sofia e a minha mãe, um café da manhã de três gerações à mesa. E ainda voltamos mais uma vez para levar o marido e pai. 

A cafeteria abre mais cedo, antes da abertura da Casa Fundação Roberto Marinho para visitação interna. Isso deixa o lugar mais vazio e agradável. Conseguimos sentir melhor a tranquilidade e os sons da mata que nos cerca. Depois de fazer o desejum em clima de féria e novidade, é supergostoso caminhar pelo jardim, observar as espécies escolhidas por Burle Marx, ver as carpas nadando no Rio Carioca e apreciar as esculturas espalhadas. 


É o tempo suficiente para as portas da casa se abrirem e a gente entrar para ver as exposições em cartaz, 


Serviço:

Endereço: Rua Cosme Velho, 1105 – Cosme Velho – Rio de Janeiro
Funcionamento: de terça à domingo, das 12h às 18h
Ingressos: R$ 10 (inteira).
Meia entrada (R$ 5): Jovens de até 21 anos, estudantes universitários, professores,
maiores de 60 anos, cariocas, moradores da cidade do Rio de Janeiro e pessoas com
deficiência Ingresso Família válido aos domingos para até 4 pessoas: R$ 10,00
Gratuito: Crianças com até 5 anos de idade, alunos de escolas públicas (ensino
fundamental e médio), professores de escolas públicas, guias de turismo, profissionais
de museus.
Quarta-feira: Gratuito para todos os públicos.

Cafeteria Metiers
De terça a sexta, de 12h às 19h
Sábados e domingos, de 09h às 19h

Outros posts sobre locais para café da manhã no Rio:

- 3 lugares para tomar o café da manhã e Botafogo; (desses um já fechou, o Pão e Companhia)




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domingo, 21 de outubro de 2018

A Semana 42 de 2018 - Instantes


Pausa para olhar pra trás, rever como foi a semana, repensar as atitudes e ações, perceber as coias boas, o quanto tenho a agradecer e reolhar para a nova semana que vem pela frente. 

Conversando com a Ana Luiza ela me contou que assistiu a série "Elite", nova série espanhola, recém estreada na Netflix. Peguei a dica dela e maratonei a série de oito episódios de aproximadamente 45 minutos cada.

"Elite" tem a temática da diferença de classes sociais entre adolescentes. Apesar dos personagens terem em torno de 16 anos, acho que é para adolês mais velhinhos, já beirando a facha de adulto jovens. 

Gostei tanto pela série em si, quanto para ter assunto para conversar com a Ana Luiza. Sempre gostei de estar antenada com o que as minhas filhas estão vendo, lendo, ouvindo. Acho importante para poder orientar e também estar mais próxima do universo delas. 


Saímos para um almoço em família em um restaurante gostoso com uma vista linda. Mais gostoso do que a comida é estarmos juntos e em harmonia. 


A Sofia foi com uma amiga assistir ao filme "Tudo por Um Pop Star". As duas, na fase início da adolescência, querendo ganhar asas e independência, quiseram entrar na sala sozinhas. Eu e a Ana Luiza aproveitamos, então, para assistir ao filme que estava na sala ao lado no mesmo horário: "Nasce Uma Estrela", a versão do Bradley Cooper e Lady Gaga. Sensacional!

Bom dar a liberdade que a Sofia queria, mas ao mesmo tempo estar presente. Muito bom estar com a Ana Luiza no cinema rindo e chorando juntas.


Fiz uma arrumação nos livros e aproveitei para doar alguns. Eu gosto muito do conceito do Ninho de Livros, essas casinhas espalhadas nas praças e parques da cidade para estimular a leitura.  

Desapegar e doar dão uma sensação de leveza muito boa. 


Cheguei em casa após o dia do trabalho querendo leveza e relaxamento. Me joguei no sofá e assisti ao filme "Sexy por Acidade", uma comédia leve que aborda o tema da autoconfiança e aceitação.




Outro dia da semana, buscando leveza e relaxamento, aproveitei a minha hora do almoço para ir a exposição "A Casa Bordada", no CRAB, na Praça Tiradentes, que apresenta uma casa construída com bordados vindos de todo o Brasil. Lindos, simples, delicados e coloridos. Projetos fantásticos que ressignificam muitas vidas. Valeu a pena a visita.  Pontos, cores, linhas, traços que me alegraram, relaxaram, desviaram o meu foco e me ajudaram a recarregar as energias. 



Pequenos momentos de tranquilidade na correria do dia a dia que fazem a diferença. Como diz a frase em um dos bordados da exposição, "um instante é o bastante para a vida inteira". Rechear os dias com instantes que realmente importam faz bem pra alma, pra saúde, pro corpo, pra vida. 




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